Audiência 2 : prefeito anuncia desapropriação de área para agilizar obras da Adutora
Por Nill Júnior
Foto: Marcelo Patriota
Foto: Marcelo Patriota
O prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (PT) anunciou na Audiência Pública ação da Prefeitura para viabilizar a continuação das obras da Adutora do Pajeú: o Poder Executivo desapropriou terreno no distrito Riacho do Meio para a construção da estação elevatória da Adutora, instrumento que vai garantir a chegada de água em São José e Santa Terezinha.
Segundo nota, foi necessário o investimento de R$ 55 mil para a compra do terreno de 2.400 M². A medida foi reconhecida por diversas autoridades que fizeram uso da palavra no evento. Entre eles o presidente da Amupe José Patriota (prefeito de Afogados da Ingazeira) e o Gerente Regional da Compesa, Sérgio Bruno.
Na próxima semana Romério estará participando da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, e estará cobrando agilidade no andamento das obras da Adutora. A pressão é determinante: segundo o representante do Dnocs, o prazo ainda é de cinco meses para que haja condições de operação emergencial para a água chegar a São José via Adutora. Assim, o colapso poderá chegar primeiro.
Do Congresso em Foco Ao menos duas pautas prioritárias para o governo devem ter votações concluídas por parlamentares antes da terça-feira (17) da próxima semana, quando o Congresso entra em recesso até 31 de agosto. Como exige a lei, deputados e senadores têm que aprovar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) nos próximos […]
Ao menos duas pautas prioritárias para o governo devem ter votações concluídas por parlamentares antes da terça-feira (17) da próxima semana, quando o Congresso entra em recesso até 31 de agosto. Como exige a lei, deputados e senadores têm que aprovar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) nos próximos dez dias, e tudo indica que isso acontecerá sem problemas: há acordo para votação da LDO, que deve ter início na próxima quarta-feira (11) e ser encerrada no mesmo dia tanto na Comissão Mista de Orçamento (CMO) quanto em plenário.
Na Câmara, uma pendência importante: a análise de destaques apresentados ao projeto que permite a venda de distribuidoras da Eletrobras (leia mais abaixo). Polêmica, a matéria é considerada pela oposição como mais um passo do processo de entrega do patrimônio nacional que o governo Michel Temer (MDB) pôs em campo desde que assumiu, em 12 de maio de 2016. Para governistas, nada mais é que uma medida de socorro à estatal do setor elétrico, que enfrenta dificuldades financeiras.
Voltando ao orçamento, já está pronto para votação o relatório sobre o projeto, responsabilidade do senador Dalirio Beber (PSDB-SC). O texto já foi lido na CMO, como reza o regimento do Congresso, dando início ao prazo para apresentação de destaques – as sugestões de modificação ou adição foram feitas até o meio-dia da última quinta-feira (5). Ao todo, 1,9 mil emendas foram apresentadas após negociações com o governo.
Segundo Dalirio, o parecer tem ênfase em dois dos principais gargalos das contas públicas: o excesso de incentivos fiscais (algo em torno de R$ 300 bilhões em 2018) e crescimento das despesas obrigatórias, montante que dobrou de 2010 para cá.
Nesse sentido, o relatório pretende combater o desequilíbrio fiscal por meio de corte de despesas administrativas, bem como o veto ao reajuste do funcionalismo público e a novos incentivos a setores econômicos. “Não queremos ampliar o quadro de obrigações para o futuro governante”, explicou o senador, acrescentando que o projeto pretende minimizar o rombo fiscal para o próximo presidente da República.
Eletrobras
Deputados ainda têm que analisar destaques apresentados ao projeto de lei (PL 10.332/2018), que prevê a privatização de seis distribuidoras da Eletrobras. Com texto-base aprovado na última quarta-feira (4), o projeto foi enviado ao Congresso após ter sido retirada de pauta – e, consequentemente, perdido a validade – a medida provisória (MP 814/2017) editada pelo governo com o mesmo objetivo. Ainda restam 14 destaques para análise, que deve ter início também na próxima quarta-feira (11).
Relator da matéria, Julio Lopes (PP-RJ) acatou algumas sugestões apresentadas pelos pares. Por exemplo, regras para o chamado risco hidrológico e para a previsão de ressarcimentos a usinas geradoras no âmbito do Programa Prioritário de Termelétricas (PPT).
A Eletrobras já havia efetuado, em fevereiro, a venda de cada uma das seis distribuidoras pelo valor simbólico de R$ 50 mil. Além disso, a estatal assumiu as dívidas das distribuidoras.
A Eletrobras diz considerar benéfico o leilão das distribuidoras, uma vez que inoperância das empresas inviabiliza a concessão, jurídica e economicamente. Ainda estão sob controle estatal, enquanto o projeto tramita no Congresso: Amazonas Energia; Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron); Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre); Companhia Energética de Alagoas (Ceal); Companhia de Energia do Piauí (Cepisa) e Boa Vista Energia.
Como este site mostrou em 24 de abril, a Eletrobras traçou como estratégia, em busca de uma mobilização da opinião pública e formação de ambiente favorável para sua privatização, a divulgação de um cenário de mazelas e problemas da estatal. Esse movimento, segundo a apuração do repórter Lúcio de Castro (Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo) começou em 20 de setembro de 2017, quando a empresa assinou, sem licitação, contrato com a RP Brasil Comunicações, do grupo FSB Comunicação, a maior assessoria de imprensa do país.
Supersimples
Entre os destaques da pauta do Senado está o projeto de lei que permite a readmissão de microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que foram excluídos do regime especial em 1º de janeiro deste ano, em razão de dívidas tributárias. A matéria vai a voto também na próxima quarta-feira (11), em sessão revista para 11h.
Na semana passada, depois de passar pela Câmara, o projeto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Assuntos Econômicos e recebeu urgência para votação em plenário, com prioridade de votação. A ideia é aprovar a proposição antes do recesso parlamentar.
O levantamento do Instituto Múltipla realizado entre 3 e 7 de fevereiro de 2026, com 1.200 entrevistas em Pernambuco, revela diferenças regionais e de perfil do eleitor na disputa pelo Governo do Estado. No cenário estimulado principal, João Campos aparece com 42% das intenções de voto, contra 29% da governadora Raquel Lyra. Os números mostram […]
O levantamento do Instituto Múltipla realizado entre 3 e 7 de fevereiro de 2026, com 1.200 entrevistas em Pernambuco, revela diferenças regionais e de perfil do eleitor na disputa pelo Governo do Estado.
No cenário estimulado principal, João Campos aparece com 42% das intenções de voto, contra 29% da governadora Raquel Lyra.
Os números mostram que o desempenho dos dois pré-candidatos varia conforme a região e o segmento do eleitorado.
Onde João Campos é mais forte
O prefeito do Recife tem seus melhores índices na Zona da Mata, onde alcança 55%. Também apresenta desempenho elevado no Agreste Meridional e no Agreste Central, ambos com 45%.
Na análise por regiões de desenvolvimento, João Campos atinge 55% na Mata Sul e na Mata Norte. Na Capital, registra 46%, enquanto em municípios com mais de 500 mil habitantes chega a 45%.
O recorte por perfil político indica forte vantagem entre eleitores lulistas, segmento em que soma 56%. Também tem bom desempenho entre jovens de 25 a 34 anos, com 46%.
E Raquel Lyra?
Já a governadora apresenta seus melhores percentuais no Sertão. No recorte por mesorregião, atinge 39%. No Sertão do São Francisco/Itaparica, marca 32%. Raquel também tem desempenho mais competitivo em municípios de até 30 mil habitantes, onde chega a 42%, seu melhor resultado por porte populacional.
No recorte ideológico, a governadora é mais forte entre eleitores bolsonaristas (44%) e entre os que se declaram de direita sem vínculo direto com o bolsonarismo (44%).
O levantamento do Instituto Múltipla foi realizado entre os dias 3 e 7 de fevereiro, com 1.200 entrevistas em todas as mesorregiões de Pernambuco. Tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada sob os números PE–01312/2026 e BR–03057/2026.
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira realiza hoje às 20h no Cine São José a sessão solene que concederá os títulos de cidadãos afogadenses ao Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol e ao Pároco do Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, Pe. Josenildo Nunes de Oliveira. A proposta de […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira realiza hoje às 20h no Cine São José a sessão solene que concederá os títulos de cidadãos afogadenses ao Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, Dom Egídio Bisol e ao Pároco do Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, Pe. Josenildo Nunes de Oliveira.
A proposta de título ao bispo Dom Egídio foi da vereadora vereadora Antonieta Guimarães. Já a entrega ao Padre Josenildo Nunes foi proposta pelo vereador Augusto Martins. Nos dois casos, houve aprovação por unanimidade dos pares.
Os títulos representam uma homenagem da Câmara, representando a sociedade local, ao trabalho de evangelização realizado por Dom Egídio e padre Josenildo no município.
Dom Egidio Bisol nasceu em Bassano del Grappa, Itália, em 23 de dezembro de 1947. Foi ordenado presbítero na Diocese de Vicenza, na Itália, no dia 31 de maio de 1972.
Foi designado bispo de Afogados da Ingazeira pelo Papa Bento XVI, no dia 7 de outubro de 2009. Sua ordenação episcopal e posse canônica foram no dia 9 de janeiro de 2010 , no Centro Desportivo Municipal Lúcio Luiz de Almeida, em Afogados da Ingazeira.
Padre Josenildo Nunes
Os bispos celebrantes foram Dom Luiz Gonzaga da Silva Pepeu, arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Roque Paloschi, bispo de Roraima, e Dom Cesare Nosiglia, arcebispo de Vicenza, na Itália.
Josenildo Nunes de Oliveira nasceu no dia 04 de maio de 1972 em Flores.
No ano de 1991, saiu de sua terra natal e veio estudar no Seminário São José, em Patos. De Patos, saiu para capital do estado da Paraíba, para estudar no Seminário Arquidiocesano da Paraíba. Estagiou na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, Diocese de Afogados da Ingazeira.
A ordenação diaconal aconteceu no dia 08 de julho de 1998 na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, e a ordenação presbiteral em 04 de dezembro de 1998 na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na cidade de Flores. É importante nome da área de liturgia da CNBB NEII. Também é Gerente Administrativo da Rádio Pajeú.
Por Anchieta Santos O prefeito de Teixeira, Edmilson Alves dos Reis, conhecido como Nego de Guri (MDB), e seu vice, Amarildo Meira de Vasconcelos (PSB), tiveram os mandatos cassados mais uma vez pelo juiz Carlos Gustavo Guimarães, da 30ª Zona Eleitoral, por suposta prática de compra de votos, por meio da distribuição de sacos de […]
O prefeito de Teixeira, Edmilson Alves dos Reis, conhecido como Nego de Guri (MDB), e seu vice, Amarildo Meira de Vasconcelos (PSB), tiveram os mandatos cassados mais uma vez pelo juiz Carlos Gustavo Guimarães, da 30ª Zona Eleitoral, por suposta prática de compra de votos, por meio da distribuição de sacos de cimento a eleitores.
Nego de Guri e Amarildo já tinham sido cassados no final de janeiro, também pela prática de abuso de poder econômico e político durante as eleições municipais de 2016. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi protocolada pela coligação adversária, que teve Wenceslau Souza Marques (PDT), como candidato a prefeito.
Assim como na primeira decisão, o juiz Gustavo Guimarães, ao julgar procedente a Aije determinou além da cassação dos diplomas dos eleitos, a decretação da inelegibilidade por oito anos e aplicação de multa, a realização de novas eleições no município, após o trânsito em julgado dos recursos.
A exemplo do que ocorreu na primeira condenação, os advogados que atuam ao lado prefeito e do vice, vão recorrer da decisão no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.
Em janeiro prefeito e vice tiveram os mandatos cassados acusados de várias irregularidades na época da campanha eleitoral de 2016, dentre eles a distribuição de material de construção e de sacos de cimento; contratação ilegal de servidores públicos às vésperas das eleições; construção de açudes com máquinas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em fazendas de eleitores.
Ontem mesmo a Rádio Cidade FM de Tabira ouviu o vereador Valone Dias Oliveira, presidente da Câmara que declarou que o prefeito cassado está tranquilo pois não será afastado com o seu vice de imediato, devido a necessidade do esgotamento das instâncias recursais, ou seja, só haverá a decretação da vacância dos cargos e a convocação de novas eleições, após o trânsito em julgado das ações.
Valone disse que tem certeza que o resultado será revertido na 2ª instancia. O Presidente disse que a 1ª acusação tratava de uma caçamba usada por aliado sem conhecimento do Prefeito para ir buscar material de construção em cidade vizinha e a segunda foi um flagrante armado. “O Judiciário brasileiro está contaminado, e o maior exemplo é a prisão de Lula”, disse o Presidente da Câmara.
Evento acontece hoje na sua primeira edição em Afogados da Ingazeira Acontece hoje (12) em Afogados da Ingazeira a primeira edição do Cultura e Coisa e Tal Clube. O evento será realizado sempre nas segundas sextas-feiras do mês e em sua estreia contará com apresentações de Alexandre Morais e Lindomar Souza e lançamento do livro […]
Evento acontece hoje na sua primeira edição em Afogados da Ingazeira
Acontece hoje (12) em Afogados da Ingazeira a primeira edição do Cultura e Coisa e Tal Clube. O evento será realizado sempre nas segundas sextas-feiras do mês e em sua estreia contará com apresentações de Alexandre Morais e Lindomar Souza e lançamento do livro Alma Impressa, do poeta egipciense Vinicius Gregório, mais os declamadores Dudu Morais, Wellington Rocha, Genildo Santana e Thyelle Dias. Encerrando, Lindomar Souza puxará o forroterapia, dança para o corpo e para a alma.
Vinicius Gregório
“É um desejo antigo que está sendo concretizado. A ideia é ampliar os espaços de entretenimento com qualidade e aquecer a economia cultural, já tão ativos em nosso Pajeú”, explica o produtor cultural, Alexandre Morais.
“Havia uma cobrança grande tanto por parte dos artistas quanto por parte do público para que tivéssemos um evento com esta cara e com esta periodicidade. Agora vamos juntar todo mundo e fazer valer esta ideia.”
O Cultura e Coisa e Tal Clube acontece na Majú Festas, que fica na Rua Padre Luiz de Góes, próximo ao Colégio ao Normal, com início às 20 horas. O ingresso custa R$ 5,00 e este valor poderá ser debitado para os que forem comprar o livro de Vinicius Gregório. A Rádio Pajeú é a grande parceira do evento.
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