Balangandança Cia traz espetáculo e oficina para Triunfo
Por Nill Júnior
A Balangandança Cia – Companhia de dança contemporânea para crianças, de São Paulo, que cria danças para o público infantil, chega a Triunfo nesta quarta-feira (31/5), onde realiza a oficina “Corpo e Movimento” e apresenta o espetáculo “Ninhos”, na quinta-feira (1º/6). As atividades integram a programação nacional da 20ª edição do projeto Palco Giratório do Sesc.
Voltada para profissionais da área de educação, da cultura, sobretudo, da dança que trabalham com o público de 6 a 11 anos, a oficina “Corpo e Movimento” é gratuita, e será realizada das 14h às 18h, no Hotel do Sesc em Triunfo. Durante a oficina, serão abordados temas como a importância do corpo e do movimento na formação da criança, a brincadeira e a dança, além do espaço físico, imaginário e emocional. As inscrições podem ser realizadas na Fábrica de Criação Popular do Sesc.
Na quinta-feira (1º de junho), às 15h, a Balangandança Cia apresenta no hall do Centro de Convenções do hotel o espetáculo “Ninhos”, com direção de Georgia Lengos. Imagens e poesias como lugar de partida para voos, descobertas e passeios são o mote da montagem para abordar os momentos de recolhimentos que fortalecem as relações mais sutis, íntimas e subjetivas para a criança. A peça propõe um espaço de imaginação em que o público estabelece suas próprias relações no contato direto com a dança. O acesso ao espetáculo é gratuito.
Projeto – Na sua 20ª edição, o Palco Giratório é o maior projeto de artes cênicas em circulação no País. Até o mês de novembro, 11 grupos aportam em 17 unidades do Sesc em Pernambuco. Apresentam-se aqui companhias de oito estados: Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O Palco traz este ano 36 apresentações de espetáculos, sete a mais do que a edição do ano passado, um seminário, uma Mostra Comemorativa, 10 Pensamentos Giratórios, 13 oficinas, além de três intercâmbios, sendo dois na cidade do Recife e um em São Lourenço da Mata.
Cansadas de correr atrás de uma resposta da Secretaria de Saúde do município de Tabira, algumas mães agora estão recorrendo à imprensa para fazer apelos à prefeita Nicinha Melo para garantirem o direito legítimo de receberem a medicação controlada para os seus filhos com necessidades especiais. Essa quarta-feira (14) foi o segundo dia consecutivo que […]
Cansadas de correr atrás de uma resposta da Secretaria de Saúde do município de Tabira, algumas mães agora estão recorrendo à imprensa para fazer apelos à prefeita Nicinha Melo para garantirem o direito legítimo de receberem a medicação controlada para os seus filhos com necessidades especiais.
Essa quarta-feira (14) foi o segundo dia consecutivo que o Programa Radar da Cidade, da Rádio Cidade FM, ouviu essas mulheres cobrando o recebimento de Depakene que é um remédio indicado como monoterapia ou tratamento adjuvante no tratamento de ausência simples e complexa, e como adjuvante em pacientes com tipos de convulsões múltiplas que incluem crises de ausência.
Uma dessas mães relatou que já procurou algumas vezes a secretaria de Saúde e a resposta é sempre a mesma: o remédio não tem e tudo depende da licitação. Em outra oportunidade ela chegou a falar pessoalmente com a secretária Genedy, mas esta disse que quem resolvia essa questão era Élis, a filha de Dinca.
“Eu não tenho mais esperança de receber Depakene esse ano. A não ser que se faça uma pressão muito grande. A gente tem direito, nossas crianças têm direito e eles ficam nos enganando. A gente não gosta de ser enganada, só queremos uma resposta”, reclamou uma mãe.
Hoje a partir das 10h, a Serra FM inicia sua série de debates com pré-candidatos à prefeitura de Serra Talhada. Quem abre a série é o pré-candidato Victor Oliveira. Ele vai acompanhado de seu companheiro de chapa Marquinhos Dantas. É a primeira vez que os dois participam de um debate juntos, desde que a chapa […]
Hoje a partir das 10h, a Serra FM inicia sua série de debates com pré-candidatos à prefeitura de Serra Talhada.
Quem abre a série é o pré-candidato Victor Oliveira. Ele vai acompanhado de seu companheiro de chapa Marquinhos Dantas. É a primeira vez que os dois participam de um debate juntos, desde que a chapa foi anunciada.
O Jornal das Dez vai ao ar na Serra FM 87,9 Mhz com Itamar Bocão. Perguntas poderão ser feitas pelos fones: 3831-2506 ou pelo zap: 9.9606-2506.
Apenas danos materiais, esclarece concessionária, que é parceira do blog e do Afogados FC. A Concessionária JBS, informou em nota enviada ao blog, que o incidente ocorrido na manhã deste domingo (19.01), quando um caminhão desgovernado atingiu a unidade do Pina, em Recife, não vitimou ninguém e apenas foram danificados dois carros e parte da […]
Apenas danos materiais, esclarece concessionária, que é parceira do blog e do Afogados FC.
A Concessionária JBS, informou em nota enviada ao blog, que o incidente ocorrido na manhã deste domingo (19.01), quando um caminhão desgovernado atingiu a unidade do Pina, em Recife, não vitimou ninguém e apenas foram danificados dois carros e parte da estrutura sem maiores danos.
Na nota, a empresa ainda afirma, que os dois veículos atingidos não retornarão ao estoque. Leia abaixo a íntegra da nota.
“Informamos a todos os clientes, amigos e a sociedade que o incidente ocorrido na manhã deste domingo dia 19.01.2020 não vitimou ninguém e, apenas foram danificados dois carros, parte da estrutura, sem maiores danos.
Nosso maior patrimônio é a vida humana e tivemos informações que o motorista apesar de tudo vai passar bem.
Nossa unidade ao lado estará aberta normalmente a partir desta segunda-feira e as providências já estão sendo tomadas. Agradecemos o apoio da imprensa, dos amigos e colaboradores pela maneira correta que as informações e comentários estão sendo transmitidos.
Informamos também que os dois veículos atingidos não retornarão ao nosso estoque!”
Com trinta anos no mercado, a empresa, que é parceira do blog e do Afogados Futebol Clube, é reconhecida pelo exigente padrão de qualidade implantado, que só permite a comercialização de carros em perfeito estado de conservação e funcionamento impecável, para garantir os melhores automóveis e atendimento diferenciado ao seu público.
Começa nesta segunda-feira, dia 23, o curso sobre Atualização em Indicadores para Diagnóstico e Acompanhamento do SUAS e Estratégias de Enfrentamento a Pobreza, que é promovido pelo Capacita SUAS – Capacitação do Sistema Único da Assistência Social, do Governo do Estado de Pernambuco, com o apoio da Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Assistência […]
Começa nesta segunda-feira, dia 23, o curso sobre Atualização em Indicadores para Diagnóstico e Acompanhamento do SUAS e Estratégias de Enfrentamento a Pobreza, que é promovido pelo Capacita SUAS – Capacitação do Sistema Único da Assistência Social, do Governo do Estado de Pernambuco, com o apoio da Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria de Assistência Social – SAS.
O curso vai até a sexta-feira, dia 27, das 8h às 17h, e será realizado no Hotel Cruzeiro IV, que fica na Avenida Osvaldo Cruz, 1740 – (Cel. Siqueira Campos). Participarão do evento gestores, coordenadores e técnicos no âmbito dos municípios dos sertões do Araripe, Central, Itaparica, Moxotó, Pajeú, e São Francisco que atuam nas Secretarias de Assistência Social dos municípios e do estado.
Nos dias 25,26 e 27/07 em Maceió (AL) o Ministério do Desenvolvimento Social promove a II Semana de Formação dos Facilitadores de Educação Financeira, no âmbito do Programa Futuro na Mão. Participarão técnicos da Proteção Básica, gestores e coordenadores do Nordeste. “Acreditamos na importância desses momentos de formação viabilizados pela gestão municipal através da SAS que possibilitam a qualificação dos profissionais e elevam através do conhecimento, compromisso ético e político, para melhoria dos serviços ofertados”, explicou a secretária Zulmira Cavalcanti.
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29). O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a […]
Em resposta a declarações recentes do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que associou os estados nordestinos a privilégios e subsídios, os governadores e governadoras do Nordeste divulgaram uma nota conjunta nesta sexta-feira (29).
O documento contesta a narrativa apresentada por Zema, apresenta dados oficiais sobre a distribuição de recursos federais e defende a importância das políticas de desenvolvimento regional para reduzir desigualdades históricas no país. Leia abaixo a nota na íntegra:
As governadoras e os governadores do Nordeste vêm a público repudiar declarações recentes que insultam nossos estados e cidadãos, reafirmando que o Brasil só avançará com cooperação federativa, respeito e verdade.
O que está em debate não é apenas uma disputa política circunstancial, mas a forma como o país encara suas desigualdades históricas e projeta o futuro de sua economia e de sua gente. A verdade dos números desmente a narrativa falaciosa do governador Romeu Zema, expressa em entrevista ao portal Metrópoles.
Em 2024, o BNDES desembolsou R$ 133,7 bilhões, dos quais R$ 48,7 bilhões foram para o Sudeste e R$ 48,8 bilhões para o Sul. O Nordeste recebeu R$ 13,3 bilhões, o Centro-Oeste R$ 13,0 bilhões e o Norte R$ 9,7 bilhões. Ou seja, 73% de todos os desembolsos concentram-se no eixo Sul-Sudeste. Minas Gerais, sozinho, recebeu R$ 12,7 bilhões, sendo o quarto estado mais beneficiado.
O mesmo ocorre com os Gastos Tributários federais: em 2025, estima-se que o país renuncie a R$ 536,4 bilhões em tributos, dos quais R$ 256,2 bilhões ficarão no Sudeste e R$ 89,3 bilhões no Sul, enquanto o Nordeste receberá R$ 79,3 bilhões desses recursos. Em termos proporcionais, a relação entre Gastos Tributários e arrecadação revela que o Norte (75,6%) e o Nordeste (37,2%) dependem mais desses instrumentos que o Sudeste (14,9%) e o Sul (22,2%), o que evidencia a função redistributiva prevista na Constituição. Além disso, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) também cobre o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, mostrando que não há preterição a esses estados. Os dados, portanto, são claros: não procede a ideia de que “o Nordeste vive de subsídios” ou que “Minas é prejudicada”.
Também não procede a insinuação de que os estados nordestinos seriam os principais responsáveis pelo endividamento do país. Dados atualizados até abril deste ano mostram que os estados brasileiros devem R$ 827,1 bilhões à União, sendo 92% dessa dívida concentrada nos estados do Sul e do Sudeste. O Nordeste responde por apenas 3% do total, proporção que desmente a narrativa de desequilíbrio e evidencia onde se encontra a real concentração do passivo.
É preciso compreender este cenário à luz da história. Desde o ciclo do ouro em Minas Gerais, que concentrou riqueza e infraestrutura na Colônia e no Império, passando pela centralização política no Rio de Janeiro e pela política do “café com leite” que assegurou recursos e crédito a São Paulo e Minas na República Velha, até os ciclos industriais do século XX, quando a indústria têxtil, automobilística e siderúrgica se instalaram no Sudeste com fortes subsídios e políticas de atração de mão de obra europeia, o Estado brasileiro sempre privilegiou o eixo Sudeste-Sul. Enquanto isso, o Nordeste foi marcado por migrações forçadas, desestruturação agrária e políticas emergenciais diante da seca. Apenas nas últimas décadas, com a expansão do sistema universitário federal e do investimento em pesquisa, a juventude nordestina começou a colher os frutos de uma presença mais consistente do Estado nacional, alcançando projeções positivas em ciência, cultura e economia.
Em pleno século XXI, porém, os recursos públicos destinados à modernização produtiva ainda se concentram majoritariamente nas regiões Sudeste e Sul. O Nordeste nunca reivindicou esmolas, mas lutou pela criação de políticas de desenvolvimento regional capazes de valorizar suas potencialidades e apoiar seus empreendedores. A concentração histórica de infraestrutura, capital humano e crédito no Centro-Sul contrasta com a luta do Nordeste contra o abandono e o preconceito, e torna ainda mais urgente uma política nacional de desenvolvimento equilibrado.
Nesse contexto, também é necessário defender as políticas assistenciais. Programas como Bolsa Família, BPC e Garantia Safra não são privilégios nem muletas, mas instrumentos contracíclicos indispensáveis ao combate das desigualdades sociais e regionais. Funcionam como colchão de proteção em tempos de crise e como alavanca para dinamizar as economias locais. Cada real transferido a famílias de baixa renda gera efeitos multiplicadores sobre o comércio, a agricultura familiar e os serviços, ampliando a base econômica e tributária dos municípios. Longe de fomentar dependência, essas políticas fortalecem o mercado interno, reduzem vulnerabilidades e consolidam a cidadania.
O que está em jogo, portanto, é a própria compreensão de desenvolvimento. Historicamente, setores do Sudeste resistem a discutir mecanismos de desenvolvimento regional, tratando-os como concessões indevidas. Mas não se trata de concessão: trata-se de justiça histórica e de cumprimento da Constituição, que reconhece a obrigação do Estado de corrigir desigualdades estruturais entre regiões.
A política nacional de desenvolvimento deve combinar crédito público — via BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Finep e bancos regionais — com instrumentos tributários que garantam investimento, emprego e infraestrutura em áreas em que o mercado sozinho não entrega. Essa é uma agenda que os governadores nordestinos defendem com prioridade, e que não pode ser confundida com privilégios, mas sim entendida como condição para que o país inteiro avance.
A Federação é um pacto de solidariedade, não de hostilidade. Transformar diferenças econômicas em hierarquias morais de regiões e de pessoas é oportunismo eleitoral que empobrece o debate e fragiliza o Brasil. Esse tipo de retórica divide o país, desrespeita milhões de cidadãos e compromete o ambiente de negócios, porque cria incertezas institucionais.
Reafirmamos, por isso, nosso repúdio a toda forma de racismo, xenofobia e estigmatização regional. O Nordeste não aceitará ser transformado em bode expiatório de disputas eleitorais. Nossa cidadania é indivisível e exige respeito, com políticas públicas baseadas em dados e evidências, não em preconceitos e estereótipos.
Comprometemo-nos, como governadoras e governadores do Nordeste, a defender o crédito para o desenvolvimento com critérios técnicos e transparência; a aprimorar a avaliação dos Gastos Tributários, assegurando que gerem contrapartidas em emprego e inovação; a reforçar a cooperação inter-regional em cadeias estratégicas — das energias renováveis à logística, da saúde às tecnologias industriais e digitais —; e a promover o diálogo federativo em espírito republicano, pautado na verdade dos fatos e no respeito às instituições.
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