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Afogados: boletim epidemiológico apresenta 71 novos casos de Covid em sete dias

Por André Luis

Dados apontam que 32,4% dos casos não tomaram vacina ou estão com esquema vacinal incompleto

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou nesta segunda-feira (21), em seu boletim epidemiológico, que entre os dias 15 e 21/11 foram notificados 71 casos novos para a Covid-19 no município.

São 44 pacientes do sexo feminino, com idades entre 10 e 86 anos; e 27 pacientes do sexo masculino, com idades entre 5 meses e 86 anos. 

Informação sobre a vacinação dos casos positivos – 32,4% do total de casos não tomaram vacina ou estão com esquema incompleto.

Durante o período citado não houveram novos casos em investigação e 236 pacientes apresentaram resultados negativos para Covid-19. O índice de positividade atingiu 30,8% do total de pacientes testados.

Hoje 34 pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 9.255 (98,72%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 40 casos ativos para a Covid – 19. 

Afogados atingiu a marca de 41.909 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 112,48% da nossa população. 

Casos leves x SRAG/COVID – 19 – Leves: (9.189 casos), 98,01%; Graves: (186 casos), 1,99%. 

Encerrou no último sábado a semana epidemiológica 46, com 44 casos para a Covid-19 e MV de 6,28 casos/dia. 27 dos casos divulgados hoje são remanescentes da SE 45 que fechou com 33 casos e MV de 4,71 casos por dia. 

Análise das duas últimas semanas anteriores a 45 – SE 44 – 09 casos e MV 1,28; SE 43 – 03 casos e MV 0,42.

Os foram atualizados em 21/11/2022.

Uso de máscara – A prefeitura volta a recomendar o uso de máscara em ambientes fechados a partir da data desta segunda-feira.

Vacinação para população acima de 80 anos –  Na próxima quinta-feira (24), a Secretaria Municipal iniciará a vacinando da população acima de 80 anos com a quinta dose da vacina contra a Covif – 19. A decisão foi pactuada em reunião de CIB, nesta segunda-feira. importante salientar que para ter acesso à quinta  dose, o idoso (a) deverá ter tomado a quarta dose, há quatro meses.

Encontra-se aberta a vacinação das crianças de seis meses a menor de um ano em no município. Importante ressaltar que a vacina nesse público poderá ser aplicada com outras vacinas preconizadas pelo calendário nacional de vacinação.

Outras Notícias

Mais Médicos: Afogados deve regularizar atendimento no início de dezembro

Primeiros médicos devem assumir no dia 04 de dezembro Por André Luis Na semana passada os cinco médicos cubanos que atuavam em Afogados da Ingazeira deixaram o programa em definitivo, o que causou grande transtorno para a Secretaria de Saúde, que viu cinco Unidades Básicas de Saúde ficarem sem atendimento, obrigando a Prefeitura a implantar […]

Primeiros médicos devem assumir no dia 04 de dezembro

Por André Luis

Na semana passada os cinco médicos cubanos que atuavam em Afogados da Ingazeira deixaram o programa em definitivo, o que causou grande transtorno para a Secretaria de Saúde, que viu cinco Unidades Básicas de Saúde ficarem sem atendimento, obrigando a Prefeitura a implantar um esquema de emergência para amenizar o transtorno.

O plano emergencial foi feito para cobrir a semana entre os dias 26 e 30 novembro, e contou com os médicos Edmilson Policarpo, Roberto Vicente, Luiz Ribeiro e Messias.

Ontem (26), foi feito um levantamento pelo Ministério da Saúde, mostrando que 97,2% das vagas do programa Mais Médicos, já haviam sido preenchidas. Foram abertas 8.517 vagas, destas o levantamento mostrou que 8.278 já haviam recebido cadastros e estavam alocados para atuação imediata.

Os profissionais, que terão salário de R$ 11.800,00 têm até 14 de dezembro para se apresentarem no município escolhido e entregar todos os documentos exigidos no edital. Até agora, 223 médicos se apresentaram nas unidades básicas de saúde.

Em conversa com o secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, o mesmo nos informou que cinco profissionais já entraram em contato com a gestão. “Três começam as atividades no próximo dia 4 de dezembro, os outros 2 assumem até o dia 14 do mesmo mês”, disse Artur.

Artur fez questão de destacar um detalhe com relação a situação nacional do programa. Segundo ele, “está havendo um problema, pois médicos que estavam lotados em Unidades Básicas de Saúde, estão se inscrevendo no programa para ocupar as vagas dos cubanos e deixando as outras unidades desassistidas”. O que pode vir a causar outro problema. Artur confidenciou ainda que já há relatos desse tipo de prática no Pajeú.

Sertão do Pajeú notifica 44 novos casos de Covid em 24h

Número de casos ativos continua caindo e está em 430 Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quarta-feira (02.03), foram notificados 44 novos casos de Covid-19, 111 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.  Doze das dezessete cidades […]

Número de casos ativos continua caindo e está em 430

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quarta-feira (02.03), foram notificados 44 novos casos de Covid-19, 111 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h. 

Doze das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 10 em Afogados da Ingazeira, 3 em Carnaíba, 2 em Flores, 2 em Iguaracy, 2 em Ingazeira, 5 em Itapetim, 3 em Quixaba, 4 em São José do Egito, 2 em Solidão, 5 em Tabira, 2 em Triunfo e 4 em Tuparetama. 

Calumbi não registrou novos casos da doença. Brejinho, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha e Serra Talhada não divulgaram boletim epidemiológico.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 50.706 casos confirmados, 49.571 recuperados (97,76%), 705 óbitos e 430 casos ativos da doença.

“Papa” de Lula foi oferecida por Sílvio Costa Filho

O deputado Silvio Costa Filho (PRB) ofereceu, na noite desta terça-feira (12), um jantar para o presidente Lula, que cumpre agenda em Pernambuco. Além do deputado estadual, líder da Bancada de Oposição na Alepe, estiveram presentes o ex-prefeito do Recife João Paulo, o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, a pré-candidata do PT em Olinda, […]

Jantar 12.07.16O deputado Silvio Costa Filho (PRB) ofereceu, na noite desta terça-feira (12), um jantar para o presidente Lula, que cumpre agenda em Pernambuco.

Além do deputado estadual, líder da Bancada de Oposição na Alepe, estiveram presentes o ex-prefeito do Recife João Paulo, o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, a pré-candidata do PT em Olinda, Teresa Leitão, entre outras lideranças políticas pernambucanas, como o ex-ministro Armando Monteiro Filho.

No encontro, foram avaliadas as conjunturas políticas do Recife, de Pernambuco, das principais cidades do Estado e as estratégias do campo para as eleições deste ano. Entre os aspectos levantados esteve a reavaliação da tese das múltiplas candidaturas, até então defendida por lideranças do campo, como o senador Armando Monteiro Neto (PTB) e o próprio Silvio.

Nesta quarta, as agendas de Silvio, presidente estadual do PRB, do deputado federal Silvio Costa, presidente do PTdoB, do senador Armando Monteiro (PTB) e do presidente do PTN, Ricardo Teobaldo, priorizam as visitas do ex-presidente Lula à cidade de Caruaru e o ato contra o golpe, que será realizado à tarde no Bairro do Recife.

Alexandre de Moraes é alvo da Lei Magnitsky pelos EUA

O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, sancionou nesta quarta-feira (30) o ministro do STF Alexandre de Moraes com a lei Magnisky, utilizada para punir estrangeiros. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano. O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, mencionou diretamente uma suposta caça às […]

O governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, sancionou nesta quarta-feira (30) o ministro do STF Alexandre de Moraes com a lei Magnisky, utilizada para punir estrangeiros. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro norte-americano.

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, mencionou diretamente uma suposta caça às buxas do ex-presidente Jair Bolsonaro por parte do ministro.

“Alexandre de Moraes assumiu para si o papel de juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas dos Estados Unidos e do Brasil”, disse Bessent.

“Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos judicializados com motivação política — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará responsabilizando aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, afirma o comunicado.

Na prática, as sanções da Lei Magnitsky afeta os sancionados principalmente por meios econômicos, como o congelamento de bens e contas bancárias em solo ou instituições norte-americanas.

Inicialmente voltada para punir os responsáveis por sua morte, a legislação teve seu alcance ampliado em 2016, permitindo que qualquer pessoa ou autoridade estrangeira suspeita de corrupção ou abusos fosse alvo de sanções.

Negociações em torno da nova CPMF devem dominar pauta no retorno do Congresso

Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro Da Agência Brasil Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos […]

cpmfPara o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro

Da Agência Brasil

Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos R$ 10,3 bilhões com a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o assunto deve dominar as discussões a partir de fevereiro, quando acaba o recesso legislativo. Enviada ao Congresso em setembro, a proposta de emenda à Constituição que recria o tributo, PEC 140/15, é polêmica e promete enfrentar muita resistência.

Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro, uma vez que ele só pode entrar em vigor três meses após virar lei. A proposta está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Se aprovada a admissibilidade, vai para uma comissão especial e depois para votação em dois turnos no plenário da Câmara e outros dois no plenário do Senado.

O texto prevê que 0,2% de cada transação bancária vá para o governo federal financiar a Previdência Social. Por causa do aumento do número de beneficiários e do reajuste dos pagamentos na justificativa da proposta, a estimativa é que o deficit da Previdência aumente de R$ 88 bilhões para R$ 117 bilhões em 2016. A cobrança está prevista para durar até 31 de dezembro de 2019.

Negociações – No Palácio do Planalto, o apoio de governadores e de prefeitos é considerado fundamental para a aprovação do tributo. Se depender dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, a mordida da CPMF vai ser maior. Eles condicionam o apoio a uma alíquota de 0,38% para que 0,20% fique com a União, e o restante seja dividido entre eles.

O relator da PEC na CCJ, o deputado Arthur Lira (PP-AL) deve apresentar seu parecer em fevereiro, na volta do recesso do Legislativo. Ele admitiu no entanto, que não está tão otimista quanto o governo. “Acho que essa questão vai ser muito debatida e não acredito em uma aprovação no Congresso antes de junho”, declarou.

O líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE), é contra e não acredita que a contribuição seja aprovada em ano de eleições municipais. “Vamos empreender todo o esforço possível para impedir a aprovação da volta da CPMF. Não se pode aceitar que a gente vá resolver a crise econômica grave que o Brasil vive a partir de medidas que sejam de aumento da carga tributária”, disse.

O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), defende a recriação do tributo: “Não acho que a CPMF em si seja a vilã da história. É um imposto de alíquota barata, que a maioria da população não paga, sobretudo os que ganham menos, e é um importante instrumento de fiscalização. Então, creio que, neste momento, é importante para reestabelecer a credibilidade do país”, comentou.

Senado – No Senado, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) destacou que a aprovação é importante para reforçar o caixa não apenas da União, mas também dos governos locais.

“Não vamos votar uma CPMF para ficar só para o governo federal ou para gastar em qualquer coisa. A CPMF tem de ir para a seguridade social, ter uma vinculação para a saúde, mas princialmente ter uma renda para estados e municípios”, explicou.

Já o senador Álvaro Dias (PV-PR) acredita que a proposta não terá apoio suficiente. “Não acredito que o Congresso venha aprovar mais um imposto. Sobretudo esse tributo perverso que é cobrado em cascata e penaliza, do inicio ao fim, o sistema produtivo”, disse.

Entidades – A proposta também enfrenta a resistência da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades como as Confederações Nacional da Indústria e do Transporte. Na época do envio da proposta ao Congresso, elas divulgaram nota criticando a medida. Segundo as entidades, a proposta repete a fórmula anticompetitividade e impeditiva do crescimento.

“A CPMF é um tributo de má qualidade por ser pouco transparente e incidir de forma cumulativa da cadeia produtiva”, destacou o documento.

Criada em 1997 para ser provisória, após sucessivas renovações a CPMF durou 11 anos. Entre 1997 e 2007, arrecadou R$ 223 bilhões. Só no último ano de vigência foram mais de R$ 37 bilhões, segundo a Receita Federal. Inicialmente o objetivo era financiar a saúde, mas cerca de R$ 33 bilhões foram usados em outros setores.