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Afogados perde Marconi Edson

Por André Luis

Atualizado às 18h30

O corpo está sendo velado na Casa de Velório Plafam. Sepultamento acontecerá neste sábado (3), às  17h no Cemitério Parque da Saudade.

Faleceu no início das tarde desta sexta-feira (2), Marconi Edson, o Marconi do Carro de Som.

Marconi atuou por anos na Rádio Pajeú. Teve loja de discos, mas ficou conhecido por sua atuação com carro de som na cidade de Afogados da Ingazeira.

Com complicações do diabetes, morreu por volta das 12h30 no Hospital Regional Emília Câmara, de acordo com o filho Kel, que está muito emocionado, ao lado dos irmãos Aline e Sérgio e da esposa, professora Rosilda.

Ele chegou a ser homenageado no Carnaval do ano passado.

O corpo está sendo velado na Casa de Velório Plafam. Sepultamento acontecerá neste sábado (3), às  17h no Cemitério Parque da Saudade.

Sandrinho Palmeira emite nota – O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, em nome de toda a gestão municipal, vem a público externar o profundo pesar pelo falecimento de Marconi Edson, figura tão conhecida quanto querida do povo de Afogados da Ingazeira. 

Não há palavras que possam transmitir, nesse momento, a grandeza dessa figura humana cuja trajetória se confunde com a própria história da nossa cidade. 

Nossos sentimentos a Dona Rosilda, aos filhos e a toda uma legião de amigos que Marconi Edson fez ao longo de sua vida.

Outras Notícias

A mensagem final do Monsenhor Afonso

O exemplo do Monsenhor Afonso Carvalho vai além de suas ações na construção da matriz do Jesus Ressuscitado e sua história na evangelização de Serra Talhada. Era um incondicional ambientalista. Uma das frentes de atuação defendeu por exemplo os umbuzeiros da região, alvos da retirada da chamada batata de umbu, para fabrico de doces. Com […]

O exemplo do Monsenhor Afonso Carvalho vai além de suas ações na construção da matriz do Jesus Ressuscitado e sua história na evangelização de Serra Talhada. Era um incondicional ambientalista.

Uma das frentes de atuação defendeu por exemplo os umbuzeiros da região, alvos da retirada da chamada batata de umbu, para fabrico de doces. Com a ação com foco econômico selvagem, a consequência era a morte da árvore, já que a batata na verdade é uma prolongação da rais que guardava água e nutrientes para os períodos de seca.

Seu sepultamento teve uma simbologia ecológica belíssima. Ele escolheu a terra onde nasceu, a comunidade de Santa Maria de Mirandiba, uma área isolada no Sertão de Pernambuco, embaixo de uma árvore Pau Ferro, onde ele nasceu, para ser sepultado.

Preparou o próprio túmulo com uma bela mensagem na lápide: “Felizes os que amam o silêncio porque alcançarão a paz. Neste feliz encontro com esta filha mais generosa da mãe terra contemplo esta parcela da caatinga do Sertão, pequeno santuário da natureza. Dai-nos Senhor, vosso amor, vossa alegria, vossa paz”.

Festa de Zé Dantas tem sequência

Uma noite inesquecível e que ficará marcada na memória dos carnaibanos. Assim foi esta quarta-feira com mais homenagens ao compositor Zé Dantas no Monumento do Pátio de Eventos Milton Pierre dentro da programação da XXV edição da festa. Na abertura da programação houve o relançamento do Livro Baião dos dois: Zé Dantas e Luíz Gonzaga […]

Uma noite inesquecível e que ficará marcada na memória dos carnaibanos. Assim foi esta quarta-feira com mais homenagens ao compositor Zé Dantas no Monumento do Pátio de Eventos Milton Pierre dentro da programação da XXV edição da festa.

Na abertura da programação houve o relançamento do Livro Baião dos dois: Zé Dantas e Luíz Gonzaga e apresentação dos professores da Escola de Música Maestro Israel Gomes: Cacá Malaquias, Thiago Souza, Sivuca, Walace Seixas e Johnathan Malaquias. Logo após a apresentação show com Rafael Lira e Trio, alunos da Escola de Música, seguida de Forronata com sanfoneiros de Carnaíba pelas ruas da cidade.

O Prefeito Anchieta Patriota disse que tem recebido diversos comunicados de gestores do Pajeú demonstrando o interesse em participar da festa de Zé Dantas. “Participamos da exibição do filme Psiu, levando o nome de Zé Dantas para as escolas da rede municipal e é assim que precisa ser a festa em homenagem ao nosso carnaibano. Relançamos o livro Zé Dantas com apoio da prefeitura e Companhia Editora Pernambuco para que a juventude conheça um pouco da história e vamos distribuir com aproximadamente 300 servidores da educação, disse Anchieta.

O ambientalista e admirador da Cultura, Roberto Arraes, teve participação fundamental para o lançamento pela 4ª vez do livro Baião dos Dois: Zé Dantas e Luíz Gonzaga, disse que teve a alegria de poder fazer parte deste projeto e ver um museu em Carnaíba que valoriza sua história. “A música tem uma participação muito grande na vida da gente e carregamos a música em nossas mentes. Zé Dantas falava dos riachos do Pajeú, da farinhada, da cultura e foi o primeiro autor a fazer uma música de protesto no Brasil com Vozes da Seca, onde denunciava as frentes de emergência naquela época”, frisou Roberto Arraes.

A XXV edição da festa de Zé Dantas programa para esta 5ª feira às 19:00 encerramento das Oficinas de Música com Spok Frevo e Johnanthan Malaquias, apresentação de Maikon e Trio Forrozeiro e Thiago Souza no Pátio de Eventos Milton Pierre.

Gabinete de Crise da Covid, hoje na Revista da Cultura

Prefeita Márcia Conrado, Karla Milene e o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, participam do programa às 11h A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, é uma das convidadas da Revistada Cultura, às 11h, na Cultura FM. Ela fala do alerta feito nas redes sociais sobre as medidas necessárias para conter o avanço do coronavirus. O […]

Prefeita Márcia Conrado, Karla Milene e o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, participam do programa às 11h

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, é uma das convidadas da Revistada Cultura, às 11h, na Cultura FM. Ela fala do alerta feito nas redes sociais sobre as medidas necessárias para conter o avanço do coronavirus.

O programa ainda atualiza os dados em Serra Talhada com a Gerente Regional Karla Milena, da XI Geres. Esta semana, se noticiou que o hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, tem do total de 50 leitos de UTI,  42 estavam ocupados (84%). Ou seja, faltam apenas 8 vagas. O Hospam atingiu  100% de ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19.

O programa ainda gira por cidades pólo do estado e entrevista o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, que fez um relato dramático nas redes sociais no início da semana.

Márcia ainda é homenageada fechando a Semana da Mulher da emissora. Participe,  pelo (87) 3831-1314 ou (87) 9-8874-1314. Acompanhe também pelas redes sociais da Cultura FM.

Força-tarefa da Lava Jato avalia ter indícios para denunciar Lula no caso do sítio de Atibaia

A força-tarefa da Operação Lava Jato considera ter elementos para levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao banco dos réus, acusado de envolvimento com a organização criminosa que corrompeu e lavou dinheiro desviado da Petrobras – independentemente da instância em que será processado. O inquérito sobre a compra e reforma do Sítio Santa Bárbara, […]

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Do Uol

A força-tarefa da Operação Lava Jato considera ter elementos para levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao banco dos réus, acusado de envolvimento com a organização criminosa que corrompeu e lavou dinheiro desviado da Petrobras – independentemente da instância em que será processado. O inquérito sobre a compra e reforma do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), será a primeira acusação formal entregue à Justiça.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá ainda se Lula pode assumir o cargo de ministro da Casa Civil e se ele será denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR), considerando o direito ao foro especial por prerrogativa de função, ou se as acusações poderão ser apresentadas pela Procuradoria, em Curitiba, diretamente ao juiz federal Sérgio Moro – dos processos em primeiro grau da Lava Jato.

Alvo em Curitiba de três frentes de apuração na Lava Jato – as outras duas envolvem o tríplex 164 A, da OAS, no Guarujá, e os pagamentos e repasses para o ex-presidente via sua empresa de palestras, a LILS, e para o Instituto Lula -, a que envolve o sítio de Atibaia é a mais robusta, na avaliação dos investigadores. Os inquéritos estão suspensos depois que ele foi nomeado ministro da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff, no dia 17, e o tema foi levado ao Supremo.

A peça apontará a família do ex-prefeito de Campinas (SP) e amigo de Lula Jacó Bittar (PT) como “laranjas” na ocultação da propriedade, adquirida em 2010 pelo valor declarado de R$ 1,5 milhão. Os registros de escritura em nome dos donos oficiais, um “contrato de gaveta” em nome do ex-presidente e da mulher, Marisa Letícia, encontrado nas buscas e depoimentos dos investigados farão parte da acusação.

O compadre e defensor jurídico do ex-presidente Roberto Teixeira também será citado como parte da operação de formalização do negócio. Oficialmente a propriedade está registrada em nome de um dos filhos de Bittar, Fernando Bittar, e do empresário Jonas Suassuna – ambos sócios do filho de Lula. O registro de compra do imóvel foi realizado pelo escritório de Teixeira.

Com base nas notas fiscais localizadas nas buscas e apreensões, depoimentos colhidos e movimentações bancárias analisadas, a Lava Jato também vinculará os desvios de recursos na Petrobras à reforma executada no sítio e a manutenção de bens referentes a Lula. OAS, Odebrecht e o pecuarista José Carlos Bumlai serão vinculados aos serviços executados, como compensação por obras loteadas pelo cartel.

Em documento enviado ao STF, a defesa de Lula sustenta que o sítio foi comprado pelo amigo Jacó Bittar para convívio das duas famílias, após ele deixar a presidência, em 2011.

Ao Estadão, o defensor de Lula Cristiano Zanin Martins informou que o “MPF tem conhecimento, em virtude de provas documentais, de que o sítio foi comprado com recursos provenientes de Jacó Bittar e de seu sócio Jonas Suassuna; (II) que Fernando Bittar e Jonas Suassuna custearam, com seu próprio patrimônio, reformas e melhorias no imóvel; (III) que Fernando Bittar e sua família frequentaram o sítio com a mesma intensidade dos membros da família do ex-Presidente Lula, estes últimos na condição de convidados”.

Por que o governo nega os R$ 600 ou deixa pedido em análise? Caixa responde

UOL Ter carteira assinada, receber seguro-desemprego ou outros benefícios, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada), são alguns dos motivos que levam o governo a negar o auxílio emergencial de R$ 600, pago durante a pandemia do novo coronavírus. Quem tem o benefício negado e não concorda pode fazer a contestação do resultado pelo site […]

UOL

Ter carteira assinada, receber seguro-desemprego ou outros benefícios, como o BPC (Benefício de Prestação Continuada), são alguns dos motivos que levam o governo a negar o auxílio emergencial de R$ 600, pago durante a pandemia do novo coronavírus.

Quem tem o benefício negado e não concorda pode fazer a contestação do resultado pelo site Caixa Auxílio Emergencial ou pelo aplicativo, disponível para Android e iOS. Outra opção é fazer uma nova solicitação.

Segundo a Caixa, os motivos para negar o auxílio são: Ter menos de 18 anos; Ser empregado com carteira assinada; Estar recebendo seguro-desemprego; Ser aposentado ou pensionista do INSS; Receber outros benefícios, como BPC (Benefício de Prestação Continuada), auxílio-doença, garantia safra e seguro defeso (com exceção do Bolsa Família); Ser de família com renda mensal por pessoa de mais de meio salário mínimo (R$ 522,50) ou ter renda familiar mensal total maior do que três salários mínimos (R$ 3.135)

Ainda ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70, ou seja, ter declarado Imposto de Renda em 2019; Mulher casada ter se cadastrado como “mãe solteira”; Mais de duas pessoas da minha família terem feito o cadastro; Limite maior que duas pessoas que recebem Bolsa Família; Cadastro com CPF irregular (deve regularizar na Receita Federal); Cadastro com CPF de pessoa falecida e Cadastro em aplicativo ou site fraudulento, que não seja o auxílio emergencial da Caixa.

Erros na hora do cadastro

A Caixa diz que alguns outros erros na hora de preencher os dados do cadastro podem implicar “numa maior demora da verificação” ou fazer com que a resposta seja “dados inconclusivos”, o que exige o preenchimento de uma nova solicitação para corrigir os dados.

De acordo com a Caixa, os principais erros de cadastro e preenchimento são: Indicou que é chefe de família, mas não cadastrou nenhum outro membro na família; Cadastro sem informação sobre sexo; Inserção incorreta de dados de membro da família, tais como CPF e data de nascimento; Mais de uma pessoa realizou o cadastro e houver divergência entre os dados informados por eles.

Ainda Cadastro por mais de duas pessoas do mesmo grupo familiar; Inclusão de alguma pessoa da família com indicativo de óbito; Regularizou ou atualizou os dados do CPF recentemente. É preciso aguardar pelo menos três dias para tentar novamente.

Há dados que o trabalhador não consegue mudar: Alguns dos erros de cadastro apontados pela Caixa não podem ser corrigidos pelo trabalhador.

Isso acontece, por exemplo, com quem não possui informação sobre sexo no cadastro. O cadastro preenchido pelo trabalhador no site ou no aplicativo não pede essa informação. A partir dos outros dados informados, como nome e CPF, o próprio governo consulta suas bases de dados para dizer se a pessoa é do sexo masculino ou feminino. O trabalhador não consegue alterar essas bases de dados.

Quem solicita o auxílio também não consegue mudar o cadastro se alguma base do governo que essa pessoa já morreu.

Como consultar o andamento da solicitação? Além do site da Caixa, a consulta também pode ser feita em www.cidadania.gov.br/consultaauxilio ou consultaauxilio.dataprev.gov.brSerá preciso informar: CPF, Nome completo, nome da mãe e data de nascimento.