Governadora Raquel Lyra entrega Casa do Trabalhador em Serra Talhada
Por Nill Júnior
A chegada da Casa do Trabalhador a Serra Talhada traz, segundo o Estado, transformação da antiga Agência do Trabalho em um formato mais amplo e moderno, “garantindo que as políticas de emprego, capacitação e renda cheguem ao interior com o mesmo peso dedicado à capital”.
O equipamento funcionará como um centro de desenvolvimento econômico, oferecendo cursos de qualificação profissional, orientação de carreira e suporte direto ao Microempreendedor Individual (MEI). Graças a parcerias estratégicas com órgãos como a JUCEPE e a AGE, a estrutura dará um incentivo ao empreendedorismo local.
A iniciativa promete um olhar para a valorização e autonomia das mulheres, especialmente empreendedoras, trabalhadoras, mães atípicas e vítimas de violência. Como desdobramento dessa política pública regional, o projeto focará no fortalecimento feminino, como a implantação da Casa da Trabalhadora e da Delegacia da Mulher.
A Casa do Trabalhador ampliará sua atuação para diversos municípios vizinhos.
A gestão do prefeito de Tabira, Flávio Marques, tem recebido demonstrações de apoio de ex-integrantes do governo da ex-prefeita Nicinha Melo. Nos últimos meses, nomes que ocuparam cargos de destaque na administração anterior vêm se aproximando do atual gestor, sinalizando mudanças no cenário político local. O primeiro movimento partiu de Gleison Rodrigues, ex-secretário de Finanças, […]
A gestão do prefeito de Tabira, Flávio Marques, tem recebido demonstrações de apoio de ex-integrantes do governo da ex-prefeita Nicinha Melo. Nos últimos meses, nomes que ocuparam cargos de destaque na administração anterior vêm se aproximando do atual gestor, sinalizando mudanças no cenário político local.
O primeiro movimento partiu de Gleison Rodrigues, ex-secretário de Finanças, que tem feito manifestações públicas favoráveis à condução do governo. Em participações no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, ele destacou ações e resultados da atual gestão.
Na sequência, Joel Mariano, ex-secretário de Agricultura, formalizou sua filiação ao PCdoB, partido que compõe a base governista. Após o ato, ele e Gleison participaram de um encontro com o prefeito. Segundo relatos, Joel elogiou a atuação da gestão e reconheceu o trabalho realizado no município.
O aceno mais recente veio do advogado César Pessoa, ex-secretário de Administração do governo Nicinha. Em uma postagem sobre a inauguração da caixa d’água de Campos Novos, ele comentou: “Parabéns, é sonho realizado, é assim que se governa.” O registro foi interpretado como um gesto de reconhecimento à administração atual.
Os deputados Zeca Cavalcanti (federal) e Júlio Cavalcanti (estadual) tiraram o dia deste sábado (03) para participar de entrevistas em rádios e reunir-se com a oposição ao prefeito de São José do Egito, Sertão do Pajeú, Evandro Valadares (PSB). O grupo se prepara para reforçar a reeleição dos deputados trabalhistas agora em 2018. Ao lado […]
Os deputados Zeca Cavalcanti (federal) e Júlio Cavalcanti (estadual) tiraram o dia deste sábado (03) para participar de entrevistas em rádios e reunir-se com a oposição ao prefeito de São José do Egito, Sertão do Pajeú, Evandro Valadares (PSB). O grupo se prepara para reforçar a reeleição dos deputados trabalhistas agora em 2018.
Ao lado dos parlamentares os vereadores Antônio Andrade (PSB), presidente da Câmara Municipal e Aldo da Clips (PT), o ex-vice-prefeito Verginaldo Muniz (Naldinho), Ronaldo Muniz, entre outras lideranças e suplentes de vereador. Presentes ainda o ex-candidato a prefeito de Itapetim, Anderson Lopes; e o vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão (PTB).
Durante as entrevistas nas rádios Cultura AM e Gazeta FM, os deputados abordaram desde temas nacionais as questões de Pernambuco e do município.
Questionado sobre o encontro da oposição em Petrolina, no sábado anterior, o deputado Zeca Cavalcanti disse que a reunião em Petrolina refletiu o grande desejo de mudança em Pernambuco. Citou a rejeição de 65% do governador Paulo Câmara (PSB), segundo pesquisa do Instituto Múltipla e afirmou que a oposição vinga e terá candidato competitivo.
O parlamentar trabalhista ressaltou a importância dos outros nomes que compõe a oposição (Fernando Bezerra, Mendoncinha, Bruno Araújo), mas defendeu o nome de Armando Monteiro Neto (PTB) como candidato a governador pela sua experiência, capacidade de diálogo, inserção em todos os setores e liderança.
Sobre a possível aliança do PT com o PSB, o deputado Zeca Cavalcanti disse estranhar, mas era uma decisão das legendas lembrando que o PSB votou a favor do impeachment da Dilma e para tirar o PT do Governo Federal. Sobre Marília Arraes (PT), disse que tinha todo o direito de pleitear uma candidatura e que isso seria importante para o eleitor, pois teria mais opções, embora a petista não fosse preparada para este momento que vive Pernambuco.
Para Júlio, o novo Pernambuco precisa ter uma saúde com médicos valorizados e hospitais preparados para atender a população; professor qualificado e com melhor salário, o desenvolvimento precisa voltar e a segurança tão abandonada nos últimos anos precisa ser repactuada. Ele citou o descaso com a PE 275, cheia de buracos e remendos, prejudicando a todos que circulam pela rodovia.
Eles também criticaram a gestão do prefeito Evandro Valadares. Os deputados lembraram que já garantiram para São José do Egito recursos da ordem da meio milhão de reais (R$ 500 mil) e que nas próximas semanas estão entregando máquinas que vão ajudar o homem e a mulher do campo, principalmente o pequeno produtor rural.
Antes de irem as rádios locais, os deputados Zeca e Júlio Cavalcanti participaram da solenidade que deu uma moção de aplausos ao Dr. Igor Farias, concedida pela Câmara de Vereadores.
Junto à governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Luciano Duque fez a entrega de ônibus escolares para Serra Talhada, São José do Belmonte e Pesqueira, na tarde desta segunda-feira (10), no Senac Caruaru. A ação faz parte do programa Juntos Pela Educação, do Governo do Estado, que contemplou cada um dos municípios de Pernambuco com […]
Junto à governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Luciano Duque fez a entrega de ônibus escolares para Serra Talhada, São José do Belmonte e Pesqueira, na tarde desta segunda-feira (10), no Senac Caruaru.
A ação faz parte do programa Juntos Pela Educação, do Governo do Estado, que contemplou cada um dos municípios de Pernambuco com um veículo.
“Ano passado, foram entregues 181 ônibus e agora mais 184. Demonstra o compromisso do Governo do Estado em melhorar o acesso à educação, principalmente, das crianças e jovens da zona rural, que tem dificuldade de chegar à escola”, disse Duque.
Caro Nill Júnior, Em atenção à notícia da existência de contas rejeitadas, pelo Tribunal de Contas da União, especificamente nos autos do Processo nº 000.839/2015-9, venho reafirmar minha total tranquilidade em relação à plena condição de elegibilidade. É que o TCU, ao rejeitar as referidas contas, o fez por questões meramente formais, documentais, deixando claro, […]
Em atenção à notícia da existência de contas rejeitadas, pelo Tribunal de Contas da União, especificamente nos autos do Processo nº 000.839/2015-9, venho reafirmar minha total tranquilidade em relação à plena condição de elegibilidade.
É que o TCU, ao rejeitar as referidas contas, o fez por questões meramente formais, documentais, deixando claro, no entanto, que o objeto foi inteiramente realizado, conforme fiscalização presencial do Ministério do Turismo.
Prova que a rejeição não é ou será empecilho à minha candidatura à reeleição é que a decisão nunca serviu de base a qualquer ação civil de improbidade administrativa ou penal, escancarando inexistir ato de corrupção, mas, apenas, falhas burocráticas – que assolam todo e qualquer gestor.
Em suma, notícia requentada pela oposição,
Evandro Valadares – prefeito de São José do Egito e candidato à reeleição
Por Heitor Scalambrini Costa* Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos. O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das […]
Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos.
O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das questões nacionais, fica claro diante das últimas pesquisas de opinião. Todavia, mesmo desacreditado e agonizante, o governo federal continua “passando a boiada”, implementando sua política de terra arrasada. Quer na questão dos costumes, na política energética, no combate da pandemia, na política ambiental, indigenista, educacional, de segurança pública, entre outras.
Neste espaço comento o crime que o governo federal, com o apoio da maioria dos membros da Câmara Federal (será consequência do famigerado Bolsolão?), promove contra um setor fundamental, essencial e estratégico para a autonomia, soberania e segurança energética do país. A privatização da maior empresa latino-americana de geração de energia, a Eletrobrás. Empresa estatal, patrimônio do povo brasileiro, incluindo suas subsidiárias Furnas e a CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), e possuidora da metade das linhas de transmissão do país.
Escrevi alguns artigos a respeito desta ação nefasta, de um governo nefasto que promove este atentado criminoso contra o povo brasileiro. Disponibilizo alguns links.
Além de justificativas mentirosas, o neoterrorismo é usado como estratégia, e está presente na defesa da privatização. O ministro de Minas e Energia (aquele mesmo que defende a construção de usinas nucleares na beira do Rio São Francisco), o almirante Bento Junior, declarou recentemente “que a empresa vai acabar caso não ocorra a privatização”, “que a privatização da Eletrobrás é essencial, necessária para o consumidor brasileiro e principalmente para a redução das tarifas de energia elétrica”.
O ministro deste governo patético, entreguista, escamoteia a verdade ao omitir que a privatização serve somente ao mercado, ao setor privado, que vai receber este presente de “papai noel” fora de época, a preço irrisório. Além de proporcionar o desmonte do verdadeiro patrimônio nacional, que é a expertise do seu quadro técnico, a “inteligência” acumulada, com as demissões de seus técnicos e engenheiros, que ocorrerão certamente.
A afirmativa, sem nenhum lastro em fatos já ocorridos de outras privatizações do setor elétrico, de que haverá a redução das tarifas, é uma falácia recorrente quando se trata em justificar a privatização perante os incautos. Os governadores do Nordeste, em recente documento publicado, afirmam que haverá “impacto da privatização nas tarifas de energia para os consumidores, abrindo caminho para a precarização na prestação do serviço”. Ou seja, as tarifas de energia elétrica ficarão mais caras para o consumidor, e o serviço prestado para a população vai piorar.
Lembrando ainda que as bravatas do ministro não têm limites, ao afirmar que “a energia nuclear está na agenda dos maiores países do mundo e também da transição energética que o mundo está vivendo para uma economia de baixo carbono”, e assim defender esta fonte energética, polêmica, questionada, e mesmo abandonada por países como a Alemanha, Itália, Bélgica, Suíça, Holanda, Suécia, Taiwan entre outros. Obviamente, os poucos países fornecedores de equipamentos para usinas nucleares, os chamados “players”, com interesses comerciais, fomentam esta tecnologia insustentável, perigosa e cara, como a França, a Rússia, a China e os Estados Unidos. Para estes países é uma mera questão de “negócios”.
Estamos diante de uma situação que está em jogo é a privatização da água dos rios, dos reservatórios controlados pela Eletrobrás e suas subsidiárias. Como deixar a gestão destes recursos nas mãos do mercado, já que tem uma importância social, ambiental e econômica fundamental para o país?
Defendemos sim uma transição energética, democrática, justa, inclusiva e popular, e não ditada pelos interesses do capital, dos grandes grupos econômicos – financeiros, que se apossaram do Ministério de Minas e Energia, e do governo federal.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
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