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Lucas Ramos debate crise hídrica com Câmara Consultiva do São Francisco

Por Nill Júnior

11.11.15 - Foto Lucas Ramos em reunião do Comitê Hidrográfico da Bacia do São Francisco em Rodelas (BA) (6)

Membros da Câmara Consultiva Submédio do São Francisco, organizações sociais, instituições públicas e a população em geral debateram nesta quarta-feira (11), em audiência pública no município baiano de Rodelas, os programas e estratégias aplicados para melhor uso dos recursos oferecidos pelo “rio da integração nacional”.

O encontro, promovido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), serviu para alinhar e colocar, no mesmo patamar, os anseios da população e as posições dos órgãos governamentais.

O vice-líder do Governo de Pernambuco na Assembleia Legislativa, Lucas Ramos (PSB), participou das discussões e reforçou seu compromisso com as demandas populares, entre elas a questão do abastecimento de água.

“Temos que mudar a política de investimentos para garantir a água para famílias das cidades ribeirinhas por meio de adutoras, sem a dependência dos carros-pipa”, disse Lucas Ramos. “Precisamos investir no desenvolvimento sustentável do semiárido, preservar o rio e garantir sua saúde para as gerações futuras.”, sentenciou.

Ao final do encontro, o CBHSF destacou a necessidade de se retirar do papel ações importantes para a sustentabilidade da região e que são deliberadas pelo colegiado, como os planos municipais de recursos hídricos e os projetos hidroambientais planejados.

ESTIAGEM – Em março deste ano, o governador Paulo Câmara instituiu o Comitê Integrado de Convivência com a Estiagem em Pernambuco, com 25 representantes de órgãos e entidades que possuem atuação voltada para iniciativas ligadas ao tema. O comitê reforça a Política Estadual de Convivência com o Seminário, criada pelo ex-governador Eduardo Campos em 2013 para amenizar os efeitos provocados pela estiagem.

Outras Notícias

Após anunciar candidato, prefeita tem problemas com aliado em Solidão

Como era de se esperar, a decisão da prefeita Cida Oliveira (Solidão) de antecipar apoio ao vereador Djalma Alves (PR) para ser o candidato à sua sucessão teve repercussão e gerou alguns problemas para ela administrar. . Quem queria ser o “ungido” e não foi começa a reclamar. Quanto a Djalma, ele deverá trocar o […]

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Como era de se esperar, a decisão da prefeita Cida Oliveira (Solidão) de antecipar apoio ao vereador Djalma Alves (PR) para ser o candidato à sua sucessão teve repercussão e gerou alguns problemas para ela administrar. .

Quem queria ser o “ungido” e não foi começa a reclamar. Quanto a Djalma, ele deverá trocar o PR pelo PSB para disputar a Prefeitura de Solidão.

‘Dentre os que segundo as informações na cidade, estaria o ex-prefeito Diomésio Oliveira, que esteve com Vida há dois anos.

Falando ao correspondente do blog Marcelo Patriota, Cida desconversou. “Eu não fui comunicada de nada. O que soube foi de conversas de rua. Até o momento conto com ele e com sua esposa Dalva. Vamos esperar”, completou.

Ricardo Coutinho deixou presídio em JP

G1 PB O ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) deixou o presídio na noite do sábado (21) após a concessão de habeas corpus feita pelo ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O político é um dos alvos da sétima fase da Operação Calvário, que investiga desvios de R$ 134,2 milhões na saúde […]

G1 PB

O ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) deixou o presídio na noite do sábado (21) após a concessão de habeas corpus feita pelo ministro Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O político é um dos alvos da sétima fase da Operação Calvário, que investiga desvios de R$ 134,2 milhões na saúde e educação da Paraíba.

Ricardo Coutinho estava detido na Penitenciária de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, desde a tarde da sexta-feira (20). Ele foi preso no fim da noite da última quinta-feira (19) após desembarcar no Rio Grande do Norte, ao retornar de viagem à Europa.

Ao G1, o advogado de Ricardo, Eduardo Cavalcanti, disse que “o ministro entendeu que a decisão preventiva estava toda aparada em situações aparentes e elementos desatualizados”.

Ao desembarcar no terminal internacional de Natal, Coutinho já era aguardado por policiais federais, que o acompanharam até a sede da PF em João Pessoa. A distância entre as capitais potiguar e paraibana é de 188 quilômetros.

A prisão preventiva foi mantida após audiência de custódia realizada na manhã da última sexta-feira (20). Ricardo Coutinho foi apontado pelo Ministério Público como chefe da suposta organização criminosa suspeita de desviar dinheiro público.

O ex-governador era integrante do núcleo político da organização, que ainda se dividia em núcleos econômico, administrativo, financeiro operacional.

O ex-governador nega as acusações, e disse, na terça-feira (17) que “jamais seria possível um Estado ser governado por uma associação criminosa e ter vivenciado os investimentos e avanços nas obras e políticas sociais nunca antes registrados”.

Com delação, Cid perde direito ao silêncio e pode receber perdão de pena; veja próximos passos

Por Filipe Matoso, Mateus Rodrigues, GloboNews e g1 — Brasília Ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal. O fechamento do acordo foi revelado na quarta (6) pela colunista do g1 Andreia Sadi. Já a homologação, ou seja, a validação por parte do […]

Por Filipe Matoso, Mateus Rodrigues, GloboNews e g1 — Brasília

Ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid fechou acordo de delação premiada com a Polícia Federal.

O fechamento do acordo foi revelado na quarta (6) pela colunista do g1 Andreia Sadi. Já a homologação, ou seja, a validação por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) foi revelada pelo colunista Gerson Camarotti.

Acordos de delação pressupõem que o investigado contará aos investigadores o que sabe sobre práticas ilícitas em troca de benefícios.

Ou seja: de um lado, o investigado pode obter redução de pena ou sair do regime fechado, por exemplo; do outro, os investigadores obtêm novos elementos e provas, avançando na apuração dos supostos crimes.

A lei que regula esse mecanismo é de 2013, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff. Em 2019, trechos foram alterados pelo chamado “Pacote Anticrime”, já na gestão Jair Bolsonaro.

Um dos nomes mais próximos de Bolsonaro ao longo do governo, Mauro Cid deverá ser questionado sobre diversos temas em que supostamente tem envolvimento ou conhecimento, entre os quais: venda de joias recebidas pela Presidência da República; fraude no cartão de vacinas de Bolsonaro; minuta do golpe.

Mauro Cid chegou a ficar preso por cerca de quatro meses, mas, em razão do acordo de delação premiada, foi solto neste sábado por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Para que o acordo fosse homologado, o militar teve de atender a alguns critérios. Entre eles: narrar fatos ilícitos relacionados diretamente com os fatos investigados; apresentar fatos com utilidade para as investigações e interesse público; cessar o envolvimento na conduta ilícita investigada; relatar possíveis resultados com a delação.

Além disso, a Justiça teve que ouvir de Mauro Cid, acompanhado de seu advogado, em caráter sigiloso, se ele voluntariamente teve vontade de fechar o acordo.

O que acontece a partir de agora

Com a homologação do acordo, Mauro Cid passa a ter de cumprir uma série de requisitos.

O tenente-coronel deve, por exemplo, renunciar ao direito de ficar em silêncio durante os depoimentos relacionados aos fatos investigados.

Ele também passa a estar sujeito ao compromisso legal de dizer a verdade sobre aquilo que for indagado.

Além disso, a lei estabelece que, se Mauro Cid omitir alguma informação dos investigadores, poderá ter o acordo rescindido. O texto estabelece, contudo, que essa omissão precisa ser dolosa, isto é, que haja o entendimento de que o delator optou por não prestar todas as informações.

De acordo com a norma vigente, os depoimentos prestados deverão ser mantidos em sigilo até que haja o recebimento de denúncia ou queixa-crime.

Vera revela bastidores de conversa com Márcia: “É Breno ou Sebastião”

Do Farol de Notícias  Vera Gama (Republicanos) revelou os bastidores de sua conversa com a prefeita Márcia Conrado (PT) antes de anunciar sua exoneração do cargo de Secretária da Mulher (Semu), em Serra Talhada. Na oportunidade, Vera relembrou sua trajetória política e as conquistas que trouxe para o município através de seu trabalho no governo […]

Do Farol de Notícias 

Vera Gama (Republicanos) revelou os bastidores de sua conversa com a prefeita Márcia Conrado (PT) antes de anunciar sua exoneração do cargo de Secretária da Mulher (Semu), em Serra Talhada.

Na oportunidade, Vera relembrou sua trajetória política e as conquistas que trouxe para o município através de seu trabalho no governo municipal.

Ela anunciou sua saída do cargo no último sábado (11), após conversa com o presidente estadual do Avante e pré-candidato a deputado estadual, Sebastião Oliveira. Na época, Sebá exaltou a postura de Vera, com uma sutil indireta: “Fico emocionado porque ainda existem mulheres em Serra Talhada que honram os seus compromissos e a suas palavras. Que belo exemplo você está dando”.

Acompanhada de seus familiares e apoiadores, em seu discurso inicial, Vera Gama fez questão de enfatizar que não é filiada ao Avante, mas que havia se comprometido com Sebastião Oliveira nas eleições de 2024 para apoiar sua candidatura nas eleições deste ano, assim como foi firmado o acordo com a prefeita petista. Segundo ela, durante uma ação da secretaria foi chamada pela gestora para conversar sobre política. Na berlinda, teve que escolher ‘ou Breno, ou Sebastião’.

“Em 2024 o Sebastião me ofereceu parceria e eu fui buscar essa parceria. Onde, em 2026, eu estaria com ele. Há uns seis meses atrás, a nossa gestora nos convidou a conversar com ela na prefeitura e ela perguntou como está a situação. Eu falei a mesma coisa: ‘a senhora [Márcia] me disse que eu não tinha problema nenhum ficar com o Sebastião, até porque o Avante tem um vice na prefeitura, não é isso?”

E seguiu: “E mais uma vez, fui surpreendida quando fui para Salgueiro deixar uma mulher vítima de violência, porque o carro do Estado quebrou. Onde eu fui convidada às doze horas, a conversar novamente com a nossa prefeita. E ela falou que estava rompida com o Sebastião. Eu falei para ela o seguinte: ‘a senhora me disse que eu podia ficar com Sebastião e com Fernando Monteiro. E ela disse: ‘agora, é Breno ou Sebastião’. Então, eu fui criada em uma família simples, porém, cheia de honestidade. Eu não poderia ser diferente, achei melhor entregar o cargo. O cargo é da prefeitura, o cargo é da prefeita e eu, Vera Gama, com certeza, não ia ficar no cargo se eu estou apoiando Sebastião Oliveira”.

Programa para aquecer a economia em fevereiro

Congresso em Foco – Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa conta que em fevereiro será lançado o programa de governo com as diretrizes e estratégias de política econômica para 2016 e para os anos seguintes, encomendado pela presidente Dilma Rousseff. Barbosa adiantou que o documento trará um […]

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Congresso em Foco – Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa conta que em fevereiro será lançado o programa de governo com as diretrizes e estratégias de política econômica para 2016 e para os anos seguintes, encomendado pela presidente Dilma Rousseff. Barbosa adiantou que o documento trará um programa de concessões de aeroportos e ferrovias. “Há uma agenda de melhoria do ambiente de negócio e medidas para simplificar e desburocratizar a vida das empresas e das famílias”, disse o ministro.

A curto prazo, Nelson Barbosa afirma que o esforço para estabilizar a economia será feito por meio da “melhoria do foco e a eficiência dos programas de crédito direcionado”. O ministro explica que após uma revisão nos subsídios do governo, constatou-se que há recursos disponíveis nos bancos públicos e no FGTS para financiar setores ligados a atividades de infraestrutura, como construção civil e saneamento, além de pequenas e médias empresas. “Sem custo adicional para a União. Com os recursos existentes, sem necessidade do subsídio do Tesouro”, destaca – tal como ocorreu no primeiro mandato de Dilma.

“São medidas compatíveis com o equilíbrio fiscal, de um lado, e com a melhoria da economia, de outro”, garante o ministro. Nelson Barbosa assegura que é possível cumprir a meta fiscal de superávit primário de 0,5% do PIB. Para isso, o ministro ressalta que é imprescindível a aprovação de algumas medidas legislativas pelo Congresso, como a CPMF e a DRU, além de mais contingenciamento de despesas.