Audiência pública na Alepe discute sobre o sistema de saúde dos policiais e bombeiros militares
Por André Luis
Foto: Roberto Soares/Alepe
Foto: Roberto Soares/Alepe
Indicada pelo deputado Alberto Feitosa (SD), uma audiência pública será realizada na segunda-feira (09), na Assembleia Legislativa de Pernambuco, a fim de discutir sobre a restrição de atendimentos médicos aos Policiais e Bombeiros Militares no Hospital da corporação.
O Ofício nº 116/2019-DIFIN/DASIS (Diretoria de Apoio ao Sistema de Saúde) suspende a realização de exames e cirurgias feitas pelas clínicas conveniadas pelo Sistema de Saúde dos Militares de Pernambuco (SISMEPE).
Diante da informação, os Bombeiros e Policiais Militares que utilizam o sistema e têm suas famílias assistidas pelo mesmo, estão preocupados pois precisam do serviço médico. Ao tomar conhecimento do ofício, Feitosa defendeu a causa.
“É preciso discutir o tema. Acho extremamente salutar que esta Casa possa fazer esta discussão, até porque este é o papel do deputado. Esta casa tem o papel e o dever de legislar, de ouvir todo e qualquer cidadão e isto inclui aos membros desta corporação que tanto faz por nosso Pernambuco”, afirmou.
SERVIÇO
Audiência Pública para discutir o sistema de saúde do policial e bombeiros militares
Data: 09/12/2019
Horário: 9:30 H
Local: Auditório Ênio Guerra, 4º- Assembleia Legislativa de Pernambuco
O último Encontro ASSERPE de 2023 aconteceu hoje, no auditório do Hotel Vila D’oro, Recife. O presidente da entidade, Nill Júnior, fez um balanço das atividades no ano. Encontros regionais, participação no debate nacional da ABERT, representação na SET EXPO, campanhas de valorização do rádio, digitalização da TV e TV 3.0, além da articulação para […]
O último Encontro ASSERPE de 2023 aconteceu hoje, no auditório do Hotel Vila D’oro, Recife.
O presidente da entidade, Nill Júnior, fez um balanço das atividades no ano.
Encontros regionais, participação no debate nacional da ABERT, representação na SET EXPO, campanhas de valorização do rádio, digitalização da TV e TV 3.0, além da articulação para defesa do meio estiveram entre os pontos destacados.
Já Renata de Paula Marques, Gerente Comercial Norte e Nordeste da Kantar IBOPE Media falou sobre a recente pesquisa Kantar Ibope Media.
Os números apresentasos foram animadores: o Rádio está em constante evolução e presente na jornada dos ouvintes. Por meio de formatos inovadores, ele pulsa nas mentes, nos ouvidos e corações, uma vez que é consumido por oito em cada 10 brasileiros. Em Pernambuco, segue seu protagonismo, com vários indicadores que comprovam a força do veículo.
O Inside Audio 2023 aborda o consumo do meio no Brasil, seus formatos e as oportunidades de inserção para as marcas.
Por fim, Ecio Costa, Professor Titular de Economia da UFPE e Sócio Fundador da CEDES Consultoria e Planejamento falou sobre as perspectivas da economia para 2024, além dos impactos para o mercado da radiodifusão. Em linhas gerais, trouxe sinais de apreensão e também aspectos positivos da economia e suas projeções, todas sujeitas a muitas variáveis, desde o mercado internacional, conflitos e política interna.
Em seguida, houve um almoço de confraternização no Restaurante Entre Amigos, no bairro do Espinheiro.
O governo municipal de Carnaíba definiu na manhã desta terça-feira (19), as atrações musicais da tradicional Festa de Nossa Senhora da Saúde, do Povoado de Itã. Segundo prefeito Zé Mário, este ano a animação da festa ficará por conta da banda Encanto de Mulher e da dupla Fábio e Nando. O evento será realizado no dia […]
O governo municipal de Carnaíba definiu na manhã desta terça-feira (19), as atrações musicais da tradicional Festa de Nossa Senhora da Saúde, do Povoado de Itã.
Segundo prefeito Zé Mário, este ano a animação da festa ficará por conta da banda Encanto de Mulher e da dupla Fábio e Nando. O evento será realizado no dia 20 de setembro.
Por Júnior Alves* Tentar invadir o estúdio da Rádio Cidade foi, certamente, um dos atos mais antidemocráticos de toda a história de Tabira. O século XIX foi marcado no Brasil pelo tempo do coronelismo. Durante a República Velha os coronéis eram latifundiários que exerciam o domínio político no interior do Brasil e coagiam para se […]
Tentar invadir o estúdio da Rádio Cidade foi, certamente, um dos atos mais antidemocráticos de toda a história de Tabira.
O século XIX foi marcado no Brasil pelo tempo do coronelismo. Durante a República Velha os coronéis eram latifundiários que exerciam o domínio político no interior do Brasil e coagiam para se manter a todo custo no poder.
O voto de cabresto foi o símbolo do coronelismo. Naquela época, quando se falava em coronelismo, não era uma referência aos coronéis do Exército Brasileiro, mas sim aos chefes locais que massacravam os trabalhadores.
A República Velha e o coronelismo ficaram para trás, mas nos dias atuais, em pleno século XXI, essa manifestação coronelista ainda se faz presente através dos atuais coronéis de calça curta da política brasileira.
Esses coronéis de calça curta da nossa política atual acreditam que tudo pode, que são acima da lei e imunes aos rigores dela. Acreditam, erroneamente, que podem e devem massacrar o povo, invadir as casas, os veículos de imprensa, ameaçar as pessoas e fazer outras atrocidades mais que só existem no imaginário da cabeça vazia deles.
É preciso que hoje se restabeleça uma verdade: a imprensa é livre. Infelizmente no Brasil, sobretudo nesses últimos anos, criou-se uma cultura equivocada de tentativa de cecear a liberdade de imprensa e temos observado um grave processo de achincalhe, ataques e agressões de toda ordem.
Os coronéis de calça curta da política brasileira querem a todo custo dificultar o fluxo das informações e o processo de conscientização das pessoas, o que prejudica a consolidação da cidadania e faz uma verdadeira afronta à Constituição Brasileira.
É um direito inviolável do cidadão tomar conhecimento dos desmandos da política e dos políticos, das proezas do crime organizado, do caldeirão da corrupção, das rachadinhas, das fraudes contra o consumidor, das explorações de pessoas ainda escravizadas, das maracutaias que acontecem na calada da noite, do posto de Saúde que não tem médico, da folha de pagamento vendida em silêncio, da promessa de campanha que foi cumprida, do menino que ainda não nasceu no hospital, do exame que ainda se espera dois anos para fazer e ninguém diz nada, etc.
Levar esses e outros tantos fatos à luz da ciência do povo é muito duro para os coronéis de calça curta da política brasileira, mas doa a quem doer, o povo tem o direito de saber e só consegue ter acesso a todas essas informações porque existe a liberdade de imprensa.
Nessa quarta-feira (17), a liberdade de imprensa foi atacada quando a Rádio Cidade FM de Tabira foi vítima de uma tentativa de invasão do seu estúdio por um representante desses coronéis de calça curta da política brasileira.
Tentar invadir o estúdio da Rádio Cidade foi, certamente, um dos atos mais antidemocráticos de toda a história de Tabira. Esse fato lamentável se deu justamente no momento em que a cidade está prestes a completar 74 anos de emancipação política.
Vejam o tamanho da contradição que hora nos deparamos. A palavra “emancipar” significa libertar-se. Mas como podemos nesse momento celebrar a liberdade se o coronelismo do século XIX está tão presente em nossos dias?
A tentativa de invasão ao estúdio da Rádio Cidade foi também uma tentativa de agressão ao nosso povo. Não me refiro a uma meia dúzia de gente privilegiada pelo sistema que nesse momento é beneficiado por um emprego temporário e, por essa razão, ver na Rádio Cidade uma potencial inimiga. Apesar de que, para chegarem aonde estão, a Rádio Cidade foi amiga.
Eu me refiro ao povo humilde, aos que não tem voz, aos que não tem vez, aos que não tem força para falar, aos descamisados, aos oprimidos, aos humilhados, aos esquecidos, aos perseguidos, aos pais e mães de crianças especiais, aos que tem fome, aos que tem sede de alimento e de justiça, aos que não tem rumo, aos que não tem saúde, aos que não tem seus direitos respeitados, aos agredidos, aos que não tem teto, aos que não tem família, aos que choram, aos que sentem dores, seja ela qual for.
Todos esses se sentiram atacados quando a Rádio Cidade foi atacada. Porque para todos eles a Rádio Cidade foi, ao longo desses anos todos, a voz que fala e defende, a mão que puxa do abismo e leva à luta, o abraço que afaga e protege.
Para todas as pessoas pobres de dinheiro e de consciência, de Tabira e dessa região toda, a Rádio Cidade foi, ao longo desses anos, e continuará sendo, o fogo que aquece o frio, a voz que clama por justiça e dignidade, a água no momento de sede, o refúgio na hora do desespero, o amparo na hora da queda.
É por essa razão que o povo também foi atacado quando a Rádio Cidade foi atacada. Se a Rádio Cidade sofreu uma tentativa de invasão, a intimidade deste povo também foi invadida. Se a Rádio Cidade sangra, esse povo também sangra e a democracia chora.
A democracia e a liberdade de imprensa são patrimônios da nação brasileira e não é qualquer coronel de calça curta, com a mente do século XIX, do tempo do coronelismo, que vai calar a nossa voz ou intimidar o nosso trabalho.
Democracia é respeitar uma visão, que seja ela a favor ou contra. É dar direito a falar. É oportunizar o contraditório. E isso a Rádio Cidade vem fazendo com exímia maestria.
Pra finalizar esse editorial queremos aqui agradecer a todas as manifestações de apoio que a Rádio Cidade e o radialista Fabrício Ferreira receberam dos ouvintes de Tabira e de todas as cidades onde o nosso sinal chega, o apoio das autoridades, das entidades, da Asserpe que representa o rádio e a televisão em Pernambuco, do sindicato dos radialistas, dos radialistas e jornalistas do Pajeú e do todo o estado, dos blogs e seus representantes e das emissoras de rádio.
Vamos seguir firmes e cada vez mais fortes e destemidos porque uma imprensa calada é um povo sem voz.
Júnior Alves é radialista da Cidade FM, tendo passagem por outras emissoras. Também atua como policial militar no estado da Bahia.
O Presidente da Câmara Municipal de Santa Terezinha Dr Junior (PODEMOS) participou do quadro Quinta do Vereador, na última quinta feira (16), da sabatina virtual do grupo Tribuna Independente, tratando de temas do mandato e demais questões sobre o desenvolvimento de Santa Terezinha. Na oportunidade do debate, mediado pelo ex vereador Andrade, Dr Junior fez […]
O Presidente da Câmara Municipal de Santa Terezinha Dr Junior (PODEMOS) participou do quadro Quinta do Vereador, na última quinta feira (16), da sabatina virtual do grupo Tribuna Independente, tratando de temas do mandato e demais questões sobre o desenvolvimento de Santa Terezinha.
Na oportunidade do debate, mediado pelo ex vereador Andrade, Dr Junior fez um apanhado das diversas ações que o legislativo municipal tem realizado, do avanço em muitas áreas com a prestação de contas do AGORA É LEI, apresentando os projetos de sua autoria e um balanço da sua gestão à frente do parlamento municipal, relembrando a reforma e ampliação da Câmara de Vereadores e a entrega da galeria dos ex presidentes.
Advogado de formação e empreendedor na cidade, Dr Junior respondeu diversas dúvidas dos mais de 200 participantes da sabatina sobre direito e política. Defendeu que as vocações de Santa Terezinha estão sendo sub utilizadas e que a ausência de investimento em qualificação prejudica a atração de novos empreendimentos e geração de emprego.
Pré candidato a reeleição, Dr Junior ainda enfatizou que o grande desafio de Santa Terezinha é assumir maior protagonismo regional, investir na economia criativa, aproximar a iniciativa privada do poder público e criar uma cadeia produtiva com as vocações locais.
“Santa Terezinha tem diversas potencialidades, estamos bem situados geograficamente, nosso povo tem muito talento. Mas falta uma gestão que enxergue isso e pense no futuro. Qualificar nosso jovem hoje significa garantir um futuro de mais empregos, mais cidadania. Quero, ao lado da juventude, construir alternativas para que possamos vencer essa dependência da velha política que não quer a população qualificada, porque um povo que pensa é um povo independente. Vamos trabalhar para atrair cursos, formações e investir na nossa maior riqueza: o povo de nossa terra.” disse.
Tida como uma importante alternativa para geração de emprego e renda e recuperada após problemas jurídicos e trabalhistas, a Indústria de Vestuário do Nordeste – INVESA, não tem honrado seus compromissos legais juntos aos trabalhadores, ao menos pelas denúncias que chegaram à Rádio Pajeú. O relato é de que alguns funcionários demitidos há mais de […]
Tida como uma importante alternativa para geração de emprego e renda e recuperada após problemas jurídicos e trabalhistas, a Indústria de Vestuário do Nordeste – INVESA, não tem honrado seus compromissos legais juntos aos trabalhadores, ao menos pelas denúncias que chegaram à Rádio Pajeú.
O relato é de que alguns funcionários demitidos há mais de dois meses estão com as carteiras de trabalho retidas pela empresa. Também não há previsão de pagamento de salários e obrigações devidas.
Há também relatos de que o FGTS não está sendo depositado nas contas de alguns funcionários. Os demissionários só descobrem o problema quando se dirigem à Caixa para tentativa de recebimento da rescisão. Os que estão na linha de produção ou trabalham em outros setores da empresa também têm reclamado atrasos.
Segundo informações colhidas junto a Ricardo Silva, do Setor Administrativo da empresa, alguns problemas são reconhecidos pela empresa.Prometeu uma semana para resolvê-los.
Responsável maior pela INVESA, o senhor Edson Ruy disse há alguns dias que algumas dificuldades tem relação com os problemas iniciais de instalação da empresa. Trabalhadores prejudicados querem resposta ao imbróglio.
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