Berg Gomes e Cícero Batista realizam caminhada e palestra em Carnaíba
Por André Luis
Nesta quarta-feira (3), os candidatos da coligação Carnaíba: É Daqui Pra Melhor, Berg Gomes, que concorre ao cargo de prefeito, e Cícero Batista, candidato a vice-prefeito, realizarão uma caminhada seguida de uma palestra direcionada à população de Carnaíba.
O evento está programado para ocorrer no bairro Gitirana, às 19h, em frente à igreja católica local. A concentração dos militantes e apoiadores terá início às 18h na Pracinha João Ribeiro. De lá, os participantes seguirão em caminhada pela Vila Central até o local da palestra.
Na mesma decisão, ministro Alexandre de Moraes pediu informações ao presídio sobre condições para tratar da saúde de Collor O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Fernando Collor de Mello (AL), condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, inicie o cumprimento da pena em presídio de Maceió […]
Na mesma decisão, ministro Alexandre de Moraes pediu informações ao presídio sobre condições para tratar da saúde de Collor
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Fernando Collor de Mello (AL), condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, inicie o cumprimento da pena em presídio de Maceió (AL). Em audiência de custódia, realizada após a prisão, Collor manifestou sua vontade de permanecer em Alagoas.
O ex-presidente começará a cumprir a pena, de oito anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado, no Presídio Baldomero Cavalcanti de Oliveira, na capital alagoana. Por ter ocupado o cargo de presidente da República, ele deverá permanecer na ala especial da unidade prisional.
Ao autorizar a permanência de Collor em Alagoas, o ministro lembrou que o artigo 103 da Lei de Execuções Penais (LEP) prevê que, em regra, a pena deve ser cumprida no local de domicílio do preso, a fim de assegurar sua permanência em lugar próximo ao seu meio social e familiar.
Prisão domiciliar
Na audiência de custódia, a defesa do ex-presidente também requereu a concessão de prisão domiciliar. Entre outros pontos, alegou “indefinição da situação jurídica do réu”, em razão do pedido de destaque feito pelo ministro Gilmar Mendes na sessão virtual desta sexta-feira (25), convocada para referendo da decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou o imediato início do cumprimento de pena.
Além disso, os advogados alegam que o ex-presidente tem idade avançada (75 anos) e comorbidades graves, como Mal de Parkinson, apneia do sono grave e transtorno afetivo bipolar.
Diante dessas alegações, o ministro Alexandre determinou que a direção do presídio informe, no prazo de 24 horas, se tem condições adequadas para tratar da saúde do ex-presidente. Após as informações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre o pedido de prisão domiciliar.
Condenação
Collor foi condenado pelo STF em 2023, na Ação Penal (AP) 1025, por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora. Na quinta-feira (24), o relator, ministro Alexandre de Moraes, julgou incabível novo recurso apresentado pela defesa, ao reconhecer seu “caráter meramente protelatório”, e determinou o imediato início do cumprimento de pena.
A política como ela é O cenário político brasileiro é marcado por reviravoltas, alianças surpreendentes e mudanças de posicionamento ao longo dos anos. Um exemplo notório dessa dinâmica é a trajetória do presidente do Banco do Nordeste e ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que, através de suas redes sociais, recentemente expressou elogios ao presidente Luiz […]
O cenário político brasileiro é marcado por reviravoltas, alianças surpreendentes e mudanças de posicionamento ao longo dos anos. Um exemplo notório dessa dinâmica é a trajetória do presidente do Banco do Nordeste e ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que, através de suas redes sociais, recentemente expressou elogios ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por conta dos investimentos anunciados para o estado durante a sua última visita que aconteceu nesta quinta e sexta passadas.
“Muito bom ter um presidente que reconhece o valor estratégico de investir no Nordeste e trata Pernambuco com tanto carinho e visão de futuro. Só agradecer ao presidente Lula pelo anúncio da segunda etapa da Refinaria Abreu e Lima e pela instalação da Escola de Sargentos em nosso estado. Mais desenvolvimento e milhares de empregos pros pernambucanos e pernambucanas. O Brasil voltou!”, escreveu Câmara em seu Instagram.
Em uma reviravolta que evidencia as complexidades da política, Paulo Câmara, em 2016, enquanto governador de Pernambuco pelo PSB, liberou quatro secretários estaduais para votarem a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). Entre esses secretários estavam nomes como Danilo Cabral, Felipe Carreras, Sebastião Oliveira e André de Paula.
A escolha de Câmara em apoiar o impeachment criou um distanciamento notável entre ele e o Partido dos Trabalhadores. Com a saída de Dilma Rousseff do poder, Michel Temer assumiu a presidência e iniciou uma série de mudanças sociais no país. A política brasileira, então, caminhava por trilhos distintos, afastando os antigos aliados.
Entretanto, as águas políticas continuaram a se movimentar. Em 2018, Jair Bolsonaro venceu as eleições presidenciais, marcando uma relação tumultuada com Paulo Câmara e Pernambuco. Esse distanciamento pode ter sido interpretado como uma espécie de castigo pelo apoio ao impeachment de Dilma Rousseff.
Surpreendentemente, em meio às transformações políticas, Paulo Câmara demonstrou abertura para apoiar a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma eleição presidencial acirrada, Lula saiu vitorioso sobre Bolsonaro, alcançando a presidência em um segundo turno. O gesto de apoio de Câmara à campanha de Lula foi recompensado quando o petista o nomeou como presidente do Banco do Nordeste.
Esse retorno de Paulo Câmara à esfera de influência de Lula destaca a fluidez das alianças políticas no Brasil. As relações entre partidos e políticos podem oscilar, criando um cenário onde adversários de ontem tornam-se aliados de hoje. O presidente do Banco do Nordeste agora destaca o reconhecimento do presidente Lula pelo valor estratégico de investir no Nordeste, evidenciando uma reconciliação política que surpreende os observadores mais atentos.
Em meio às mudanças de cenário, é evidente que a política brasileira é um campo fértil para reviravoltas e alianças inesperadas. Paulo Câmara, ao longo de sua trajetória, ilustra como as relações políticas no país são permeadas por complexidades e surpresas, onde as alianças podem se desfazer e se refazer ao sabor das circunstâncias políticas do momento.
Novela mexicana
Em São José do Egito, a sucessão do prefeito Evandro Valadares se transformou em uma trama estilo novela mexicana cheia de reviravoltas. O vice-prefeito Ecleriston Ramos e o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, surpreenderam ao desistirem, citando motivos pessoais e conflitos políticos.
O drama inclui alegada interferência do Secretário de Saúde Paulo Jucá, gerando tensões públicas. Os vereadores da situação buscam solução, cogitando nomes como Edilio Lira e George Borja. O coordenador Lula Vieira confirmou desistências, indicando a busca por um terceiro nome.
A novela política promete capítulos intensos, com possíveis alianças inesperadas e a sucessão longe de um desfecho final. A cidade aguarda ansiosamente os próximos acontecimentos.
Bate rebate
Na última semana, o Debate das Dez da Rádio Pajeú foi palco de uma amostra do que vai ser a campanha política em Carnaíba.
Na quarta-feira (17), a pré-candidata à prefeitura de Carnaíba, Ilma Valério, ela criticou a atual situação de Carnaíba, mencionando casos de pessoas recebendo sem prestar serviços. Ilma ressaltou a necessidade de uma gestão mais eficiente, prometendo ações voltadas para a população, como a desvinculação da saúde de atos políticos.
Na quinta-feira (18), o prefeito Anchieta Patriota, buscando direito de resposta, refutou as críticas de Ilma e destacou os avanços conquistados durante sua gestão. Rejeitou a ideia de que ser prefeito seria um sacrifício e enfatizou a revolução na educação.
O embate eleitoral em Carnaíba começa a ganhar forma e promete ser um dos mais animados da região.
É, ou não é, Anchieta?
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, não poupou palavras ao contestar veementemente a informação de que seu sobrinho, Berg Gomes, seria o pré-candidato a prefeito pelo grupo governista. A fala aconteceu durante o Debate das Dez da Rádio Pajeú, na última quinta-feira (18), quando o prefeito se viu provocado por um ouvinte ávido por esclarecimentos, que questionou o fato de Berg não manter negócios na cidade.
“”Eu não anunciei que ele é candidato, eu ainda vou anunciar meu candidato”, enfatizou Anchieta.
A promessa
Um áudio do ex-vereador Zé Negão, que recentemente circulou em diversos grupos de WhatsApp na cidade, trouxe à tona uma estratégia política peculiar que promete agitar os bastidores eleitorais. Segundo as informações compartilhadas, Danilo Simões, pré-candidato a prefeito pela oposição de Afogados da Ingazeira, estaria considerando usar os nomes de seus pais como parte central de sua campanha eleitoral.
No áudio, Zé Negão comenta sobre uma pesquisa recente que apontou Danilo Simões com 14% das intenções de voto. O ex-vereador revela que agora o candidato surge como “Danilo de Giza e de Orisvaldo” e promete que o próximo levantamento mostrará um salto significativo na popularidade do pré-candidato.
Perigo para a saúde
A equipe da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira realizou inspeções nos quiosques e estabelecimentos que estavam comercializando bebidas no encontro de motociclistas.
A ação teve o objetivo de coibir a venda de bebidas falsificadas ou que passaram do prazo de validade.
Na sexta-feira (19) a Secretaria Municipal de Saúde divulgou em seu perfil no Instagram, que a Vigilância em Saúde, apreendeu bebidas alcoólicas e não alcoólicas, que estavam sendo comercializadas fora do prazo de validade.
Frase da semana
“Nós não vamos mais permitir que os gênios brasileiros tenham que sair do Brasil para serem consagrados. Eles serão consagrados aqui dentro. E eu não quero que o Nordeste tenha coisas tiradas de outros estados, eu só quero que o Nordeste tenha a mesma oportunidade que os outros”.
Do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de assinatura do decreto que cria o Campus Avançado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em Fortaleza (CE).
Da Coluna do Domingão Por André Luis – Redator executivo do blog Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro tem método, tempo e consequência. O que o […]
Não foi improviso, não foi ruído institucional, tampouco um desvio técnico de dosimetria. A aprovação do projeto que reduz as penas de Jair Bolsonaro e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro tem método, tempo e consequência. O que o Senado aprovou foi menos uma correção penal e mais a formalização de um grande acordão político, costurado nos bastidores, para aliviar a resposta do Estado a um ataque frontal à democracia.
A linha do tempo expõe o enredo. Meses antes da votação, surgiram declarações do presidente da República relativizando o tempo de prisão do ex-presidente. Depois, vieram semanas de conversas discretas envolvendo Congresso, interlocutores políticos experientes e membros do sistema de Justiça. O texto foi sendo “ajustado”: tirou-se a palavra anistia, manteve-se o efeito prático. Ao final, o resultado é cristalino, aceleração da progressão de regime para crimes contra o Estado Democrático de Direito e redução expressiva das penas dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
O discurso público tentou preservar aparências. O governo condena a anistia, promete veto e reafirma compromisso com a democracia. O Congresso aprova a mudança. O Supremo acompanha o debate. Cada poder cumpre seu papel formal, mas o desfecho converge para o mesmo ponto: punir, sim, porém não demais. Condenar, mas sem causar atritos que “atrapalhem” a engrenagem política.
É justamente aí que mora o problema. Democracia não se defende pela metade. O recuo na punição de crimes contra o Estado Democrático de Direito envia uma mensagem perigosa: tentar um golpe pode compensar, desde que haja força política suficiente depois. O custo institucional dessa sinalização é alto. Normaliza-se a exceção, relativiza-se a gravidade do ataque e transforma-se a Justiça em variável de negociação.
Os atos de 8 de janeiro não foram vandalismo comum. Foram a culminância de um projeto de ruptura, com liderança política, financiamento, mobilização e objetivo claro. Reduzir penas, flexibilizar progressões e “absorver” tipos penais mais graves não é pacificação, é rebaixamento da resposta democrática. Não fortalece instituições; as fragiliza.
Argumenta-se que governar exige pragmatismo, que a correlação de forças impõe concessões. É verdade que governabilidade cobra preço. Mas há limites. Quando o preço é a integridade do princípio democrático, o pragmatismo vira conivência. O veto presidencial anunciado, se vier, poderá cumprir função simbólica, mas a previsível derrubada pelo Congresso apenas completará o roteiro: todos acenam para suas bases, enquanto os condenados colhem o benefício.
O grande acordão não é apenas sobre Bolsonaro. É sobre o precedente que se cria. É sobre dizer ao país que a democracia pode ser atacada e, depois, renegociada. Isso não é estabilidade; é erosão lenta. A Justiça não pode ser o colchão da política. Se for, a conta chega, e sempre chega mais cara. Democracia não é torcida. É princípio. E princípio não se negocia.
Unidade oferece melhor suporte no setor de Covid-19. Por André Luis O prefeito de Santa Terezinha e candidato a reeleição, Vanin de Danda (Avante), foi transferido para o Hospital de São José do Egito, na tarde desta segunda-feira (02-11), por volta das 17h30. Segundo informações, Vanin está com a diabetes muito alta, mas está bem […]
Unidade oferece melhor suporte no setor de Covid-19.
Por André Luis
O prefeito de Santa Terezinha e candidato a reeleição, Vanin de Danda (Avante), foi transferido para o Hospital de São José do Egito, na tarde desta segunda-feira (02-11), por volta das 17h30.
Segundo informações, Vanin está com a diabetes muito alta, mas está bem e caminhando. A sua transferência se dá por precaução, visto que em São José do Egito terá melhor suporte, caso precise, por exemplo, de respirador.
Nesta manhã o prefeito foi internado no isolamento da Unidade Mista de Saúde do município, após se sentir mal na noite de domingo. Ele chegou a Unidade reclamando de cansaço e dificuldade de respirar.
Segundo o blog apurou, Vanin recebeu o resultado positivo para Covid-19, na semana passada e já estava sendo medicado.
Seu irmão, José Martins, o Neguinho de Danda, postou uma foto do prefeito em suas redes sociais na manhã de hoje, onde mostra Vanin no leito da Unidade de Saúde e pede orações pelo mesmo.
“Neste momento pedimos orações e apoio para o nosso prefeito Vanin de Danda, que está internado com o Corona, esse vírus terrível”, escreveu na legenda, José Martins.
Vanin seguiu internado em observação na Unidade Mista de Saúde de Santa Terezinha até o final da tarde, quando foi transferido para a Ala Covid de São José do Egito.
Santa Terezinha, é uma das cidades da região do Sertão do Pajeú, que vem preocupando as autoridades sanitárias. Nas últimas duas semanas foram registradas três mortes no município e o número de casos está em curva ascendente.
A deputada Luciana Santos (PCdoB/PE), se reuniu na tarde desta terça-feira (17), com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Na pauta a liberação de emenda de autoria da parlamentar para minimizar os efeitos da seca e de verbas para conclusão da Adutora do Agreste. Luciana e Helder Barbalho conversaram, ainda, sobre as medidas necessárias […]
A deputada Luciana Santos (PCdoB/PE), se reuniu na tarde desta terça-feira (17), com o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Na pauta a liberação de emenda de autoria da parlamentar para minimizar os efeitos da seca e de verbas para conclusão da Adutora do Agreste.
Luciana e Helder Barbalho conversaram, ainda, sobre as medidas necessárias para conclusão da obra. Diante disso a deputada Luciana se comprometeu em mobilizar a bancada de Pernambuco e conversar com os partidos para garantir a aprovação do PLN 28/2017, que irá garantir a suplementação de crédito para finalizar a obra da adutora.
Luciana reforçou com o ministro a importância desses poços para as comunidades e solicitou liberação dos recursos para que os poços sejam perfurados. O ministro, após ouvir a deputada, se comprometeu em atender ao pedido e disse que vai liberar, de imediato, R$ 1 milhão e 800 mil, que devem ser investidos na perfuração de poços em sítios e distritos das cidades de Custódia, Tracunhaém, Ibimirim, Araripina, Iati, Sanharó e Sertânia. As perfurações serão feitas pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
Esta não é a primeira emenda de Luciana destinada a perfuração de poços. Nesta proposta estão previstas obras na cidade de Custódia, no Sítio de Barra de São João, Mata Verde de Baixo, Barro Branco, Fazendinha e Araras; em Tracunhaém: Ismael Felipe, Chico Mendes, Nova Canaã, Penedo Velho, Caraú e Belo Horizonte; em Ibimirim: Sítio de Salgadona; Araripina: Sítio Recanto do Pontal, Vila DNOCS e Sítio Flamingo; Iati: Sítio do Trapiá e Campo do Uruçu; alé de Sanharó e Sertânia.
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