Diretor da Faculdade Vale do Pajeú se recupera após acidente em Tamandaré
Por André Luis
O diretor-geral da Faculdade Vale do Pajeú, Cleonildo Lopes, conhecido como Painha, relatou, em áudio enviado ao blog, um acidente sofrido no município de Tamandaré.
De acordo com o relato, o acidente ocorreu quando ele pulou de um barco sem perceber a profundidade da água, resultando em fratura no pé. Painha foi socorrido e recebeu atendimento inicial no hospital da cidade.
Ele agradeceu à equipe do Hospital de Tamandaré pelo atendimento e ao médico ortopedista Carlos Romeiro. Também destacou o apoio do prefeito Carrapicho e do vereador Cacau, que, segundo ele, prestaram assistência imediata. A empresa Embarque Tour foi mencionada pelo resgate realizado no mar.
Após o atendimento inicial, Painha foi transferido para o Hospital Português, onde recebeu imobilização com bota ortopédica e retornou à unidade hospitalar para realização de procedimento cirúrgico.
Painha também fez um alerta sobre os riscos em áreas de banho e reforçou a importância de verificar as condições do local antes de mergulhos ou saltos.
Antes da assembleia, Policiais Civis ocuparam as ruas do centro do Recife em ato por valorização O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE), em parceria com a ADEPPE, realizou nesta terça-feira (27) uma passeata no Recife em defesa da valorização profissional da categoria e do cumprimento da ação da carga horária, direito já reconhecido […]
Antes da assembleia, Policiais Civis ocuparam as ruas do centro do Recife em ato por valorização
O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL-PE), em parceria com a ADEPPE, realizou nesta terça-feira (27) uma passeata no Recife em defesa da valorização profissional da categoria e do cumprimento da ação da carga horária, direito já reconhecido pela Justiça.
A mobilização teve início na sede do SINPOL e seguiu em caminhada pelas avenidas Cruz Cabugá e Conde da Boa Vista, passando pela Rua da Aurora, até chegar ao Palácio do Governo, no bairro de Santo Antônio. Ao longo do percurso, Policiais Civis ativos, aposentados e recém-ingressos na carreira reforçaram a cobrança por respeito, diálogo e pela efetivação das decisões judiciais.
No Palácio do Governo foi realizada uma assembleia onde foram deliberadas as seguintes ações:
4 de fevereiro: paralisação da Polícia Civil por 24 horas;
11 de fevereiro: nova passeata, às 15h, com saída da sede do SINPOL, em conjunto com a ADEPPE, com POSSIBILIDADE DE DECRETAÇÃO DE GREVE;
Abertura de agenda conjunta com a governadora, a partir do dia 5 de fevereiro;
Entrega do PJES, que passa a ocorrer no mês de março.
A categoria também voltou a denunciar a falta de investimentos estruturais na Polícia Civil de Pernambuco. O estado segue entre os que possuem os piores salários do país, além de delegacias funcionando em condições precárias, muitas vezes sem manutenção adequada, água potável e material básico de trabalho.
De acordo com o presidente do SINPOL-PE, Áureo Cisneiros, a valorização da Polícia Civil precisa ir além de discursos e publicações institucionais. Para ele, é necessário que o Governo do Estado transforme o reconhecimento público da importância da categoria em ações concretas. “Valorização é carreira, é estrutura, é Lei Orgânica e, principalmente, o cumprimento daquilo que já foi garantido pela Justiça. A Polícia Civil não pode continuar sendo desrespeitada após anos de decisões judiciais favoráveis e promessas que não saem do papel”, afirma.
Ainda de acordo com o presidente do SINPOL-PE, Áureo Cisneiros, a Polícia Civil de Pernambuco não pode continuar sendo utilizada ou exposta em meio a disputas políticas. Ele destacou que a instituição, com mais de 200 anos de história, precisa ser respeitada e preservada. “A Polícia Civil não pode ser desmoralizada, nem colocada em situações que levantem questionamentos sobre ordens, interesses ou interferências externas. É uma instituição bicentenária, formada por servidores que cumprem a lei, e que não pode ser desrespeitada por decisões políticas. Quem determina investigações precisa ter responsabilidade, transparência e respeito com a Polícia Civil e com a sociedade pernambucana”, enfatiza.
A mobilização reforça que a categoria seguirá unida e em luta até que seus direitos sejam respeitados e efetivamente cumpridos.
Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da […]
Silas Malafaia atacou STF e disse que ex-presidente é vítima de perseguição política
No cenário político brasileiro, as manifestações assumem um papel significativo na expressão das vozes e demandas da sociedade. Neste domingo (25), a Avenida Paulista foi palco de mais um desses eventos, porém, com contornos que levantam sérias preocupações quanto aos rumos da democracia no país.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, ao discursar durante a manifestação que convocou em seu apoio, protagonizou um momento conturbado ao confirmar a existência da minuta golpista recentemente encontrada durante uma investigação da Polícia Federal. Seu discurso, marcado por hesitações e contradições, não apenas ratificou a existência do documento, mas também trouxe à tona tentativas confusas de negá-lo.
A afirmação de Bolsonaro de que um Estado de Sítio, como previsto na minuta, não seria um golpe se fosse referendado pelo Congresso revela uma interpretação distorcida e perigosa dos princípios democráticos. Negar uma conspiração que está sendo provada pela própria Polícia Federal coloca em xeque a integridade e a transparência do ex-presidente e sua relação com as instituições democráticas do país.
Além disso, a presença e o discurso do pastor Silas Malafaia, que precedeu Bolsonaro, adicionam mais uma camada de preocupação ao evento. Ao atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), tentar pregar que o ex-presidente é vítima de perseguição política e deixar claro que o objetivo da manifestação era pressionar o judiciário para não prender Bolsonaro, Malafaia revela uma tentativa descarada de interferência no sistema judiciário, buscando proteger um indivíduo investigado por possíveis crimes.
A manifestação deste domingo na Avenida Paulista não pode ser vista apenas como mais um ato político. Ela traz consigo ingredientes preocupantes: investigados mobilizando pessoas contra a justiça, líderes religiosos incitando ataques às instituições democráticas e uma narrativa de negação dos fatos que mina a confiança na verdade e na transparência.
Diante desse quadro, é essencial que a sociedade brasileira mantenha-se vigilante e atenta aos desdobramentos desses eventos, exigindo o respeito irrestrito às instituições democráticas e o combate incansável contra qualquer tentativa de subverter o Estado de Direito em prol de interesses individuais ou de grupos.
Urgente A noite foi a mais difícil para a equipe do Hospital Regional Emília Câmara desde o início da pandemia. Ao todo, oito óbitos foram registrados na UTI Covid da Unidade. É o maior número de mortes desde o início da pandemia em um único plantão. Dessas, apenas a morte da paciente de Flores de […]
A noite foi a mais difícil para a equipe do Hospital Regional Emília Câmara desde o início da pandemia. Ao todo, oito óbitos foram registrados na UTI Covid da Unidade. É o maior número de mortes desde o início da pandemia em um único plantão.
Dessas, apenas a morte da paciente de Flores de 44 anos teve como causa mortis quadro de SRAG e sem positividade para a Covid, segundo a Secretaria de Saúde do município. O HREC confirma que ela estava na UTI Covid mas não tinha a doença.
A unidade confirmou o número ao blog. Segundo a Direção, uma conjunção de fatores como maior número de casos com extrema gravidade simultaneamente, a maior violência da nova variante, a P1, predominante em Pernambuco, estão entre as causas das mortes.
A notícia está em atualização, com a unidade verificando as idades e cidades das vítimas. “Estamos arrasados”, admitiu o Diretor da unidade Sebastião Duque.
Ontem, o Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, trouxe relatos dos Diretores do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque e Jair Flávio Jaime indicando que, por imprudência ou exposição em virtude do trabalho, em paralelo à imunização dos mais idosos, tem sido cada vez maior o número de jovens que precisam de cuidados intensivos
“Eu tive a experiência de ver um paciente de 16 no Hospital Eduardo Campos”, contou o Diretor Clínico Jair Flávio Jaime. “Há agravamentos dos pacientes jovens sem comorbidades”. Foram intubados jovens de 19, 17 e 16 anos. “Só no caso de 16 havia suspeita de uma comorbidade negligenciada”, diz Jair.
Segundo o Diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Sebastião Duque, a Ala Respiratória do hospital, por exemplo, tem um paciente com 10 meses, com SRAG. “Semana passada, perdemos uma paciente de São Bento do Una de 25 anos”, lamentou. Ontem, dos 30 leitos da unidade, 27, ou 90% estão ocupados. Em maio, foram 32 mortes, mais de uma por dia.
Já tem gente especulando na resenha da política de que o vídeo ameaçador de Wellington Maciel não foi direcionado para opositores, mas sim para aliados internos. Isso porque depois do vídeo, “a caneta vadiou”. Ele exonerou mais dois auxiliares, depois de tomar a decisão em relação à cunhada, Socorro Vidal. Hoje também foram sacados Wellington […]
Já tem gente especulando na resenha da política de que o vídeo ameaçador de Wellington Maciel não foi direcionado para opositores, mas sim para aliados internos.
Isso porque depois do vídeo, “a caneta vadiou”. Ele exonerou mais dois auxiliares, depois de tomar a decisão em relação à cunhada, Socorro Vidal.
Hoje também foram sacados Wellington Araújo, da Assessoria Especial de Gabinete, e Paulo César Galindo, o Paulinho, da Articulação Política e Desenvolvimento Institucional. Os dois cuidavam do caráter de imagem institucional e político da gestão que, sabemos, não vai bem. Claro, muito mais pela condução do próprio gestor. Aparentemente, foram tirados para bodes espiatórios.
A dúvida é saber se os dois poderão ser aproveitados em outras áreas ou não. Wellington, dizem, deve ir para Desenvolvimento Econômico. Paulinho pode voltar à suplência na Câmara de Vereadores. Ele havia assumido o mandato com a ida de Siqueirinha para a gestão, no afastamento de Wellington. Mas tudo especulação até agora: oficialmente, a gestão está de boca fechada.
Entre os governistas ligados a Wellington, a decisão da canetada foi correta, para que ele possa arrumar finalmente a casa a dois anos do fim de seu governo. Para opositores, é mais uma prova do desmantelo e falta de rumo do governo, com uma polêmica pra chamar de sua a cada dia.
Fotos: Cláudio Gomes Foi um sucesso o 9º Pajeú em Poesia, evento organizado pelo produtor cultural e poeta Alexandre Morais e que nessa edição levou três atrações especiais para o espaço de Maju Festas. A festa cultural tradicionalmente acontece dia 25 de dezembro. A abertura ficou por conta de Coração de Poeta, que nasceu em 2011, a partir […]
Foi um sucesso o 9º Pajeú em Poesia, evento organizado pelo produtor cultural e poeta Alexandre Morais e que nessa edição levou três atrações especiais para o espaço de Maju Festas. A festa cultural tradicionalmente acontece dia 25 de dezembro.
A abertura ficou por conta de Coração de Poeta, que nasceu em 2011, a partir de um projeto cultural criado para homenagear o Poeta sertaniense Walmar Belarmino, com composições do poeta-cantor e compositor Kalu Vital e participação de Filipe Morais, Gaudêncio Neto, júnior Cordel, além dos músicos. Foi um show cheio de elementos culturais, com música e versos de nomes da cultura popular do Sertão.
Outro show foi o de Jonathas Malaquias, que apesar de jovem, já coleciona experiência de sobra com sua sanfona, responsável por projetos ao lado de nomes como Geraldo Azevedo, Maciel Melo e tantos outros. Mais um talento do Malaquias da terra da música, Carnaíba. Ele fez homenagens a nomes como Cacá Malaquias, seu tio, e Moacir Santos.
A festa terminou com Encanto e Poesia formado pelos netos de Helena e Louro do Pajeú Antonio Marinho, Greg e Miguel. O trio levou seu conteúdo poético único e era o mais aguardado pela dimensão que ganhou com os anos de estrada.
Em todo o evento, várias homenagens a Dedé Monteiro, que na semana que passou foi homenageado como Patrimônio Vivo de Pernambuco, em evento no Palácio das Princesas. O poeta foi aplaudido de pé ao chegar ao local e reverenciado por todos que subiram ao palco. No espaço entre uma ou outra atração os declamadores se revezavam em homenagens ao mestre sertanejo. Chamado ao palco por Alexandre Morais, Dedé também deu sua canja.
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