Antônio do Milhão pulou de volta para a oposição para ser Presidente da Câmara em SJE
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Como liderança política o empresário egipciense Antônio Andrade (Antônio do Milhão) já passeou pelo palanque do ex-prefeito Evandro Valadares (PSB), na eleição seguinte xingando o ex-aliado, subiu no palanque do atual prefeito Romério Guimarães (PT) e nesta eleição se elegeu vereador como aliado de Evandro Valadares.
De olho em mais poder, “Do Milhão” já compôs com a oposição ao prefeito eleito Evandro Valadares e será candidato a Presidente da Câmara, tendo como companheiros de mesa diretora Aldo da Clipsi (Vice-presidente), Albérico Tiago (Primeiro Secretário) e Tadeu do Hospital (Segundo Secretário).
Detalhe: depois de eleito em 2 de outubro o prefeito Evandro Valadares falou à Rádio Cidade FM e foi perguntado se Antônio do Milhão comeria a pamonha do São João como integrante de sua base de sustentação na Câmara. Depois de uma risadinha, disse que sim. Pelo jeito, Evandro Valadares acredita em Papai Noel, pois “Do Milhão” não ficou com ele nem pra pular “Vassourinhas”.
G1 A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, opinou nesta sexta-feira (21) contra pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular ação penal do caso do triplex em Guarujá por conta da atuação do ex-juiz Sérgio Moro. Lula pediu a anulação do processo por conta da suspeição do juiz e quer que o […]
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, opinou nesta sexta-feira (21) contra pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para anular ação penal do caso do triplex em Guarujá por conta da atuação do ex-juiz Sérgio Moro.
Lula pediu a anulação do processo por conta da suspeição do juiz e quer que o STF lhe conceda liberdade.
Os ministros Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia já haviam votado contra o pedido, mas Gilmar Mendes tinha pedido vista.
A retomada do julgamento do caso está marcada para próxima terça (25), e por isso Dodge voltou a se manifestar. Segundo ela, é preciso confirmar a autenticidade dos diálogos, além do fato de que o material foi obtido por meio ilegal.
“É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida. Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada”, disse Dodge.
“Tampouco foi devidamente aferido se as referidas mensagens foram corrompidas, adulteradas ou se procedem em sua inteireza, dos citados interlocutores”, afirma.
“Estas circunstâncias jurídicas têm elevado grau de incerteza neste momento processual, que impede seu uso com evidência a corroborar a alegação de suspeição feita pela defesa do paciente neste autos”, completa a chefe da PGR.
“A Procuradora-Geral da República manifesta preocupação com a circunstância de que as supostas mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil tenham sido obtidas de maneira criminosa, e que ferem a garantia constitucional à privacidade das comunicações, a caracterizar grave atentado às autoridades constituídas brasileiras”, disse Dodge.
Dodge informou ainda que requisitou inquérito policial para investigar o caso, que já é alvo de apuração da Polícia Federal.
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), comentou nesta quinta-feira (23), a três dias do segundo turno das eleições, o resultado da últimas pesquisas eleitorais, em que ela aparece pela primeira vez à frente do candidato tucano, Aécio Neves. Dilma, que normalmente não fala sobre o resultado de pesquisas de intenções de voto, afirmou que acredita […]
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), comentou nesta quinta-feira (23), a três dias do segundo turno das eleições, o resultado da últimas pesquisas eleitorais, em que ela aparece pela primeira vez à frente do candidato tucano, Aécio Neves.
Dilma, que normalmente não fala sobre o resultado de pesquisas de intenções de voto, afirmou que acredita estar havendo uma “virada” nos rumos das eleições. “Eu acredito que está havendo uma espécie de virada. Eu acho que há uma virada visível nas ruas. Eu vi isso também em Duque de Caxias, vi isso no Tuca [Teatro da Universidade Católica, em São Paulo] e em vários outros lugares”, disse a candidata.
Dilma atribuiu a “virada” à “ampliação” de consciência do eleitorado no final do período eleitoral. “Eu acho que acontece isso nas eleições. Eu acho que amplia a consciência, amplia a adesão das pessoas e a convicção que elas assumem. Acho que é um movimento mais popular do que partidário”, afirmou Dilma.
Já o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quinta-feira (23), no Rio de Janeiro, que não acredita nos resultados das pesquisas de opinião de voto, que o colocam, pela primeira vez neste segundo turno, atrás da presidente e candidata à reeleição,Dilma Rousseff (PT).
“As pesquisas estão distantes da vontade do povo. Foi a mesma coisa no primeiro turno”, disse o tucano. Ele afirmou ainda que tanto Dilma como o PT “já saíram derrotados” desta eleição, independentemente do resultado que sair das urnas neste domingo, pois, para ele, esta foi a eleição em que foi mais utilizada a “mentira” e a “infâmia” como “armas de campanha”.
“Dilma sai derrotada da eleição, não importa o resultado, por ter feito a campanha de mais baixo nível desde a redemocratização”, disse o tucano. Apesar dos números da pesquisa, Aécio se disse confiante para domingo. (Uol)
O corpo do cantor Genival Lacerda, que morreu aos 89 anos em decorrência de complicações da Covid-19, hoje, vai ser enterrado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo. É conhecido como cemitério do Monte Santo, em Campina Grande, a pouco mais de três quilômetros da casa onde ele nasceu, onde hoje fica a Feira Central do […]
O corpo do cantor Genival Lacerda, que morreu aos 89 anos em decorrência de complicações da Covid-19, hoje, vai ser enterrado no Cemitério Nossa Senhora do Carmo.
É conhecido como cemitério do Monte Santo, em Campina Grande, a pouco mais de três quilômetros da casa onde ele nasceu, onde hoje fica a Feira Central do município. As informações são do G1/PE.
De acordo com o filho mais velho do artista, Genival Lacerda Filho, a relação do pai dele com a cidade era muito grande e Genival sempre que podia visitava a região da Feira Central.
“Sempre que tinha tempo ele vinha para cá. Nas sextas-feiras, principalmente, para tomar um café. Esteve aqui há pouco tempo e já era tradicional ele pedir uma carne de sol com pão assado, queijo de manteiga e tapioca”, relembra o filho de Genival Lacerda.
Genival Lacerda nasceu em 5 de abril de 1931, em uma casa na Rua Manoel Farias Leite, rua tradicionalmente conhecida como a “Feira de Flores”. A antiga casa de Genival não existe mais, apenas o quintal foi preservado. Hoje o local é uma loja de artigos religiosos e o imóvel ainda pertence à família do músico.
Em 2014, na ocasião do aniversário de 150 anos de Campina Grande, o próprio Genival chegou a falar sobre a relação com o lugar. “Adoro ali. Quando vou a Campina Grande, desço da Matriz e vou bater ali. Lá é o meu patamar da vida. Toda vez eu vou lá”, disse o artista, à época. A rua fica por trás da catedral de Campina Grande, no Centro.
Na mesma casa também nasceram alguns dos 10 filhos de Genival. Assim como o pai, eles também foram criados na Feira Central de Campina Grande. “Foi na feira que ele nasceu e se criou. Meu pai sempre foi um homem muito simples, não tinha besteira com nada não”, diz Genival Lacerda Filho.
José Roberto Soares Vieira foi morto com nove tiros, na região metropolitana de Salvador Da Folha de PE Em despacho divulgado na última sexta (26), o juiz Sergio Moro afirmou que o assassinato de uma testemunha da Lava Jato pode estar relacionado às investigações da operação. José Roberto Soares Vieira, 47, foi morto no dia […]
José Roberto Soares Vieira foi morto com nove tiros, na região metropolitana de Salvador
Da Folha de PE
Em despacho divulgado na última sexta (26), o juiz Sergio Moro afirmou que o assassinato de uma testemunha da Lava Jato pode estar relacionado às investigações da operação. José Roberto Soares Vieira, 47, foi morto no dia 17 com nove tiros na rodovia BA-522, em Candeias, região metropolitana de Salvador.
Soares Vieira foi a principal testemunha de uma investigação da Polícia Federal que resultou na prisão do ex-gerente da Transpetro na Bahia José Antonio de Jesus.
“Infelizmente, há notícia muito grave do assassinato do acusado José Roberto Soares Vieira em 17/01/2017 no curso da ação penal, o que ainda está em apuração”, afirmou Moro.
“Não se pode excluir a possibilidade de que o homicídio esteja relacionado a esta ação penal, já que, na fase de investigação, o referido acusado aparentemente confessou seus crimes e revelou crimes de outros.”
José Antônio de Jesus foi preso provisoriamente no dia 21 de novembro do ano passado na 47ª fase da Lava Jato, a Operação Sothis. Ele foi acusado de receber propinas de subsidiárias da Petrobras por meio de empresas e contas bancárias de familiares. Segundo o Ministério Público, os recursos seriam destinados ao PT da Bahia.
Em seu depoimento à PF, Soares Vieira disse que a JRA Transportes foi usada por José Antônio de Jesus para receber pagamentos de empresas fornecedoras da Transpetro sem ter prestado qualquer tipo de serviço. O Ministério Público Federal depois rastreou pagamentos de R$ 2,3 milhões para o ex-gerente da Transpetro.
As informações dadas por Soares Vieira também embasaram o pedido da Procuradoria-Geral da República, acatado por Moro, para que a prisão temporária de José Antônio de Jesus fosse transformada em preventiva, por tempo indeterminado.
Crime
No dia seguinte ao assassinato, a delegada Maria das Graças Barreto, titular da delegacia de Candeias que comanda as investigações, disse à Folha que “não há dúvida” de que Soares Vieira fora vítima de crime planejado.
O homem que o matou, segundo a polícia, foi à sede da transportadora à procura dele nos dois dias anteriores ao crime e informou a funcionários que estava oferecendo serviços para capinar e limpar o terreno. Por volta das 11h40 do dia 17, o homem abordou Vieira quando ele entrava na empresa, o atingiu com nove tiros e fugiu.
Testemunhas também afirmam que Vieira andava preocupado com sua segurança. Horas antes de ser morto, ele deixou seu carro em uma revendedora em Salvador. O objetivo seria comprar um novo automóvel, com vidros blindados. No momento em que foi morto, estava em um carro locado.
Segundo a delegada, a polícia trabalha com três linhas de investigação: queima de arquivo, vingança e crime político, já que a vítima era filiada ao PT e foi vice-prefeito da cidade de Ourolândia, norte da Bahia entre 2013 e 2016.
O esquema
As investigações do Ministério Público Federal apontam que o ex-gerente da Transpetro usou familiares e intermediários para receber R$ 7 milhões em propina da empresa de engenharia NM, fornecedora da Transpetro, entre setembro de 2009 e março de 2014.
Segundo os procuradores, o ex-gerente teria pedido, inicialmente, o pagamento de 1% do valor dos contratos da NM com a Transpetro como propina, mas o acerto final ficou em 0,5%. Esse valor teria sido pago mensalmente em benefício do PT.
Para dissimular e ocultar a origem ilícita dos recursos, o valor teria sido pago por depósitos realizados em contas bancárias de terceiros e familiares, vindo de contas de titularidade da empresa de engenharia NM e de seus sócios.
José Antônio de Jesus é investigado pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Em nota, sua defesa disse esperar “que a polícia identifique rapidamente os autores desse grave crime”.
O Museu Cais do Sertão, no Recife Antigo, promove um evento original neste sábado (14), a partir das 15h: a Tarde do Cangaço. Haverá apresentação de um curta sobre Lampião e Fogo na Serra, produzida por atores sertanejos; lançamento do livro de Anildomá Souza, Lampião e o Sertão Pajeú; Roda de Conversa e finalizando, apresentação […]
O Museu Cais do Sertão, no Recife Antigo, promove um evento original neste sábado (14), a partir das 15h: a Tarde do Cangaço.
Haverá apresentação de um curta sobre Lampião e Fogo na Serra, produzida por atores sertanejos; lançamento do livro de Anildomá Souza, Lampião e o Sertão Pajeú; Roda de Conversa e finalizando, apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião.
O evento, com entrada gratuita, faz parte das comemorações alusivas aos 80 anos da morte do Rei do Cangaço e Maria Bonita, ocorrida no dia 28 de julho, em Sergipe.
O filme “Lampião e o Fogo da Serra Grande”, produzido pela Fundação Cultural Cabras de Lampião, em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco, foi um dos grandes vencedores da 19ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine 2017, exibido ano passado no Cinema São Luiz, no Recife.
Com 24 minutos de duração, o filme retrata o combate entre Lampião e a Polícia Militar, no dia 26 de novembro de 1926, que ficou conhecido como “Fogo da Serra Grande”. Noventa anos depois ainda ecoam os estampidos das armas na Literatura de Cordel, nos versos dos violeiros. O roteiro e a direção são de Anildomá Willans, que é pesquisador do cangaço e Lampião há muitos anos.
Já o livro “Lampião e o Sertão do Pajeú”, conta a saga do Rei do Cangaço dentro de um território ou espaço geográfico – o Sertão do Pajeú – e de um período do tempo, que inicia quando ele foi empurrado para o cangaço, a partir da morte do seu pai, em 1920, até sua travessia do Rio São Francisco, quando deixou pra trás o sertão pernambucano, em 1928, instalando seu reinado na Bahia e em Sergipe.
O autor foi buscar depoimentos de ex-cangaceiros e ex-volantes, além de declarações de pessoas que testemunharam algum fato ou passagens de Lampião e seus cangaceiros, narra as cidades, vilas e fazendas que foram invadidas ou visitadas pelo bando, os memoráveis tiroteios, seus protetores, que forneciam armas e munições, matérias de jornais da época noticiando as peripécias do distante sertão, Boletins de Ocorrências e telegramas trocados entre os comandantes de polícia do interior e as autoridades da capital dando notícias dos movimentos dos cangaceiros. O livro tem 210 páginas, com muitas histórias e emoções.
O livro “Lampião e o Sertão do Pajeú” pode ser adquirido no Museu do Cangaço (Vila Ferroviária – antiga estação de trem – , S/N – São Cristovão, Serra Talhada); na Casa da Cultura de Serra (Praça Sérgio, São Cristovão, s/n, Centro), como também por meio dos telefones: (87) 3831 3860 e (87) 99918 5533.
Você precisa fazer login para comentar.