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Avaliação de Bolsonaro piora, e reprovação de 53% é novo recorde do presidente, mostra Datafolha

Por André Luis

Por Igor Gielow/Folhapress

Após a semana mais tensa de seu mandato, na qual pregou golpismo para multidões no 7 de Setembro, o presidente Jair Bolsonaro segue com sua reprovação em tendência de alta. Ela chegou a 53%, pior índice de seu mandato.

Foi o que aferiu o Datafolha nos dias 13 a 15 de setembro, quando o instituto ouviu presencialmente 3.667 pessoas com mais de 16 anos, em 190 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

A oscilação positiva dentro da margem de erro em relação ao recorde apontado em levantamento feito em julho, de 51% de reprovação, dá sequência à curva ascendente desde dezembro do ano passado.

O presidente é avaliado como bom ou ótimo por 22%, oscilação negativa dos 24% da pesquisa anterior, que já indicava o pior índice de seu mandato. O consideram regular 24%, mesmo índice de julho.

Isso sugere que as cenas do 7 de Setembro, com a avenida Paulista cheia por exemplo, reproduzem uma fotografia do nicho decrescente do bolsonarismo entre a população. Se queria fazer algo além de magnetizar fiéis, Bolsonaro fracassou.

Por outro lado, o recuo do presidente após a pressão institucional contra sua retórica golpista mirando o Supremo Tribunal Federal, também não trouxe impacto perceptível na forma de uma queda abrupta de apoio ao presidente na sua base –como havia sido aferido nas interações de rede social.

Essa tendência de rejeição segue constante neste ano, após um 2019 marcado pelo racha em três partes iguais da opinião da população sobre o presidente e um 2020 que o viu se recuperar da resposta errática à pandemia da Covid-19 com a primeira fase do auxílio emergencial aos afetados pela crise.

Neste ano, com a ajuda menor, não houve reação. A agudização da crise política após a cooptação final do centrão como um seguro contra impeachment, por opção exclusiva de Bolsonaro, se mostra uma aposta insuficiente em termos do conjunto da população.

Também não houve uma mudança que possa ser atribuída aos esvaziado atos convocados por entidades de direita no domingo passado (12).

Não faltaram crises desde o mais recente levantamento do Datafolha. Bolsonaro fez desfilar tanques e blindados em Brasília, sem sucesso na tentativa de intimidar o Congresso que não aceitou a volta do voto impresso.

A economia registra problemas em série, a começar pela alta da inflação e da ameaça de crise energética no horizonte próximo.

O estouro do teto de gastos é uma hipótese cada vez mais comentada, e há pouca margem de manobra orçamentária para apostar numa recuperação de popularidade amparada em pacotes populistas.

Isso tem levado ao desembarque de setores usualmente simpáticos ao Planalto, como parte do agronegócio e do mercado financeiro. Fora a contínua crise sanitária que já levou quase 590 mil vidas no país e a percepção de corrupção federal evidenciada na CPI da Covid.

Nesta rodada, o Datafolha identificou um aumento mais expressivo de rejeição ao presidente entre quem ganha de 5 a 10 salários mínimos (41% para 50%, de julho para cá) e entre as pessoas com mais de 60 anos (de 45% para 51%).

Significativamente, Bolsonaro passou a ser mais rejeitado no agregado das regiões Norte e Centro-Oeste (16% da amostra), onde costuma ter mais apoio e de onde saíram muitos dos caminhoneiros que ameaçaram invadir o Supremo na esteira do 7 de Setembro. Sob muitos protestos, eles depois foram demovidos pelo pressionado presidente.

Lá, sua rejeição subiu de 41% para 48%, ainda que esteja marginalmente abaixo da média nacional.

O perfil de quem rejeita o presidente segue semelhante ao já registrado antes. Péssima notícia eleitoral, já que perfazem 51% da população na amostra, 56% daqueles que ganham até 2 salários mínimos o acham ruim ou péssimo, assim como 61% dos que têm curso superior (21% da amostra).

Aqui, nas camadas menos ricas e escolarizadas, há um lento espraiamento das visões negativas sobre o presidente. Na já citada camada de quem ganha até 2 mínimos, em julho eram 54% os que o rejeitavam. Na daqueles que recebem de 2 a 5 mínimos, a rejeição foi de 47% para 51%, oscilação positiva no limite da margem de erro.

Ambos os grupos somam 86% da população na amostragem do Datafolha. Outro grupo importante, o daqueles com ensino fundamental (33% da amostra) viu uma subida ainda maior, de 49% para 55%, enquanto houve estabilidade (49% para 48%) entre quem cursou o nível médio (46% dos brasileiros).

Em nichos, há rejeições bastante expressivas entre gays e bissexuais (6% dos ouvidos), de 73%, e entre estudantes (4%): 63%.

Na mão contrária, os mais ricos são o grupo em que a reprovação do presidente mais caiu de julho para cá, de 58% para 46%, retomando pontualmente uma correlação que remonta à campanha que levou o capitão reformado à Presidência.

Entre eles, 36% o consideram ótimo e bom. Integram esse contingente 3% da população pesquisada. O Sul (15% da amostra), bastião do presidente desde a disputa de 2018, segue avaliando ele melhor do que outras regiões: 28% dos ouvidos lá o aprovam.

Pormenorizando, os empresários (2% dos ouvidos) permanecem com os mais fiéis bolsonaristas, com 47% de aprovação. É o único grupo em que o ótimo e bom supera o ruim e péssimo (34%).

No segmento evangélico, outra base do bolsonarismo, as notícias não são boas para o presidente. Desde janeiro, a reprovação ao presidente já subiu 11 pontos, e hoje está superior (41%) à sua aprovação (29%). Na rodada anterior, havia empate técnico (34% a 37%, respectivamente).

Isso ocorre em meio à campanha por ora frustrada de emplacar o ex-advogado-geral da União André Mendonça, que é pastor, para uma vaga no Supremo.

A tensão institucional deste julho para cá foi das maiores de um governo já acostumado a bater recordes no setor. Igualmente, Bolsonaro só perde para Fernando Collor de Mello (então no PRN) em impopularidade a esta altura do mandato, contando aqui apenas presidentes eleitos para um primeiro mandato.

O hoje senador alagoano tinha neste ponto de seu governo 68% de rejeição, ante 21% de avaliação regular e só 9% de aprovação. Acabaria sofrendo a abertura de um processo impeachment na sequência, em 1992, renunciando para evitar a perda de direitos políticos.

Fernando Henrique Cardoso (PSDB), por sua vez, registrava 16% de ruim e péssimo, 42% de regular e 39% de aprovação. O petista Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, marcava 23%, 40% e 35%, respectivamente, e sua sucessora Dilma Rousseff (PT), semelhantes 22%, 42% e 36%.

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Afogados: Câmara de Vereadores aprova PL que dá prioridade no atendimento às pessoas com TEA

Projeto de Lei de autoria do vereador Edson Henrique já foi encaminhado ao Executivo e aguarda sanção do prefeito Alessandro Palmeira Foi a aprovado na Câmara dos Vereadores de Afogados da Ingazeira, por unanimidade, o Projeto de Lei número 01/2023, que estabelece prioridade no atendimento em estabelecimentos públicos e privados às pessoas com Transtorno do […]

Projeto de Lei de autoria do vereador Edson Henrique já foi encaminhado ao Executivo e aguarda sanção do prefeito Alessandro Palmeira

Foi a aprovado na Câmara dos Vereadores de Afogados da Ingazeira, por unanimidade, o Projeto de Lei número 01/2023, que estabelece prioridade no atendimento em estabelecimentos públicos e privados às pessoas com Transtorno do Espectro Autista – TEA.

Projeto de Lei de autoria do vereador Edson Henrique já foi encaminhado ao Executivo e aguarda sanção do prefeito Alessandro Palmeira.

O autor do PL explica em suas redes sociais que: “a proposição do projeto foi uma necessidade devido às peculiaridades do Transtorno Global do Desenvolvimento, o qual é caracterizado pela dificuldade em comunicação, interação social e comportamento. Além disso, busca conscientizar a população acerca da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, instituída pela Lei Federal número 12.764/2012”, explicou Edson Henrique.

Bolsonaro diz que Saúde estuda rebaixar para endemia situação da Covid no Brasil

Segundo presidente, melhora do cenário epidemiológico e parágrafo de Lei sobre medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública dão base para estudo Por André Luis O presidente Jair Bolsonaro, anunciou em suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (03.03), que o Ministério da Saúde, por meio do ministro Marcelo Queiroga, está estudando rebaixar para […]

Segundo presidente, melhora do cenário epidemiológico e parágrafo de Lei sobre medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública dão base para estudo

Por André Luis

O presidente Jair Bolsonaro, anunciou em suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (03.03), que o Ministério da Saúde, por meio do ministro Marcelo Queiroga, está estudando rebaixar para endemia, a atual situação da Covid-19 no Brasil.

Segundo Bolsonaro, o estudo se baseia na melhora do cenário epidemiológico e no parágrafo 2° do Art. 1° da Lei 13.979/2020, que dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019.

O que diz o  parágrafo 2° do Art. 1° da Lei 13.979/2020 – Ato do Ministro de Estado da Saúde disporá sobre a duração da situação de emergência de saúde pública de que trata esta Lei. Leia abaixo a íntegra da postagem do presidente:

Em virtude da melhora do cenário epidemiológico e de acordo com o § 2° do Art. 1° da Lei 13.979/2020, o @minsaude , @marceloqueiroga , estuda rebaixar para ENDEMIA a atual situação da COVID-19 no Brasil.   

Pandemia X Endemia

O que é epidemia – Uma epidemia é quando ocorrem surtos em várias regiões. Ou seja, quando há ocorrência excedente de casos de uma doença em determinados locais geográficos ou comunidades, e que vão se espalhando para outros lugares além daquele em que foram inicialmente identificados.

As epidemias podem ser em nível municipal, quando existem surtos em vários bairros. Em nível estadual, quando são registrados surtos em várias cidades e em nível nacional, quando ocorrem em várias regiões do país.

O que é pandemia – Uma pandemia é a disseminação mundial de uma doença (epidemia). Ela pode surgir quando um agente  infeccioso se espalha ao redor do mundo e a maior parte das pessoas não são imunes a ele.

Em uma escala de gravidade, a pandemia é o pior dos cenários porque ela se estende a várias regiões do planeta. Mas quando uma doença é classificada como pandemia, não necessariamente significa que a situação é irreversível e nem que ela deva ser encarada pela população mundial como um “alerta de medo”. Também não quer dizer que o agente da doença, seja ele um vírus ou qualquer outro patógeno, tenha aumentado o seu poder de ameaça.

Aberta 17ª ExpoSerra

Foi aberta oficialmente esta noite mais uma edição da ExpoSerra, a 17ª Feira da Indústria, Comércio e Serviços do município. A abertura coube ao Presidente da entidade, Reginaldo Souza. Ele falou dos desafios da feira e agradeceu a todos os parceiros. Em todos os discursos, com destaque para a falas de Everaldo Melo e Francisco […]

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Foto: Wellington Júnior

Foi aberta oficialmente esta noite mais uma edição da ExpoSerra, a 17ª Feira da Indústria, Comércio e Serviços do município. A abertura coube ao Presidente da entidade, Reginaldo Souza. Ele falou dos desafios da feira e agradeceu a todos os parceiros.

Em todos os discursos, com destaque para a falas de Everaldo Melo e Francisco Morato, o diagnóstico de que a feira conseguiu se impor diante da crise econômica. Além dos setores tradicionais  que participam da feira outros setores como o Pólo de confecções do Agreste também se incorporou a feira.

Em todas as falas, houve a preocupação em evitar demostrar qualquer tendência politica em ano eleitoral. Todos os pré-candidatos foram citados. O discurso de Everaldo Leandro lembrou nomes mais tradicionais e históricos como Agamenon Magalhães e Inocêncio Oliveira, como importantes na história do município. Houve apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião.

Por mais um ano, o blog participa do evento com seu stand, apresentando o projeto de cobertura jornalística neste ano de 2016, em que teremos eleições e a promessa de uma cobertura histórica. Dentre as novidades, o projeto de um programa em rede com três das emissoras mais importantes do Sertão.

Para o registro das imagens que vão levar a ExpoSerra para nossos leitores, contamos com a qualidade de Wellington Júnior, fotógrafo profissional que já coleciona experiência em vários eventos no Sertão.

SEFAZ realiza segunda fase da Operação Agreste

Foram apreendidas mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 800 mil A Secretaria Estadual da Fazenda, através da sua Diretoria Geral de Operações Estratégicas-DOE e sua Gerência da Central de Operações Estaduais realizou entre os dias 17 e 19 de novembro,  a segunda fase da Operação Agreste, com foco na abordagem de depósitos clandestinos e apreensão de […]

Foram apreendidas mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 800 mil

A Secretaria Estadual da Fazenda, através da sua Diretoria Geral de Operações Estratégicas-DOE e sua Gerência da Central de Operações Estaduais realizou entre os dias 17 e 19 de novembro,  a segunda fase da Operação Agreste, com foco na abordagem de depósitos clandestinos e apreensão de mercadorias irregulares em estabelecimentos localizados em Caruaru e região.

A ação foi demandada pela Diretoria Geral da II Região Fiscal por meio da identificação prévia e do recebimento de denúncias do funcionamento irregular de estabelecimentos dos segmentos de tecidos, bebidas, cosméticos e utilidades domésticas, nos bairros da periferia e do centro de Caruaru.

Em balanço preliminar realizado na manhã de hoje, sexta-feira (19), foram apreendidas pelas equipes da DOE mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 800 mil em seis (06) depósitos irregulares, dentre os dez (10) estabelecimentos fiscalizados até o momento.

Também estão sendo diligenciadas outras 15 empresas da região com indícios de aquisições de notas fiscais emitidas por laranjas em valores que superam uma movimentação de R$ 2 milhões, conforme levantamentos preliminares da Central de Operações Estaduais.

A ação contou com a participação de oito auditores da DOE e oito policiais militares.

Secretaria de Cultura realiza entrega de certificados de informática e fardamentos

A Secretaria de Cultura de Itapetim realizou evento para entregar os certificados de conclusão do curso de informática. A ação aconteceu na quadra Eduardo Campos. Mais de 40 alunos da Casa das Juventudes receberam o documento. Também foi entregue o fardamento do grupo de danças os ”Pajeuzitas” e da equipe da Secretaria de Cultura. A […]

A Secretaria de Cultura de Itapetim realizou evento para entregar os certificados de conclusão do curso de informática. A ação aconteceu na quadra Eduardo Campos. Mais de 40 alunos da Casa das Juventudes receberam o documento. Também foi entregue o fardamento do grupo de danças os ”Pajeuzitas” e da equipe da Secretaria de Cultura.

A Casa das Juventudes tem como coordenador, Benone Henrique, e realiza vários cursos de informática e capoeira para os jovens Itapetinenses. Os Pajeuzitas contam com mais de 40 participantes.

O evento contou também com uma bela apresentação do grupo de capoeira da Casa das Juventudes, que conta com o mestre Formigão.

Ailson Alves, Secretário de Cultura, agradeceu o compromisso das equipes da Secretaria de Cultura e da Casa das Juventudes por ajudar a população de Itapetim. “Vamos continuar realizando o nosso compromisso de atender a todos”. Também agradeceu pelo apoio do Governo Municipal e a confiança do prefeito Adelmo Moura. O prefeito, que também prestigiou a ação, parabenizou toda a equipe. “Este tipo de ação é uma grande conquista para o povo de Itapetim”.

O evento contou com a presença do coordenador da casa das juventudes Benone Henrique, da poetisa Izabela Ferreira, dos vereadores do município, da equipe do governo e de Antônio Mendes, coordenador das Casas de Juventudes do Estado de Pernambuco.

Logomarca do São Pedro: A Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, lança a logomarca oficial do São Pedro 2018 de Itapetim. A logomarca foi criada pelo designer Wallisson Lima de Itapetim-PE. A mesma foi desenvolvida com um design todo cultural destacando as culturas locais e ainda com um toque de cores que representa o Brasil na Copa de 2018.

O São Pedro de Itapetim será realizado de 22 a 29 de junho e promete trazer muita cultura, alegria e um encontro fraterno das famílias itapetinenses.  O secretário de Cultura Aílson Alves destacou que o governo municipal está fazendo o máximo de esforço para realizar uma festa voltada totalmente para a população Itapetinense, onde em breve a programação será divulgada.