Áudios reforçam tese de que Odebrecht deu dinheiro a amigo de Temer
Por Nill Júnior
Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Sérgio Lima/Poder360
G1
A Polícia Federal avaliou que áudios entregues por Alvaro Novis, um dos delatores da Lava Jato, reforçam a tese de que a Odebrecht entregou dinheiro a um amigo do presidente Michel Temer como contrapartida a benefícios para a empresa.
No relatório entregue ao Supremo Tribunal Federal na semana passada, a PF disse ter encontrado indícios de que Temer cometeu os crimes decorrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, Temer recebeu R$ 1,4 milhão dos R$ 10 milhões que teriam sido acertados.
Caberá à Procuradoria Geral da República avaliar o que a Polícia Federal informou e decidir se oferece denúncia.
Os áudios foram entregues no âmbito do inquérito que apura o suposto repasse de R$ 10 milhões da Odebrecht para o MDB a pedido de Temer. Segundo delatores da Odebrecht, o valor foi acertado em 2014, num jantar no Palácio do Jaburu.
Quando o conteúdo das delações se tornou conhecido, a assessoria de Temer afirmou “repudiar com veemência as falsas acusações” dos delatores, acrescentando que as doações da construtora foram por transferência bancária e declaradas à Justiça Eleitoral. “Não houve caixa 2 nem entrega em dinheiro a pedido do presidente”, dizia a nota.
O G1 procurou a assessoria de Temer novamente nesta segunda-feira (10) e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.
A equipe da Rádio Cidade FM, de Tabira, realizou sua tradicional confraternização de fim de ano no Tabira Campestre Clube. A coordenação da emissora é do empresário amigo Paulo Manú, que reuniu o seu time para um encontro de bom papo, boa música e claro, um rega bofe. Inaugurada em 05 de Abril de 2010 […]
A equipe da Rádio Cidade FM, de Tabira, realizou sua tradicional confraternização de fim de ano no Tabira Campestre Clube.
A coordenação da emissora é do empresário amigo Paulo Manú, que reuniu o seu time para um encontro de bom papo, boa música e claro, um rega bofe.
Inaugurada em 05 de Abril de 2010 com sua programação, mas no ar desde do final de 2009 em sua fase experimental, a Rádio Cidade FM é a primeira emissora comercial de Tabira. A programação mescla os sucessos do momento, promoções, notícias e muita interatividade.
Tem no jornalismo um marco, tendo como principal nome da informação o respeitado comunicador Anchieta Santos. É uma importante parceira da Rádio Pajeú e do blog, com coberturas importantes em conjunto, como nas eleições do ano passado.
Além de Anchieta, estiveram na confraternização nomes como Edivanice Gonçalves, Fabrício Ferreira, Felipe Marques, Genilson Dias, Simone Pessoa, Kenka, Albino Pereira e outros nomes. O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, Elias Silva, Edgley Freitas e o diretor do clube, Zeu Freitas, também prestigiaram o encontro.
G1 Dois sócios do grupo Libra que tiveram mandados de prisão decretados nesta quinta-feira (29), Rodrigo Torrealba e Ana Carolina Torrealba, doaram R$ 1 milhão para a chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014. Documentos da prestação de contas da chapa vencedora das eleições mostram duas doações de R$ 500 mil feitas por esses sócios do […]
Dois sócios do grupo Libra que tiveram mandados de prisão decretados nesta quinta-feira (29), Rodrigo Torrealba e Ana Carolina Torrealba, doaram R$ 1 milhão para a chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014.
Documentos da prestação de contas da chapa vencedora das eleições mostram duas doações de R$ 500 mil feitas por esses sócios do grupo. Em um dos casos, o dinheiro foi depositado no comitê de campanha de Michel Temer e depois repassado ao MDB. No outro, o dinheiro passou pelo comitê financeiro da campanha nacional.
Esses doadores tiveram mandados de prisão expedidos nesta quinta-feira (29) pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Operação Skala. Barroso é o relator do inquérito que investiga se Temer, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de suposto recebimento de propina.
Os mandados de prisão de Rodrigo e Ana Carolina Torrealba, porém, não foram cumpridos. O paradeiro dos dois ainda é desconhecido. Do grupo Libra, apenas a empresária Celina Torrealba foi presa na operação, em sua casa no Leblon.
No despacho que determinou a prisão, antecipado pela colunista do G1Andréia Sadi, há a informação de que eles serão ouvidos sobre “doações pessoais e as feitas pelo Grupo Libra, além de possíveis solicitações indevidas de valores em troca da renovação de contratos de concessão em Santos”.
Há a suspeita de que esse dinheiro tenha irrigado outras campanhas, entre elas a de Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR).
Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou que “os valores que constam da prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são de doações legais”.
A reportagem também procurou o Grupo Libra e a campanha de Dilma Rousseff e aguardava resposta.
O Tribunal de Contas do Estado produziu Nota Técnica referente ao Processo da Auditoria de Prestação de Contas da gestão do prefeito Manuca na Prefeitura Municipal de Custódia em 2018. O relator foi Carlos Pimentel. O relatório é pesado, citando contratação de serviços de assessoria e consultoria, cujo objeto competiria, originária e legalmente, à Procuradoria Jurídica, resultou em […]
O Tribunal de Contas do Estado produziu Nota Técnica referente ao Processo da Auditoria de Prestação de Contas da gestão do prefeito Manuca na Prefeitura Municipal de Custódia em 2018. O relator foi Carlos Pimentel.
O relatório é pesado, citando contratação de serviços de assessoria e consultoria, cujo objeto competiria, originária e legalmente, à Procuradoria Jurídica, resultou em prejuízo ao município no valor de R$ 398 mil, pagamento de despesas com locação de veículos, no valor de R$ 1.976.950,80, mediante documentação que não comprova a sua efetiva execução e que contraria o Princípio da Economicidade.
Ainda recebimento de objeto em desconformidade com o contratado, Adjudicação e Homologação irregular, com posterior, contratação indevida no Pregão Presencial nº 2.6.001/2017, falta de comprovação de consumo e de controle de estoques de gêneros alimentícios possibilitou o pagamento de despesas sem a devida liquidação no valor de R$ 194.017,44, falta de comprovação de consumo e de controle de estoques de materiais de construção, elétrico e hidráulico possibilitou o pagamento de despesas sem a devida liquidação no valor de R$ 690.548,60.
E mais, contratação de bandas para shows mediante inexigibilidade de licitação com lacunas de elementos que deem suporte a contratação direta, utilização indevida do instituto da inexigibilidade de licitação para aquisição de material pedagógico, ausência de fundamento para a inviabilidade de competição e escolha do fornecedor na aquisição de material didático por inexigibilidade de licitação, repasse a menor e intempestivo das contribuições previdenciárias dos servidores e patronal ao RPPS, com a incidência de R$ 10.952,54 de encargos financeiros, desvio de finalidade na aplicação de R$ 463.246,16 referente a recursos provenientes dos precatórios do FUNDEF, contratação temporária para cargos efetivos em detrimento da realização de concurso Público, deficiências na atuação do Órgão Central do Controle Interno na entidade e de contabilização do ativo imobilizado.
A Prefeitura apresentou vasta defesa das irregularidades apontadas, mas em praticamente todos os itens o TCE argumentou que “os argumentos trazidos pela defesa não sanam as irregularidades”. Em outros itens do relatório de mais de 40 páginas, aponta dados técnicos das irregularidades apresentadas. Clique aqui e veja a nota técnica na íntegra.
Em encontro ocorrido na manhã desta sexta-feira (28) no Palácio do Campo das Princesas entre o presidente estadual do Avante e deputado federal Sebastião Oliveira e o governador Paulo Câmara, que também contou com as presenças dos deputados federais Luís Tibé (presidente nacional do Avante) e André Janones (candidato a presidente pelo partido), além do […]
Em encontro ocorrido na manhã desta sexta-feira (28) no Palácio do Campo das Princesas entre o presidente estadual do Avante e deputado federal Sebastião Oliveira e o governador Paulo Câmara, que também contou com as presenças dos deputados federais Luís Tibé (presidente nacional do Avante) e André Janones (candidato a presidente pelo partido), além do deputado estadual Rogério Leão, a sigla defendeu o nome do secretário da Casa Civil, José Neto, como candidato a governador, foi o que apurou o Blog Ponto de Vista em primeira mão.
Essa não é a primeira vez que o Avante sai em defesa do nome de José Neto para o Governo. Em abril do ano passado, Sebastião Oliveira, deputado federal mais votado do sertão, lançou o secretário da Casa Civil para a disputa:
“Faça uma pesquisa na base do Governo na Assembleia Legislativa. Vais constatar que José Neto é um nome consensual. Nelson Rodrigues falou que toda unanimidade é burra, mas Neto é uma notável exceção, abre um paradigma na ampla aliança que elegeu e reelegeu Câmara”, disse Sebastião.
“Nunca vi alguém tão talhado para vida pública. Sério, fiel, leal e jeitoso, Neto resolveu todas as crises na relação da Assembleia com o Governo depois que assumiu a Secretaria de Governo”, disse, acrescentando que a aliança vive, hoje, um momento de tensionamento que só uma pessoa hábil e capaz com o perfil de José Neto poderia reacender a unidade construída com muito sucesso por Eduardo Campos lá atrás.
DESTAQUE– Entre as reuniões que o governador Paulo Câmara tem realizado com lideranças partidárias da Frente Popular no processo de ausculta sobre a sucessão estadual, a do Avante foi de longe a mais representativa.
EVENTO – Neste sábado, 29 de janeiro, Recife irá sediar o Encontro Nacional do Avante. O evento será realizado no Mar Hotel, em Boa Viagem, na capital pernambucana, a partir das 10h. A expectativa é reunir cerca de 300 filiados, entre prefeitos, vereadores, deputados e presidentes estaduais e municipais.
Durante o encontro, o deputado André Janones será apresentado como pré-candidato da sigla à Presidência da República. Além disso, será realizado o balanço de crescimento do partido e o planejamento de ações para o próximo pleito eleitoral com base nas metas estabelecidas. Na programação, também está prevista a apresentação dos resultados do sistema de inteligência artificial, iniciativa pioneira do partido.
O evento seguirá os protocolos de prevenção à propagação da Covid-19.
G1 Caruaru Foi publicado no Diário Oficial do Ministério Público, a decisão em caráter liminar da justiça de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, contra agentes públicos e a empresa que organizou a festa de São João da cidade. A justiça determinou suspensão de pagamentos e indisponibilidade de bens por fraude ao processo licitatório e dano […]
Foi publicado no Diário Oficial do Ministério Público, a decisão em caráter liminar da justiça de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, contra agentes públicos e a empresa que organizou a festa de São João da cidade.
A justiça determinou suspensão de pagamentos e indisponibilidade de bens por fraude ao processo licitatório e dano ao erário. As ações se referem a organização do São João em 2016 e 2017. “Embora sejam duas gestões diferentes, a prática ilícita foi muito similar”, diz o texto do MPPE.
De acordo com o MPPE, uma das ações, referente ao São João de 2016, são Lúcia Felix, ex-presidente da Fundação de Cultura e Turismo; Inácia Magali de Souza, ex-controladora do município de Caruaru; André Luís Branco Pereira, responsável legal pela Branco Promoções de Eventos e Editora Musical Ltda; além da própria empresa citada.
“Os réus tiveram bloqueados seus bens e valores no total geral de R$ 3.615.683,24 quantia suficiente para cobrir o prejuízo feito aos cofres municipais”, diz a decisão da justiça. A segunda ação, referente ao São João de 2017, tem como réus Lúcio Omena, atual presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, a prefeita Raquel Lyra (PSDB), Naylle Karenine Rodrigues de Siqueira e Albaneide de Carvalho (agentes públicas); além de André Luís Branco Pereira e a empresa Branco Promoções de Eventos e Editora Musical Ltda.
A decisão do juiz determinou a suspensão do pagamento das parcelas ainda não realizadas à empresa, sob pena de multa equivalente ao valor de cada pagamento que contrarie a decisão, que será cobrada ao gestor responsável pela quitação.
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