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É hoje: Zeca, Pollyana e Pacheco no LW Cast

Por Nill Júnior

Os prefeitos de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, e de Sertânia, Pollyana Abreu, estarão no LW Cast desta quinta-feira, na TV LW On Line no YouTube.

Eles avaliam os 150 dias de gestão na preparação para a marca dos 6 meses, São João de Arcoverde, Expocose em Sertânia, obras, parcerias, governo Raquel Lyra e muito mais.

Ainda o presidente da Câmara de Arcoverde, Luciano Pacheco. Ele responde o suplente André Paulo, que questionou o número de vereadores da Câmara, que diz, deveria ser de treze. Pacheco diz haver legitimidade para que Arcoverde tenha os atuais dez parlamentares.

É nesta quinta-feira, pela TV LW On Line, com retransmissão da Itapuama FM 92,7. Participe e concorra a pix de R$ 200!

Outras Notícias

Nova virose ou dengue? Afinal, o que as pessoas têm?

Secretaria Estadual de Saúde diz que trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco Do Diário de Pernambuco Mesmo diante da epidemia que atinge oito municípios (incluindo o Recife) de Pernambuco, vem crescendo o número de pessoas se queixando de sintomas semelhantes aos da dengue, mas que não foram diagnosticados […]

Secretaria Estadual de Saúde diz que trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco

Do Diário de Pernambuco

Mesmo diante da epidemia que atinge oito municípios (incluindo o Recife) de Pernambuco, vem crescendo o número de pessoas se queixando de sintomas semelhantes aos da dengue, mas que não foram diagnosticados com ela. Ciente da questão, a Secretarial Estadual de Saúde (SES) orientou seus profissionais a relatarem novas ocorrências, enquanto se debruça sobre os dados coletados, tentando definir as causas. Especialistas, por sua vez, não enxergam motivos para acreditar numa onda de casos de uma nova doença.

Casos
A assessora de imprensa Izabela Fabrício percebeu os primeiros sintomas durante uma festa, no fim de fevereiro. Ao notar as manchas vermelhas em seus braços, associou ao ardor nos olhos e procurou a emergência. “Quando cheguei lá, me deparei com outras três pessoas, de uma mesma família, com os mesmos sintomas. Na triagem, a enfermeira disse que provavelmente era um surto de rubéola”, contou Izabela. “No outro dia, amanheci vermelha dos pés à cabeça e em estado febril”, acrescentou. O exame laboratorial, entretanto, descartou esta possibilidade.

Ao procurar outro médico, Izabela foi orientada a realizar novo hemograma, sob suspeita de que estivesse com dengue. Voltando ao hospital, se deparou com a emergência repleta de casos semelhantes. “Da segunda vez, a sala de espera estava ainda mais cheia. Mas o exame deu negativo também. Aí, falaram que era uma virose pós-carnaval e me recomendaram repouso e muita hidratação”, lembrou. Mas, apesar de ter se recuperado dias depois, o problema não abandonou a família da assessora. “Minha mãe e meus dois irmãos também apresentaram os mesmos sintomas recentemente. Como no meu caso, todos os exames deram negativos para dengue e foram tratados como virose também.”

O produtor cultural Bruno Loja teve inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos, manchas pelo corpo e febre. Foto: Arquivo Pessoal
O produtor cultural Bruno Loja teve inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos, manchas pelo corpo e febre. Foto: Arquivo Pessoal

O produtor cultural Bruno Loja também viveu algo semelhante, há três semanas. Em seu caso, porém, o primeiro sintoma foi um inchaço súbito das articulações dos dedos das mãos. “No dia seguinte, amanheci todo pintado e com febre alta”, contou. Depois de procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e realizar um hemograma a única confirmação que teve é de que não se tratava de um caso de dengue hemorrágica. “Quando perguntei o que seria, ele disse que provavelmente era dengue. Perguntei da virose, ele disse que era dengue. Perguntei da chikungunya, ele disse que era dengue”, lembrou.

Secretaria descarta chikungunya
Acima de tudo, a SES descarta a hipótese de estar lidando com casos de chikungunya, mas também não relaciona o problema a uma nova doença, como destaca a gerente de prevenção e controle de doenças imunopreveníveis da secretaria, Ana Antunes. “Trata-se de uma virose cujos sintomas ainda não haviam sido observados em Pernambuco”, pontuou. “Ainda não temos a definição da etiologia dessa doença. Pode ser uma única doença, como pode ser mais de um evento. Pelas características, em princípio, parece ser viral. Se fosse chikungunya, os sintomas – principalmente as dores nas articulações – seriam mais prolongados, enquanto essa virose surge de repente e vai embora rápido.” Enquanto a SES tenta sistematizar a investigação, a orientação para a população ao se deparar com os sintomas é a de praxe: “Procurar um médico. Mas repousar e tomar bastante líquido é fundamental”, instruiu a gerente.

Professor de Infectologia da Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, o médico Demócrito Miranda também afasta a hipótese de o estado estar lidando com alguma doença nova. “A impressão da própria secretaria é que a maioria dos casos é de dengue. Não vejo muita razão para se pensar em outra coisa. Clinicamente e laboratorialmente, muitos têm sido confirmados como dengue”, analisou. “Acredito que os rumores sobre uma nova epidemia não passam disso. Rumores”, acrescentou. Miranda, entretanto, ressalta a importância de a população se manter alerta com a questão da dengue. “Nesta época do ano, as pessoas começam a precisar reservar água por conta do racionamento e os ovos começam a eclodir. Aqui (em Pernambuco), a epidemia é de dengue”, concluiu.

SINAIS DE ALARME NA DENGUE
– dor abdominal intensa e contínua;
– vômitos persistentes;
– fraqueza ao levantar, podendo levar a desmaios;
– dor localizada abaixo do peito direito;
– sangramentos de nariz e gengiva;
– sonolência e/ou irritabilidade;
– diminuição da quantidade de urina;
– diminuição repentina da temperatura corpórea;
– falta de ar

obs.: é importante ressaltar que estes sintomas devem ser avaliados em associação a um contexto de febre, manchas no corpo e dores nas articulações.

Depois de giro no Pajeú, Gonzaga Patriota seguiu para encontro da bancada em Brasília

A jornada de visitas do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) no Pajeú teve sequência. Nesta quarta-feira (09), ele esteve em Solidão, Afogados da Ingazeira e Iguaracy para conceder entrevista, anunciar emendas e agradecer a votação. Patriota começou a manhã participando de uma reunião, em Solidão, na casa do prefeito Djalma Alves. Seis vereadores, todos os secretários […]

Gonzaga esteve em Solidão com Djalma Alves e aliados

A jornada de visitas do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) no Pajeú teve sequência. Nesta quarta-feira (09), ele esteve em Solidão, Afogados da Ingazeira e Iguaracy para conceder entrevista, anunciar emendas e agradecer a votação.

Patriota começou a manhã participando de uma reunião, em Solidão, na casa do prefeito Djalma Alves. Seis vereadores, todos os secretários municipais e o vice-prefeito Zé Nogueira estiveram no encontro.

Em sua fala, o deputado lembrou que destinou uma emenda de R$ 700 mil para construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), além de outros recursos para pavimentação e infraestrutura do município.

Dando continuidade aos compromissos, o socialista concedeu entrevista a Rádio Pajeú, em Afogados da Ingazeira. Durante uma hora falou dos seus projetos e fez um balanço das suas ações nos últimos anos.

Em seguida, se dirigiu para Iguaracy, onde participou de um almoço de confraternização promovido pelo vereador Manoel Olímpio, presidente da Câmara.

O deputado ainda teria outros compromissos nesta quarta-feira, porém teve que interromper e seguir para Brasília. Hoje, a Bancada Federal do PSB irá se reunir para tratar da eleição da mesa diretora da Câmara dos Deputados e de como será o relacionamento com o governo Bolsonaro.

Bolsonaro sanciona Renda Básica Emergencial de R$600

Nesta quarta-feira (01.04), o presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que estabelece a Renda Básica Emergencial (RBE), no valor de R$600 mensais, por três meses, a trabalhadores informais. O anuncio foi feito pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira em rede social. O auxílio tem o objetivo de diminuir o impacto da […]

Foto: Isac Nóbrega/PR

Nesta quarta-feira (01.04), o presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei que estabelece a Renda Básica Emergencial (RBE), no valor de R$600 mensais, por três meses, a trabalhadores informais. O anuncio foi feito pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira em rede social.

O auxílio tem o objetivo de diminuir o impacto da pandemia do coronavírus na renda dessas pessoas – que não têm carteira assinada e, por isso, foram mais afetadas pelas medidas de isolamento social.

Segundo o projeto, o auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família. O texto aprovado ainda definiu que a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas, ou seja, receberá R$ 1,2 mil mensais por três meses.

Vetos ao texto – O presidente Jair Bolsonaro vetou três itens do texto aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, esses vetos foram orientados pelos ministérios da Economia e da Cidadania.

Com o veto, essas condições ficam excluídas do texto que entrará em vigor. Os vetos serão analisados pelo Congresso, que pode derrubar os trechos em definitivo ou restaurar a validade dessas regras.

Ampliação do BPC – O principal trecho vetado é o que garantia, na nova lei, a ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) definida pelo Congresso no início de março. Essa ampliação, segundo o governo federal, tem impacto de R$ 20 bilhões ao ano nas contas públicas.

A extensão do BPC foi definida quando o Congresso derrubou um veto de Bolsonaro ao tema. O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), chegou a adiar a mudança nas regras até a definição de medidas “compensatórias” para esse custo extra.

Dias depois, Dantas mudou de ideia e suspendeu todas as decisões por 15 dias. Segundo o ministro, a flexibilização das regras fiscais e de austeridade no contexto da pandemia do coronavírus poderia ser aproveitada, também, para garantir a inclusão de novos beneficiários no BPC.

Enquanto não há resposta definitiva, os parlamentares voltaram a incluir o tema na lei do auxílio emergencial. E, na análise final, Bolsonaro voltou a vetar o dispositivo. Segundo o governo, a medida fere a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Reavaliação dos critérios – O governo também vetou um dispositivo, aprovado pelo Congresso, que cancelava o auxílio emergencial do beneficiário que, ao longo dos três meses, deixasse de atender aos pré-requisitos.

Segundo o governo, esse ponto “contraria o interesse público” e gera um esforço desnecessário de conferência, mês a mês, de todos os benefícios que estarão sendo pagos. O Ministério da Cidadania defende que é preferível “concentrar esforços e custos operacionais” na construção de outras medidas de enfrentamento à Covid-19.

Restrição à conta bancária – O Palácio do Planalto também decidiu vetar uma regra que restringia o tipo de conta bancária onde o auxílio poderia ser depositado. Pelo texto aprovado, o benefício só poderia ser pago em “conta do tipo poupança social digital, de abertura automática em nome dos beneficiários”, criada para receber recursos exclusivos de programas sociais, do PIS/Pasep e do FGTS.

*Com informações do G1

Sem dinheiro, Comitê Rio-2016 corta dezenas de funcionários

AE A crise financeira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro gerou a demissão de dezenas de funcionários, que também trabalhariam para a Paralimpíada em setembro. Em alguns departamentos, a reportagem do Broadcast apurou que os cortes chegarão a 40%. Nos últimos dias, negociações garantiram a injeção de recursos públicos para resgatar a Paralimpíada, depois […]

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A crise financeira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro gerou a demissão de dezenas de funcionários, que também trabalhariam para a Paralimpíada em setembro. Em alguns departamentos, a reportagem do Broadcast apurou que os cortes chegarão a 40%. Nos últimos dias, negociações garantiram a injeção de recursos públicos para resgatar a Paralimpíada, depois que parte das verbas foram usados para preencher o rombo na Olimpíada.

Nesta negociação ficou estabelecido que a Paralimpíada seria enxugada. Na condição de anonimato, funcionários confirmaram à reportagem que foram informados apenas nesta semana de que não teriam trabalho a partir de segunda-feira, ainda que originalmente o entendimento era de que ficariam até o final de setembro, para atender também aos Jogos Paralímpicos.

“Fomos informados nesta semana que estamos dispensados depois do encerramento”, disse uma das funcionárias, que aguarda até segunda-feira para saber quanto será paga. “Nosso contrato vai até final de setembro. Mas ninguém nos disse se o contrato vai ser simplesmente suspenso ou se ganharemos uma parte”, disse. “O que eu sei é que segunda-feira eu estou desempregada”, afirmou.

Assim como ela, dezenas de outras pessoas no Parque Olímpico foram informadas apenas nesta semana que os contratos serão suspensos. “Eu sou do interior do estado do Rio. Vim para cá e aluguei um lugar para ficar até o final de setembro. Quem é que vai pagar pelo mês de aluguel?”, questionou. Fontes que participaram das negociações confirmaram à reportagem que se chegou a falar abertamente no cancelamento de diversas modalidades, o que acabou sendo evitado graças ao aporte de dinheiro público.

A falta de dinheiro levará ao fechamento de diversas instalações demissões e a transferência de competições para outros lugares, com o objetivo de “maximizar os recursos”. O número de ingressos para a Paralimpíada também será fortemente cortado, de 3,4 milhões para apenas 2 milhões. Até agora, apenas 12% dos ingressos foram vendidos e, numa esperança de atrair pessoas aos locais dos eventos, os organizadores avaliam tornar gratuita a entrada ao Parque na Barra da Tijuca. Ali, cada um pagaria para ir aos eventos específicos.

Não por acaso, o Comitê Paralímpico Internacional (CPI) afirma que o evento no Rio de Janeiro em setembro será “o mais difícil jamais realizado” em mais de 50 anos da competição.

Audiência Pública na Alepe debate importância do Banco do Nordeste para o desenvolvimento regional

Nesta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), acontece a Audiência Pública “A Importância do Banco do Nordeste para o Desenvolvimento Regional”. Convocada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, a agenda é fruto da articulação entre o Sindicato dos Bancários de Pernambuco e o deputado Estadual Doriel Barros (PT), presidente […]

Nesta terça-feira (25), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), acontece a Audiência Pública “A Importância do Banco do Nordeste para o Desenvolvimento Regional”. Convocada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Política Rural da Alepe, a agenda é fruto da articulação entre o Sindicato dos Bancários de Pernambuco e o deputado Estadual Doriel Barros (PT), presidente da referida Comissão. O evento será realizado a partir das 9h, no Auditório Ênio Guerra, 4º andar – Anexo 1.

Diante do risco de privatização do Banco do Nordeste, a audiência pública visa ampliar o debate sobre o papel dos bancos públicos, com destaque para a atuação do Banco do Nordeste, que contribui decisivamente para o crescimento da economia na Região e para a geração de milhões de empregos, reduzindo as desigualdades inter-regionais.

A pauta sugerida pela Comissão Nacional em Defesa do Banco do Nordeste, da qual o Sindicato dos Bancários de Pernambuco faz parte, também foi tema de audiências públicas no Ceará (6/4) e na Bahia (29/4). A proposta é realizar o debate em todos os Estados da Região, criando comissões parlamentares mistas em defesa do Banco do Nordeste.

O Banco do Nordeste é hoje o maior banco de desenvolvimento regional da América Latina e o maior financiador de crédito rural do Brasil. Em 2018, o Banco do Nordeste obteve lucro líquido de R$ 725,5 milhões e injetou mais de 40 bilhões na economia da Região.

Serviço:

Audiência Pública: A Importância do Banco do Nordeste para o desenvolvimento Regional

Data: Terça-feira (25/6)

Hora: 9h

Local: Assembleia Legislativa de Pernambuco – Anexo I, Auditório Ênio Guerra, 4 andar (Rua da União, 439, Boa Vista, Recife – PE).