Concurso foi para Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Arcoverde informa que será publicada a Portaria n° 491/2021, onde o prefeito em exercício do município nomeia os Agentes de Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate a Endemias, aprovados no Concurso Público de n° 001/2019.
Os aprovados constantes na referida Portaria, já poderão se dirigir munidos dos documentos citados abaixo, na próxima segunda-feira (05/04), a partir das 8h, até o Setor de Recursos Humanos da Secretaria de Administração (Rua Augusto Cavalcante, s/n°, Centro).
A documentação autenticada de todos os itens, os quais também precisam ser apresentados no ato com os originais, deverá ser entregue no referido setor até o dia 30/04/2021, para posse ao cargo, conforme regras estabelecidas em lei.
Abaixo a, lista de documentos necessários para ingresso no quadro dos aprovados:
1 – Registro Geral (Carteira de Identidade) (01 fotocópia autenticada);
2- CPF – 01 (fotocópia autenticada);
3 – Título de Eleitor (01 fotocópia autenticada);
4 – Comprovante de última votação – 1° e 2° turnos (01 fotocópia);
5 – Certificado de Escolaridade conforme exigido no Edital (01 fotocópia autenticada);
6 – Histórico Escolar (01 fotocópia autenticada);
7- Diploma ou Certificado de Conclusão de Especialização do Curso (01 fotocópia autenticada);
8 – Carteira do Conselho Regional (01 fotocópia autenticada) – caso seja pertinente à competência;
9 – Comprovante de quitação do Conselho Regional (01 fotocópia);
10 – Duas fotos 3X4;
11- Cartão do PIS/PASEP (01 fotocópia);
12 – Carteira de Trabalho CTPS – fotocópia autenticada
13 – Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF) (01 fotocópia autenticada);
14 – Certidão de Casamento e de Nascimento dos filhos até 21 anos ou até 24 anos se estiver cursando graduação (01 fotocópia) (caso houver);
15 – Declaração expedida pela Secretaria para abertura da Conta Salario Junto à Caixa Econômica Federal de Arcoverde ( fornecida na Secretaria);
16 – Fotocópia do último Contracheque (no caso de já ser servidor do município);
17 – Certificado de Reservista (01 fotocópia autenticada);
18 – Certidão dos Setores de Distribuição dos Foros Criminais dos lugares em que tenha residido nos últimos 05 (cinco) anos, da Justiça Federal e Estadual.
Em Plenária de um grupo de petistas, realizada no último sábado (11), em Recife, foi oficializada a candidatura a Deputado Estadual de Sinézio Rodrigues, vereador de Serra Talhada pelo PT. No evento estavam representantes de diversas cidades do estado que através de debate reafirmaram o apoio a Sinézio e a Marília Arraes, que irá concorrer […]
Em Plenária de um grupo de petistas, realizada no último sábado (11), em Recife, foi oficializada a candidatura a Deputado Estadual de Sinézio Rodrigues, vereador de Serra Talhada pelo PT.
No evento estavam representantes de diversas cidades do estado que através de debate reafirmaram o apoio a Sinézio e a Marília Arraes, que irá concorrer a Deputada Federal, nas eleições que acontecerão este ano.
Para Múcio Magalhães, ex-vereador da cidade de Recife, membro da Executiva Estadual d PT de Pernambuco e coordenador estadual da Articulação de Esquerda (tendência interna do PT); o apoio dado a Rodrigues e a Arraes representa a Resistência e a coletividade de um grupo que não pretende subir em palanque, tampouco, seguir em aliança com o PSB, de Paulo Câmara.
Ao fim da plenária, Sinézio reafirmou o desafio que sua candidatura enfrentará. “Mas contamos com a determinação e ânimo de cada companheiro e companheira”, disse empolgado.
“Não é um cenário fácil, mas eu gosto é do desafio porque é no desafio que provamos do que somos capazes. Vamos sair desta disputa eleitoral, vitoriosos, politicamente, eleitoralmente e acima de tudo conservaremos o nosso maior patrimônio: nossa coerência politica”, afirmou Sinézio.
Texto: Anchieta Santos. Fotos gentilmente cedidas por Cláudio Gomes/Ascom Ontem à noite aconteceu no auditório do Fórum Laurindo Lemos a diplomação dos eleitos em 2 de outubro em Afogados da Ingazeira. A sessão solene contou com participações da juiza eleitoral da 66ª zona eleitoral Dra. Daniela Rocha Gomes; promotor eleitoral Aurinilton Leão Sobrinho; desembargador Claudio […]
Texto: Anchieta Santos. Fotos gentilmente cedidas por Cláudio Gomes/Ascom
Ontem à noite aconteceu no auditório do Fórum Laurindo Lemos a diplomação dos eleitos em 2 de outubro em Afogados da Ingazeira.
A sessão solene contou com participações da juiza eleitoral da 66ª zona eleitoral Dra. Daniela Rocha Gomes; promotor eleitoral Aurinilton Leão Sobrinho; desembargador Claudio Nogueira virgíneo e o promotor público Lucio Luiz de Almeida. O Mestre de Cerimônia foi o comunicador Anchieta Santos.
Pelo executivo foram diplomados o Prefeito reeleito José Patriota e o vice Alessandro Palmeira. Pelo legislativo os vereadores Raimundo do Foto, Daniel Valadares, Reinaldo Lima, Cícero Miguel, Luiz Bizorão, Rubinho do São João, Franklin Nazário, Zé Negão, Cancão, Igor Mariano, Augusto Martins, Sargento Argemiro e Welington JK.
De suplentes compareceram para recebimento de seus diplomas Patrícia Amaral, Baixinho da Oficina, Rivelton Santos, Douglas Eletricista, Jair Almeida e Zé Carlos. Os suplentes que não compareceram poderão receber os seus diplomas no cartório da justiça eleitoral.
Ou faltou combinar, ou foi ignorada a orientação da Diocese de Afogados da Ingazeira, amplamente divulgada nos meios de comunicação, para que festas religiosas evitassem atrações de gosto duvidoso, com músicas que, ao contrário do sentido da festa, pregassem conteúdo que agredisse os valores da família. Em Tabira, mais uma vez, não teve jeito. Sob […]
Ou faltou combinar, ou foi ignorada a orientação da Diocese de Afogados da Ingazeira, amplamente divulgada nos meios de comunicação, para que festas religiosas evitassem atrações de gosto duvidoso, com músicas que, ao contrário do sentido da festa, pregassem conteúdo que agredisse os valores da família.
Em Tabira, mais uma vez, não teve jeito. Sob coordenação da Secretaria de Cultura Gracinha Paulino, as atrações da festa de Nossa Senhora dos Remédios em Tabira até trazem alguns nomes que merecem se enquadrar na orientação.
Mas não faltam as bandas que dizem tocar forró, mas agridem o estilo e o sentimento real da festa religiosa. A prerrogativa de contratação das atrações é da Prefeitura e a Paróquia pode, ao máximo, orientar. Entretanto, não nos preocupemos. A resposta de que “é porque os jovens gostam”, já deve estar engatilhada pelos organizadores…
A festa homenageia o Padre Aldo Guedes, o poeta Dedé Monteiro e escritor Ivo Mascena Veras (In Memorian).
Em 2014, a prefeitura deu sequência à festa em meio à morte de Eduardo Campos e jogou a culpa na Paróquia, a ponto de a Diocese ter emitido nota dizendo que era lamentável que dinheiro público fosse gasto com bandas que “não ajudam no processo educativo, cultural e evangelizador do Povo de Deus”.
O vereador Edson do Cosmético flagrou máquinas da Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizando serviços de terraplanagem em uma área particular que será lotada, segundo denúncia em sua rede social. Segundo o vereador, o flagrante foi registrado por trás do IFPE, na saída para as comunidades de Serra Vermelha e Riacho da Onça. O setor […]
O vereador Edson do Cosmético flagrou máquinas da Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizando serviços de terraplanagem em uma área particular que será lotada, segundo denúncia em sua rede social.
Segundo o vereador, o flagrante foi registrado por trás do IFPE, na saída para as comunidades de Serra Vermelha e Riacho da Onça. O setor tem sido alvo de ampla especulação imobiliária.
Edson denuncia que enquanto falta suporte para as comunidades carentes, como manutenção de estradas e açudes, o maquinário serve a interesses privados.
Pela lei, essa prática configura desvio de finalidade e pode resultar em improbidade administrativa e crime de responsabilidade para o gestor público, já que o patrimônio de todos não pode ser usado para beneficiar interesses privados.
Até o momento, a prefeitura de Afogados, gerida pelo prefeito Sandrinho Palmeira, ainda não se manifestou sobre a denúncia.
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre […]
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está no olho do furacão que atingiu o Brasil nas últimas semanas, pela divulgação de informações sobre o aumento do desmatamento na Amazônia, e que se intensificou nos últimos dias, impulsionado pela proliferação de queimadas.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Salles, de 44 anos, fala sobre a repercussão internacional dos dois fenômenos, as críticas à política do governo para a Amazônia e a proposta de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.
A questão do desmatamento na Amazônia ganhou grande repercussão nacional e internacional. Como o senhor vê as críticas à política do governo para a Amazônia?
Desde a Constituição de 1988, o Brasil seguiu uma agenda ambiental que não soube conciliar o desenvolvimento econômico e a preservação. A Amazônia é muito rica em recursos naturais, mas com uma população muito pobre. São mais de 20 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia e a maioria vive muito mal: sem saúde, sem educação adequada, com índice de saneamento baixíssimo.
Então, temos de encontrar uma forma inteligente de tratar a questão, que reconheça a importância da conservação, do cuidado ambiental, mas dê dinamismo econômico em escala e em impacto suficientes para aquela população. Não adianta falar do potencial da floresta, se as famílias que vivem lá estão na miséria
Como o senhor avalia a repercussão que o desmatamento e as queimadas na Amazônia estão tendo no País e no exterior?
Até certo ponto é natural que, neste momento de mudança de comportamento, de discussão de atividades econômicas na Amazônia haja essa instabilidade. Uma parte dessa repercussão se deve, sem dúvida, à desinformação. Até porque não interrompemos nada do que vinha sendo feito para justificar essa mobilização.
Mas é preciso levar em conta que outra parte dessa campanha contra o Brasil vem de entidades ambientalistas, de ONGs descontentes com o fim dos recursos fartos que elas recebiam, porque estamos fechando a torneira.
Não é só o pessoal das ONGs que está criticando o governo. A revista The Economist, que é respeitada em todo o mundo, publicou recentemente uma reportagem de capa sobre o desmatamento na Amazônia.
Tem muita gente séria com entendimento incompleto ou enviesado sobre o que a gente está tentando fazer. A fórmula para lidar com esse problema é informação. Por isso, estou indo no fim de setembro com o presidente a Nova York e Washington. Logo em seguida, vou a alguns países da Europa para fazer esse esclarecimento. Vamos mostrar o que o Brasil já faz e tudo que queremos fazer. Aqueles que tiverem disposição para ouvir e debater vão mudar, em alguma medida, de opinião. Agora, há outros canais fora do Brasil e aqui que não querem ver a realidade.
O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou as queimadas na Amazônia de “crise internacional” e disse que a questão deve ser discutida na reunião do G-7 (grupo que reúne os países ricos), que começa neste sábado. Como o senhor analisa isso?
O presidente Macron está querendo tirar dividendos políticos da situação, sobretudo no momento em que suas próprias políticas ambientais não estão sendo bem-sucedidas, em especial no que se refere ao não cumprimento das metas de redução das emissões de carbono previstas no Acordo de Paris.
Parece que há um desejo de ambientalistas do Brasil e do exterior e também de governos, especialmente na Europa, de transformar a Amazônia em “patrimônio da humanidade”. O que o senhor pensa sobre essa proposta?
A Amazônia é um patrimônio brasileiro. Essa história de que pertence à humanidade é uma bobagem. Nós temos soberania sobre a Amazônia. Somos nós que temos de escolher um modelo, que tem de ser viável economicamente, de proteção da nossa floresta. Somos nós também que temos de implementá-lo. O cuidado com a Amazônia, que inspira atenção no mundo inteiro, é bem-vindo, mas a autonomia de fazer isso é da população brasileira.
O discurso em favor da regularização de atividades econômicas na Amazônia não estimula a exploração irregular da região?
O governo não passa a mensagem de que está fazendo vistas grossas? O governo não faz vista grossa. O problema é que a Amazônia é uma área correspondente a 48 países europeus. Da mesma forma que a gente vê os países europeus invadidos por imigrantes ilegais sem que eles consigam controlar isso, mesmo sendo muito mais ricos e tendo muito mais infraestrutura e um território muito menor que o nosso, aqui você não vai conseguir controlar uma região tão grande quanto a Amazônia só na base da fiscalização e de operações de comando e de controle. Ou você identifica quais são os incentivos corretos para estruturar uma solução econômica para a Amazônia ou não vai ter operação de fiscalização que dê conta.
Diante dos acontecimentos, a impressão é de que houve um relaxamento na fiscalização no atual governo. Como está a fiscalização da Amazônia?
Em julho, o Ibama fez a maior operação de fiscalização de sua história. Foram 17 equipes simultâneas em diferentes Estados e regiões. Houve a maior quantidade de apreensão de madeira, veículos, máquinas, autos de infração. Isso mostra que não há orientação do governo, nem minha nem de ninguém dentro do Ministério do Meio Ambiente, para impedir fiscalizações. Agora, os órgãos de fiscalização ambiental em nível federal – o Ibama e o ICMBio – vêm perdendo orçamento e pessoal ano a ano. Hoje, têm apenas 50% das vagas preenchidas. É uma situação que nós herdamos. Mas a fiscalização é feita também pela Polícia Militar por órgãos estaduais. Quando eles deixam de cumprir o seu papel também aumenta a atividade ilegal.
O presidente Jair Bolsonaro tem defendido a liberação da mineração na Amazônia, inclusive em terras indígenas. Qual a sua posição nesta questão?
Existem 850 garimpos na Amazônia, a maioria em terras indígenas. Não é o Bolsonaro que vai liberar. Aliás, os indígenas não são cooptados pelo homem branco. São eles que praticam a mineração, que ajudam muitas vezes a retirada ilegal da madeira de suas próprias terras e recebem recursos para isso. Portanto, fingir que essa realidade não existe é a pior política pública que pode haver. Se pudermos ter uma discussão madura, sensata, aberta sobre o tema, e fazer a regulamentação, a formalização dessas atividades, para poder fiscalizar de maneira efetiva, será muito melhor para a economia do País, para a geração de emprego e principalmente para a preservação do meio ambiente.
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