“Vou tomar e recomendo à todos que tomem”, diz Edson Moura sobre vacina
Por André Luis
Médico esclareceu que vídeo que circula as redes sociais é antigo e foi feito em outro contexto.
Por André Luis
O médico Edson Moura, 78 anos, recomendou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, desta segunda-feira (25), que todos tomem a vacina contra o novo coronavírus. Segundo ele “só tem duas formas de combater esse vírus. Tomar a vacina e enquanto ela não chegar, continuar seguindo as medidas protetivas recomendadas pelas autoridades sanitárias, como usar a máscara, higienizar as mãos e manter o distanciamento social”.
Moura esclareceu um vídeo compartilhado por negacionistas mal intencionados que reforçaria o argumento contra a vacinação. Ele informou que o vídeo foi gravado em novembro, em outro contexto, quando as vacinas ainda não haviam sido aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Eu fiquei muito triste quando soube que estavam usando o vídeo com intuito de descredibilizar as vacinas. Eu gravei o vídeo em outro contexto. O alvo principal era fazer uma crítica a briga entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo João Dória e deixei claro que naquele momento ainda não existia nenhuma vacina aprovada. A partir do momento que a Anvisa aprovou, não tem o que se discutir. Eu mesmo não vejo a hora de tomar essa vacina. O que não posso é furar a fila, mas assim que chegar a minha vez vou tomar a vacina e recomendo que toda a população, quando chegar a sua vez faça o mesmo”.
Para Edson Moura a politização tanto da pandemia, como das vacinas, representa um prejuízo muito alto para a população brasileira. Ele acusa tanto Bolsonaro como Dória de estarem preocupados com as eleições de 2022. “O momento agora é de pensar na saúde da população. Salvar vidas. O Brasil acabou ficando pra trás. Temos poucas vacinas e poderíamos ter mais se não fosse essa briga ideológica”, afirmou.
A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º). Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma […]
A Frente Popular de Pernambuco pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) e à Polícia Federal medidas preventivas para evitar que operações de trânsito dificultem o deslocamento de eleitores no Recife e na Região Metropolitana no domingo (4). Os pedidos foram apresentados nesta quinta-feira (1º).
Nos documentos, a coligação que apoia João Campos (PSB) cita uma notícia sobre a possibilidade de realização de um número elevado de blitzes no dia da votação e solicita que as autoridades estabeleçam limites para operações capazes de afetar o fluxo de eleitores.
A própria Frente Popular ressalta, no ofício enviado à Polícia Federal, que não afirma a veracidade da informação nem atribui, neste momento, responsabilidade a qualquer autoridade. O objetivo declarado é provocar uma atuação preventiva e permitir apuração caso alguma irregularidade seja constatada.
No pedido encaminhado ao TRE-PE, a coligação solicita que o tribunal oficie a Secretaria de Defesa Social, Polícia Militar, incluindo o BPTran, Polícia Civil, Detran-PE e órgãos municipais de trânsito da Região Metropolitana.
A Frente Popular pede que esses órgãos se abstenham, no primeiro turno e em eventual segundo turno, de realizar blitzes, bloqueios, barreiras ou operações que impeçam ou dificultem o deslocamento dos eleitores.
O documento propõe que abordagens sejam mantidas em situações de flagrante delito, risco concreto e iminente à vida ou à integridade física. Operações excepcionais fora dessas situações, segundo o pedido, deveriam ser previamente comunicadas ao TRE, com justificativa, local, horário, efetivo empregado e indicação de rotas alternativas.
A coligação solicita ainda que os órgãos informem ao tribunal, em até 24 horas, se existe planejamento de fiscalização viária para os dias de votação e, em caso positivo, encaminhem as respectivas ordens de serviço ou planos operacionais.
No ofício destinado à Polícia Federal, o pedido é diferente. A Frente Popular solicita o reforço das equipes de plantão eleitoral no Recife e na Região Metropolitana e orientação para que denúncias de eventuais bloqueios ou barreiras sejam verificadas de forma imediata.
Caso uma operação capaz de dificultar o exercício do voto seja identificada, a coligação pede que a PF registre a ocorrência, identifique a cadeia de comando responsável pela ordem e pela execução e comunique os fatos às autoridades eleitorais.
Também foi solicitada a preservação de possíveis elementos de apuração, como ordens de serviço, escalas, planos operacionais, registros de rádio, despacho de viaturas e imagens de câmeras de monitoramento.
Os pedidos mencionam como precedente as operações realizadas pela Polícia Rodoviária Federal durante o segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, o Tribunal Superior Eleitoral interveio durante o dia da votação e determinou a interrupção de operações relacionadas ao transporte de eleitores.
Para as eleições deste ano, uma portaria conjunta do TSE e do Ministério da Justiça já estabelece regras para a atuação da PRF e de outros órgãos federais de segurança. A norma determina que ações de fiscalização não podem criar obstáculos indevidos ao deslocamento dos eleitores e orienta que sejam evitados bloqueios e retenções que comprometam injustificadamente o fluxo.
A regra federal, entretanto, não alcança diretamente os órgãos estaduais e municipais de trânsito. É justamente essa orientação que a Frente Popular pretende estender ao Recife e à Região Metropolitana por meio de uma eventual determinação do TRE-PE.
Até o momento, os documentos analisados registram apenas os pedidos apresentados pela coligação. Não há neles decisão do TRE-PE acolhendo as solicitações nem informação de que a Polícia Federal tenha adotado as providências requeridas.
Foto: Reprodução
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O Juiz Federal Sérgio Moro falou ao Globo sobre o auxílio moradia de R$ 4 377 que recebe, mesmo morando num apartamento de 256 metros quadrados em Curitiba. De acordo com a Folha, o dinheiro pinga desde outubro de 2014, um mês após decisão liminar do ministro Luiz Fux, do STF, que estendeu o benefício a todos […]
O Juiz Federal Sérgio Moro falou ao Globo sobre o auxílio moradia de R$ 4 377 que recebe, mesmo morando num apartamento de 256 metros quadrados em Curitiba.
De acordo com a Folha, o dinheiro pinga desde outubro de 2014, um mês após decisão liminar do ministro Luiz Fux, do STF, que estendeu o benefício a todos os magistrados.
“O auxílio-moradia é pago indistintamente a todos os magistrados e, embora discutível, compensa a falta de reajuste dos vencimentos desde 1 de janeiro de 2015 e que, pela lei, deveriam ser anualmente reajustados”, afirmou Moro.
Em agosto de 2015, foi apresentado projeto de lei à Câmara Federal para aumentar o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de R$ 33.293,38 para R$ 39.293,38, o que representava 16,38% de aumento — a conta incluía perdas salariais acumuladas desde 2009, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que não foi aprovado pelo Legislativo.
Os vencimentos dos ministros do STF delimitam o teto salarial do funcionalismo público, e o aumento poderia provocar reajustes em sequência entre os magistrados.
Uma reportagem do DCM mostra que Moro fura o teto há tempos. Segundo o levantamento de um professor universitário, o salário bruto médio mensal de Moro em 2015 foi de R$ 54.339,15. Em 2016, R$ 57.321,83. Nos primeiros sete meses de 2017, o juiz teve salário bruto de R$ 45.056,49.
2017 terminou com o assunto “privatização do setor elétrico” novamente no centro das discussões. Em novembro, o presidente Michel Temer assinou um decreto criando um regime especial para a venda de ativos das estatais para a iniciativa privada. No mesmo mês, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o parecer a um Projeto […]
2017 terminou com o assunto “privatização do setor elétrico” novamente no centro das discussões. Em novembro, o presidente Michel Temer assinou um decreto criando um regime especial para a venda de ativos das estatais para a iniciativa privada. No mesmo mês, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o parecer a um Projeto de Decreto Legislativo (PDC 948/01) do Senado que estabelece a necessidade de consulta popular para concretizar a transferência de empresas públicas para o setor privado. O projeto original se referia apenas à CHESF, Companhia Hidrelétrica do São Francisco, e determinava que haveria um plebiscito, que é a consulta prévia. O texto alternativo do relator na CCJ, Danilo Cabral, do PSB de Pernambuco, ampliou a proposta para qualquer venda de empresas do sistema Eletrobras e mudou o plebiscito para referendo, que é a consulta posterior.
Os defensores das privatizações dizem que a venda das estatais deixaria o governo livre para se colocar em áreas prioritárias e dar mais rapidez a projetos em setores estratégicos, como o de infraestrutura. Para o deputado Júlio Lopes, do PP do Rio de Janeiro, o governo deveria concentrar seus esforços em setores como saúde, educação e segurança pública.
“Não tem porquê, numa sociedade competitiva e capaz como é a sociedade brasileira, com um empresariado forte, com uma economia dinâmica, nós mantermos a atividade do governo, a atividade de empreendimento do setor elétrico ou em qualquer outro setor”.
Os opositores ao processo de privatização temem possíveis aumentos de tarifas, a presença de grupos estrangeiros em setores estratégicos e a redução de investimentos em áreas mais isoladas do País. A deputada Erika Kokay, do PT do Distrito Federal, diz que a venda de empresas do sistema Eletrobras é uma questão de soberania nacional.
“Nós temos, em um país continental, uma empresa estatal que possibilita que nós tenhamos energia em todos os lugares, ainda que não tenha retorno financeiro. Uma empresa privada vai fazer isso?”
O professor de Administração Pública da Universidade de Brasília, José Matias-Pereira, lembra que o País tem 150 empresas estatais e precisa caminhar na direção da privatização. Ele reconhece que o caso do setor elétrico é mais complexo e recomenda que a venda seja preparada com cuidado.
“Ela vai ser extremamente benéfica para o contribuinte, pra sociedade, porque essas empresas, elas têm servido muito mais de instrumento político e de forma de arrecadação de recursos para financiamento de campanhas políticas e de interesses políticos de grupos ou de pessoas do que efetivamente orientadas pra atender aquilo que é importante pra sociedade”.
O projeto de decreto legislativo que obriga o governo a consultar a população antes de vender estatais de energia elétrica já está pronto para ser votado em Plenário. Como ele foi modificado na Câmara, se for aprovado, precisa voltar ao Senado.
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realizará, neste domingo (4), serviços de manutenção preventiva no sistema elétrico da Estação de Tratamento de Água 1 (ETA), localizada no centro de Petrolina. O serviço está programado para ter início às 8h30 e o sistema deverá ser religado a partir das 12h. Essa ETA é responsável pelo abastecimento de […]
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realizará, neste domingo (4), serviços de manutenção preventiva no sistema elétrico da Estação de Tratamento de Água 1 (ETA), localizada no centro de Petrolina. O serviço está programado para ter início às 8h30 e o sistema deverá ser religado a partir das 12h.
Essa ETA é responsável pelo abastecimento de 60% da cidade de Petrolina e, em função da paralisação do sistema por três horas e meia, haverá queda de pressão ou falta de água em bairros das regiões Norte, Central e Leste.
Segue a relação de áreas que terão o abastecimento comprometido:
Loteamentos: Recife, Nossa Senhora Rainha dos Anjos, Vitivinícola, Padre Cícero, Santa Bárbara, Vale Dourado e Arco-íris.
Condomínios: Água Viva, Portal das Águas e Buona Vita.
Bairros: Centro, Vila Eduardo, Vila Marcela, Jardim Amazonas, Vila dos Ingás, Vila Eulália, Alto do Cocar, Mandacaru, Pedro Raimundo, Terras do Sul, Quati, bairro São José (Alto Cheiroso), Santa Luzia, Jardim São Paulo, São Jorge, Henrique Leite, Vila Débora, Novo Horizonte, Jatobá, Residencial Monsenhor Bernardino, Carneiros, Cidade Universitária, Residencial Vivendas I e II, Dom Avelar, São Joaquim, Vila das Imbiras, Vila Vitória, parte do José e Maria, Vila Mocó, parte do Gercino Coelho, Km 2, Areia Branca, Dom Malan, Caminho do Sol, Maria Auxiliadora, Jardim Maravilha, Ouro Preto, Alto Grande, Antônio Cassimiro, Vale do Grande Rio e Pedra Linda.
O prefeito de Flores, Giba Ribeiro (PSB), participou a convite do CIMPAJEÚ do debate sobre a concessão de serviços da COMPESA, realizado na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. “Foi uma excelente oportunidade para dialogar sobre a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à nossa região, buscando sempre o melhor para o povo […]
O prefeito de Flores, Giba Ribeiro (PSB), participou a convite do CIMPAJEÚ do debate sobre a concessão de serviços da COMPESA, realizado na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira.
“Foi uma excelente oportunidade para dialogar sobre a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à nossa região, buscando sempre o melhor para o povo de Flores e de todo o Pajeú”, disse em nota.
“Gostaria de expressar minha profunda gratidão pelo convite e parabenizar a todos os envolvidos pela organização deste evento que, sem dúvida, promoveu uma reflexão importante sobre os desafios e as soluções para o abastecimento de água em nosso estado”, completou.
A organização do encontro foi do Partido Socialista Brasileiro (PSB) que esteve com seu staff estadual questionando o modelo de concessão defendido pelo governo Raquel Lyra. Nomes como Pedro Campos, Sileno Guedes e Waldemar Borges estiveram presentes.
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