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Afogados da Ingazeira registra o 73º óbito por Covid-19

Por André Luis

O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, informou, nesta quinta-feira (4), o 73º por Covid-19 no município.

O óbito ocorreu no Hospital Regional Emília Câmara, em 17 de outubro de 2021, mas só foi confirmado nesta quinta-feira.

Trata-se de uma paciente do sexo feminino, 88 anos, portadora de hipertensão e Alzheimer, aposentada. A mesma tomou às duas doses da vacina, mas não tomou a dose de reforço. 

Ainda segundo o boletim desta quinta-feira, não foram registrados novos casos de Covid-19 no município. Também não há novos casos em investigação e oitenta pacientes apresentaram resultados negativos para a COVID- 19 no município.

Após avaliação clínica e/ou epidemiológica, um paciente apresentou cura da doença.

O município conta com 5.488 casos confirmados de Covid-19, 5.413 recuperados, 73 óbitos e 2 casos ativos da doença.

O boletim também informa que o município atingiu a marca de 5.413 (98,63 %) pessoas recuperadas para a covid-19. Afogados tem, atualmente, dois casos ativos para a doença.

A cidade atingiu a marca de 25.125 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 67,43% da nossa população. 

Casos leves x SRAG/COVID – 19 – leves: (5.314 casos), 96,82%; graves: (174 casos), 3,18%.

Vacinação – Em Afogados, mais de 90% da população acima de 18 anos já está com esquema completo de vacinação. Na faixa etária de 12 à 17, todos já tomaram a primeira dose.

Outras Notícias

Ouro Velho-PB: prefeito assina ordem de serviço para construção de cisternas 

Ao todo, serão construídas cinquenta e nove cisternas de placa na da zona rural do município Por André Luis O prefeito do município de Ouro Velho, no Cariri paraibano, assinou, nesta terça-feira (20), ordem de serviço autorizando o início da construção de cisternas de placa na zona rural do município. Ao todo, cinquenta e nove […]

Ao todo, serão construídas cinquenta e nove cisternas de placa na da zona rural do município

Por André Luis

O prefeito do município de Ouro Velho, no Cariri paraibano, assinou, nesta terça-feira (20), ordem de serviço autorizando o início da construção de cisternas de placa na zona rural do município.

Ao todo, cinquenta e nove famílias serão beneficiadas com as cisternas, fruto de uma parceria entre o município e o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Cariri Ocidental (Cisco).

Segundo o prefeito, Dr. Augusto Valadares, ao blog, cada cisterna tem o valor individual de R$3.500. “O valor total ficou em R$206,5 mil, que serão pagos com recursos federais com contrapartida do município de R$ 13.712,78”, explicou Valadares.

Ainda segundo o prefeito, cada cisterna terá a capacidade de armazenar 16 mil litros de água.

Paraná Pesquisas: em PE, João Campos tem 53,1% e Raquel Lyra 31%

Notícia boa pra Raquel: na comparação com a pesquisa de agosto, João caiu 4% e Raquel cresceu 7%; Notícia boa pra João Campos: ainda assim, quadro mostra cenário de vitória no primeiro turno. Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22/12), pelo Paraná Pesquisas, aponta a liderança do prefeito de Recife, João Campos (PSB), em todos os cenários […]

Notícia boa pra Raquel: na comparação com a pesquisa de agosto, João caiu 4% e Raquel cresceu 7%; Notícia boa pra João Campos: ainda assim, quadro mostra cenário de vitória no primeiro turno.

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (22/12), pelo Paraná Pesquisas, aponta a liderança do prefeito de Recife, João Campos (PSB), em todos os cenários para o governo de Pernambuco. Conforme o estudo, ele sai na frente tanto na espontânea, como na estimulada.

Conforme a pesquisa, na simulação estimulada, João Campos tem 53,1%, seguido pela atual governadora do estado Raquel Lyra (PSD) com 31% e Eduardo Moura com 3,9%. Ivan Moraes aparece com 0,9%. Brancos/Nulos somam 6,5% e não souberam opinar 4,7%.

De acordo com o comparativo com a última pesquisa, realizada em agosto, João caiu de 57% para 53,1% e Raquel cresceu de 24% para 31%.

Primeira mão: Polícia Civil deflagra Operação Laços de Sangue em Serra Talhada

No total  foram cumpridos 12 mandados, sendo quatro mandados de  prisão e oito de busca e apreensão. Na madrugada desta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Pernambuco deflagrou a Operação Laços de Sangue na área da  21 ª Delegacia Seccional de Serra Talhada, o trabalho de repressão qualificada realizado com um efetivo de 60 policiais […]

No total  foram cumpridos 12 mandados, sendo quatro mandados de  prisão e oito de busca e apreensão.

noticia__050710imagemcaqh1ulf070928Na madrugada desta quinta-feira (13), a Polícia Civil de Pernambuco deflagrou a Operação Laços de Sangue na área da  21 ª Delegacia Seccional de Serra Talhada, o trabalho de repressão qualificada realizado com um efetivo de 60 policiais civis visa coibir a pratica de Crimes Violentos Letais Intencionais, sendo presos suspeitos de tal tipo de crime, decorrentes de brigas de família.

No total  foram cumpridos 12 mandados, sendo quatro mandados de  prisão e oito de busca e apreensão. Até o momento  foram apreendidas três armas de fogo , sendo respectivamente um revólver calibre .38, e duas  espingardas de calibre 12 e calibre  28, além de um veículo Fiat Strada.

A operação integraliza as ações da Diretoria Integrada do Interior -2, da Polícia Civil,  com assessoria da Gestão de Controle Operacional desta diretoria no cumprimento das diretrizes operacionais estabelecidas pelo Pacto Pela Vida.

Segundo informações que acabam de chegar ao blog, quatro suspeitos de homicídios em Jatíuca, distrito de Santa Cruz da Baixa Verde, estão entre os que tiveram a prisão temporária decretada. São eles: Braz Custodio, Antônio Custodio, Cicero dos Santos e Geraldo Francisco da Silva Filho.

Presidente do Solidariedade se entrega à Polícia Federal após 4 dias foragido

Eurípedes Gomes Júnior é suspeito de participar de desvio milionário de verba partidária Eurípedes Gomes Júnior, presidente do Solidariedade, se entregou à Polícia Federal neste sábado, 15, após quatro dias foragidos. Ele é um dos alvos da Operação Fundo no Poço, investigação sobre suposto desvio de R$ 36 milhões do Fundo Partidário. Na sexta-feira, 14, […]

Eurípedes Gomes Júnior é suspeito de participar de desvio milionário de verba partidária

Eurípedes Gomes Júnior, presidente do Solidariedade, se entregou à Polícia Federal neste sábado, 15, após quatro dias foragidos. Ele é um dos alvos da Operação Fundo no Poço, investigação sobre suposto desvio de R$ 36 milhões do Fundo Partidário.

Na sexta-feira, 14, o nome de Eurípedes foi incluído na difusão vermelha da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) – – lista de fugitivos mais procurados em nível internacional.

Em nota oficial, o Solidariedade informou que “Euripedes Gomes de Macedo Júnior, no dia 14 de junho, solicitou licença por prazo indeterminado da presidência do partido. Essa solicitação é compatível com o estatuto partidário, dessa maneira, a secretaria geral do Solidariedade tomará todas as providências necessárias e cabíveis para o seu imediato atendimento, tendo em vista a regular continuidade do exercício da direção partidária.”

Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, recaem sobre o presidente do partido, suspeitas de candidaturas laranja, uso do dinheiro da legenda para passeios internacionais de seus familiares, eventual envolvimento no sumiço de um helicóptero do PROS, avaliado em R$ 3,5 milhões, e ainda pelo “desmonte” da sede e do parque gráfico do partido.

A lista de suspeitas que pesam sobre Eurípedes consta da decisão judicial que colocou a PF em seu encalço. Na ocasião, seis investigados foram presos, mas Eurípedes não foi localizado pelos investigadores.

A operação foi autorizada pelo juiz Lizandro Garcia Gomes Filho, da 1ª Zona Eleitoral de Brasília. Ao decretar a prisão preventiva do dirigente partidário, o magistrado destacou indícios que apontam para desvios de recursos dos Fundos Partidário e Eleitoral, em benefício do próprio Eurípedes e de familiares e aliados dele.

A PF atribui a ele o papel de chefe de uma organização criminosa “estruturalmente ordenada com o objetivo de desviar e se apropriar de recursos do Fundo Partidário e Eleitoral”.

Segundo relatório da Operação Fundo no Poço, o presidente do Solidariedade “gere o partido político como um bem particular, auferindo enriquecimento ilícito pessoal e familiar por meio do desvio e apropriação dos recursos públicos destinados à atividade político-partidária”. *Com informações do Estadão Conteúdo.

PF e Polícia Civil apuram suspeita de fraude em venda de avião de Campos

A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB). O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação […]

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A Polícia Federal e a Polícia Civil apuram a suspeita de possível fraude na venda do avião Cessna que caiu em Santos (SP) na penúltima quarta-feira (13) com o candidato à Presidência Eduardo Campos (PSB).

O avião pertencia ao grupo Andrade, dono de usinas de açúcar na região de Ribeirão Preto, que está em recuperação judicial, e só poderia ser vendido com autorização judicial, segundo os policiais, o que não ocorreu. A dívida do grupo gira em torno de R$ 300 milhões.

O avião Cesna foi vendido a João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, ambos de Pernambuco, segundo documento do grupo Andrade enviado à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e revelado pela coluna Mônica Bergamo, da Folha. Mello Filho é usineiro e era amigo de Campos, segundo a Folha apurou.

Os policiais também querem saber por que os compradores não passaram a aeronave para os seus nomes, como prevê a legislação. Nos registros da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o Cessna permanece em nome do grupo Andrade.

Uma das hipóteses dos policiais é que isso foi feito para burlar os credores. Segundo essa hipótese, o grupo Andrade simularia ainda ter a posse da aeronave para não repassar o que recebeu pela venda do avião. Segundo a lei de recuperação judicial, quando uma empresa está em dificuldade todo o valor arrecadado é usado para pagar dívidas.

Os policiais temem que, se ficar caracterizado que o avião ainda é do grupo Andrade, como está no registro da Anac, o grupo de Ribeirão Preto não teria recursos para honrar os cerca de R$ 9 milhões de prejuízo nos imóveis, provocado pela queda da aeronave.

Representantes do grupo Andrade dizem que os empresários pernambucanos pagaram oito parcelas de um “leasing” feito junto à Cessna (“leasing”, ou arrendamento mercantil, é um tipo de financiamento no qual o cliente paga uma parcela por mês e ao final fica com o avião).

No arrendamento, o avião custou cerca de US$ 9,5 milhões (por volta de R$ 21.437.700), divididos em dez anos ou 120 parcelas. Segundo essa conta, as oito parcelas pagas correspondem a US$ 633 mil (cerca de R$ 1.428.427). As oito parcelas foram pagas no dia 8 de maio, segundo a resposta do grupo Andrade à Anac.

Esse valor foi integralmente repassado à Cesna, segundo o grupo Andrade. Advogados dos usineiros de Ribeirão Preto refutam com veemência a versão de fraude. Segundo o advogado Celso Vilardi, que defende o grupo Andrade na esfera criminal, o avião representava despesa e não receita.

“A venda do avião representa uma dívida a menos para o grupo Andrade. O grupo não ficou com um tostão do avião, repassou tudo para a Cesna, porque havia dívidas”, afirma Vilardi.

O avião não estava em nome dos novos donos, segundo o documento enviado à Anac, porque a Cessna analisava a capacidade financeira das duas empresas que haviam adquirido o avião: a BR Par Participações e a Bandeirantes Pneus.

A Folha não conseguiu falar com Mello Filho sobre por que o avião ainda não estava em seu nome.