Audiência 2 : prefeito anuncia desapropriação de área para agilizar obras da Adutora
Por Nill Júnior
Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota
O prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (PT) anunciou na Audiência Pública ação da Prefeitura para viabilizar a continuação das obras da Adutora do Pajeú: o Poder Executivo desapropriou terreno no distrito Riacho do Meio para a construção da estação elevatória da Adutora, instrumento que vai garantir a chegada de água em São José e Santa Terezinha.
Segundo nota, foi necessário o investimento de R$ 55 mil para a compra do terreno de 2.400 M². A medida foi reconhecida por diversas autoridades que fizeram uso da palavra no evento. Entre eles o presidente da Amupe José Patriota (prefeito de Afogados da Ingazeira) e o Gerente Regional da Compesa, Sérgio Bruno.
Na próxima semana Romério estará participando da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, e estará cobrando agilidade no andamento das obras da Adutora. A pressão é determinante: segundo o representante do Dnocs, o prazo ainda é de cinco meses para que haja condições de operação emergencial para a água chegar a São José via Adutora. Assim, o colapso poderá chegar primeiro.
Líder do PT no Senado, Humberto Costa, criticou a postura “desagregadora” da candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB). Segundo o petista, a candidata não tem “trabalho prestado por Pernambuco”. “Marina Silva foi ministra comigo, passou quase oito anos como ministra do ex-presidente Lula. E quem achar um tijolo ou uma pá de cimento […]
Líder do PT no Senado, Humberto Costa, criticou a postura “desagregadora” da candidata à Presidência da República, Marina Silva (PSB). Segundo o petista, a candidata não tem “trabalho prestado por Pernambuco”.
“Marina Silva foi ministra comigo, passou quase oito anos como ministra do ex-presidente Lula. E quem achar um tijolo ou uma pá de cimento que ela botou em Pernambuco vai ser escolhido rei do nosso Estado”, afirmou Humberto, durante plenária com lideranças da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, ontem, à noite, no Recife.
Para o senador, Marina “não representa o novo”. “Dizem que Marina é o nome para mudar, que é o nome para transformar, mas eu a conheço. Ali representa o autoritarismo, uma visão atrasada que não quer progresso e nem desenvolvimento“, disse.
Acompanhado do candidato da chapa ao Governo do Estado, Armando Monteiro (PTB) e do candidato a senador, João Paulo (PT), Humberto ainda fez questão de lembrar as ações do Governo Federal em Pernambuco, como o estaleiro Atlântico Sul, a refinaria Abreu e Lima e a transposição do Rio São Francisco.
Da Coluna do Domingão Passada a semana que envergonhou os brasileiros, com a Câmara dos Deputados votando a PEC da Blindagem e urgência na PEC da Anistia, muitos reforçaram a percepção de que esse, disparadamente, é o pior Congresso da história. E é mesmo. Fato, vamos ter que lidar com esses congressistas até dezembro do […]
Passada a semana que envergonhou os brasileiros, com a Câmara dos Deputados votando a PEC da Blindagem e urgência na PEC da Anistia, muitos reforçaram a percepção de que esse, disparadamente, é o pior Congresso da história. E é mesmo.
Fato, vamos ter que lidar com esses congressistas até dezembro do ano que vem. A pergunta que fica é: conseguiremos como sociedade qualificar o Congresso que assumirá em 2027? A pergunta é complexa, com muitas variáveis.
Em 2022, o índice de renovação na Câmara dos Deputados foi de 44,05%, segundo cálculo feitos pelos Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Em números proporcionais, a renovação ficou dentro da média histórica de 45,78% das últimas seis eleições para a Câmara.
Foram eleitos 226 deputados novos e reeleitos 287, de um total de 446 candidatos à reeleição. Ou seja, 64,34% dos deputados que se candidataram foram reeleitos.
Pior, a maioria representou um Congresso mais conservador e mais liberal, quanto a agenda dos costumes e na defesa do Estado mínimo em relação à economia, respectivamente. E avesso a pautas que favoreçam melhor distribuição de renda, enfrentamento das desigualdades, presença do Estado no enfrentamento de nossas mazelas sociais. Ao contrário, com a invasão de ultraconservadores, bolsonaristas, evangélicos, militares, bancada do agronegócio, da bala, do Estado Mínimo, mais criminosos que conseguiram mandatos e conheceram as emendas via orçamento secreto, o jogo de interesses se impôs à pauta nacional.
Com o controle do orçamento no governo Bolsonaro, sob articulação de Arthur Lira, os Deputados do Centrão fizeram a farra. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, os parlamentares que mais destinam emendas aumentam em média 10% as suas chances de reeleição. O Tribunal Superior Eleitoral confirmou: mais de 80% dos deputados reeleitos em 2022 usaram as emendas como vitrine de campanha.
Outro problema, a corrupção que favorece a retroalimentação desse esquema. No Supremo, uma investigação liderada por Flávio Dino quer moralizar o processo. No bojo da PEC da Blindagem, tem Deputado querendo proteção para o que vem por aí: são 36 processos contra 108 parlamentares no STF.
Resumindo, não é fácil a missão de limpar o Congresso de suas ratazanas. Isso porque com mais dinheiro e lobby dos grupos a que pertencem, os deputados driblam a proibição de abuso de poder econômico, conseguindo, se mantendo com foro privilegiado.
Só um forte trabalho de educação popular, uma legislação que puna pra valer a compra de votos e uso de estruturas econômicas que loteiam mandatos, mais a contribuição dos políticos de base, como prefeitos e vereadores, pode começar a mudar essa realidade. Um bom começo seria decorar os rostos dos deputados que ajudaram a aprovar esses escárnios, rejeitados pela ampla maioria da população. São aliados do desmonte nacional, da algazarra, do pode tudo, da falta de vergonha política.
Por Anchieta Santos – Com informações do blog do Magno Em Serra Talhada, o ex-prefeito Luciano Duque (PT), candidato a deputado estadual, não fará dobradinha para federal com Marília Arraes, também petista, a quem ajudou na eleição passada, mas com Fernando Monteiro, do PP, até por uma questão de justiça e lealdade. Partiu de Monteiro […]
Por Anchieta Santos – Com informações do blog do Magno
Em Serra Talhada, o ex-prefeito Luciano Duque (PT), candidato a deputado estadual, não fará dobradinha para federal com Marília Arraes, também petista, a quem ajudou na eleição passada, mas com Fernando Monteiro, do PP, até por uma questão de justiça e lealdade. Partiu de Monteiro o maior volume de recursos, via emendas federais, que Duque recebeu ao longo da sua gestão.
Fernando Monteiro tido como um parlamentar muito presente nas bases, foi votado em Tabira, mas não se tem notícia de suas ações na Cidade das Tradições.
A cidade registrou 290 admissões e 499 desligamentos, com saldo negativo de -209 no período. Melhor resultado é de Petrolina, com 2.232 novos postos de trabalho. O Sertão de Pernambuco registrou um saldo positivo de 3.340 novos postos de trabalho em setembro de 2021, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério […]
A cidade registrou 290 admissões e 499 desligamentos, com saldo negativo de -209 no período. Melhor resultado é de Petrolina, com 2.232 novos postos de trabalho.
O Sertão de Pernambuco registrou um saldo positivo de 3.340 novos postos de trabalho em setembro de 2021, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgados nesta terça-feira (26). São 1.065 vagas a mais que o mês anterior, quando a região havia registrado 2.753 novos empregos formais.
A cidade de Petrolina, no Sertão do São Francisco, lidera as vagas geradas em todo o Sertão. Foram 4.964 admissões e 2.732 desligamentos, resultando um saldo positivo de 2.232 postos e variação relativa de 3,11%. Destaque positivo também para as cidades de Lagoa Grande (250), Belém do São Francisco (197) e São José do Belmonte (131).
No levantamento por região, o melhor saldo é do Sertão do São Francisco, com 2.474 vagas; seguido pelo Sertão de Itaparica, com 271; Sertão Central, com 154; Sertão do Moxotó, com 130; Sertão do Pajeú, com 109; e Sertão do Araripe, com 102. Em contrapartida, o maior percentual de vagas fechadas foi registrado no Sertão do Moxotó (-210), Sertão do Pajeú (-209), Sertão Central (-81), Sertão do São Francisco (-24), Sertão de Itaparica (-17) e Sertão do Araripe (-3).
Entre as principais cidades sertanejas, destaque negativo para Salgueiro e Serra Talhada, que apresentaram saldos negativos de -81 e -209, respectivamente. Arcoverde gerou 59 postos e Araripina 49.
Ranking da Geração de Empregos no mês de Setembro no Sertão:
1 – Petrolina (2.232)
2 – Lagoa Grande (250)
3 – Belém do São Francisco (197)
4 – São José do Belmonte (131)
5 – Custódia (66)
6 – Arcoverde (59)
7 – Santa Maria da Boa Vista (53)
8 – Araripina (49)
9 – Floresta (46)
10 – Cabrobó (32)
11 – Flores (30)
12 – Jatobá (28)
13 – Ouricuri (28)
14 – São José do Egito (27)
15 – Trindade (14)
16 – Brejinho (13)
17 – Cedro (9)
18 – Ipubi (8)
19 – Afogados da Ingazeira (7)
20 – Tabira (5)
21 – Tuparetama (5)
22 – Mirandiba (5)
23 – Santa Cruz da Baixa Verde (5)
24 – Carnaíba (4)
25 – Triunfo (4)
26 – Ibimirim (4)
27 – Verdejante (4)
28 – Dormentes (4)
29 – Iguaracy (3)
30 – Solidão (3)
31 – Serrita (3)
32 – Santa Terezinha (2)
33 – Parnamirim (2)
34 – Terra Nova (2)
35 – Exu (2)
36 – Manari (1)
37 – Itapetim (1)
38 – Granito (1)
39 – Orocó (1)
40 – Betânia (0)
41- Calumbi (0)
42 – Ingazeira (0)
43 – Quixaba (0)
44 – Itacuruba (0)
45 – Santa Filomena (0)
46 – Carnaubeira da Penha (0)
47 – Tacaratu (-1)
48 – Bodocó (-1)
49 – Santa Cruz (-2)
50 – Inajá (-4)
51 – Petrolândia (-16)
52 – Afrânio (-24)
53 – Salgueiro (-81)
54 – Sertânia (-206)
55 – Serra Talhada (-209)
*Moreilândia (dados não divulgados)
Veja a geração de empregos em setembro por região:
G1 Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de “nota de corte”, diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger. Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual […]
Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de “nota de corte”, diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger.
Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual e vereador necessitarão obter, individualmente, um total de votos de pelo menos 10% do quociente eleitoral, que é calculado dividindo-se o número de votos válidos da eleição (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou na Câmara Municipal.
Isso está fazendo com que, na campanha deste ano, partidos peçam aos seus eleitores para que abandonem a prática do voto de legenda (aquele em que o eleitor vota só no partido e não especificamente em um candidato) – leia mais abaixo.
O voto de legenda se soma aos votos que os candidatos obtêm individualmente para fins de se calcular o quociente partidário, que determina o número de vagas na Câmara Municipal ao qual o partido (ou coligação) terá direito – para isso, divide-se o número de votos válidos que o partido ou coligação obteve pelo quociente eleitoral.
Com a mudança introduzida pela reforma eleitoral do ano passado, o voto na legenda contribui para o quociente partidário, mas não ajuda os candidatos a vereador, individualmente, a alcançar os 10% do quociente eleitoral.
Um exemplo: se em determinado município, houve 100 mil votos válidos na eleição, e as cadeiras em disputa na Câmara são 10, o quociente eleitoral é 10 mil.
Nessa hipótese, com a nova regra, o candidato precisa de pelo menos mil votos (10% de 10 mil) para ter chance de se eleger.
Assim, se um partido recebeu 50 mil votos (somados os votos em candidatos e na legenda), e o quociente eleitoral é 10 mil, o resultado da conta dá 5. Portanto, o partido terá direito a cinco vagas.
Se, por hipótese, o quarto e o quinto colocados desse partido não alcançaram, na votação individual, 10% (mil votos) do quociente eleitoral (10 mil votos), o partido perderá essas duas vagas e ficará somente com três.
Nesse caso, a Justiça Eleitoral fará um novo cálculo, e as duas vagas serão transferidas para outro partido ou coligação cujos candidatos cumpram o requisito.
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