Aposentados de Tabira madrugam para atendimento no SICOOB
Por Nill Júnior
A migração de aposentados do INSS do Banco do Brasil para o Banco Sicoob mexeu mesmo com a vida dos aposentados de Tabira. Diante da pequena demanda de atendimento do banco, os primeiros da fila têm mais chances de serem atendidos.
Em plena noite de domingo, às 19h, exatos 10 aposentados, sendo sete mulheres e três homens já guardavam os seus lugares. O proprietário de uma lanchonete cedeu cadeiras para os aposentados enquanto o estabelecimento estava aberto.
Funcionários do BB revelaram à produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta que esta semana o número de aposentados com data de recebimento é ainda maior.
Hoje o MP recebe dirigentes do Sicoob para tratarem da alteração que prejudicou cerca de três mil beneficiários. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Luiz Carlos Trabuco é suspeito de envolvimento em esquema de corrupção. Bradesco disse ter ‘convicção’ que seus executivos não cometeram crime. Do G1 A Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e outras nove pessoas por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção investigado […]
Luiz Carlos Trabuco é suspeito de envolvimento em esquema de corrupção. Bradesco disse ter ‘convicção’ que seus executivos não cometeram crime.
Do G1
A Justiça Federal de Brasília aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e outras nove pessoas por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção investigado pela Operação Zelotes. Com isso, Trabuco, que foi denunciado por corrupção ativa, se tornou réu na ação penal proposta pelo MPF.
O Bradesco é investigado na Zelotes desde o ano passado por ter contratado o grupo que, segundo as investigações, pagava propina em troca de decisões favoráveis no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) – onde são julgadas as multas da Receita Federal a empresas e contribuintes.
O Carf é uma espécie de tribunal administrativo responsável por julgar os recursos contra essas multas. Em uma nota enviada à TV Globo, a assessoria de imprensa do Bradesco reiterou “sua convicção de que nenhuma ilegalidade foi praticada por seus representantes”.
A instituição também afirmou que, “em respeito ao rito processual, apresentará oportunamente seus argumentos ao Poder Judiciário”. Após a decisão de aceitar a denúncia, o juiz Vallisney de Souza Oliveira deu 20 dias para que os réus apresentem suas respostas por escrito às acusações do Ministério Público.
Em maio, quando a Polícia Federal (PF) indiciou o presidente do Bradesco, a assessoria de imprensa da instituição financeira divulgou nota na qual informou que o banco e seus executivos não participaram e não contrataram os serviços do grupo investigado na Zelotes. No comunicado, o Bradesco também havia dito que iria “apresentar seus argumentos juridicamente por meio do seu corpo de advogados”.
O inquérito da Polícia Federal, concluído na segunda quinzena de maio, foi enviado para análise do Ministério Público Federal no Distrito Federal, que decidiu apresentar denúncia contra Trabuco.
“Com provas indiciárias robustas para esse juízo inicial o MPF descreve as condutas de per si da atuação dos agentes públicos participantes da corrupção passiva e suas tratativas, contratos e relacionamentos com outros denunciados e com a alta cúpula – Diretores, Conselheiro e Presidente –, executivos do Banco Bradesco denunciados, […] para o fim de, ilicitamente, favorecer o referido Banco, […] mediante solicitação e oferecimento de vantagens indevidas”, afirma o juiz na decisão.
Relatório de 2015 da PF – Em relatório de janeiro de 2015, a Polícia Federal já havia apontado que ex-conselheiros do Carf e pessoas ligadas a empresas de advocacia tentaram manipular decisões para favorecer o Bradesco.
No documento, os policiais federais afirmam que os suspeitos foram flagrados em conversas telefônicas falando de “tratativas visando corromper conselheiros” do tribunal que julgaria o processo do banco.
A Polícia Federal apontou, nesse mesmo relatório, que houve uma reunião, em 9 de outubro de 2014, no gabinete da presidência do Bradesco, na qual Luiz Carlos Trabuco participou, para tratar da contratação do grupo que influenciava as decisões do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
Os policiais rastrearam o encontro a partir da localização dos celulares dos envolvidos.
O Bradesco chegou a perder um julgamento no Carf, sendo punido a pagar R$ 3 bilhões em um processo.
Depois desse revés bilionário, aponta o relatório da Polícia Federal, as investigações teriam demonstrado que a presidência do Bradesco teria se rendido às tentativas de cooptação por parte da organização criminosa que agia no Carf.
Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu […]
Pernambuco iniciou 2026 sob uma tempestade que nenhum marqueteiro político seria capaz de conter apenas com notas oficiais. O acúmulo de crises em órgãos estratégicos, como: Detran, SDS e EPTI, não é apenas um problema de “gestão de nomes”, mas um desgaste corrosivo que atinge o coração da narrativa de eficiência e ética que elegeu o atual governo. Em ano eleitoral, onde cada erro é multiplicado pela lupa da oposição, o Palácio do Campo das Princesas se vê diante de um labirinto político perigoso.
O primeiro ponto de desgaste é a quebra da confiança institucional. Quando o presidente do Detran-PE é alvo de denúncias de assédio e hostilidade, a imagem do Estado como garantidor de direitos é a primeira a cair. Para o eleitor, não se trata apenas de uma briga administrativa, mas de uma falha na escolha de quem comanda o dia a dia do cidadão. Esse tipo de escândalo humaniza a falha do governo de forma negativa, gerando uma rejeição emocional difícil de reverter.
A crise da “Arapongagem” e o pedido de impeachment relacionado à empresa familiar da governadora são verdadeiros presentes para os adversários.
No caso da SDS, a acusação de uso da máquina pública para monitorar adversários (o secretário do Recife) alimenta o discurso de “perseguição política”.
No caso da EPTI/Logo Caruaruense, a oposição ganha a narrativa do “privilégio”, sugerindo que o rigor da lei não se aplica aos de casa.
Em uma pré-campanha, essas pautas dominam o debate, impedindo que o governo consiga vender suas entregas e obras. O governo passa a jogar na defesa, e “quem explica, já perdeu”, como diz o velho jargão político.
A rápida queda do presidente da EPTI, Yuri Coriolano, por mensagens racistas e misóginas é o golpe final na imagem de “renovação”. Em um estado de maioria negra e com forte histórico de lutas sociais, ter um alto escalão que destila preconceito, mesmo que em mensagens antigas, sinaliza uma falha grave na triagem política. O desgaste aqui é com a base progressista e com as mulheres, fatias do eleitorado que são fundamentais para qualquer vitória nas urnas.
O governo chega a 2026 com a urgência de uma reforma interna profunda. O acúmulo de casos em um curto espaço de tempo cria uma percepção de desgoverno. Se a resposta continuar sendo apenas a troca reativa de nomes após o escândalo estourar, o desgaste será inevitável. Para quem busca a reeleição, o maior inimigo hoje não é apenas o candidato adversário, mas a sombra dessas denúncias que começam a cristalizar na mente do eleitor a imagem de uma gestão cercada por polêmicas e privilégios.
Para reverter o desgaste que atinge o Palácio do Campo das Princesas em 2026, o governo de Raquel Lyra não pode se limitar a notas de esclarecimento. A crise atual, que mistura assédio, espionagem e suspeitas de prevaricação, exige uma reforma de postura e de método. O tempo da política não perdoa a hesitação em ano eleitoral.
Primeiro, é urgente a implementação de um protocolo de compliance rigoroso. Não basta exonerar após o vazamento; é preciso demonstrar que a triagem para cargos de confiança agora segue critérios éticos inegociáveis. A governadora precisa “abrir a caixa-preta” das investigações no Detran e na SDS, punindo com transparência quem usou a máquina pública para fins escusos ou opressores.
Além disso, Raquel Lyra precisa resgatar a impessoalidade. O pedido de impeachment sobre a empresa familiar tocou em um nervo sensível: a percepção de privilégio. Para desfazer essa imagem, a gestão deve se antecipar aos órgãos de controle, oferecendo auditorias independentes e fortalecendo a Controladoria Geral do Estado.
Em política, o vácuo de resposta é preenchido pela narrativa da oposição. Se o governo não assumir o protagonismo da correção de rumos, chegará às urnas como refém dos próprios escândalos, transformando o que deveria ser um ano de entregas em uma longa jornada de defesa judicial.
A vereadora Célia Galindo (PSB) comemorou em suas redes sociais o anúncio do Governo do Estado e da Secretaria da Mulher de que Arcoverde será uma das quatro cidades a serem contempladas com a instalação das novas “Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher” (DEAM). As outras cidades são Olinda, Palmares e Salgueiro. “Recebemos hoje a […]
A vereadora Célia Galindo (PSB) comemorou em suas redes sociais o anúncio do Governo do Estado e da Secretaria da Mulher de que Arcoverde será uma das quatro cidades a serem contempladas com a instalação das novas “Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher” (DEAM). As outras cidades são Olinda, Palmares e Salgueiro.
“Recebemos hoje a notícia de que o Governo do Estado, através da Secretaria de Defesa Social e da Secretaria da Mulher, anunciou a criação de novas “Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher” (DEAM) e entre elas a do município de Arcoverde. Uma luta nossa de mais de 30 anos, ainda em nosso primeiro mandato como a primeira mulher eleita desta terra. Nunca desisti”, afirmou lembrando que Arcoverde teve 03 prefeitas e seu pedido era um só: trazer a delegacia da Mulher.
“Hoje, 32 anos após nossas primeiras palavras em defesa da criação da Delegacia da Mulher, tivemos essa boa notícia de que agora será realidade… Nossas mulheres precisam de proteção, de um espaço digno para serem ouvidas e cuidadas na defesa de suas vidas”, ressaltou.
Segundo sua assessoria: a vereadora Célia Galindo, diferente do prefeito Wellington Maciel que também postou em sua rede social uma mensagem sobre o assunto, agradeceu ao governador Paulo Câmara pela conquista. Maciel lançou a fatura apenas para a Delegada Gleide Ângelo.
Do JC On Line Em entrevista na manhã deste domingo ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, o deputado Jarbas Vasconcelos adiantou como será seu discurso na hora de votar a favor da continuidade do processo de impeachment Dilma, na Câmara: “Depois de Dilma, agora é você que deve sair”. Uma fala dirigida ao […]
Em entrevista na manhã deste domingo ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, o deputado Jarbas Vasconcelos adiantou como será seu discurso na hora de votar a favor da continuidade do processo de impeachment Dilma, na Câmara: “Depois de Dilma, agora é você que deve sair”. Uma fala dirigida ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB).
Antes mesmo de se definir pelo impeachment da presidente, Jarbas já era um contumaz combatente do comportamento do correligionário. Usou a tribuna da câmara, inclusive, para fazer um discurso contra Cunha, ainda no ano passado. Em outras entrevistas, chegou a adjetivar Cunha como “psicopata”.
Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra. O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” […]
Deputado estadual respondeu a Daniel Coelho após reação do candidato a federal às declarações envolvendo o caso dos cartazes apócrifos contra Raquel Lyra.
O deputado estadual Romero Albuquerque (União Brasil) respondeu, nessa terça-feira (1º), ao candidato a deputado federal Daniel Coelho após a troca de declarações envolvendo as denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” e os cartazes apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD).
A manifestação ocorreu depois de Daniel reagir às declarações de Romero e chamá-lo de mentiroso. No novo vídeo, o deputado estadual afirmou que não fez uma acusação direta contra o adversário, mas levantou questionamentos a partir de informações que vieram a público.
“Daniel, primeiro uma coisa precisa ficar clara. Eu não acusei você, eu fiz uma pergunta. E essa pergunta, infelizmente, não nasceu do nada”, afirmou.
Romero citou a reportagem da Record sobre um suposto esquema de ataques digitais relacionado a integrantes do Governo de Pernambuco e lembrou que a Frente Popular pediu investigação sobre o caso. A existência e as responsabilidades por eventual estrutura desse tipo continuam sob apuração.
O parlamentar também mencionou o perfil Bastidor.PE, que publicou imagens dos cartazes apócrifos que deram origem a uma nova frente da disputa política. A Frente Popular pediu que autoridades investiguem a origem de uma das fotografias e eventuais vínculos dos responsáveis pelo perfil com o Governo do Estado. Isso não significa, até o momento, que a página ou seus integrantes tenham sido responsabilizados pela produção dos materiais.
Ao responder a Daniel, Romero criticou o tom adotado pelo candidato.
“Se você diz que não teve nenhuma participação nisso, então eu registro o esclarecimento”, declarou. Em seguida, acrescentou: “Menos ódio, menos nervosismo e mais investigação”.
Romero também defendeu que as autoridades esclareçam quem produziu, imprimiu, distribuiu, fotografou e divulgou inicialmente os cartazes.
“Vamos fazer uma coisa mais útil: descobrir quem foi que fez os cartazes, quem foi que imprimiu, quem foi que colocou, quem foi que fotografou, quem divulgou primeiro e se houve ou não uma ação coordenada por trás desse ataque à governadora”, afirmou.
Segundo o deputado, o objetivo deve ser esclarecer os fatos e identificar eventuais responsáveis. “Só existe um jeito de acabar com qualquer dúvida: descobrindo quem fez”, concluiu.
As acusações relacionadas ao chamado “gabinete do ódio” e a autoria dos cartazes apócrifos continuam sendo objeto de apurações e disputas judiciais e políticas. Até o momento, não há conclusão que responsabilize Daniel Coelho pela produção ou distribuição dos materiais.
Confira abaixo, em nosso Instagram, o vídeo com a resposta de Romero Albuquerque.
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