O delegado Alexandre Ramagem será o novo diretor-geral da Polícia Federal, em substituição a Mauricio Valeixo, demitido nesta sexta-feira, segundo informaram fontes do Palácio do Planalto.
O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública ainda não está escolhido. Cotado para o lugar de Sergio Moro, que deixou o governo, o ministro da Secretaria Geral, Jorge de Oliveira, perdeu força.
Alexandre Ramagem é o atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ele assumiu o cargo em julho do ano passado.
Delegado da Polícia Federal, Ramagem comandou na PF as divisões de Administração de Recursos Humanos e de Estudos, Legislações e Pareceres.
O diretor da Abin também atuou na área de coordenação de eventos como a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e a Rio+20, conferência das Nações Unidas sobre o meio ambiente.
Em 2018, Ramagem foi segurança do presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral – os candidatos a presidente têm direito a segurança da Polícia Federal. Ele assumiu o comando da segurança de Bolsonaro depois de o presidente, então candidato, ter sido vítima, em setembro, de um atentado a faca em Juiz de Fora (MG).
Conduta dos acusados gerou prejuízo aos cofres públicos de R$ 7,2 milhões O Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF/PE) conseguiu decisão judicial que bloqueou os bens do ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no estado Ricardo de Oliveira Paes Barreto. Também da ex-diretora-geral do TRE Marília Gonçalves Berquó; do ex-coordenador de Engenharia e Arquitetura do […]
Conduta dos acusados gerou prejuízo aos cofres públicos de R$ 7,2 milhões
O Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF/PE) conseguiu decisão judicial que bloqueou os bens do ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no estado Ricardo de Oliveira Paes Barreto.
Também da ex-diretora-geral do TRE Marília Gonçalves Berquó; do ex-coordenador de Engenharia e Arquitetura do Tribunal, João Maria de Sousa; do administrador da Imobiliária Carranca, Carlos Frederico de Almeida; e do engenheiro civil Mauro Carneiro Pessoa, que atuava na Oruam Consultoria. Também foram bloqueados os bens das duas pessoas jurídicas. A autora da ação é a procuradora da República Sílvia Regina Pontes Lopes.
Os réus são acusados da prática de improbidade administrativa, referente à aquisição irregular de terreno, em 2011, localizado em Camaragibe (PE). O objetivo era a suposta construção de unidade para armazenamento de urnas. A compra – mediante dispensa de licitação – foi feita em caráter de urgência e concluída em apenas seis dias. As apurações do MPF revelaram várias irregularidades no procedimento de aquisição, como ausência da cotação de preços e de projeto executivo e arquitetônico para construção do imóvel.
A avaliação do imóvel foi feita por Mauro Pessoa, da Oruam Consultoria, que estabeleceu valores variando de R$ 5 milhões a R$ 5,7 milhões. O TRE comprou o terreno da Imobiliária Carranca por R$ 5,5 milhões, em dezembro de 2011. Mas em maio do mesmo ano, a imobiliária havia adquirido a área por R$ 1,3 milhão. Nesse período de seis meses, não houve qualquer benfeitoria ou outra forma de valorização que justificasse esse aumento no valor.
Terreno abandonado – Cerca de seis anos após a compra feita em regime de urgência, por valor bastante superior aos preços de mercado, o terreno se encontra abandonado. Diligência do MPF identificou que a área dispõe apenas de construções em ruínas e vem sendo usada para pastagem esporádica de animais.
Parecer técnico elaborado posteriormente à compra, a pedido do próprio TRE, revelou ainda que o terreno é alvo de alagamentos, devido à proximidade com o Rio Capibaribe. O subsolo tem capacidade de carga extremamente baixa e nível d’água bastante elevado. O documento conclui que, devido a essas características, a construção na área será “bastante onerosa do ponto de vista financeiro por requerer soluções técnicas estruturais não convencionais, bem como sofisticado sistema de drenagem”.
A conduta dos acusados gerou prejuízo aos cofres públicos de R$ 7,2 milhões, em valores atualizados. A Justiça Federal determinou o bloqueio dos bens no valor de até R$ 21,6 milhões, equivalente ao montante do prejuízo a ser ressarcido, acrescido de multa civil de duas vezes o valor do dano, a ser paga em caso de condenação.
Processo nº 0812384-19.2017.4.05.8300 – 12ª Vara Federal em Pernambuco.
Por Anchieta Santos Fazendo uso de sua página na rede social Facebook o locutor da Rádio Comunitária Ingazeira FM, Léo Brasil, anunciou ontem ter sido convidado pelo Prefeito Lino Moraes (PSB) para atuar na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Ingazeira. O radialista nos últimos dias tem se apresentado como um crítico voraz nas redes sociais […]
Fazendo uso de sua página na rede social Facebook o locutor da Rádio Comunitária Ingazeira FM, Léo Brasil, anunciou ontem ter sido convidado pelo Prefeito Lino Moraes (PSB) para atuar na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Ingazeira.
O radialista nos últimos dias tem se apresentado como um crítico voraz nas redes sociais e em seus programas de Rádio da atuação do Detran com a chamada Operação Trânsito Seguro em Tabira.
Daí fica a pergunta: O Prefeito Lino Moraes vai poder cuidar do trânsito de sua cidade com a participação do Detran, sem ser criticado por Léo Brasil? Perguntar não ofende.
Evento reuniu mais de 300 empreendedores do município para falar sobre o Varejo 4.0 Inovação é a palavra-chave para o sucesso dos negócios, principalmente quando se trata de vendas. Para confirmar isso, a Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica promoveu, na noite desta quarta-feira (09/10), no auditório da Escola Imaculada Conceição, […]
Evento reuniu mais de 300 empreendedores do município para falar sobre o Varejo 4.0
Inovação é a palavra-chave para o sucesso dos negócios, principalmente quando se trata de vendas. Para confirmar isso, a Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica promoveu, na noite desta quarta-feira (09/10), no auditório da Escola Imaculada Conceição, em Serra Talhada, a palestra Verejo 4.0, com Fred Rocha.
Fred Rocha é um especialista em varejo, que em 2016 foi eleito duas vezes como o melhor profissional de marketing do País e hoje é o palestrante mais contratado no segmento de Varejo do Brasil. Autor do livro “ManUau do Novo Varejista”, é daqueles que te chamam para um café, e não para uma reunião, cativando e divertindo seu público, marcando os corações e os negócios daqueles que desejam comungar de suas experiências.
De acordo com o gerente do Sebrae de Serra Talhada, Henrique Malaquias, a ideia é mostrar novas técnicas para impulsionar as vendas. “Esta semana vivenciamos a Semana do MEI, onde visitamos pequenas empresas do centro da cidade, apresentando nossos projetos e como podemos ajuda-los a crescer ainda mais seus negócios. Na palestra de hoje, “Pare de Vender do Jeito Velho”, os empreendedores do município poderão abrir, ainda mais, suas cabeças para inovar e conquistar novos clientes, mantendo os clientes fiéis”, disse.
Descontraído, Fred Rocha chamou a atenção do público sobre o jeito velho de vender, uma forma antiquada que se apega apenas à política de preços. Para ele, não adianta se ater apenas aos valores, mas é preciso que os empreendedores tenham uma estratégia de reprogramação comercial para adequar seus negócios aos novos tempos para, assim, conquistar o novo consumidor.
“O foco do varejo não deve ser apenas o produto, mas o cliente. Para isso, é preciso entender, efetivamente, as necessidades deste cliente. Deve-se colocar em segundo plano o preço, as características e as funcionalidades do que está à venda e ter em mente qual o verdadeiro valor e a importância destes produtos para o cliente, ou seja, se atendem aos seus anseios. Também é necessário saber se a empresa está conseguindo entregar o que o cliente espera e, até mesmo, se o está surpreendendo”, reforçou Fred.
Mais de 300 pessoas participaram do evento, que foi aprovado pela empreendedora Luiza Martins. “Nós nos preocupamos com produtos novos, preço justo e facilidade de pagamento, mas esquecemos de firmar o laço de amizade com o cliente. Para mim, esta palestra foi muito esclarecedora. Amei!!”.
G1 O presidente da República, Michel Temer, recebeu os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Moreira Franco (Secretaria de Governo) neste domingo (1º) no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência da República. O encontro não conta na agenda oficial do presidente. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a conversa entre Temer e os dois […]
O presidente da República, Michel Temer, recebeu os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Moreira Franco (Secretaria de Governo) neste domingo (1º) no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência da República. O encontro não conta na agenda oficial do presidente.
Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, a conversa entre Temer e os dois ministros é uma agenda privada.
Moreira é um dos principais conselheiros do presidente, assim como o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil), que deverá seguir para o Jaburu assim que retornar de Porto Alegre no fim da tarde deste domingo.
Os três são alvos da denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) por organização criminosa e obstrução de Justiça. A acusação que pode levar ao afastamento temporário de Temer da Presidência da República está sob análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.
Temer, Moreira e Padilha foram notificados da chegada da denúncia à Câmara na última quarta-feira (27). A defesa deles terá prazo de até dez sessões do plenário para apresentar os seus argumentos à CCJ, que apreciará o caso antes de enviá-lo ao plenário da Casa.
Segundo a colunista do G1 Andréia Sadi, o presidente da República decidiu intervir para assegurar a permanência do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) na relatoria da denúncia na CCJ.
Ainda de acordo com a colunista, o peemedebsita está preocupado com o ambiente na Câmara e quer garantir um relatório favorável já na primeira discussão na CCJ, evitando a necessidade de articular um relatório paralelo, como ocorreu na primeira denúncia contra ele, em julho.
A indicação de Bonifácio de Andrada para a relatoria da nova denúncia gerou um desconforto dentro da ala da bancada tucana da Câmara que defende o desembarque do PSDB do governo. Atualmente, o partido comanda quatro pastas na Esplanada dos Ministérios: Secretaria de Governo, Cidades, Relações Exteriores e Direitos Humanos.
Na sexta-feira (29), Temer viajou a São Paulo para discutir a estratégia de defesa com defensores e conselheiros. Ele esteve na capital paulista com os advogados Antonio Claudio Mariz, que deixou sua defesa na semana passada, e Eduardo Carnelós, seu novo defensor. Embora tenha deixado a causa, Mariz segue como um de seus principais conselheiros.
A apuração foi de Raphael Guerra, do Ronda JC, do Jornal do Commercio: Um documento de comunicação interna da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) detalha quem ordenou a dispersão e a sequência de ações do Batalhão de Choque contra os manifestantes, no último sábado (29). A ordem teria sido emitida pelo comandante geral da PMPE, […]
A apuração foi de Raphael Guerra, do Ronda JC, do Jornal do Commercio:
Um documento de comunicação interna da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) detalha quem ordenou a dispersão e a sequência de ações do Batalhão de Choque contra os manifestantes, no último sábado (29).
A ordem teria sido emitida pelo comandante geral da PMPE, Vanildo Maranhão, ao diretor adjunto da Diresp (Diretoria Integrada Especializada), coronel Lopes. Lopes, por sua vez, teria contatado o tenente-coronel Bruno Alves Benvindo, comandante do Batalhão de Choque.
O documento interno da PM foi destinado ao subcomandante do Batalhão de Choque, major Valdênio Corrêa Gondim Silva, com todos os detalhes da operação que terminou com dois civis cegos de um dos olhos.
Nele há a descrição de uma ligação telefônica, às 10h20, realizada pelo comandante do Batalhão de Choque, tenente coronel Bruno Alves Benvindo.
No contato foi informado que por determinação do coronel Lopes, diretor adjunto da Diresp, “os pelotões Alfa e Bravo deveriam ficar a postos para acionamento, pois havia a determinação do comandante geral da PMPE (Vanildo Maranhão) para fazer deslocamento para a Praça do Derby, entrar em contato com o comandante do policiamento local e realizar a dispersão de uma manifestação de militantes com aproximadamente 300 pessoas, que estavam em flagrante descumprimento ao decreto estadual sobre a covid-19”.
Ainda segundo o documento, quando a tropa de Choque chegou na praça do Derby foi realizado outro contato telefônico, desta vez para o major PM Monteiro. Ele teria informado que a determinação do comando geral da PMPE, Vanildo Maranhão, era dispersar a manifestação.
Como parte do ato já seguia a caminho da Avenida Conde da Boa Vista, às 10h50, o comandante do Choque, Bruno Benvindo, informou que a pedido do diretor adjunto da Diresp, coronel Lopes, os pelotões deveriam se deslocar para a Praça do Diário. Já na Praça, a tropa seguiu para a Avenida Guararapes, às 11h10.
“Por volta das 11h30, o capitão PM Máximo (oficial de supervisão) chegou ao local e incorporou na Tropa de Choque. Neste momento, recebi uma ligação do major Feitosa, coordenador do Copom, me informando que a determinação do comandante geral da PMPE era para que: se os manifestantes avançassem em direção à Praça do Diário, era para a Tropa de Choque realizar a dispersão via CDC, usando os meios dispostos”, consta no documento.
Segundo a comunicação interna, manifestantes teriam ofendido os policiais, chamando-os de ‘merda e ‘fascistas’. “Diante disto, como já havia a ordem de dispersão por parte do comando geral da PMPE e a Tropa de Choque já estava hostilizada e sofrendo agressões injustificadas, iniciou-se o processo de dispersão (…) com utilização dos materiais de menor potencial ofensivo e com técnicas e táticas de Controle de Distúrbios Civis (CDC)”, relata o documento.
O coordenador do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) ainda teria realizado uma última ligação informando que a ordem do comandante geral da PMPE, Vanildo Maranhão, era dispersar todos os manifestantes. Três dias após a operação, o comandante pediu exoneração do cargo.
Segundo a apuração do Jornal do Commércio, o comandante Vanildo Maranhão não esteve no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), no sábado passado, acompanhando as câmeras da cidade em tempo real. Estavam no local o então secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antônio de Pádua, exonerado nessa sexta-feira (4), e o agora titular da pasta, Humberto Freire. Também estavam presentes diretores da PMPE.
Até o momento, oito policiais militares estão afastados, incluindo o responsável por comandar a operação na rua. O PM que atirou no olho do arrumador de contêiner Jonas Correia de França é um dos afastados. Já o policial que fez o mesmo com o adesivador Daniel Campelo da Silva segue sem identificação.
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