Ataque a tiros em acampamento pró-Lula em Curitiba deixa dois feridos; polícia investiga
Por André Luis
28.abr.2018 - Manifestantes protestam no acampamento Marisa Letícia, que reúne apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Duas pessoas teriam sido atingidas por tiros efetuados contra o acampamento.
28.abr.2018 – Manifestantes protestam no acampamento Marisa Letícia, que reúne apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Duas pessoas teriam sido atingidas por tiros efetuados contra o acampamento.
Do UOL
A direção nacional do PT informou na manhã deste sábado (28) que o acampamento em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba, foi alvo de um ataque a tiros por volta das 4h da madrugada. Duas pessoas ficaram feridas. Uma delas, um homem de 39 anos identificado como Jeferson Lima de Menezes, de São Paulo, foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador com um tiro no pescoço. Segundo a Secretaria de Saúde do Paraná, Menezes está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e respira com a ajuda de aparelhos.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Paraná, cápsulas de pistola 9mm foram recolhidas no local pelos peritos, e um inquérito foi aberto para apurar o caso. Equipes do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) estiveram no local.
O acampamento está localizado no bairro de Santa Cândida, na capital paranaense, a cerca de 750 metros da sede da Polícia Federal do Paraná, onde Lula cumpre pena de 12 anos e um mês desde o último dia 7. O petista foi condenado no caso do tríplex do Guarujá no âmbito da operação Lava Jato.
O registro desta madrugada aconteceu exatamente um mês após o ataque a tiros contra um dos ônibus da caravana de Lula pelo Sul do país, também no Paraná –no município de Laranjeiras do Sul. A autoria do crime ainda é desconhecida.
A direção nacional do PT informou na manhã deste sábado (28) que o acampamento em apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Curitiba, foi alvo de um ataque a tiros por volta das 4h da madrugada. Duas pessoas ficaram feridas. Uma delas, um homem de 39 anos identificado como Jeferson Lima de Menezes, de São Paulo, foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador com um tiro no pescoço. Segundo a Secretaria de Saúde do Paraná, Menezes está na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e respira com a ajuda de aparelhos.
Manifestante segura blusa com sangue; duas pessoas teriam sido feridas por tiros disparados contra o acampamento Marisa Letícia, onde estão os apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Curitiba (PR). Reprodução Facebook/Frente Brasil Popular
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Paraná, cápsulas de pistola 9mm foram recolhidas no local pelos peritos, e um inquérito foi aberto para apurar o caso. Equipes do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) estiveram no local.
O acampamento está localizado no bairro de Santa Cândida, na capital paranaense, a cerca de 750 metros da sede da Polícia Federal do Paraná, onde Lula cumpre pena de 12 anos e um mês desde o último dia 7. O petista foi condenado no caso do tríplex do Guarujá no âmbito da operação Lava Jato.
O registro desta madrugada aconteceu exatamente um mês após o ataque a tiros contra um dos ônibus da caravana de Lula pelo Sul do país, também no Paraná –no município de Laranjeiras do Sul. A autoria do crime ainda é desconhecida.
Os militantes do acampamento protestaram contra o atentado por meio de bloqueio de vias e fogo em pneus, no início da manhã. Às 8h, o ato já havia terminado.
DHPP investiga o caso
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná informou que, “segundo as primeiras informações, um indivíduo a pé efetuou disparos de arma de fogo contra o acampamento”.
“Uma pessoa foi ferida e levada para o hospital. Um tiro acertou um banheiro químico e os estilhaços feriram, sem gravidade, uma mulher no ombro. Peritos da Polícia Cientifica do Paraná, policiais militares e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, estiveram no local. Foram recolhidas cápsulas de pistola 9 mm. Foi aberto um inquérito para apurar o caso”, resumiu a pasta.
Documentos de 1982 revelados pelo historiador Alexandro Acioly mostram que o então Bispo de Afogados da Ingazeira, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho era alvo de vigilância constante do Regime Militar e tinha os seus dados levantados junto ao Serviço de Informações Nacional. Os dados estavam no ARE/SNI – Esta sigla geralmente se referia a […]
Documentos de 1982 revelados pelo historiador Alexandro Acioly mostram que o então Bispo de Afogados da Ingazeira, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho era alvo de vigilância constante do Regime Militar e tinha os seus dados levantados junto ao Serviço de Informações Nacional.
Os dados estavam no ARE/SNI – Esta sigla geralmente se referia a documentos e informações do Serviço Nacional de Informação (SNI). ARE é a sigla de Análise/Relatório/Informação. E SNI, o Serviço Nacional de Informações, a serviço da Ditadura.
O documento contém várias páginas e outros documentos existentes constam de 1974. A Rádio Pajeú era sempre citada nos registros. Era nela que Dom Francisco fazia a maioria de seus pronunciamentos.
Rádio Pajeú e Dom Francisco eram constantemente vigiados. Antes, aparelhos de educação do Movimento de Educação de Base, MEB, foram apreendidos pela Ditadura por serem considerados “subversivos”. Os equipamentos educavam pessoas simples através do rádio.
Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelos municípios do Sertão do Pajeú neste domingo (11), a região registrou 10 novos casos positivos, 3 recuperados e nenhum novo óbito. Poucos municípios divulgam boletim epidemiológico aos finais de semana. Agora o Sertão do Pajeú conta com 22.269 casos confirmados, 21.378 recuperados (95,99%), […]
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelos municípios do Sertão do Pajeú neste domingo (11), a região registrou 10 novos casos positivos, 3 recuperados e nenhum novo óbito. Poucos municípios divulgam boletim epidemiológico aos finais de semana.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 22.269 casos confirmados, 21.378 recuperados (95,99%), 399 óbitos e 492 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú:
Afogados da Ingazeira não confirmou nenhum novo caso positivo, mas registrou um caso recuperado nas últimas 24h. Agora o município conta com 3.577 casos confirmados, 3.386 recuperados, 46 óbitos e 145 casos ativos.
Brejinho não divulgou boletim. A cidade conta com 429 casos confirmados, 388 recuperados, 6 óbitos e 35 casos ativos.
Calumbi não confirmou nenhum caso confirmado e nem recuperado nas últimas 24 horas. Está com 384 casos confirmados, 380 recuperados, 3 óbitos e 1 caso ativo da doença.
Carnaíba não registrou novos casos positivos, mas confirmou dez recuperados. Agora o município conta com 1.170 casos confirmados, 1.115 recuperados, 25 óbitos e 30 casos ativos da doença.
Flores não divulgou boletim nas últimas 24 horas. O município conta com 805 casos confirmados, 751 recuperados, 27 óbitos e 27 casos ativos.
Iguaracy confirmou nas últimas 24 horas, cinco casos positivos e um recuperado. Conta agora com 567 casos confirmados, 534 recuperados, 16 óbitos e 17 casos ativos.
Ingazeira não registrou novos casos positivos, nem recuperados nas últimas 24h. O município conta com 202 casos confirmados, 184 recuperados, 1 óbito e 17 casos ativos.
Itapetim não divulgou boletim. O município totaliza 824 casos confirmados, 805 recuperados, 16 óbitos e 3 casos ativos.
Quixaba não divulgou boletim referente as últimas 24h. O município permanece com 321 casos confirmados, 309 recuperados, 11 óbitos e 1 caso ativo.
Santa Cruz da Baixa Verde não registrou novos casos positivos, nem recuperados e nem óbitos nas últimas 24h. A cidade permanece com 371 casos confirmados, 353 recuperados, 7 óbitos e 11 casos ativos.
Santa Terezinha não registrou novos casos nas últimas 24. A cidade permanece com 727 casos confirmados, 702 recuperados, 22 óbitos e 3 casos ativos.
São José do Egito registrou três novos casos confirmados, nenhum recuperado e nenhum novo óbito nas últimas 24h. A cidade totaliza 1.659 casos confirmados, 1.606 recuperados, 29 óbitos e 24 casos ativos.
Serra Talhada não divulgou boletim nas últimas 24h. O município permanece com 7.843 casos confirmados, 7.596 recuperados, 125 óbitos e 122 casos ativos da doença.
Solidão registrou dois novos casos confirmados e um recuperado nas últimas 24h. A cidade conta com 359 casos confirmados, 352 recuperados, 2 óbitos e 5 casos ativos.
Tabira não divulgou boletim nas últimas 24h. A cidade permanece com 2.009 casos confirmados, 1.952 recuperados, 22 óbitos e 35 casos ativos.
Triunfo não divulgou boletim. A cidade permanece com 706 casos confirmados, 675 recuperados, 23 óbitos e 8 casos ativos.
Tuparetama não divulgou boletim. A cidade permanece com 316 casos confirmados de Covid-19, 290 recuperados, 18 óbitos e 8 casos ativos da doença.
Doriel, Humberto e cia são os padrinhos do constrangimento Os episódios de vaias ao candidato Danilo Cabral, governador Paulo Câmara e staff socialista em eventos da Frente Popular principalmente no Recife e Garanhuns tem alguns padrinhos dentro da cúpula do Partido dos Trabalhadores. Danilo, na verdade, acabou sendo vítima voluntária de um processo gerido de […]
Doriel, Humberto e cia são os padrinhos do constrangimento
Os episódios de vaias ao candidato Danilo Cabral, governador Paulo Câmara e staff socialista em eventos da Frente Popular principalmente no Recife e Garanhuns tem alguns padrinhos dentro da cúpula do Partido dos Trabalhadores.
Danilo, na verdade, acabou sendo vítima voluntária de um processo gerido de cima pra baixo, sem ouvir a única militância genuinamente orgânica no estado, apesar do jogo fisiológico de seus dirigentes: o PT.
O que se coloca aqui não tem nenhuma relação com dizer que nome é o melhor para Pernambuco. Danilo inclusive tem plenas condições de reverter o quadro hora desfavorável com sua mais de centena de prefeitos e aliados. Aquela militância no Classic Hall, por exemplo, não faz número para definir eleição. Mas criou um fato extremamente constrangedor de grande repercussão.
E há dois principais culpados além do entorno: Doriel Barros e Humberto Costa se acostumaram a conduzir o partido sem escuta às bases, de forma cartorial. E não vem de hoje. Lá em 2018, Marília Arraes já era um nome forte da legenda, mas foi rifada pelo grupo de Humberto, majoritário, com bênção da Executiva Nacional, inclusive de Lula, que sempre acreditou que seu prestígio apagaria qualquer incêndio. Viu agora pra crer que não.
Àquela altura, o projeto de Costa era também manter o seu mandato de Senador e emplacar espaços no governo Câmara.
Em 2020, Marília foi candidata porque não havia para o PT outro caminho moral: seria muito feio e estranho com uma candidata tão competitiva expulsá-la do páreo. O PT apoiou, mas não foram poucas as informações que circularam de que muitos petistas ligados ao “clã Humberto” fizeram jogo duplo, ou apoiaram veladamente João Campos, na campanha em que o PT foi demonizado pelo PSB.
Mais uma vez, num debate muito mais fisiológico do que partidário, já era de domínio público que Marília, mesmo liderando as pesquisas, seria novamente escanteada. Humberto e Doriel conseguiram o alinhamento por cima e usaram dessa vez o discurso da “agenda nacional”, “que vale o alinhamento com o PSB para eleger Lula”, da aliança contra o bolsonarismo. Mas por aqui, ampliaram os espaços no governo Câmara, vide as entradas de quadros do partido apadrinhados e indicados pelo núcleo majoritário nas secretarias de Cultura, com Oscar Barreto, e de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Edilázio Wanderley. O primeiro inclusive protagonizou um episódio com duras críticas a Luciano Duque pelo alinhamento com Marília. Com uma secretaria de presente, não fez mais que a obrigação.
Importante dizer que, novamente, pela arrogância de achar que novamente tudo se resolveria sem reação interna, Lula, Gleisi Hoffman e Carlos Siqueira foram cúmplices do erro estratégico de ignorar as informações que saíam de outros interlocutores.
Quando achavam que estava “tudo dominado”, Marília deu o pulo do gato e partiu para o Solidariedade. O partido de longe não tem o apelo ideológico do PT, sendo liderado pelo questionável Paulinho da Força. Mas o discurso da vitimização e perseguição deu um tom mais passional que político ao fato. O PT tentou desesperadamente reverter a debandada oferecendo-lhe a vaga ao Senado. Era tarde. Marília saiu levando com ela o discurso da vitimização e as intenções de voto, até ampliando os números.
Assim, o que vimos essa semana é consequência e não causa. E tem responsáveis diretos na condução. Isso explica também o Humberto Costa vermelho no ato de Recife aos brados: “vaiem Bolsonaro!” – esbravejava, dizendo que abriu mão de ser candidato para se alinhar à Frente, quando todos sabíamos que era uma candidatura sem densidade se comparado a Marília. E que mesmo que não fosse ele o nome por razões óbvias, teria espaços importantes no governo Câmara.
Com tudo isso às vistas de todos, a militância cansou de tentar se posicionar e ser ignorada, virando massa de manobra na mão de poucos dirigentes. As vaias que acompanhamos são o som do chega em relação a esse grupo, que achava, conduziria o partido para onde quisesse sem nenhum efeito colateral.
Isso se soma à condução do PSB no impeachment de Dilma Roussef. Humberto e Doriel engolem por interesses, mas a militância aparentemente não esqueceu o posicionamento do próprio Danilo Cabral naquela votação, chegando a ser licenciado para enterrar o ciclo do PT no país, que para muitos gerou Temer, que gerou Bolsonaro.
Danilo agora faz um mea culpa que pode até ser compreendido pela maioria da população pernambucana no processo, mas ainda não é engolido por parte da militância petista.
Assim, pra resumir, o PT pernambucano e essa cúpula deveriam impor e não ceder, brigar e não abrir, se fazer respeitar e não se apequenar. Estabelecer uma discussão que buscasse respeitar a vontade dos seus no primeiro turno, mesmo diante da legítima postulação do PSB, mas impondo a sua diante dos fatos, criando um corredor programático que unisse um ao outro no segundo turno, passasse o PSB ou o PT. E não colocar na “barganha do grande banquete” uma candidatura viável e a chance de, pela primeira vez, governar um estado tão importante.
Tudo que vimos esses dias nos constrangedores episódios assistidos por Lula, Carlos Siqueira e cúpulas do PSB e PT é só consequência, em muito com o oferecimento de Humberto Sérgio Costa Lima e Doriel Saturnino de Barros. Vaias pra eles!
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O discurso de Danilo Cabral no Classic Hall foi um dos mais decentes dos últimos anos. Saiu com grandeza de uma situação que lhe parecia extremamente desconfortável e constrangedora. Não atacou um militante pró Marília. Pelo contrário, disse que é parte do debate democrático. Lembrou Arraes, Dom Helder e Ariano. Saiu da maior sinuca política da história contemporânea em Pernambuco.
“Vereador tem mais valor”
Sobre a irritação e ciumeira de vereadores de Serra Talhada que não subiram ao palco no ato com Lula: André Maio era um dos mais arretados. “Os secretários estão lá e os vereadores não podem. Secretário é mais importante que vereador aqui”, esbravejava.
O vira costas
No ato em Recife, o Deputado Federal e candidato a reeleição Túlio Gadelha (Rede), deu as costas ao governador Paulo Câmara na hora de seu discurso. Foi intimidado pelo Deputado Rodrigo Novaes (PSB). Disse a ele que Lula em Pernambuco tem três palanques”, afirmou sobre o episódio.
Lula láááá longe
À exceção da prefeita Márcia Conrado, nenhum prefeito teve acesso ao ato com Lula. Ficaram em um espaço reservado mas sem ligação ao palco. Os que conseguiram uma foto rápida, como Rorró Maniçoba (Floresta), foram exceção. Isso explica a maioria das fotos dos gestores em suas redes sociais mostrando Lula de longe.
Mariliou
Alisson Lira, o famoso assessor da polêmica do Lulabus no ato pró Danilo, foi pianinho, de canto de banco, com Douglas Eletricista, para o encontro com Marília Arraes na casa de Evângela Vieira. O vídeo com o “a prefeitura vai estar disponibilizando um ônibus” ainda corre trecho.
Surpresa
Dos nomes que anunciaram apoio a Marília Arraes sexta-feira, o que chamou mais atenção foi o presidente da Câmara de Iguaracy, Chico Torres. Primeiro, porque seus irmãos, os prefeitos Zeinha e Luciano Torres, são aliados de primeira ordem de Danilo Cabral. Segundo, porque apenas dois dias antes, esteve no ato pró Lula e Danilo, em Serra Talhada.
Bravo
Lula desceu do avião que o trouxe de Garanhuns a Serra Talhada reclamando muito da assessoria. “Quem organizou aquela merda?” – perguntava furioso. Aparentemente, reação ao primeiro episódio das vaias contra socialistas. Só mudou de cara quando foi recepcionado por Márcia Conrado e cia.
Democracy
João Duque Filho, o Duquinho, não viu nada demais no adesivaço pró Marília no ato pró Danilo em Serra Talhada. “É da democracia. Não fiz nada demais”, afirmou. Então, tá.
O dotô do Lulabus
O mundo não dá voltas, capota. Coube a Carlos Marques, o advogado Carlinhos, quitar os custos do Lulabus depois da polêmica sobre a prefeitura pagar ou não a viagem. Em 2015, disse que o PT era uma gangue e Lula, seu chefe. Até revisou posição depois da Vaza Jato. Mas já teria ouvido do amigo Emídio Vasconcelos, petista morto em 2020, uma saraivada de “cuma assim dotô?”
Ração no debate
O empresário João Daniel, da Cedan Rações, propõe a doação pela gestão Márcia Conrado do terreno do antigo matadouro de Serra Talhada para a nova fábrica de molhos para ração da empresa, com até 150 empregos. Quem é a favor invoca o caráter desenvolvimentista do empreendimento. Quem é contra diz que outras empresas como a Tupan não tiveram o mesmo incentivo. Até o fato de João ser Bolsonarista é invocado.
Fala Paulo
O governador Paulo Câmara fala terça ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. O gestor tem buscado algumas emissoras no estado para uma avaliação de seu mandato, próximo ao fim do ciclo de oito anos. A agenda política, claro, também estará na pauta.
Frase da semana:
“Saio daqui com um tesão danado para ganhar esta eleição”.
De Danilo Cabral, ao reagir a vaias de aliados da candidata Marília Arraes no ato por sua candidatura e de Lula, no Classic Hall.
Esta quinta (1) é marcada por mais queixas de vazamentos e buracos nas ruas centrais de Afogados. Os relatos na Rádio Pajeú vem de todas as partes da cidade. O problema até que é consequência de uma boa ação, a busca pela COMPESA em levar água para todos os bairros quase que 24 horas por […]
Esta quinta (1) é marcada por mais queixas de vazamentos e buracos nas ruas centrais de Afogados. Os relatos na Rádio Pajeú vem de todas as partes da cidade.
O problema até que é consequência de uma boa ação, a busca pela COMPESA em levar água para todos os bairros quase que 24 horas por dia. Mas o efeito colateral é a exposição da má qualidade da tubulação que, quando mais pressurizada, não suporta e rompe.
Os buracos não distinguem bairros de área urbana. Estão por toda parte. Essa manhã, várias foram as denúncias ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Os relatos vem da Senador Paulo Guerra, Aparício Veras, cruzamento da Manoel Mariano com a Manoel Borba, Henrique Dias e Aparício Veras. Além disso, um vazamento foi registrado no reservatório do Bairro Padre Pedro Pereira e a tubulação do reservatório cálice, no centro, jorra água sem parar.
O problema é que o reparo sempre vem acompanhado de escavação, que interdita e esburaca a via por dias. Em alguns casos, o problema persiste, mal a equipe da COMPESA dá as costas. Resultado: vias interditadas em uma cidade cujo trânsito já é uma desorganização, dor de cabeça e mal estar para a população.
A COMPESA já teve a recomendação de uma força tarefa que com planejamento identifique e mapeie a quantidade de buracos, a causa, a solução, e faça as intervenções adequadas na rede para minimizar os riscos de que o problema continue acontecendo.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, em entrevista ao programa GloboNews Miriam Leitão, que é uma ilusão pensar que a mudança na meta fiscal significa que o governo vai agora afrouxar ou que acabou o ajuste. “Ajustar a meta não quer dizer reduzir o esforço fiscal, não quer dizer mudar a estratégia”, garantiu. Levy […]
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse, em entrevista ao programa GloboNews Miriam Leitão, que é uma ilusão pensar que a mudança na meta fiscal significa que o governo vai agora afrouxar ou que acabou o ajuste. “Ajustar a meta não quer dizer reduzir o esforço fiscal, não quer dizer mudar a estratégia”, garantiu.
Levy afirmou que a redução da meta do superávit primário tem como objetivo diminuir a incerteza na economia.
“Nós não jogamos a toalha. Pelo contrário. Vamos continuar nossa política com muito vigor. Mas tem que ser uma política realista. Acho que nesse momento tudo o que é preciso é diminuir a incerteza. Temos uma meta muito clara, ela permite as pessoas fazerem seus planos, tomarem suas decisões com mais segurança. Nesse momento o que a gente quer é segurança”, disse.
Em relação à alta da inflação, o ministro afirmou que o momento é difícil e que o país está no meio de uma travessia: “Parece tudo muito complicado, mas a gente sabe que lá na frente a gente vai sair.”
Para o ministro, com as medidas tomadas pelo governo no início do ano, o país agora estabilizou. “A gente parou de piorar do ponto de vista estrutural e está começando a melhorar”, ressaltou.
O ministro está otimista em relação às negociações com o Congresso para aprovar as medidas de revisão fiscal anunciadas na quarta-feira (22). “No Congresso, minha expectativa para o segundo semestre é de que cada vez mais as pessoas vão estar entendendo melhor as medidas e reagindo de uma maneira que não gere equívocos, mas, ao contrário, nos ajudando a acelerar a volta ao crescimento.”
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