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Barroso rejeita habeas corpus que pedia suspensão de inquérito contra Temer

Por André Luis
O ministro do STF Luís Roberto Barroso Foto: Dida Sampaio/Estadão

Recurso foi impetrado por advogado que alegou que delator da JBS quis ‘incriminar’ presidente

Do Estadão

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta sexta-feira, 19, um habeas corpus impetrado pelo advogado Samuel José Orro Silva, de Taubaté, que pedia a suspensão de um inquérito instaurado contra o presidente Michel Temer (PMDB) no qual ele é investigado por corrupção passiva, obstrução de justiça e participação em organização criminosa com base na delação da JBS.

“No caso de que se trata, não enxergo nenhuma ilegalidade flagrante ou abuso de poder que autorize a concessão do pedido. Seja porque a leitura da inicial não evidencia risco atual ou iminente à liberdade de locomoção do paciente, seja porque a parte impetrante deixou de acostar aos autos elementos mínimos que pudessem comprovar as suas alegações”, escreveu Barroso.

“Ademais, embora a ação constitucional do habeas corpus possa ser ajuizada por qualquer pessoa (art. 654 do CPP), o autor do pedido tampouco instruiu o feito com instrumento de mandato que o habilitasse formalmente à defesa técnica do paciente. Logo, sequer é possível saber se o paciente, de fato, manifestou o seu real interesse no ajuizamento da presente ação mandamental, no atual estágio das investigações”, ressaltou Barroso.

O advogado de Taubaté alegava que apresentar uma proposta para a JBS “de gravar (e induzir) o atual presidente do País e chefe do atual governo de maneira a eventualmente incriminá-lo não é uma delação premiada, mas sim um presente para a JBS, já que resolveria todos os seus problemas de uma só vez”.

Outras Notícias

Sintepe convoca mobilização em defesa da escola pública no dia 9 de abril

Nesta segunda-feira (7), a presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, convocou a comunidade escolar para uma grande mobilização no próximo dia 9 de abril em defesa da escola pública. A convocação foi feita por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais da entidade, em que a […]

Nesta segunda-feira (7), a presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano, convocou a comunidade escolar para uma grande mobilização no próximo dia 9 de abril em defesa da escola pública. A convocação foi feita por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais da entidade, em que a dirigente sindical denuncia as precárias condições de trabalho e de ensino nas unidades da rede estadual.

“Vamos denunciar as condições das escolas públicas. Não podemos nos calar quando a merenda não tem qualidade. Nosso sofrimento nesse calor de matar não pode ficar invisível”, afirmou Ivete, chamando atenção para a falta de infraestrutura, como quadras descobertas, tetos e muros em risco de desabamento, escassez de água, ausência de mobiliário, fardamento e kits escolares.

A mobilização, segundo a presidente, foi aprovada em assembleia soberana da categoria e deve ser organizada em cada escola com a participação de professores, estudantes, pais, mães e responsáveis. “Cada professor, professora e trabalhador em educação é convocado para organizar a luta que é coletiva”, reforçou.

Ivete Caetano também fez um alerta sobre tentativas de repressão aos atos. “Não aceite ameaças, não aceite assédio, não aceite repressão. A liberdade de reunir-se e lutar de forma pacífica é um direito garantido na Constituição. Governo e diretores não podem impedir esses protestos. Isso é prática antissindical”, advertiu.

A presidente do Sintepe dirigiu-se ainda aos professores em estágio probatório, garantindo que não há impedimento legal para que participem da mobilização. “Vocês não podem ser impedidos de exercer seus direitos, pois a participação nas lutas não faz parte da avaliação do estágio probatório”, pontuou.

Apesar de o sindicato estar em processo de negociação com o Governo do Estado, Ivete afirmou que as reivindicações da categoria ainda não foram atendidas. “Estamos lutando contra a desvalorização dos profissionais da educação e pelo direito de todos a uma escola pública de qualidade”, afirmou.

“Como diz o samba, se o mundo andar para trás, vou escrever no cartaz a palavra rebeldia. Que os cartazes neste dia 9 de abril falem da nossa indignação e de nossa esperança na escola pública. Vamos à luta, companheiros e companheiras”, concluiu.

Ângelo Ferreira não se opõe a aliança entre PSB e PT

Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), afirmou que não será da corrente contrária à uma possível aliança entre PSB e PT no Estado, cujos rumores aumentaram muito da semana passada pra cá. “Eu acho que a visita de Lula a Renata Campos, […]

Participando do Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), afirmou que não será da corrente contrária à uma possível aliança entre PSB e PT no Estado, cujos rumores aumentaram muito da semana passada pra cá.

“Eu acho que a visita de Lula a Renata Campos, a conversa dele com lideranças importantes como o governador Paulo Câmara e o prefeito Geraldo Júlio foi uma visita de cortesia de quem foi aliado e de quem já recebeu apoiou e também apoiou a ação de muitos nomes do PSB como Eduardo Campos e o próprio governador, que ainda tem contato bom com o PT.

Ângelo usou a relação histórica das legendas para justificar a sua posição. “Nascemos todos de um projeto mais a esquerda. Estou no PSB desse 1993, sou filiado e tenho lealdade ao partido. Sigo a liderança inconteste do governador Paulo Câmara. Decisões discutidas e tonadas não temos por que ser contra”.

Em outro momento, disse que o pré-candidato é muito forte na região. “Lula tem na nossa região cerca de 80% dos votos. É uma pessoa que prestou serviço por Pernambuco. Apesar das divergências locais como tempos em Sertânia com o PT não me coloco contra de forma nenhuma. Vamos seguir discutindo falando e chegando ao um consenso”.

Também afirmou que o pré-candidato tem mais força que a legenda. “O PSB compôs a Frente Brasil Popular, apoiou muitas e muitas eleições, nas derrotas do PT e nas vitórias. Eduardo foi Ministro do Governo Lula, Doutor Arraes teve ligação com Lula. Como Lula inclusive é maior que o PT essas divergências não cabem”.

Ele acredita que forças de esquerda se aliem na chamada hora do vamos ver. “Hoje tem uma coisa pior no país que é a crise. Vai se desenhar um quadro em que quem está mais a esquerda tem que se juntar, mas pra não ser esmagado por foças de direita como o Bolsonaro. Temos que ver que é melhor para o Brasil e Pernambuco. Mas se o partido tomar outro rumo, vamos junto também”, concluiu.

Queda de rejeição, melhoria na popularidade da gestão. Números ajudam Luciano Duque em Serra

O Prefeito Luciano Duque vai juntando boas notícias ao seu projeto de reeleição. De acordo coma pesquisa do Múltipla em parceria com o Farol de Notícias, a avaliação negativa do petista atualmente é de 21,7%. Isso significa uma queda de dez pontos percentuais em comparação com a pesquisa anterior, realizada entre 6 e 7 de junho. Dos […]

LucianoO Prefeito Luciano Duque vai juntando boas notícias ao seu projeto de reeleição. De acordo coma pesquisa do Múltipla em parceria com o Farol de Notícias, a avaliação negativa do petista atualmente é de 21,7%. Isso significa uma queda de dez pontos percentuais em comparação com a pesquisa anterior, realizada entre 6 e 7 de junho.

Dos seus adversários, só  Nena Magalhães tem patamar similar. Saiu de 19% para 21,3%.  Marquinhos Dantas (SD) é rejeitado por  29% do eleitorado. E o nome do PR, Victor Oliveira, chega a 34%, mostrando que tem que ser mais conhecido.

O pré-candidato do PCdoB, Otoni Cantarelli obteve a maior rejeição, registrando 42%, seguido por Ari Amorim, do Psol, com 39%. Não sabem ou não opinaram são 10%.

Luciano ainda teve aumento na popularidade da gestão,  atingindo  67,3% de aprovação contra 30% que desaprovam a gestão. Não sabem ou não opinaram são 2%. Subiu quatro pontos percentuais, já que havia registrado 63%.

 

Sobre a festa que não houve Genedy Brito afirma que a saúde de sua mãe vale muito mais

Por Anchieta Santos Para responder a nota que repercutiu na imprensa de Tabira e região sobre “A festa que não houve”, a ex-vice-prefeita Genedy Brito (PR) falou a Rádio Cidade FM. “Nem foi a crise e muito menos a derrota nas urnas”, disse. Genedy disse fazer a festa a 15 anos para os clientes do […]

Por Anchieta Santos

Para responder a nota que repercutiu na imprensa de Tabira e região sobre “A festa que não houve”, a ex-vice-prefeita Genedy Brito (PR) falou a Rádio Cidade FM. “Nem foi a crise e muito menos a derrota nas urnas”, disse.

Genedy disse fazer a festa a 15 anos para os clientes do seu escritório Contábil com a ajuda de amigos, então não tem despesa. E já ganhou e perdeu eleição e nada alterou da confraternização. A razão, falou a ex-vice, foi a doença de sua mãe que se agravou por volta do dia 20 de dezembro e a festa agendada para 26 de dezembro teve que ser cancelada. “Isso partiu de gente pequena que faz política em Tabira e certamente esta pessoa não estava convidada para minha festa”.

Provocada a falar sobre política, Genedy se esquivou. Voltar a disputar mandato? “Não estou pensando no assunto agora”. Nicinha (sua colega de chapa) falar à imprensa para agradecer os votos? “Ela é livre para decidir o que quer fazer, e respeito a decisão dela”.

Analisar os primeiros atos do novo governo Sebastião Dias? “Não estou acompanhando”. Processo pela cassação da chapa Sebastião e Zé Amaral? “De momento nada sei”. Se dos R$ 48 mil gastos por Gonzaga Patriota com cartas para os correligionários Genedy teria recebido alguma em 2016? “Genedy disse que não, meu contato com o parlamentar sempre foi por telefone ou pessoalmente”.

E finalmente sobre a vitória do governo nas eleições da Câmara quando a oposição tinha maioria, a ex-vice prefeita afirmou ser normal, pois quando presidiu a mesa diretora os demais componentes eram adversários.

Venezuela registra protestos e apagões afetam cerca de 90% do país

G1 A tensão aumenta nas ruas de Caracas com os protestos convocados pelo governo de Nicolás Maduro e pela oposição liderada por Juan Guaidó, em meio aos apagões que deixam a Venezuela intermitentemente no escuro desde o começo de março. As forças de segurança da Venezuela dispersaram com gases lacrimogêneos parte das manifestações opositoras em Caracas e impediram […]

G1

A tensão aumenta nas ruas de Caracas com os protestos convocados pelo governo de Nicolás Maduro e pela oposição liderada por Juan Guaidó, em meio aos apagões que deixam a Venezuela intermitentemente no escuro desde o começo de março.

As forças de segurança da Venezuela dispersaram com gases lacrimogêneos parte das manifestações opositoras em Caracas e impediram concentrações em alguns pontos no oeste da capital venezuelana.

A queda de energia mais recente ocorreu ontem por volta das 19h10 no horário local (20h10 de Brasília), afetando Caracas e pelo menos 20 dos 23 estados do país, vários dos quais permaneceram sem luz na tarde deste sábado.

Os grandes apagões que tiveram início em 7 de março também afetaram o fornecimento de água, transporte e serviços de telefonia e internet. O mais recente, interrompeu as atividades entre segunda e quinta-feira.

“Aqui a luz cai toda hora, não temos água, não temos internet, o serviço de água está péssimo há um ano e com essas quedas de energia piorou muito mais, aqui temos idosos, crianças, precisamos dos serviços”, afirmou uma mulher opositora que se reuniu com seus vizinhos em Caracas para protestar em meio a panelaços.

“Vamos organizar na operação liberdade e no próximo dia 6 de abril todos nós vamos às ruas da Venezuela”, disse em uma concentração em Los Teques, perto de Caracas, o líder parlamentar Juan Guaidó, reconhecido presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, liderados pelos Estados Unidos.

Moradores do oeste de Caracas, uma fortaleza tradicional de chavismo, concentraram-se em pequenos grupos em esquinas. “Recuso-me a deixar a Venezuela porque tenho certeza de que há muito pelo que lutar. Continuaremos lutando na rua”, disse uma opositora que se identificou como Andrea.

“Ficamos sem eletricidade por mais de 12 dias em março em Caracas, e mesmo no resto do país, em Zulia (um estado fronteiriço no oeste do país) eles não conseguiram recuperar a luz, e isso é imperdoável. Milhares de famílias ficaram sem comida devido à falta de refrigeração “, acrescentou.