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Zé Negão analisa cenário político e projeta eleições de 2024 em Afogados da Ingazeira

Por André Luis

Segundo ex-vereador governadora Raquel Lyra apoiará palanque da oposição no município

Por André Luis

Nesta segunda-feira (7), o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, recebeu o ex-vereador de Afogados da Ingazeira, José Edson Ferreira (Zé Negão). Em uma entrevista exclusiva, Zé compartilhou sua visão sobre o atual cenário político local e projetou as eleições de 2024.

Situação da oposição e novos rumos

Durante a conversa, Zé Negão abordou a atual situação da oposição em Afogados da Ingazeira e ressaltou a importância de uma união das lideranças para fortalecer o grupo. “Nós vamos disputar, ninguém está sendo candidato agora. Nós vamos montar uma candidatura conversando com a sociedade, com os profissionais liberais, jovens, agricultores, conselhos de bairro e lideranças”, afirmou.

Zé Negão também destacou a entrada de novos nomes na cena política, mencionando Danilo Simões como um possível reforço para a oposição. Sobre sua própria filiação partidária, ele esclareceu que está avaliando junto a outras lideranças qual será o destino partidário. “No momento, permaneço no Podemos, mas quem vai decidir o destino ao qual partido vou ser filiado vai ser essa conjuntura de força”, revelou.

Sobre a troca de deputado estadual

O ex-vereador também mencionou sua recente mudança de apoio de João Paulo Costa (PCdoB), para Romero Sales Filho (União Brasil). Ele destacou a importância de ter um deputado estadual e federal alinhados com o governo do Estado e que trabalhem em prol de Afogados da Ingazeira.

Também se queixou da falta de atenção de João Paulo Costa após as eleições de 2022. “Não ligou nem para agradecer os votos recebidos”.

Articulação

Zé também foi provocado a fazer uma avaliação do trabalho realizado pelo gerente de articulação regional da Casa Civil, Mário Viana Filho. 

“É uma pessoa credenciada para ser o articulador político do Palácio aqui na região. Tá fazendo o trabalho dele. Quem pode analisar é o próprio Palácio com a Casa Civil. O meu trabalho, independente de ter sido nomeado lá na Casa Civil pela governadora, eu venho fazendo e fazendo bem feito. Todas as lideranças de oposição que precisa ter uma interlocução em Recife eu tô levando para o escritório de Armando Monteiro. Todos. Quando não vão, mas eu passo o contato e Armando liga. Eles conversam com Armando e nós estamos fazendo nosso trabalho de acordo com o potencial que nós temos”, afirmou.

Apoio a Raquel Lira e avaliação do governo

Questionado sobre sua postura em relação à governadora Raquel Lyra, Zé Negão demonstrou seu apoio à líder estadual. “Estou com Raquel agora e quero aqui mostrar que estou no ruim. Ela pegou o estado em uma situação delicada, mas com projetos e esforço, acredito que ela vai realizar uma grande administração”, declarou.

Ele também comentou sobre a rejeição enfrentada por Raquel Lyra, mencionando a alta taxa de reprovação, mas ressaltou que acredita no potencial de mudança que ela traz para Pernambuco. “Ela tem um projeto para o povo, ela não tem projeto político. Ela vai fazer uma das melhores administrações de Pernambuco”, enfatizou.

Sobre a situação das estradas

Zé Negão abordou a situação das estradas do estado, destacando que a governadora está buscando soluções para os problemas existentes e atrás de recursos para melhorar a malha viária. Ele mencionou que a governadora optou por repassar a responsabilidade das estradas federais para o governo federal, visando uma melhoria na sua manutenção.

Projeções para as eleições de 2024

Ao abordar as eleições de 2024, Zé Negão enfatizou a importância de uma candidatura forte por parte das oposições. Ele previu que a conjuntura política será diferente, com a união de forças e a formação de um grupo coeso. “Nós vamos ser representados aqui pela governadora e pelos deputados que vão ser decididos. Vamos disputar, e será uma eleição com disputa, pois agora eles não terão mais o Governo do Estado”, prognosticou.

Questionado se Raquel Lyra estará apoiando a oposição de Afogados em 2024, Zé foi direto: “sim. Não tenho uma sombra de dúvida que ela estará apoiando o nosso projeto”.

Zé Negão concluiu reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de Afogados da Ingazeira e sua disposição em trabalhar em conjunto com outras lideranças em prol da cidade e da região.

Outras Notícias

Por sobrevivência, Renan adere a Temer

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez uma rara confissão em uma pequena roda de senadores em dezembro, no concorrido jantar promovido pelo líder do PMDB da Casa, Eunício Oliveira (CE). “Melhor segurar ela (Dilma Rousseff)”, disse ele, mesmo reconhecendo a “fragilidade” da petista, que, na semana anterior ao encontro, teve aberto contra si […]

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O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez uma rara confissão em uma pequena roda de senadores em dezembro, no concorrido jantar promovido pelo líder do PMDB da Casa, Eunício Oliveira (CE). “Melhor segurar ela (Dilma Rousseff)”, disse ele, mesmo reconhecendo a “fragilidade” da petista, que, na semana anterior ao encontro, teve aberto contra si um pedido de abertura de impeachment pelo presidente da Câmara.

Renan não admitia em privado a ascensão do vice-presidente Michel Temer ao Palácio do Planalto orquestrada por Cunha. Contudo, após atuar na resistência ao hoje iminente afastamento de Dilma, o peemedebista sucumbiu a Temer, desafeto histórico dele no PMDB, na quarta-feira, quando se reuniu com o provável presidente interino para discutir uma agenda legislativa a fim de superar a crise.

Essa fórmula de referendar o eventual governo Temer, ainda que de forma “institucional”, como sempre frisa em entrevistas, é a mesma que tentou para tentar manter Dilma na Presidência. Ele mira sua sobrevivência política pessoal e também da sua “cria”, o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB).

Indiretamente, Dilma contribuiu para Renan forjar seu novo discurso. Em abril do ano passado, pouco depois da abertura do primeiro dos nove inquéritos a que hoje responde na Operação Lava Jato, o presidente do Senado assistiu à troca do seu último aliado de peso na Esplanada: Vinícius Lages foi substituído por um apadrinhado de Temer, Henrique Eduardo Alves, no comando do Ministério do Turismo. O “último dilmista” passou a usar publicamente o discurso de independência em relação ao governo.

Mesmo reclamando a interlocutores de uma suposta falta de blindagem do governo ante o avanço da Lava Jato contra ele, Renan atuou para impedir que o afastamento da presidente venha a se consumar no Senado.

Entre os sete principais lances pró-Dilma do peemedebista, ele (1) ajudou na aprovação do impopular ajuste fiscal do ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy; (2) criou a “Agenda Brasil”, uma espécie de boia anticrise econômica para a presidente; (3) agiu no PMDB para derrotar a ação de Temer que derrubara temporariamente o líder do PMDB da Câmara, Leonardo Picciani (RJ); (4) criticou a “precipitação” do PMDB em ter rompido com o governo e (5) não defendeu um “rito sumário” na tramitação do impeachment do Senado; (6 e 7) tentou embaralhar e dificultar o caminho do vice apoiando a adoção de um semiparlamentarismo com Dilma no cargo e, recentemente, com a defesa da antecipação das eleições gerais.

O presidente do Senado não teve êxito. Mas, por instinto de sobrevivência e para aplacar os ânimos após um bate-boca público com o vice, ele começou a articular em janeiro uma chapa única para o comando do PMDB. No mês seguinte, Temer foi mantido e Renan emplacou o senador Romero Jucá (PMDB-RR) na primeira vice-presidência da legenda. Aliado de ambos, Jucá – ungido agora a presidente em exercício do partido e futuro ministro do Planejamento de Temer – e Eunício Oliveira – reeleito tesoureiro da legenda – são os dois principais artífices da aproximação. “Ele vai vir para o nosso lado”, disse Jucá ao Estado, após a decisão.

No encontro da semana passada, Renan já acertou inaugurar a agenda de Temer no Congresso na próxima semana. Ele também se comprometeu com o vice a, tão logo ele assuma, convocar o Congresso para aprovar a revisão da meta fiscal para evitar a paralisia da máquina pública federal.

Renan discutiu ainda a votação de proposta que concede autonomia formal para escolha da diretoria do Banco Central.

Aliados do peemedebista dizem que a composição com Temer tem por objetivo garantir a Renan espaço na legenda após fevereiro de 2017, quando deixará a presidência do Senado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Câmara não dá previsão para início de operações da Azul em Serra

Durante visita a Serra Talhada (Sertão do Pajeú), na última sexta-feira (25), o governador Paulo Câmara não quis arriscar um prazo para o primeiro voo comercial do Aeroporto Santa Magalhães – a maior expectativa dos que residem na região. Falando ao Programa Frequência Democrática, na rádio Vila Bela FM, o socialista foi genérico, preferindo justificar […]

Durante visita a Serra Talhada (Sertão do Pajeú), na última sexta-feira (25), o governador Paulo Câmara não quis arriscar um prazo para o primeiro voo comercial do Aeroporto Santa Magalhães – a maior expectativa dos que residem na região.

Falando ao Programa Frequência Democrática, na rádio Vila Bela FM, o socialista foi genérico, preferindo justificar o atraso do cronograma da obra.

“O aeroporto está pronto, você pode ver lá que já está servindo às pessoas. Agora, a parte de aviação comercial é que novas exigências apareceram. Sebastião Oliveira, o então secretário foi muito zeloso em buscar ver como fazer essas exigências novas, como a parte do muro, ampliação de uma nova terraplanagem de uma área da pista, que vai ser feita também. Os recursos já estão assegurados“, disse.

A conclusão do Aeroporto de Serra Talhada também está na pauta da reunião que Paulo terá hoje com o ministro Tarcísio Freitas. O governo do Estado aplicou lá alguns milhões e agora espera que a obra não vire um ‘elefante branco’ por falta de movimento.

Em reunião com Procurador-Geral, servidores defendem mais democracia no Ministério Público

Em reunião com o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, o Sindicato dos Servidores no Ministério Público de Pernambuco (Sindsemppe) apresentou uma carta aberta dirigida aos procuradores do Estado de Pernambuco reivindicando mais participação dos servidores e da sociedade civil na estrutura do MPPE. O encontro ocorreu na última terça-feira (24), na sede da Procuradoria, […]

Em reunião com o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, o Sindicato dos Servidores no Ministério Público de Pernambuco (Sindsemppe) apresentou uma carta aberta dirigida aos procuradores do Estado de Pernambuco reivindicando mais participação dos servidores e da sociedade civil na estrutura do MPPE. O encontro ocorreu na última terça-feira (24), na sede da Procuradoria, no Recife.

Os servidores querem ter assento permanente no Colégio de Procuradores, onde as decisões mais importantes da instituição são tomadas. Também querem votar na eleição do procurador-geral de Justiça e ter o direito de concorrer à vaga de Ouvidor da instituição.

O MPPE enviou para a Assembleia Legislativa no último dia 5 de julho o Projeto de Lei  Complementar 1.984/2018, que promove diversas mudanças em sua estrutura, aumentando a participação dos promotores de justiça em diversas áreas. Aproveitando o momento oportuno de debates, o Sindsemppe apresentou três emendas, por meios da deputada estadual Teresa Leitão (PT) e do deputado estadual Edilson Silva (Psol), para abrir ainda mais as portas do MPPE para a população.

No resultado final da reunião, ficou acordado que os deputados retirariam as emendas ao Projeto, a fim de sanar o vício de iniciativa, com o compromisso de o procurador reapresentá-las após discuti-las no Colégio de Procuradores. Dirceu avaliou como muito viável a inclusão de um assento dos servidores no Colégio e se comprometeu em apresentar aos seus pares as demais propostas.

“Ficamos felizes porque o procurador-geral de Justiça reafirmou seu compromisso com a democratização de nosso MPPE”, afirmou Fernando Ribamar, presidente do Sindsemppe.

O procurador Francisco Dirceu também afirmou que vai aprofundar o processo de democratização do MPPE, mesmo diante de resistências. “A pauta dos servidores é justa. Algumas serão submetidas ao debate em nossa classe, outras serão efetivadas de imediato. Os servidores são os braços, pernas e nosso coração, por isso, precisamos andar juntos para construir, cada dia mais, um Ministério Público vocacionado à cidadania”, disse o Dr. Dirceu.

A deputada Teresa Leitão afirmou que se incorporadas as propostas dos servidores, o MPPE terá mais transparência. “O Sindicato ganha protagonismo e a tese da democracia plena se consolida”, disse a parlamentar.

Já Edilson Silva considerou positiva a promessa de participação dos servidores nos órgãos colegiados internos. “Todos que compõe o Ministério Público de Pernambuco são importantes”, disse. A reunião também contou com a presença do deputado estadual Sérgio Leite (PDT) e de assessores da procuradoria.

Quem é Robert Francis Prevost, o novo papa Leão 14

Pelo menos 89 dos 133 cardeais – dois terços dos eleitores do conclave – chegaram a um consenso sobre o novo pontífice. Do g1 A tão esperada fumaça branca que anuncia a eleição do novo papa foi expelida nesta quinta-feira (8) da chaminé da capela Sistina, no segundo dia de conclave. O cardeal Robert Francis […]

Pelo menos 89 dos 133 cardeais – dois terços dos eleitores do conclave – chegaram a um consenso sobre o novo pontífice.

Do g1

A tão esperada fumaça branca que anuncia a eleição do novo papa foi expelida nesta quinta-feira (8) da chaminé da capela Sistina, no segundo dia de conclave. O cardeal Robert Francis Prevost foi eleito pelos colegas e será conhecido a partir de agora como Leão 14.

Ele foi escolhido por pelo menos 89 dos 133 cardeais – dois terços dos eleitores do conclave – e será o sucessor do papa Francisco na Cátedra de São Pedro.

Quem é o novo papa

Nascido em Chicago, nos Estados Unidos, Prevost tem 69 anos e se torna o primeiro papa norte-americano da história da Igreja. É também o primeiro pontífice vindo de um país de maioria protestante.

Apesar da origem norte-americana, Prevost construiu grande parte de sua trajetória religiosa na América Latina, especialmente no Peru. Foi lá que se destacou até alcançar os cargos mais altos da Cúria Romana.

Ao ser eleito, ocupava duas funções importantes no Vaticano: prefeito do Dicastério para os Bispos — órgão responsável pela nomeação de bispos — e presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina.

De perfil discreto e voz tranquila, Prevost costuma evitar os holofotes e entrevistas. No entanto, é visto como um reformista, alinhado à linha de abertura implementada por Francisco. Tem formação sólida em teologia e é considerado um profundo conhecedor da lei canônica, que rege a Igreja Católica.

Entrou para a vida religiosa aos 22 anos. Formou-se em teologia na União Teológica Católica de Chicago e, aos 27, foi enviado a Roma para estudar direito canônico na Universidade de São Tomás de Aquino.

Foi ordenado padre em 1982 e, dois anos depois, iniciou sua atuação missionária no Peru — primeiro em Piura, depois em Trujillo, onde permaneceu por dez anos, inclusive durante o governo autoritário de Alberto Fujimori. Prevost chegou a cobrar desculpas públicas pelas injustiças cometidas no período.

Em 2014, foi nomeado administrador da Diocese de Chiclayo, cargo em que foi ordenado bispo e permaneceu por nove anos. Nesse período, enfrentou a principal crise de sua trajetória: em 2023, três mulheres acusaram Prevost de acobertar casos de abuso sexual cometidos por dois padres no Peru, quando elas ainda eram crianças.

Segundo as denúncias, uma das vítimas telefonou para Prevost em 2020. Dois anos depois, ele recebeu formalmente os relatos e encaminhou o caso ao Vaticano. Um dos padres foi afastado preventivamente e o outro já não exercia mais funções por questões de saúde. A diocese peruana nega qualquer acobertamento e afirma que Prevost seguiu os trâmites exigidos pela legislação da Igreja. O Vaticano ainda não concluiu a investigação.

Durante sua passagem pelo Peru, Prevost também ocupou cargos de destaque na Conferência Episcopal local e foi nomeado para a Congregação do Clero e, depois, para a Congregação para os Bispos. Em 2023, recebeu o título de cardeal — função que ocupou por menos de dois anos antes de se tornar papa, algo raro na Igreja moderna.

Durante a internação de Francisco, Prevost foi o responsável por liderar uma oração pública no Vaticano pela saúde do então pontífice.

Como foi o conclave

O conclave para a eleição do novo papa começou na quarta-feira (7), com a presença de 133 cardeais – sete deles são brasileiros. Na primeira rodada da votação, na quarta à tarde, deu fumaça preta.

O mesmo ocorreu após a segunda e a terceira rodadas, na manhã desta quinta. Para a tarde, havia a previsão de uma quarta rodada de votação perto de 12h30 (no horário de Brasília) e, se necessário, uma quinta e última, por volta das 14h.

Secretário de Educação visita Flores

O Prefeito de Flores Marconi Santana (PSB) informou em nota ao blog  recebeu a visita do Secretário Estadual de Educação Frederico Amâncio. “Junto com a sua comitiva, a Gerente Regional de Educação, Cecília Patriota e nossa Secretária de Educação, Graciete Santana visitamos a Escola Municipal Onze de Setembro, que já funciona em tempo integral”. O […]

O Prefeito de Flores Marconi Santana (PSB) informou em nota ao blog  recebeu a visita do Secretário Estadual de Educação Frederico Amâncio.

“Junto com a sua comitiva, a Gerente Regional de Educação, Cecília Patriota e nossa Secretária de Educação, Graciete Santana visitamos a Escola Municipal Onze de Setembro, que já funciona em tempo integral”.

O prefeito destacou que em breve o educandário estará recebendo uma nova infraestrutura. A visita seguiu para  as Escolas Estaduais Pedro Santos Estima e Aires Gama.

“No Aires pactuamos com o secretário que vamos consolidar o documento (escritura), junto ao pároco Monsenhor João Carlos, para que possamos realizar sonho da construção da quadra poliesportiva entre outras ações para os alunos e professores do EREM – Aires Gama”, disse.