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Wellington assina ordem de serviço para pavimentação ao acesso do bairro Coliseu

Por Nill Júnior

Com um investimento de mais de R$ 808 mil, o prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), assinou neste sábado (25), em clima junino, a ordem de serviço para a construção do calçamento do acesso do bairro Coliseu, a Rua Luis de Britto Cavalcanti.

A obra, que conta com uma emenda do deputado federal Raul Henry, presente ao evento, terá uma contrapartida da prefeitura que corresponde a 50% do investimento a ser feito e a OS foi assinada na casa do empresário Márcio Britto, que há anos luta por esse calçamento. Para o prefeito, uma obra que nasce da parceria com os representantes do estado.

“Hoje estamos dando o ponta pé inicial a essa obra tão cobrada e graças a parceria com o deputado federal Raul Henry e um investimento de outra parte de mesmo valor de recursos próprios. Temos um bairro que cresce a cada ano e que também precisa do olhar do poder público e quando temos parceiros que olham para o futuro de nossa cidade, só temos a ganhar. Estamos sempre aberto as parcerias, sejam de representantes nas casas legislativas, seja dos moradores que possam colaborar para a realização das obras”, frisou lembrando que uma rua do bairro será feita em parceria com os moradores.

Raul destacou em sua fala que é eterno devedor de Arcoverde, cidade a onde renasceu há 20 anos, quando um avião em que estava caiu na Cohab II com ele a tripulação. “Serei sempre devedor desta terra. Aqui nasci de novo e o que puder fazer para ela crescer, avançar, ainda será pouco. Vamos seguir em frente, ajudando o prefeito Wellington e ao povo de Arcoverde”, afirmou.

Já o vereador Luciano Pacheco (Patriotas), destacou o compromisso do prefeito em pavimentar todo o bairro durante a sua gestão. “É um compromisso de Wellington e temos a certeza de que ele cumprirá. Vamos estar juntos, ajudando para que esse trabalho aconteça em todos os bairros de Arcoverde”.

De acordo com o secretário de Obras e Projetos Especiais, Aildo Bezerra, as obras serão realizadas pela empresa Construtora Inhumas LTDA, vencedora da licitação, e começam na segunda-feira, dia 04 de julho.

Além da rua Luis de Britto, o prefeito também está fazendo uma parceria com os moradores para pavimentar a rua Ariovaldo Oliveira Soares, ficando toda a mão de obra para a Prefeitura de Arcoverde. No momento, a Secretaria de Obras e Projetos Especiais vem executando as obras de calçamento nas ruas Rua São Caetano e São Benedito na Vila São Francisco/Vila Presídio; Rua 03, na Cohab 2; Trecho da Rua Antônio Gomes na Cohab2, parceria com a imobiliária Rocha; Travessa Noé Nunes Ferraz, no São Cristóvão; e iniciou essa semana a Rua 11 na Cohab2.

Outras Notícias

FPM: primeiro repasse de abril será creditado na sexta-feira (9)

Será creditado na próxima sexta-feira, 9 de abril, o primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante partilhado entre as prefeituras chega a R$ 4, 3 bilhões, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Apesar de apresentar crescimento, […]

Será creditado na próxima sexta-feira, 9 de abril, o primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O montante partilhado entre as prefeituras chega a R$ 4, 3 bilhões, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Apesar de apresentar crescimento, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra que o decêndio é considerado o maior do mês e representa quase a metade do total transferido aos Entes locais.

O primeiro decêndio sofre influência da arrecadação do mês anterior, uma vez que a base de cálculo para o repasse é do período de 20 a 30 do mês anterior. De acordo com os dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o primeiro repasse de abril, comparado com a mesma transferência do ano anterior, apresentou crescimento de 60,20%. Em valores brutos, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 5,4 bilhões.

Do total repassado aos Municípios, os de coeficientes 0,6 devem partilhar R$ 1, 07 bilhão, ou seja, 19,70% do que será transferido. Vale ressaltar que os repasses para as cidades de coeficiente 0,6 são diferenciados em cada estado, uma vez que variam os valores de participação do Fundo. Já as cidades de coeficientes 4,0 dividem R$ 715 milhões (13,17% do que será transferido).

Acumulado
Com relação ao acumulado do ano, o total repassado aos Municípios neste ano apresenta crescimento de 21,53% em termos nominais (sem considerar os efeitos da inflação) em relação a 2020. Ao contabilizar a inflação, a tendência é de redução, mas ainda com efeito positivo de 15,71% quando levado em conta esse mesmo período.

Ao divulgar os valores do FPM, a CNM lembra que o Fundo não apresenta distribuição uniforme ao longo do ano. Quando se avalia mensalmente o comportamento dos repasses, a entidade constata que existem dois ciclos distintos do Fundo. No primeiro semestre ocorrem os maiores repasses e – entre julho e outubro – os valores diminuem significativamente.

Dessa forma, a orientação da entidade aos gestores é de que tenham prudência e planejamento na gestão dos recursos , principalmente por conta da instabilidade agravada com a Covid-19. A Confederação disponibiliza uma plataforma – denominada Transferências Constitucionais – que monitora e acompanha os repasses constitucionais aos cofres municipais. Nela, o gestor pode ver acessar todas as transferências, tanto por decêndio quanto por mês.

O documento produzido pela CNM é composto por tabelas que mostram informações por coeficientes e Estado. Também podem ser consultados os valores brutos do repasse do FPM e os seus respectivos descontos: 20% do Fundeb, 15% da saúde e 1% do Pasep. Acesse a íntegra da nota.

Da Agência CNM de Notícias

Em carta Júlio Cavalcanti solicita desfiliação do PTB

Em carta enviada ao presidente do Partido Trabalhista Brasileiro de Pernambuco, o ex-deputado estadual Júlio Cavalcanti, solicitou a sua desfiliação do partido. Na carta, Júlio destaca que a solicitação se da “para que possa me dedicar integralmente a novos projetos pessoais”. Leia a íntegra da carta: Atendendo a um convite de lideranças do Partido Trabalhista […]

Em carta enviada ao presidente do Partido Trabalhista Brasileiro de Pernambuco, o ex-deputado estadual Júlio Cavalcanti, solicitou a sua desfiliação do partido.

Na carta, Júlio destaca que a solicitação se da “para que possa me dedicar integralmente a novos projetos pessoais”. Leia a íntegra da carta:

Atendendo a um convite de lideranças do Partido Trabalhista Brasileiro – PTB, no ano de 2010 alistei-me no quadro de filiados do partido, onde fui muito bem recebido, e exerci 02(dois) mandatos no cargo de Deputado Estadual, onde executei com entrega e empenho máximos as missões que me foram confiadas.

Contudo, nesse momento em que, por opção pessoal, não ocupo mais nenhum cargo público eletivo, venho solicitar oficialmente à direção estadual do PTB a minha desfiliação dos quadros do partido, para que possa me dedicar integralmente a novos projetos pessoais.

E, nesta despedida, gostaria de manifestar que considero a minha estadia nos quadros do partido rica e produtiva, e reiterar que parto para novos caminhos agradecido a todos os que fazem o PTB, sobretudo a Vossa Excelência, pela convivência republicana e pelo respeito às posições por mim manifestadas.

Seguimos adiante partilhando o sonho de dias melhores para Pernambuco e o País. Agradeço o apoio, as parcerias e a boa convivência.

Um grande abraço.

Júlio Cavalcanti.

Nelson Meurer é primeiro deputado condenado pelo STF na Lava Jato

G1 A Segunda Turma do STF condenou nesta terça-feira (29) o deputado Nelson Meurer (PP-PR), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é o primeiro político com foro privilegiado condenado pelo STF na Operação Lava Jato. Para os cinco ministros que formam o colegiado, ele cometeu crimes por receber “periodicamente” e com […]

G1

A Segunda Turma do STF condenou nesta terça-feira (29) o deputado Nelson Meurer (PP-PR), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é o primeiro político com foro privilegiado condenado pelo STF na Operação Lava Jato.

Para os cinco ministros que formam o colegiado, ele cometeu crimes por receber “periodicamente” e com ajuda dos filhos, “vantagens indevidas que lhe eram disponibilizadas por Paulo Roberto Costa [ex-diretor da Petrobras]” e intermediadas pelo doleiro Alberto Youssef.

A pena para Meurer fixada pelos ministros será de 13 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, além de multa de cerca de R$ 322 mil, em valores que ainda precisam ser corrigidos pela inflação.

Os ministros também entenderam que dois filhos do parlamentar – Cristiano Meurer e Nelson Meurer Júnior – cometeram o crime de corrupção passiva. Mas absolveram os filhos da acusação de lavagem de dinheiro.

Nelson Meurer Júnior foi condenado a 4 anos, 9 meses e 18 dias de prisão em regime semiaberto, além de multa de cerca de R$ 56 mil, que ainda será corrigida pela inflação.

Já Cristiano Meurer foi condenado a 3 anos e 4 meses de prisão. Ele, porém, não terá de cumprir a pena, já que os ministros declararam que o crime prescreveu.

A Segunda Turma determinou ainda por unanimidade que Nelson Meurer e os filhos paguem indenização, para Petrobras, no valor de R$ 5 milhões.

O relator propôs pagamento de mais R$ 5 milhões como pagamento de danos morais coletivos, para ressarcimento à sociedade pelos crimes. Mas, por 3 votos a 2, a Segunda Turma rejeitou mais essa multa por considerar que isso deve ser feito em ação civil pública.

Não há previsão para início do cumprimento da pena. Isso porque a decisão desta terça ainda precisa ser publicada, o que pode levar até 60 dias. A defesa pode, então, apresentar os chamados embargos de declaração, e a PGR precisa se manifestar. Só então esse recurso será julgado. A decisão precisará ser publicada e, quando ocorrer, ainda cabem os segundos embargos.

A ação penal contra Meurer é a primeira da Lava Jato a ser julgada no tribunal. O caso teve início há três anos, quando a primeira leva de inquéritos sobre a operação chegou ao Supremo.

Coluna do Domingão

Falha inaceitável A vinda de Raquel Lyra ao Pajeú teria sido contábil e totalmente positiva se não fosse por um ato falho: a ausência na agenda institucional e política em Afogados da Ingazeira. A agenda de Raquel nesta sexta tinha Arcoverde,  Sertânia,  Brejinho, e por fim, Afogados da Ingazeira. O problema foi a inclusão de cidades […]

Falha inaceitável

A vinda de Raquel Lyra ao Pajeú teria sido contábil e totalmente positiva se não fosse por um ato falho: a ausência na agenda institucional e política em Afogados da Ingazeira.

A agenda de Raquel nesta sexta tinha Arcoverde,  Sertânia,  Brejinho, e por fim, Afogados da Ingazeira.

O problema foi a inclusão de cidades e encontros que não estavam na agenda oficial. Raquel esteve com Sávio Torres em Tuparetama,  Evandro,  George Borja, Fredson Brito e Zé Marcos em São José do Egito.  Quando chegou a Brejinho, no encontro com Gilson Bento,  já estava muito atrasada e era certo que não chegaria a tempo em Afogados da Ingazeira.  O jeito foi abortar a sequência da programação.

Isso nada tem a ver com os agentes públicos que buscaram um espaço adicional na agenda com a governadora. “Se a governadora vem, que mal tem?” – afirmaram em linhas gerais.

Mas Raquel e seu staff, sua assessoria e responsáveis por montar o mosaico de seus encontros no interior tem obrigação de fazer cumprir com o que está escrito e prometido. A agenda institucional foi amplamente divulgada com timbre do governo no cabeçalho, por exemplo.

Na análise feita à boca miúda,  Danilo Simões perdeu mais que Sandrinho.  Os dois esperaram pela governadora,  mas no fim das contas, a agenda política era mais cercada de expectativa que a administrativa,  a ponto de Danilo definir toda a sua agenda a partir da data disponível de Raquel,  que seria a cereja do seu bolo.

Independente de quem perdeu mais ou menos, um cargo dessa envergadura tem liturgia,  rito, compromisso. E a versão política de Raquel deve estar onde promete estar. Seja em Afogados ou em lugar qualquer,  que o bolo da governadora não se repita. De jeito nenhum…

Os pré-candidatos

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito,  George Borja,  disse que são cinco a seis nomes cotados para integrar sua chapa na condição de candidato a vice.  “Se há esse número,  sinal de que estamos no caminho certo”. Na bolsa de apostas, aumentaram as especulações em torno da professora Roseane Borja.

Quem viu?

No ato de inauguração do sistema de abastecimento de água de algumas comunidades rurais de Brejinho, chamou atenção a conversa entre Anderson Lopes e Jordânia Siqueira com Silvio Costa Filho. Nessa eleição,  a dúvida é se estarão juntos ou apartados.

Vazou

Na festa tradicional que no Santo Antônio 1, dia 22, vazou um áudio do organizador e pré-candidato Mário Martins proibindo o apresentador de citar nomes de vereadores. “Aqui não é pra falar nome de vereador”, esbravejou ao locutor que chamava as atrações.  No evento,  Gal Mariano e Renaldo Lima não gostaram.  Na Câmara,  acusaram o pretenso colega de ser no mínimo deselegante.

Uma banda

Nem oito nem oitenta. O cantor Oswaldo Montenegro liberou uma parte da transmissão do seu show na Expoagro, em Afogados da Ingazeira.  Cerca de 25 minutos depois, o som foi cortado.  A transmissão passou a gerar imagens das ações da gestão Sandrinho.

Saiu o vice

Em Serra, o pré-candidato a vice do médico Luiz Pinto, do PSOL, será Ivanildo Gomes, do PMB, Partido da Mulher Brasileira,  sinal do machismo estrutural na política. Mas todos querem saber quem será o candidato a vice na chapa de Miguel Duque e de Márcia Conrado. Marquinhos Godoy e Leirson Magalhães seguem favoritos.

Ceticismo calculado 

Como Raquel não veio ao ato de Danilo Simões,  o prefeito Sandrinho Palmeira tirou uma onda e disse que não tem como cravar o apoio porque não foi ainda comunicado oficialmente da decisão da governadora.  “Não duvido,  mas espero que ela seja justa comigo como fui com ela”.

Que estratégia…

Em Carnaíba,  a pré campanha de Ilma e cia continua mirando no prefeito Anchieta Patriota e não no seu pré-candidato.  Prefere rivalizar e brigar com uma gestão com 80% de aceitação do que mirar em Berg Gomes,  até agora sem ser alvo de uma crítica sequer.  Parabéns aos envolvidos.

Chapa definida?

Ainda sobre Itapetim, o blog recebeu a informação de que a chapa do prefeito Adelmo Moura estaria definida com Chico de Laura na cabeça e Aline Karina na vice. A conferir…

Frase da semana:

“Cadê Raquel?”

Frase mais ouvida nos corredores da Expoagro por aliados de Sandrinho Palmeira e no ato de Danilo Simões por aliados do oposicionista.

Falta de liderança pós-derrota enfraquece grupo de Madalena Britto e provoca debandada política

A política arcoverdense está movimentada com o recente “pula-pula” dos vereadores Claudelino, João Marcos e Luiza Margarida para o grupo liderado por Zeca Cavalcanti. Embora a prática de fisiologismo entre parlamentares não seja novidade, há um fator adicional que merece destaque: a ausência de uma estratégia política por parte de Madalena Britto, ex-prefeita e líder […]

A política arcoverdense está movimentada com o recente “pula-pula” dos vereadores Claudelino, João Marcos e Luiza Margarida para o grupo liderado por Zeca Cavalcanti. Embora a prática de fisiologismo entre parlamentares não seja novidade, há um fator adicional que merece destaque: a ausência de uma estratégia política por parte de Madalena Britto, ex-prefeita e líder do grupo derrotado nas últimas eleições.

Desde 8 de outubro, data da última reunião com aliados na semana do pleito, Madalena praticamente desapareceu da cena pública. Sem aparições na imprensa ou ações que sinalizem um plano para o futuro, a ex-prefeita parece ter se retirado não apenas do protagonismo político, mas também do diálogo com a sociedade e sua base.

A falta de uma agenda de articulação tem custado caro ao grupo. Após a derrota, era esperado que Madalena assumisse a responsabilidade de reunir sua equipe, redefinir estratégias e reforçar o vínculo com seus apoiadores. No entanto, a ausência prolongada abriu espaço para insatisfações e migrações políticas, enfraquecendo ainda mais sua posição como líder.

Zeca Cavalcanti, por outro lado, tem se mostrado ativo, mantendo conversas e construindo pontes que consolidam seu grupo e ampliam sua base de apoio. Essa diferença de postura ressalta o impacto da liderança — ou da falta dela — no cenário político local.

Para muitos, a inatividade de Madalena Britto sinaliza uma aparente desistência de seguir na política. A ausência de articulação após a derrota não apenas deixou seu grupo desamparado, mas também criou as condições perfeitas para que adversários políticos, como Zeca, capitalizassem sobre o vácuo de liderança.

Enquanto a política não tolera espaços vazios, o futuro do grupo de Madalena permanece incerto. A ex-prefeita ainda pode retomar o comando e reverter o cenário, mas, até o momento, sua ausência ecoa como um sinal de rendição, permitindo que outros assumam o protagonismo no xadrez político de Arcoverde.