Antônio do Milhão pulou de volta para a oposição para ser Presidente da Câmara em SJE
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Como liderança política o empresário egipciense Antônio Andrade (Antônio do Milhão) já passeou pelo palanque do ex-prefeito Evandro Valadares (PSB), na eleição seguinte xingando o ex-aliado, subiu no palanque do atual prefeito Romério Guimarães (PT) e nesta eleição se elegeu vereador como aliado de Evandro Valadares.
De olho em mais poder, “Do Milhão” já compôs com a oposição ao prefeito eleito Evandro Valadares e será candidato a Presidente da Câmara, tendo como companheiros de mesa diretora Aldo da Clipsi (Vice-presidente), Albérico Tiago (Primeiro Secretário) e Tadeu do Hospital (Segundo Secretário).
Detalhe: depois de eleito em 2 de outubro o prefeito Evandro Valadares falou à Rádio Cidade FM e foi perguntado se Antônio do Milhão comeria a pamonha do São João como integrante de sua base de sustentação na Câmara. Depois de uma risadinha, disse que sim. Pelo jeito, Evandro Valadares acredita em Papai Noel, pois “Do Milhão” não ficou com ele nem pra pular “Vassourinhas”.
O PMDB de Pernambuco confirmou, neste sábado (18), o nome do vice-governador Raul Henry como presidente da legenda no Estado. Eleito por aclamação, já que só havia uma chapa concorrendo, Henry assume o cargo deixado por Dorany Sampaio, que comandou o partido durante 27 anos. A Convenção Estadual, realizada na sede da legenda na Zona […]
O PMDB de Pernambuco confirmou, neste sábado (18), o nome do vice-governador Raul Henry como presidente da legenda no Estado. Eleito por aclamação, já que só havia uma chapa concorrendo, Henry assume o cargo deixado por Dorany Sampaio, que comandou o partido durante 27 anos.
A Convenção Estadual, realizada na sede da legenda na Zona Norte do Recife, foi sem as pompas e festas habituais realizadas pelos partidos. Como já sabia que seria elevado a presidente, o vice-governador optou por realizar apenas a votação e cumprimentar os peemedebistas, já que Sampaio está se recuperando de problemas de saúde e não participou do evento.
“Nesse momento de renovação, o que todos nós devemos fazer é render a ele (Dorany Sampaio) uma homenagem de gratidão”, registrou o novo presidente. Para ele, o partido vive atualmente um “novo momento político” graças à liderança de Dorany, que soube operar novas alianças, como a do PMDB com o PSB e, por isso, o PMDB-PE “só deverá crescer”.
“Estamos vivendo um novo momento político no Estado. Nele notamos uma demanda muito grande de lideranças do interior e da Região Metropolitana pelo PMDB. Como estávamos na oposição (durante a gestão de Eduardo Campos), em grande parte dos municípios do Estado não tínhamos comissão provisória porque as pessoas não queriam ficar na posição de oposição. Hoje é diferente, como a legenda assumiu a gestão há uma demanda muito grande de políticos querendo ocupar a legenda do PMDB”, analisou Raul Henry.
Também integrante da Executiva, o deputado Jarbas Vasconcelos afirmou que Henry “vai impulsionar e dar mais mobilidade ao partido”. “Houve uma transição pacifica, democrática e civilizada. Eu vou procurar ajudar Raul para que o partido possa crescer. Tivemos um desempenho bisonho na eleição passada. A gente tem que sair daqui (da RMR). O partido não cresce só aqui dentro não”, observou, ressaltando as visitas que ele e o novo presidente começaram a fazer no Agreste, Sertão e Zona da Mata.
O PMDB em Pernambuco tem atualmente pouco mais de 51,5 mil filiados. Além de Henry e Jarbas, também compõem a direção da legenda os deputados estadual Ricardo Costa, Tony Gel e André Ferreira; o prefeito de Petrolina, Julio Lossio; e o ex-secretário de Finanças da Prefeitura do Recife, Roberto Pandolffi.
ENTREVISTA// Presidente do PMDB- PE e vice-governador de Pernambuco, Raul Henry
Desde 2009 o senhor já faz parte da direção estadual do PMDB. Como avalia esse período que o partido esteve sob o comando de Dorany Sampaio?
Dorany dedicou os últimos 25 anos dele ao partido. É uma pessoa que tem uma belíssima história de vida, faz todo um enfrentamento à ditadura militar e depois conduziu o partido em horas boas, quando a gente tinha força política no Estado, e em horas de adversidade, quando ficamos na oposição por oito anos, durante um governo muito forte que foi o de Eduardo Campos (PSB). Nesse momento de renovação, o que todos nós devemos fazer é render a ele uma homenagem de gratidão.
Ouvimos alguns peemedebistas e eles afirmaram que seria um desafio ter o senhor como presidente, na sua visão quais os principais desafios no comando do PMDB para os próximos anos?
O PMDB em Pernambuco tem uma identidade política muito clara. Nosso desafio é crescer com qualidade e consistência política. Não ser um partido inchado, nem uma legenda de aluguel. Sempre reafirmando as nossas posições, aqui participamos da aliança com o PSB governando o Estado e no âmbito federal somos oposição a um governo que em nome da irresponsabilidade populista e de um eleitoralismo mentiu para a sociedade brasileira.
Como está a campanha de filiação do partido?
Esse é o momento que todos os partidos vão se dedicar a novas filiações. Um balanço só sairá em setembro. Há uma grande demanda e a tendência é que o partido cresça, mas seremos criteriosos. Queremos lideranças que se identifiquem com a legenda e tenha reciprocidade, para que quando formos disputar as eleições gerais tenhamos a solidariedade dessas pessoas. Não é apenas ter um partido inchado e sem compromisso político.
Já começaram as articulações para as disputas municipais? Existe alguma meta já estipulada pela legenda de número de candidaturas?
Não temos metas ainda, vamos trabalhar intensamente até setembro para termos uma noção do tamanho que o partido terá nas próximas eleições municipais. É claro que será uma expectativa, mas muitas alianças vão se dar no próximo ano, lugares onde o partido potencialmente tenha candidato a gente pode chegar a conclusão que é melhor fazer uma aliança e não ter candidato. Em outros lugares pode resultar tendo candidato que seja um ponto de convergência. Teremos um primeiro balanço no final de setembro e o outro em maio.
Como será a relação entre o PMDB e o PSB, por exemplo, em cidades como Petrolina e Recife?
Nós faremos aliança em grande parte dos municípios de Pernambuco, nos outros, onde a realidade política não permitir, cada um vai seguir seu caminho. Petrolina é um exemplo claro, temos um prefeito do PMDB que disputou a eleição contra um candidato do PSB. Lá a política é muito radicalizada, dificilmente faremos uma aliança em Petrolina. Há municípios como Caruaru também, o que se fala hoje é na possibilidade de que a cidade tenha três candidaturas: uma do PSB, outra do PDT e uma do PMDB, com o deputado Tony Gel. Isso tudo é muito natural, tenho conversado quase que diariamente com Paulo Câmara sobre isso.
Problema, entretanto, pode estar na metodologia equivocada de Institutos. Entenda o rolo: O Diretor e representante do grupo acionário que gerencia a Líder FM, Victor Oliveira, disse ao programa O X da Questão que números de pesquisa do Instituto IMAPE mostram liderança da sua emissora em Serra Talhada. Chama a atenção o fato de que […]
Problema, entretanto, pode estar na metodologia equivocada de Institutos. Entenda o rolo:
O Diretor e representante do grupo acionário que gerencia a Líder FM, Victor Oliveira, disse ao programa O X da Questão que números de pesquisa do Instituto IMAPE mostram liderança da sua emissora em Serra Talhada. Chama a atenção o fato de que os números apresentam disparidade entre os números apresentados em recente pesquisa de opinião do Instituto Múltipla sobre a audiência das emissoras de rádio em Serra Talhada.
A pesquisa, segundo Victor, aconteceu entre 12 e 15 de maio com 602 entrevistados. A Líder apareceu com 39,45% contra 21,12 da Cultura FM, 12,6% da Vilabella FM, 11,2% da Rede Brasil FM e 5,38% da Serra FM.
No quesito emissora de rádio, a pesquisa Múltipla, feita em abril, apontava a Cultura FM com 36,8% dos ouvintes pesquisados. A Líder FM, ficou em segundo com 33,7%, seguida de Villabela FM (12,8%), Nova Gospel (8,0%), Serra FM (0,8%) e Rede Brasil (0,8%). Não sabe ou não opinaram 7,2%.
“As pesquisas que faziam de rádio eram de política e aproveitavam para fazer pesquisa de rádio. Já houveram vários resultados de pesquisa inclusive eleitoral e a gente acaba sendo traído. Quando a gente sai na rua e pergunta que rádio você ouve você escuta um resultado diferente”, questionou.
Uma das primeiras reações, antes mesmo dos números serem divulgados, foi do Diretor da Cultura FM, Anderson Tennens. “Eu Anderson Tennens, tô dizendo que está aceito o desafio de Victor, de contratar um instituto de pesquisa como Ibope. Ele não quer fazer pesquisa seria junto com as rádios? Diga que o desafio está aceito. Eu já estou dizendo que topo”, afirmou.
Metodologia de todos institutos pode estar errada : um fato que tem sido alertado é de que os institutos, em via de regra no Sertão, não estariam atendendo o padrão correto de pesquisa de Rádio. O IBOPE por exemplo, hoje Kantar IBOPE Media mensura a audiência do rádio considerando audiência real nas últimas 48 horas. Não pergnta por exemplo “que rádio você escuta”, mas afere com precisão estatística a audiência real, com base no cruzamento de dados.
“Além da medição regular de audiência, a empresa também realiza estudos especiais sobre o rádio em mais de 40 cidades brasileiras, auxiliando agências, veículos e anunciantes no entendimento profundo do comportamento do ouvinte, na identificação de oportunidades de negócio e planejamento de suas ações no meio”, diz em seu site.
Com a entrega de bancos de dados consolidados, a Kantar IBOPE Media traz informações, como audiência, share de frequência, tempo médio e alcance das emissoras de rádio, permitindo a avaliação em targets de ouvintes, faixas horárias e dias da semana, muito além do que fazem os institutos com atuação no Sertão. Pesquisas Ibope são “rachadas” em praças como Caruaru e Recife.
Relação tem obras do Estado, prefeituras, autarquias e outros órgãos. Veja lista e saiba se há paralisação de obras em sua cidade O TCE divulgou nesta quinta-feira (07) um relatório sobre obras paralisadas/inacabadas em Pernambuco no ano de 2016 com base em dados fornecidos pelos seus próprios jurisdicionados (Governo do Estado e Prefeituras). O diagnóstico […]
Relação tem obras do Estado, prefeituras, autarquias e outros órgãos. Veja lista e saiba se há paralisação de obras em sua cidade
O TCE divulgou nesta quinta-feira (07) um relatório sobre obras paralisadas/inacabadas em Pernambuco no ano de 2016 com base em dados fornecidos pelos seus próprios jurisdicionados (Governo do Estado e Prefeituras). O diagnóstico foi apresentado pelo auditor de controle externo, Pedro Teixeira e o chefe do Núcleo de Engenharia, Ayrton Guedes Alcoforado.
De acordo com o Tribunal, existiam em Pernambuco no final do ano passado 1.547 obras paralisadas/inacabadas, cujos contratos totalizam R$ 6,2 bilhões, dos quais cerca de R$ 2 bilhões já foram pagos às empresas que venceram as licitações. “O Tribunal está empenhado na retomada dessas obras, pois elas já consumiram muito dinheiro e não estão servindo à população”, declarou Ayrton Guedes.
Para o presidente do TCE, conselheiro Carlos Porto, ao realizar esse diagnóstico o Tribunal de Contas de Pernambuco prestou “notável serviço” à população, pois com base nele irá pressionar os gestores públicos a concluírem as obras sob sua responsabilidade, como já ocorreu com o Canal do Fragoso, em Olinda. Esta obra tem como relatora a conselheira Teresa Duere, que já fez várias reuniões com os seus responsáveis para cobrar deles mais empenho visando à sua conclusão, dada a sua importância estratégica para os moradores daquela cidade.
Porto citou como exemplo típico de “desperdício de dinheiro público” a ponte ligando os bairros do Monteiro a Iputinga, de responsabilidade da prefeitura do Recife. Ela foi iniciada em maio de 2012, na gestão do então prefeito João da Costa, com valor estimado em R$ 53,4 milhões. Foram gastos na obra R$ 16 milhões e ela está totalmente abandonada e sem previsão de ser concluída. “Isso é fruto da falta de planejamento, com graves consequências para o povo do Recife”, disse o presidente do TCE.
MAIORES OBRAS – De acordo com o Núcleo de Engenharia, uma obra é considerada paralisada/inacabada, dentre outros fatores, quando tem menos de 15% do seu valor pago em um único exercício. As oito maiores são de responsabilidade do Governo do Estado ou da Prefeitura do Recife, a saber: Dragagem do canal de acesso ao Porto de Suape (R$ 279 milhões), Canal do Fragoso e Via Metropolitana Norte (R$ 206 milhões), Implantação do BRT na BR-101 (R$ 216 milhões), Corredor Norte-Sul (R$ 187 milhões), Corredor Leste-Oeste (R$ 168 milhões), Ramal Cidade da Copa (R$ 163 milhões), Saneamento integrado do bairro do Cordeiro (R$ 122 milhões), Reforço da Adutora do Oeste (R$ 114 milhões) e implantação da Hidrovia do rio Capibaribe (R$ 101 milhões).
Outras obras de vulto que também se encontram inacabadas são a Ponte do Monteiro (R$ 53,4 milhões), o Ginásio de Esportes Geraldo Magalhães (R$ 43 milhões), Urbanização do Cais do Porto do Recife (R$ 50 milhões), Dragagem do rio Capibaribe (R$ 44 milhões) e Reforma do Hospital Barão de Lucena (R$ 36 milhões).
Por Joel Gomes* Em viagem a Recife, em recente audiência, o Vice Governador Raul Henry demonstrou apreço político a Tuparetama, prestigiando as filiações partidárias dos dissidentes do grupo que elegeu Deva Pessoa e lideranças que inicialmente compuseram o governo atual. O grupo nasceu em razão do distanciamento do prefeito com o Vereador Joel Gomes, Orlando […]
Em viagem a Recife, em recente audiência, o Vice Governador Raul Henry demonstrou apreço político a Tuparetama, prestigiando as filiações partidárias dos dissidentes do grupo que elegeu Deva Pessoa e lideranças que inicialmente compuseram o governo atual.
O grupo nasceu em razão do distanciamento do prefeito com o Vereador Joel Gomes, Orlando da Cacimbinha (Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tuparetama), De Assis Gomes, Doutor Renato Granjeiro e tantos outros que estiveram na linha de frente da vitória que derrubou Sávio Torres e seu grupo do “trono”, segundo seus oposicionista assim colocam.
A denominada “Terceira Via”, composta pelo ex-vice prefeito Romero Perazzo, Joel Gomes, Orlando da Cacimbinha, Sávio Pessoa (irmão de Deva) e outras lideranças, já confirmaram o intento e comunicaram a Henry e ao próprio Palácio do Governo que vão à luta nas Eleições de outubro, também como base do governo estadual e já arregaçaram as ‘mangas’ das camisas solicitando benefícios para a população de Tuparetama.
Na lista ofícios para o Sistema de Abastecimento de Água da Vila Bom Jesus e demais bairros vizinhos e o asfaltamento da Estrada PE 391 que liga Tuparetama ao Distrito de Riacho do Meio, município de São José do Egito.
Segundo afirmam tais componentes, houve reuniões, sim, diversas, porém, sem efeito construtivo nenhum para que houvesse a manutenção de todos contra a provável candidatura de Sávio Torres que depende do TCE-PE; TJPE e TRF para ser candidato.
Fica a pergunta: será que o Prefeito Dêva vai descer do salto alto em Tuparetama?
*Joel Gomes é vereador e integrante da chamada terceira via em Tuparetama
Cresceu muito nos últimos dias o número de roubos de motos no sertão do pajeú. Nos últimos dias, motos foram tomadas de assalto na estrada de Roça de Dentro em Carnaíba e no sítio Oiti de Afogados da Ingazeira. Mototaxistas em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta informaram que estão […]
Cresceu muito nos últimos dias o número de roubos de motos no sertão do pajeú. Nos últimos dias, motos foram tomadas de assalto na estrada de Roça de Dentro em Carnaíba e no sítio Oiti de Afogados da Ingazeira.
Mototaxistas em contato com a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta informaram que estão recusando viagens para a zona rural dos municípios, mesmo conhecendo o passageiro, pois temem perder suas motos e ate mesmo as suas vidas.
Que a patrulha rural volte a atuar urgentemente na nossa região para coibir o roubo de motos. A informação é de Anchieta Santos.
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