Afogados: Expoagro terá programação anunciada neste sábado pela manhã
Por Nill Júnior
O prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, o vice Alessandro Palmeira e o Secretário de Cultura e Esportes Edgar Santos decidiram há pouco que divulgam amanhã às oito da manhã a programação da Expoagro 2019.
A antecipação teve a mesma finalidade de anúncios anteriores, a de evitar vazamentos e especulações da imprensa.
O anúncio acontecerá no gabinete do prefeito na sede da Prefeitura. A Rádio Pajeú irá transmitir o anúncio dentro do programa Primeira Página. O blog também trará a programação.
Em nota ao blog, a prefeita de Brejinho, Tânia Maria, repudiou “veementemente” as declarações feitas pelo delegado da Polícia Federal proferidas nesta quinta-feira (11), em coletiva de imprensa, sobre a “Operação Couraça”. “É público e notório que a prefeita Tânia Maria iniciou seu mandato no dia 1º de janeiro deste ano, sendo este, portanto, o […]
Zé Vanderlei e Tânia Maria: gestora atual diz que em entrevista PF errou o alvo: era seu antecessor
Em nota ao blog, a prefeita de Brejinho, Tânia Maria, repudiou “veementemente” as declarações feitas pelo delegado da Polícia Federal proferidas nesta quinta-feira (11), em coletiva de imprensa, sobre a “Operação Couraça”.
“É público e notório que a prefeita Tânia Maria iniciou seu mandato no dia 1º de janeiro deste ano, sendo este, portanto, o primeiro ano de sua gestão”, afirmou.
A gestora afirmou que, como informa a própria Polícia Federal, a Operação visa a apuração de atos administrativos ocorridos no município entre os anos de 2013 e 2014. “Ou seja, de um período em que Tânia Maria ainda não estava à frente da Prefeitura”.
A prefeita se solidarizou com o seu antecessor, José Vanderley da Silva, implicitamente, segundo a própria nota, o alvo da investigação, “com quem trabalhou durante quase 20 anos”.
Ao final, disse que “está absolutamente certa de que ele provará na Justiça a correção e lisura de todos os atos praticados durante a sua administração”.
De fato, Tânia foi Secretária de Finanças da gestão José Vanderlei. Apoiada por ele em outubro passado, foi eleita para gerir o município, o que ocorre desde janeiro deste ano.
G1 Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) soltar o ex-ministro José Dirceu. Condenado a 30 anos de prisão e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena […]
Por 3 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) soltar o ex-ministro José Dirceu.
Condenado a 30 anos de prisão e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Operação Lava Jato, ele já havia começado a cumprir a pena neste ano.
A proposta de libertar José Dirceu partiu do ministro Dias Toffoli e foi seguida pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O único a votar contra foi Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Celso de Mello estava ausente na sessão e não participou do julgamento.
Toffoli defendeu a libertação de forma liminar (provisória) porque considera que há “plausibilidade jurídica” em um recurso da defesa apresentado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de segunda instância.
O ministro considerou que a pena de Dirceu pode ser reduzida nas instâncias superiores – o STJ e o próprio STF – e, por isso, propôs a soltura.
A decisão não altera a jurisprudência do STF que permite a execução provisória após condenação em segunda instância, mas cria uma exceção, que pode ser aplicada também a outros casos individualmente.
Toffoli então respondeu: “Vossa excelência está colocando no meu voto palavras que não existem. Jamais fundamentei contrariamente à execução imediata da pena pelo STF […] Não tem a ver com a execução imediata da pena”.
Numa tréplica, Fachin, disse: “Nós dois estamos entendendo o que estamos falando”.
A decisão de soltar Dirceu foi proposta por Toffoli de ofício, isto é, independentemente do pedido principal da defesa levado a julgamento.
Na ação, os advogados do ministro contestavam o cumprimento da pena após a condenação em segunda instância.
Por Junior Vilarim Faleceu na manhã deste domingo, dia 12, O radialista e radiodifusor Marlon Mayer. Marlon lutava contra um câncer complexo há três anos e estava internado em Brasília. Na capital federal, dirigiu as rádios 105 e Atividade FM. Em Recife dirigiu a Caetés FM, onde posteriormente trocou o nome pra Clube FM, aproveitando […]
Faleceu na manhã deste domingo, dia 12, O radialista e radiodifusor Marlon Mayer.
Marlon lutava contra um câncer complexo há três anos e estava internado em Brasília.
Na capital federal, dirigiu as rádios 105 e Atividade FM.
Em Recife dirigiu a Caetés FM, onde posteriormente trocou o nome pra Clube FM, aproveitando a força da marca.
Ousado e inovador, foi responsável por dar uma nova cara ao radio recifense.
Em sua última passagem por Recife, arrendou o prefixo FM 102.1, criando a Ynterativa FM, que saiu do ar há um ano. Tinha a proposta de grade 100% on e off, com transmissão simultânea pelas redes sociais.
Marlon tinha 55 anos e nasceu na cidade de Santos (SP. Deixou dois filhos e viveu sua vida inteira dedicada ao rádio.
Conclusão do julgamento foi adiada G1 A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou em julgamento nesta quinta-feira (26) a favor da tese de que réus delatados devem apresentar alegações finais (última etapa de manifestações no processo) depois dos réus delatores. Após os votos de 6 dos 11 ministros a favor dessa tese e de 3 contra, […]
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou em julgamento nesta quinta-feira (26) a favor da tese de que réus delatados devem apresentar alegações finais (última etapa de manifestações no processo) depois dos réus delatores.
Após os votos de 6 dos 11 ministros a favor dessa tese e de 3 contra, o presidente do STF, Dias Toffoli, afirmou que também votará com a maioria, mas anunciou a suspensão do julgamento para apresentar o voto na próxima sessão. A conclusão do julgamento depende da apresentação dos votos do próprio Toffoli e de Marco Aurélio Mello.
O presidente do Supremo disse que, na sessão de quarta-feira (2), vai propor uma modulação do entendimento, ou seja, uma aplicação restrita da tese a determinados casos. “Trarei delimitações a respeito da aplicação”, afirmou.
Concluído o julgamento com esse resultado, processos em que réus delatores apresentaram as alegações finais simultaneamente aos réus delatados podem vir a ser anulados.
Um balanço divulgado pela força-tarefa da Lava Jato indicou que poderão ser anuladas 32 sentenças de casos da operação, que envolvem 143 condenados.
O julgamento desta quinta (26) foi motivado por recurso apresentado pelo ex-gerente da Petrobras Márcio de Almeida Ferreira, réu na Lava Jato.
O argumento da defesa de Márcio Ferreira é que a apresentação simultânea das alegações finais não permite ao delatado ter conhecimento prévio de acusações do delator para poder se defender.
Os ministros ainda não definiram se anulam a sentença de Ferreira. Até esta quinta-feira, cinco ministros votaram pela anulação, e quatro contra, mas Toffoli adiantou que deve dar o sexto voto nesse sentido.
A divergência em relação ao resultado do julgamento da tese está no voto da ministra Cármen Lúcia. Para ela, o eventual prejuízo sofrido pela defesa causado pela ordem das alegações finais teria de ser comprovado.
Esse é um dos pontos que podem ser discutidos pelos ministros na retomada do julgamento. Para outros ministros, a simples ordem simultânea das alegações é uma nulidade que gera o prejuízo.
A decisão a ser tomada pelo plenário vale apenas para o caso específico, mas cria uma jurisprudência, uma interpretação sobre o assunto no STF. Esse entendimento serve para orientar tribunais do país sobre qual caminho seguir.
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também pediu anulação de duas condenações – a do triplex do Guarujá, caso pelo qual ele está preso, e a do sítio de Atibaia, caso pelo qual foi condenado em primeira instância.
O ministro Ricardo Lewandowski tem outros quatro pedidos semelhantes à espera de um posicionamento do plenário. Há ainda outros processos fora da operação que podem ser impactados pela decisão.
Com a certeza de que quem conduz a gestão é o prefeito Sebastião Dias, o Secretário de Administração Flávio Marques disse ontem que não passou de um equívoco a afirmação do pré-candidato a Prefeito Jose Amaral (PSDC) de que ele e Edgley Freitas, Secretario de Cultura e Obras é que mandam no governo. Falando a […]
Com a certeza de que quem conduz a gestão é o prefeito Sebastião Dias, o Secretário de Administração Flávio Marques disse ontem que não passou de um equívoco a afirmação do pré-candidato a Prefeito Jose Amaral (PSDC) de que ele e Edgley Freitas, Secretario de Cultura e Obras é que mandam no governo.
Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Flávio disse que cada Secretário tem a autonomia necessária para gerenciar sua pasta. Marques não quis polemizar se Zé Amaral teria feito a acusação por enxergar nos dois secretários, potencial para liderarem uma disputa majoritária.
Flávio disse que hoje a Secretaria de Administração chama a atenção porque ganhou uma nova dimensão na gestão do Prefeito Sebastião Dias.
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