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Aesa e MPF divergem sobre liberar água do Rio Paraíba a PE

Por André Luis

Do Afogados OnLine

Um impasse entre o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), João Fernandes, e a procuradora da República em Monteiro e coordenadora do Grupo de Trabalho da Transposição do Rio São Francisco no MPF da Paraíba, Janaína Andrade, pôde ser percebido durante audiência que discutiu a liberação de recursos para obras de revitalização do Rio Paraíba, nesta sexta-feira (19), em João Pessoa.

A divergência é relativa à autorização para que Pernambuco utilize águas do rio. Segundo João Fernandes, a Paraíba não será prejudicada. Ele destacou que a quantidade retirada pelo estado vizinho será referente a uma cota que lhe é de direito.

“Como o Estado de Pernambuco quer fazer a retirada da água da cota dele depois de Monteiro, ele vai ter que mandar acrescentar 500 litros às águas que são entregues à Paraíba. A Paraíba vai de certo modo se beneficiar. Como a adutora deles passa por Barra de São Miguel, nós vamos fazer uma retirada de 22,5 litros por segundo para atender aquela região”, argumentou o presidente da Aesa.

Por outro lado, a procuradora Janaina Andrade diz que faltam esclarecimentos à população. “Quem vai tratar a água? Cagepa ou Compesa? Dou como exemplo o caso da Adutora do Pajeú, onde ocorre uma celeuma. A Compesa não quer tratar a água, uma vez que o tratamento gera custos e a empresa é privada”, cita. Ela ainda disse que chama atenção o fato de que a área beneficiada pela retirada de água por Pernambuco tem forte atividade industrial. “A resolução da ANA é clara: a transposição deve trazer conforto primeiramente ao abastecimento humano”, completou.

Sobre a polêmica, João Fernandes foi taxativo ao dizer que “quem conhece o projeto de Transposição do Rio São Francisco, entende todas as decisões da Aesa”.

Outras Notícias

Marconi Santana encerra seu mandato no CIMPAJEÚ

O prefeito de Flores, Marconi Santana, encerrou ontem suas atividades como Presidente do Cimpajeú – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú, em uma grande festa. “Na frente do Consórcio nós conseguimos implementar diversas ações e, quero agradecer aos funcionários, pela excelência, dedicação e, posso dizer que o Consórcio tem um corpo funcional que se […]

informações e foto: Júnior Finfa

O prefeito de Flores, Marconi Santana, encerrou ontem suas atividades como Presidente do Cimpajeú – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú, em uma grande festa.

“Na frente do Consórcio nós conseguimos implementar diversas ações e, quero agradecer aos funcionários, pela excelência, dedicação e, posso dizer que o Consórcio tem um corpo funcional que se dedica tanto”, disse.

Ele destacou a conquista da sede própria, através de um termo sessão por parte da Secretaria de Administração do Governo de Pernambuco. “No núcleo de saúde tivemos avanços; na questão dos resíduos sólidos ofertamos um curso esta semana e já enviamos um relatório para o Ministério Público, onde mostramos a participação efetiva dos municípios”.

Na oportunidade, Marconi Santana, inaugurou a Galeria dos Presidentes que já presidiram o Consórcio.

Estavam presentes, os prefeitos Zeinha Torres (Iguaracy), Lino Morais (Ingazeira), Tião Gaudêncio (Quixaba), Djalma Alves (Solidão), Mário Flor (Betânia), Alessandro Palmeira, vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, o ex-presidente do Cimpajeú e ex-prefeito de Tuparetama, Deva Pessoa.

A nova Diretoria do CIMPAJEÚ – Consórcio Integração dos Municípios do Pajeú terá como novo presidente o prefeito de Custódia, Emmanuel Fernandes, o Manuca, do PSD, prefeito de Custódia. Marconi Santana, assumirá no novo mandato a vice presidência. João Batista, Prefeito de Triunfo, que é Tesoureiro da AMUPE, assume a Secretaria da entidade.

SJE: Aldo da Clipsi abre mão da disputa da Presidência da Câmara para apoiar Vicente de Vevéi

Em um movimento para fortalecer a unidade do grupo, Aldo da Clipsi abriu mão de sua candidatura à presidência da Câmara de Vereadores de São José do Egito para apoiar Vicente de Vevéi.  O gesto reflete um compromisso de agregar mais apoio entre os parlamentares e consolidar um consenso em torno de um nome capaz […]

Em um movimento para fortalecer a unidade do grupo, Aldo da Clipsi abriu mão de sua candidatura à presidência da Câmara de Vereadores de São José do Egito para apoiar Vicente de Vevéi. 

O gesto reflete um compromisso de agregar mais apoio entre os parlamentares e consolidar um consenso em torno de um nome capaz de unir os vereadores, especialmente aqueles que estiveram ao lado de Fredson na última campanha.

Segundo Vicente de Vevéi, o apoio ao seu nome é resultado de intensas articulações. “Fui procurado por Daniel Siqueira, que declarou o voto a mim. O próprio Romerinho Dantas falou pessoalmente comigo, na minha casa, na última quinta-feira, dia 25, declarando também o voto. No mesmo dia, Alberico Tiago e Damião de Carminha, acompanhados de Antônio Andrade, fizeram um aceno para a unidade também”, afirmou Vicente.

Apesar de Romerinho Dantas ter registrado sua candidatura à presidência, Vicente está confiante de que ele manterá sua palavra e apoio, contribuindo para a coesão do grupo. Ele também destacou que Damião de Carminha e Alberico Tiago, por serem fiéis ao grupo, não têm motivos para se alinhar com Paulo Jucá, reforçando o compromisso com a unidade.

Vicente reconhece o papel estratégico de Antônio Andrade nesse processo. “Antônio é uma peça importante para fortalecer a união do grupo. Sua experiência e influência ajudam a consolidar esse consenso”, destacou.

Com o apoio de Aldo da Clipsi, Daniel Siqueira, Romerinho Dantas, Tadeu do Hospital, Gerson Souza, Patrícia de Bacana, Damião de Carminha e Alberico Tiago, Vicente de Vevéi projeta alcançar os 9 votos necessários para sua eleição, incluindo o próprio voto como candidato à presidência.

Esse movimento em busca da união reforça a importância de uma Câmara harmoniosa e alinhada aos interesses da população de São José do Egito. “Estamos construindo um consenso que vai garantir estabilidade e um trabalho sério para a nossa cidade”, concluiu Vicente.

Vereadores de cidade mineira reduzem os próprios salários em 80%

Congresso em Foco Vereadores da cidade mineira de Arcos tomaram uma iniciativa inusitada no Brasil. Decidiram cortar na própria carne para aliviar os cofres do município de 40 mil habitantes, localizado no oeste do estado. Eles aprovaram nesta semana um projeto de lei que reduz em 80% os seus salários entre 2020 e 2024. Com […]

Congresso em Foco

Vereadores da cidade mineira de Arcos tomaram uma iniciativa inusitada no Brasil. Decidiram cortar na própria carne para aliviar os cofres do município de 40 mil habitantes, localizado no oeste do estado. Eles aprovaram nesta semana um projeto de lei que reduz em 80% os seus salários entre 2020 e 2024. Com isso, os vencimentos de cada parlamentar cairão dos atuais R$ 6.149 para R$ 1.229.

O prefeito e os secretários municipais também terão corte de 50% e 20%, respectivamente, conforme outra proposta recém-aprovada. No caso do prefeito, o salário baixará dos atuais R$ 24 mil para R$ 12 mil. Os secretários passarão a receber R$ 6.300, ante os R$ 7.900 que ganham hoje. Já o vice-prefeito terá sua remuneração reduzida dos atuais R$ 6.400 para R$ 5.100.

A Câmara estima que os cortes gerarão uma economia de R$ 4 milhões aos cofres do município. Para virarem lei, a redução salarial dos políticos de Arcos depende agora da sanção do prefeito Denilson Teixeira (MDB).

O presidente da Câmara Municipal, Luiz Henrique Sabino Messias (PSD), autor dos projetos, diz que as reduções salariais aprovadas são necessárias devido à crise financeira que atravessam a União, o estado e o município.

Ele lembrou, ainda, durante a votação, que a função de vereador em Arcos não exige dedicação exclusiva e que a maioria dos integrantes da Casa tem outras fontes de renda. “Tendo em vista a crise que atravessa a federação, o estado e o nosso município, nada mais justo que fosse proposta essa redução”, afirmou.

Adelmo Moura participa da posse da nova diretoria do SINTRAF de Itapetim

O ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura (PSB), participou neste sábado (26) da posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (SINTRAF) do município. A prefeita Aline Karina também esteve presente no evento. Em suas redes sociais, Adelmo registrou a participação e parabenizou os dirigentes eleitos. “Prestigiando, ao […]

O ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura (PSB), participou neste sábado (26) da posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (SINTRAF) do município. A prefeita Aline Karina também esteve presente no evento.

Em suas redes sociais, Adelmo registrou a participação e parabenizou os dirigentes eleitos. “Prestigiando, ao lado da prefeita Aline Karina, a posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (SINTRAF)! Parabéns ao nosso amigo Ademar, que assumiu mais um mandato como presidente, ao vice Chico Ferreira e aos demais diretores. Desejo muito sucesso a todos nessa nova missão em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras na agricultura familiar. Boa sorte e contem sempre com o nosso apoio!”, escreveu.

Ademar foi reconduzido ao cargo de presidente, tendo como vice Chico Ferreira. A nova gestão tem como objetivo fortalecer a atuação do sindicato na defesa dos interesses dos trabalhadores da agricultura familiar.

Armando se arrepende pelo voto favorável aos ministros do STF

Por Inaldo Sampaio/Fogo Cruzado O senador Armando Monteiro confessou ontem à Rádio CBN do Recife que se arrependeu por ter votado favoravelmente ao projeto de lei que reajustou em pouco mais de 16% os subsídios dos ministros do STF. Só o fez, todavia, porque o presidente da Suprema Corte, ministro Dias Tofolli, procurou pessoalmente diversos […]

Por Inaldo Sampaio/Fogo Cruzado

O senador Armando Monteiro confessou ontem à Rádio CBN do Recife que se arrependeu por ter votado favoravelmente ao projeto de lei que reajustou em pouco mais de 16% os subsídios dos ministros do STF.

Só o fez, todavia, porque o presidente da Suprema Corte, ministro Dias Tofolli, procurou pessoalmente diversos congressistas com a promessa de que se o reajuste fosse aprovado seriam extintos automaticamente todos os “penduricalhos” que engordam os contracheques de Suas Excelências, entre eles o auxílio moradia que custa aos cofres públicos, anualmente, segundo cálculos do ministro Gilmar Mendes, cerca de 1 bilhão.

O líder petebista não avaliou corretamente na hora de votar o impacto que teria nos cofres públicos da União e dos Estados o reajuste de pouco mais de 5 mil reais nos subsídios dos 11 ministros: cerca de 4 bilhões/ano, a partir de 2019, devido ao chamado “efeito cascata”. Isto é, ao reajuste dos membros da Suprema Corte atrelam-se os subsídios de todas as outras categorias do Judiciário e do Ministério Público país afora.

O senador reconhece que foi inoportuna a aprovação deste reajuste, poucos dias após o Brasil ter elegido um novo presidente da República, que chegou a fazer um apelo ao Congresso para que não o aprovasse. E já que não pode mais voltar atrás, restou-lhe a oportunidade de pedir desculpas aos pernambucanos, o que o engrandece.