Notícias

Afogados: filho de Júnior Queiroz realiza sonho e se forma em Medicina

Por Nill Júnior
Moacir Neto recebendo a carteira do CREMEPE e o pai, Júnior, morto em 2012: superação

Filho  do comerciante Júnior Queiroz, falecido em 2012, com o nome do pai e avô, Moacir Queiroz Neto, 23 anos, está se formando hoje em Medicina, pela Universidade Federal de Pernambuco. Ele recebeu a carteira do CREMEPE, ganhando o direito de clinicar.

O pai, Júnior Queiroz, morreu em 25 de maio de 2012 em um hospital particular da cidade de Caruaru, após piorar o quadro clínico devido um acidente automobilístico dois dias antes, quando inaugurava uma pista de Jeep Cross, na Zona Rural de Afogados da Ingazeira. A morte comoveu a cidade e região.

Em 10 de outubro de 2011,  o avô, comerciante Moacir Queiroz,  morreu de infarto aos 68 anos. Moacir trabalhava quando sofreu o mal súbito que lhe tirou a vida.

A mãe, Lucineide Carvalho ,  que atua no ramo varejista de supermercados, teve um papel importante na condução do filho em um momento tão difícil. Em suma, não deixou que o momento fizesse ele desistir do sonho.  Ao contrário,  usou o episódio  como estímulo à superação.

Moacir Queiroz Neto venceu o luto e conseguiu concluir o curso de Medicina.

“Tenho muitas pessoas a agradecer por essa formatura, pois apesar da morte do meu pai, a minha família nunca me desamparou e sempre me apoiou com o sonho de criança de ser médico”, diz, ao agradecer  a avó, Carmem Lúcia, à sua mãe, Lucineide Carvalho, sua irmã e seus tios. “Nunca que me deixaram faltar nada”.

“Finalmente chega o momento tão aguardado da formatura e o sentimento é um misto de felicidade com ansiedade, pois apesar de sentir um alívio de estar me formando, temos que enfrentar todos os desafios que essa pandemia do coronavirus trouxe para o nosso sistema de saúde”, disse.

Falando em Covid, ele reforça o alerta. “Queria fazer um pedido a todos que respeitem as orientações de evitar ao máximo sair de casa e que quando for necessário faça com o uso de máscara e sempre lembrando de lavar as mãos. Lembro também que devemos continuar na defesa do SUS como sistema de saúde universal e gratuito. Não fosse por ele as consequências dessa pandemia seriam muito mais severas”.

Outras Notícias

Com atividade fraca, arrecadação tem pior desempenho em 5 anos em 2015

Do G1 Influenciada pela forte recessão que se abateu sobre a economia brasileira, a arrecadação de impostos e contribuições federais não resistiu e registrou queda real de 5,6% em 2015, apesar do aumento de vários tributos pelo governo no ano passado, segundo números divulgados pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (21). No ano passado, […]

2

Do G1

Influenciada pela forte recessão que se abateu sobre a economia brasileira, a arrecadação de impostos e contribuições federais não resistiu e registrou queda real de 5,6% em 2015, apesar do aumento de vários tributos pelo governo no ano passado, segundo números divulgados pela Secretaria da Receita Federal nesta quinta-feira (21).

No ano passado, a arrecadação somou R$ 1,22 trilhão, de acordo com números oficiais. Foi o menor valor, para um ano fechado, desde 2010, ou seja, dos últimos cinco anos.

De acordo com dados do Fisco, a arrecadação refletiu, no ano passado, o baixo nível de atividade econômica. Em 2015, produção industrial recuou 7,7%, as vendas de bens e serviços caíram 7,75% e o valor em dólar das importações recuou 27%, apesar do aumento de 3,7% na massa salarial.

Desonerações e altas de tributos
O governo também informou que a a arrecadação também se ressente, em 2015, das desonerações de tributos feitas nos últimos anos – parcialmente revertidas, em alguns casos. De acordo com informações da Receita Federal, as reduções de tributos realizadas nos últimos anos tiveram impacto de queda na arrecadação de R$ 103 bilhões em 2015, contra R$ 99,41 bilhões no ano anterior.

O governo, entretanto, começou a aumentar impostos em 2015 como parte do ajuste fiscal para tentar reequilibrar as contas públicas. Neste ano, o governo já subiu tributos sobre empréstimos, carros, cosméticos, cerveja, vinhos, destilados, refrigerantes, bancos, receitas financeiras das empresas, taxas de fiscalização de serviços públicos, gasolina, importações, e exportações de manufaturados, entre outros. A maior parte destes aumentos já está valendo.

Meta fiscal
O fraco comportamento da arrecadação no último ano, apesar do aumento de tributos autorizado pelo governo, não facilitou o cumprimento da meta de superávit primário (a economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) fixada inicialmente 2015. Por isso, o governo enviou ofício ao Congresso Nacional para reduzira meta fiscal.

Em um primeiro momento, a meta foi fixada pela equipe econômica em R$ 66,3 bilhões para todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) em 2015. Em julho, porém, o governo anunciou que a meta foi reduzida para 0,15% do PIB, ou R$ 8,74 bilhões e, em outubro, anunciou que as contas deverão ter novo rombo neste ano – de mais R$ 50 bilhões, sem contar as chamadas “pedaladas” e a eventual frustração de receitas com leilão de hidrelétricas.

O Tesouro Nacional informou no fim de 2015 que as chamadas pedaladas foram todas quitadas no ano passado. Com isso, admitiu que o rombo pode se aproximar da marca dos R$ 120 bilhões em 2015.

No ano passado, além de aumentar tributos, para tentar cumprir a meta fiscal, o governo também atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pela presidente da República. Além disso, também elevou tributos sobre a folha de pagamentos, com impacto somente em 2016 – revertendo parcialmente a desoneração autorizada nos últimos anos.

O governo também está atuando do lado da contenção de gastos, principalmente de investimentos. Em maio, foi anunciado um bloqueio de R$ 69,9 bilhões em recursos do orçamento de 2015 e, em julho, a equipe econômica informou que foi autorizado um bloqueio adicional de R$ 8,6 bilhões nos gastos dos ministérios. Para 2016, defende ainda a retomada da CPMF.

Pernambuco inicia campanha de vacinação contra a influenza nesta segunda

A partir desta segunda-feira (10), Pernambuco inicia a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que segue até o dia 31 de maio. No Estado, 3.538.195 de pessoas fazem parte dos grupos elegíveis para receber o imunizante. Confira os grupos prioritários e estimativa de público – idosos com 60 anos ou mais; (1.294.351 pessoas); trabalhadores […]

A partir desta segunda-feira (10), Pernambuco inicia a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que segue até o dia 31 de maio. No Estado, 3.538.195 de pessoas fazem parte dos grupos elegíveis para receber o imunizante.

Confira os grupos prioritários e estimativa de público – idosos com 60 anos ou mais; (1.294.351 pessoas); trabalhadores da saúde (259.370); crianças de 6 meses a menores de 6 anos (735.995); gestantes e puérperas (110.131); povos indígenas (52.550)– Professores (102.657); pessoas com comorbidades (359.168); pessoas com deficiência permanente (496.029); caminhoneiros (32.187); trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso (14.481); trabalhadores portuários (4.589); Forças de segurança e salvamento (25.222); Forças armadas (12.562); funcionários do sistema de privação de liberdade (4.436); população privada de liberdade com mais de 18 anos e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas (34.467).

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), Pernambuco recebeu do Ministério da Saúde (MS),552 mil doses para iniciar a vacinação do público-alvo. Novas remessas serão encaminhadas ao Estado nas próximas semanas.

A SES também informou que o Programa Estadual de Imunizações (PEI-PE) já realizou a distribuição das doses do imunobiológico e das seringas de aplicação para que os municípios realizem suas estratégias. A meta, definida pelo Ministério da Saúde, é atingir a cobertura vacinal de 90% da população-alvo.

A influenza é uma infecção viral e que possui uma transmissibilidade acentuada, podendo se apresentar de forma mais leve ou com sinais graves e levar a óbito. A vacina contra o vírus é um imunizante trivalente, que protege contra as cepas A H1N1, A H3N2 e o tipo B.

“É imprescindível que as pessoas pertencentes aos grupos prioritários procurem os postos de vacinação mais perto das suas residências e recebam a dose do imunizante, pois, desta maneira, reduz o risco de adoecimento e a circulação do vírus em nosso território”, afirmou a secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti.

De acordo com a SES, na última Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, em 2022, Pernambuco não bateu a meta de vacinar 90% da população geral contemplada na mobilização, alcançando a coberta de apenas 67,06% do público, com 2.306.771 doses aplicadas.

Infecções – Em Pernambuco, até a Semana Epidemiológica (SE) 13, foram identificadas este ano 271 amostras com resultado detectável para influenza.

Do total, 90 foram do tipo A (88 do subtipo H1N1, 1 para H3N2 e 1 não subtipado) e 181 amostras detectáveis para influenza B. Até o momento, cinco óbitos prováveis de síndrome respiratória aguda grave (srag) por influenza ocorreram no Estado.

Vinte e cinco alunos de Afogados são premiados na 16ª OBMEP

Os alunos e alunas dos anos finais de nove escolas da rede municipal de ensino de Afogados da Ingazeira participaram da 16ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP. O resultado foi divulgado na última semana. Afogados conquistou 25 premiações, sendo uma medalha de ouro.  Criada em 2005, a OBMEP tem […]

Os alunos e alunas dos anos finais de nove escolas da rede municipal de ensino de Afogados da Ingazeira participaram da 16ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP. O resultado foi divulgado na última semana. Afogados conquistou 25 premiações, sendo uma medalha de ouro. 

Criada em 2005, a OBMEP tem o objetivo de estimular o estudo da matemática e identificar novos talentos na área. Desde 2013 Afogados vem participando das olimpíadas, já tendo conquistado  cento e oitenta e nove premiações, incluindo trinta medalhas de ouro, prata e bronze.

Das nove escolas que participaram da 16ª edição da OBMEP, oito obtiveram premiações:  Ana Melo, Dom Mota, Padre Carlos Cottart, Domingos Teotônio, São João, Levino Cândido, Gizelda Simões e Geraldo Cipriano.

“Estamos muito felizes com o resultado de mais uma OBMEP. E parabenizamos os alunos e alunas de todas as escolas que participaram, bem como a dedicação dos professores e gestores das escolas que conseguiram obter resultados positivos, mesmo com a pandemia e com as aulas remotas”, destacou a Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Wivianne Fonseca.

Elementos de Serra Talhada, Floresta e Salgueiro entre os onze mortos em Alagoas

Como o comunicador Anchieta Santos, anunciou ontem no Rádio Vivo da Rádio Pajeú, onze suspeitos de assaltos a bancos foram mortos em uma operação da Polícia Civil (PC) em Santana do Ipanema, em Alagoas, na noite da quinta-feira (8). Eles estavam com grande quantidade de explosivos, armamento pesado e dinheiro roubado da agência do Bradesco […]

Foto: Reprodução/Facebook

Como o comunicador Anchieta Santos, anunciou ontem no Rádio Vivo da Rádio Pajeú, onze suspeitos de assaltos a bancos foram mortos em uma operação da Polícia Civil (PC) em Santana do Ipanema, em Alagoas, na noite da quinta-feira (8).

Eles estavam com grande quantidade de explosivos, armamento pesado e dinheiro roubado da agência do Bradesco de Águas Belas, Agreste de Pernambuco, assaltado última quarta (7) pelo grupo. Os bandidos estavam escondidos em uma casa no Sertão de Alagoas.

Entre os suspeitos já identificados, um é de Floresta, um de Salgueiro (PE), no Sertão Central, e outro de Serra Talhada (PE), no Pajeú. O bando também agia na Bahia e há suspeita de que baianos estejam entre os mortos.

O delegado Fábio Costa afirmou em entrevista à TV Gazeta que entre os mortos na operação, batizada de ‘Cavalo de Troia’, estavam três explosivistas. “Eles praticavam assaltos em diversos estados do Nordeste. Se juntavam e iam praticar assaltos na Bahia, em Sergipe, em Pernambuco. Temos imagens que comprovam que alguns deles praticaram assalto a um shopping em Campina Grande. Eram perigosos, viviam do crime, viviam de aterrorizar a vida de pessoas trabalhadoras “, afirmou o delegado.

O grupo foi flagrado na casa quando esperava a “poeira baixar” para fugir depois de assaltar o banco pernambucano. Segundo Costa, quando a voz de prisão foi dada, os bandidos reagiram e houve tiroteio. Todos os 11 foram baleados e morreram. Os mortos no confronto, identificados até o momento são os seguintes:

  1. Adjane da Silva, 30 (natural de Santana do Ipanema, AL);
  2. Evandro de Paula Lima Silva, 34 (natural de Minador do Negrão, AL);
  3. André Luiz de Morais Lima, 30 (natural de Serra Talhada-PE)
  4. Carlos Alberto de Lima, 30 (natural de Arapiraca, AL);
  5. Adeildo de Souza Timoteo, 23 (natural de Aracaju, SE)
  6. Francisco das Chagas Vieira de Barros (natural de Água Branca-PI)
  7. José Lutemberg Nogueira Santos
  8. Cristiano Rômulo de Souza Rodrigues (natural de Salgueiro-PE)
IPA lamenta morte do pesquisador e professor Antônio de Pádua

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Dr. Antônio de Pádua Maranhão Fernandes, ao 79 anos, ocorrido nesta terça-feira (02/03), em Maceió, vítima da Covid 19.  Ex-pesquisador e diretor de Pesquisa do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Pádua atuou na área de Zootecnia, com ênfase em Manejo e Conservação de Pastagens, tendo conquistado […]

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Dr. Antônio de Pádua Maranhão Fernandes, ao 79 anos, ocorrido nesta terça-feira (02/03), em Maceió, vítima da Covid 19. 

Ex-pesquisador e diretor de Pesquisa do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Pádua atuou na área de Zootecnia, com ênfase em Manejo e Conservação de Pastagens, tendo conquistado o título de Mestre em Zootecnia, pela Universidade Federal de Viçosa, em 1970.

Ele também foi professor da disciplina de Forragicultura, do curso de Zootecnia da UFRPE, onde contribuiu fortemente para a criação do primeiro curso de pós-graduação, em nível de mestrado, oferecido pelo Departamento de Zootecnia.

Pádua deixa uma relevante contribuição para as Ciências Agrárias, tendo escrito vários artigos em periódicos especializados e diversos trabalhos em anais de eventos. Em suas atividades profissionais, interagiu com 64 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos.

Com o trabalho desenvolvido, Pádua deixa um importante legado para o desenvolvimento da agropecuária de Pernambuco, inclusive como produtor e criador. O IPA lamenta a perda de um de seu mais importantes colaboradores, ao tempo em que se solidariza com familiares e amigos.