Viúva vai priorizar filhos e não será candidata a vice, diz irmão de Campos
Por Nill Júnior
O irmão de Eduardo Campos, Antônio Campos, sugeriu na tarde deste domingo (17) que a família Arraes não vai deixar a política. Ele disse que torce para que seu sobrinho João –filho mais velho de Eduardo– ingresse na política e assegurou que sua cunhada Renata não deve aceitar, neste momento, qualquer proposta para ser candidata.
“Isso não foi colocado agora. Renata está priorizando a criação dos filhos, mas ela é quadro político importante, fez política com Eduardo também, e foi uma valorosa companheira do meu irmão”, disse.
Nessa segunda-feira (18), Renata deve se reunir com as principais lideranças partidárias que compõem a aliança da Frente Popular em Pernambuco para pedir comprometimento com os ideias do marido. “Renata deverá dar um recado que o desejo de Eduardo é que a luta dele prossiga”, explicou Antonio.
Antônio afirmou que não tem interesse em entrar na política e apontou o nome de João Campos com um bom sucessor da família.
“Não tenho pretensão de entrar na política de forma imediata. Estou torcendo para que meu sobrinho João e Renata tenham mais protagonismo. Terei minha colaboração. A família sempre participou com ele, como participou com o meu avô. O tempo vai conduzir”, afirmou.
Para o irmão de Eduardo, a família terá de conviver para sempre com a dor da perda. “Não vamos superar, vamos ter de conviver. O vazio é muito grande, não se supera. O que nos acalenta é que ele deixou muita coisa na vida das pessoas”, disse o irmão de Campos. “A família unida saberá atravessar mais esse desafio. Nós temos uma história de muita luta. Nosso avô [Miguel Arraes] foi exilado, fomos perseguidos. Toda essa história faz lidar com esse momento”.
Antônio voltou a defender o que chamou de legado de Eduardo. “No momento em que o país está muito descrente com a política, ele acendeu o Brasil, disse que é preciso discutir, participar das eleições, criar uma proposta para o Brasil. É preciso lutar contra a apatia, porque é possível fazer diferente. É possível desde de que os brasileiros se unam”, afirmou. (Uol)
Formalizar reclamações contra empresas que desrespeitam o direito do consumidor sem precisar sair de casa já é possível em Pernambuco. Desde o mês de junho, o Procon-PE aderiu ao www.consumidor.gov.br, plataforma do Ministério da Justiça que auxilia a população na busca pelos seus direitos através da internet. Funciona da seguinte forma: o consumidor pode entrar […]
Formalizar reclamações contra empresas que desrespeitam o direito do consumidor sem precisar sair de casa já é possível em Pernambuco. Desde o mês de junho, o Procon-PE aderiu ao www.consumidor.gov.br, plataforma do Ministério da Justiça que auxilia a população na busca pelos seus direitos através da internet.
Funciona da seguinte forma: o consumidor pode entrar no site, se cadastrar e registrar a reclamação contra uma empresa, assim como faz nos Procons. A demanda terá um prazo de 10 dias para ser respondida pelo fornecedor diretamente a quem reclamou.
O Procon-PE monitora as queixas dos consumidores no âmbito do estado de Pernambuco e vem notificando as empresas locais para que se cadastrem na plataforma.
“O site é um instrumento a mais para o consumidor pernambucano buscar seus direitos, além de trazer praticidade para quem não tem tempo de se deslocar até um Procon ou mora muito distante de algum órgão de defesa do consumidor”, pontua o coordenador geral do Procon-PE, José Rangel.
BALANÇO – De junho até hoje, 28/07, 336 reclamações foram feitas por consumidores pernambucanos no site. Os setores mais reclamados são: telefonia, assuntos financeiros e produtos.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou que na próxima segunda-feira, dia 23 de junho, será decretado ponto facultativo nas repartições públicas municipais a partir das 13h, em razão das festividades de São João. A medida não se aplica aos serviços considerados essenciais, como a coleta de lixo, a guarda patrimonial e outros que, por […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou que na próxima segunda-feira, dia 23 de junho, será decretado ponto facultativo nas repartições públicas municipais a partir das 13h, em razão das festividades de São João.
A medida não se aplica aos serviços considerados essenciais, como a coleta de lixo, a guarda patrimonial e outros que, por sua natureza, não podem sofrer interrupção. A definição sobre o funcionamento dessas atividades ficará a critério dos secretários e diretores responsáveis de cada setor.
“Com o ponto facultativo, a administração municipal reforça o respeito às tradições culturais do período junino, ao mesmo tempo em que mantém o compromisso com a continuidade dos serviços essenciais à população”, destaca a assessoria de comunicação.
Na manhã desta quinta-feira (22), o Governo Municipal de Solidão realizou a reinauguração da Casa de Passagem para tratamento da população felina e canina, que agora passa a funcionar em novo endereço, localizado na Rua do Cruzeiro. O momento contou com a presença do prefeito Mayco Araújo, ao lado da secretária municipal de Saúde, Damiana […]
Na manhã desta quinta-feira (22), o Governo Municipal de Solidão realizou a reinauguração da Casa de Passagem para tratamento da população felina e canina, que agora passa a funcionar em novo endereço, localizado na Rua do Cruzeiro.
O momento contou com a presença do prefeito Mayco Araújo, ao lado da secretária municipal de Saúde, Damiana Alves, além de secretários, vereadores e funcionários municipais que atuam diretamente nas ações de cuidado e proteção animal.
A Casa de Passagem passou por adequações com o objetivo de oferecer melhores condições de acolhimento, cuidado e tratamento aos animais, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de saúde, controle populacional e bem-estar animal no município.
O atendimento ocorre por meio de agendamento presencial, realizado na Secretaria Municipal de Saúde, de segunda a quinta-feira, das 8h às 14h. Para realizar o agendamento, o responsável deve ser maior de idade e apresentar documento de identidade, comprovante de residência e a carteirinha de vacinação do animal.
“A reinauguração do espaço reafirma o compromisso da gestão municipal com ações responsáveis e humanizadas, voltadas à saúde pública e à qualidade de vida da população, incluindo o cuidado com os animais do município”, afirma a assessoria de comunicação.
De volta à Folha de Pernambuco, onde assina, a partir de amanhã, uma coluna trazendo bastidores da política, o jornalista Magno Martins diz, nesta entrevista, que o jornalismo passa por uma grande turbulência com a internet, que na sua visão, dá furo até na televisão. Para ele, no entanto, o impresso tem o seu público […]
De volta à Folha de Pernambuco, onde assina, a partir de amanhã, uma coluna trazendo bastidores da política, o jornalista Magno Martins diz, nesta entrevista, que o jornalismo passa por uma grande turbulência com a internet, que na sua visão, dá furo até na televisão. Para ele, no entanto, o impresso tem o seu público fiel.
“Napoleão Bonaparte dizia que três jornais faziam mais medo a ele do que cem mil baionetas”, lembra Magno. Para ele, voltar ao Grupo EQM é chegar ao lugar de onde partiu e confessa: “Eu volto com uma disposição incrível para colaborar com o grupo fazendo o que sempre fiz: uma coluna política imparcial, apimentada e atualizada sobre a cena nacional e local”. Abaixo sua entrevista:
Qual a sua expectativa em retornar para um jornal que você participou da sua fundação?
Confesso que depois de 12 anos afastado da Folha, sobrevivendo no mercado num voo solo, o meu blog, não esperava surpresa mais feliz: receber o convite do meu amigo Eduardo Monteiro, presidente do Grupo EQM. Com ele, que é um sedutor, naveguei por outros mares, desde o Diário de Pernambuco, jornal que arrendou por um tempo, até a missão desafiadora do Jornal de Brasília, a quem me confiou a função de editor. Isso sem falar na Agência Nordeste, que fundei com ele em sociedade. Juntos, enfrentamos muitas tempestades. Nunca conheci alguém tão leal, com tamanha capacidade de superar tsunamis, empreendedor de mão cheia, verdadeiro visionário, que com a Folha quebrou o tabu de que o Estado não tinha espaço para uma terceira via no jornalismo impresso.
Desafiadora a nova missão?
Quando entrei aqui na redação, na última quinta-feira, ciceroneado pela doce e competente jornalista Leusa Santos, editora-chefe, e pelo meu amigo Américo Lopes, diretor operacional do Grupo, pensei no que disse Rubem Alves, meu cronista preferido: “Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao lugar. E o vemos então pela primeira vez. Para isso caminhamos a vida inteira: para chegar ao lugar de onde partimos. E, quando chegamos, é surpresa. É como se nunca o tivéssemos visto”. Eu volto assim, com uma disposição incrível para colaborar com o grupo fazendo o que sempre fiz: uma coluna política imparcial, apimentada e atualizada sobre a cena nacional e local.
O que você teve que se afastou do blog e da mídia por mais de um ano?
Fui agredido pela doença do século: síndrome de pânico associada a uma forte depressão. Larguei tudo, desde o blog, pioneiro no Estado, já com 12 anos, até o meu programa Frente a Frente, transmitido para todo o Estado por uma rede de 30 emissoras, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha. Passei pelas mãos de muitos médicos, mas devo minha superação ao doutor Denisson Monteiro, um psiquiatra da nova geração e que está revolucionando o mercado com um tratamento inovador: a neuromodulação, especialmente a EMT – Estimulação Magnética Transcraniana. E também ao médico Luiz Fernando Maciel, clínico geral. Na minha recuperação, além de Aline Mariano, que cuidou tão bem dos meus filhos, minha irmã Ana Regina e seu esposo Paulo Tosta tiveram um papel fundamental, de verdadeiros cuidadores. Foi Deus que deu a missão ao casal de me devolver à vida e o mundo. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.
Como você analisa o jornalismo depois da revolução da internet?
O jornalismo está passando por uma grande turbulência em nossos dias, a bem dizer não propriamente o jornalismo, mas os veículos onde os jornalistas trabalham. É importante não confundir as duas coisas. O jornalismo em si não morrerá jamais, já a maneira através da qual a informação é transmitida ao público, essa sim pode desaparecer. Os jornais não conseguiram ainda encontrar a forma salvadora de enfrentar a internet. O advento da internet tornou as coisas mais fáceis para jornalistas e leitores, que tem mais facilidade e opções para encontrar as informações que precisam. Entretanto, as mudanças causadas por esse boom midiático ainda não foram totalmente absorvidas pelos veículos de comunicação em geral, afinal, a internet dá furo na televisão todo dia. É importante ressalvar que o impresso ainda tem um público fiel e uma missão a cumprir. Napoleão Bonaparte dizia que três jornais faziam mais medo a ele do que cem mil baionetas.
O que é preciso para ser um bom jornalista?
Além de amar, tem de saber. E o saber leva tempo para crescer. As faculdades têm jogado no mercado muita gente despreparada e sem vocação, o que é mais grave. Jornalista é, hoje, uma das profissões mais vitais para o bom andamento do dia a dia. Com a quantidade de informações que recebemos, muitas vezes não conseguimos filtrar o que é verdadeiro ou não. Essa é a função do jornalista, apurar e ter certeza de que tudo é verdadeiro! O jornalismo é uma paixão insaciável: tira a venda dos olhos de quem não conhece a verdade. No jornalismo, nunca se ouve só um lado, tem que ser no mínimo dois. A busca pela audiência é importante, mas o Jornalismo só cumpre sua função quando mobiliza a sociedade de alguma forma, aplicando a ética e a moral. O jornalista deve estar aberto para todos, principalmente para aqueles que cuja ideia você não concorda. O Patrão do jornalista é o leitor. O jornalista nunca pode ficar em silêncio: Esta é a sua maior virtude e o seu maior defeito. É preciso falar, e falar imediatamente, enquanto os ecos da maravilha, as alegações de triunfo e os sinais de horror ainda estão no ar.
Você faz uma coluna que morde e sopra, isso é o segredo do sucesso?
Como Eduardo Monteiro diz, o leitor não gosta do jornalismo pasteurizado. Ao longo dos 40 anos de profissão enfrentei muitos processos e até agressões no campo físico de políticos que só enxergam o jornalismo pela vertente do elogio fácil. Eu ainda acredito que, se seu objetivo é mudar o mundo, o jornalismo é uma arma mais imediatas de curto prazo. Não foi o mundo que piorou, as coberturas jornalísticas é que melhoraram muito. A verdade mora no silêncio que existe em volta das palavras. Prestar atenção ao que não foi dito, ler as entrelinhas.
Você tem fama de workaholic, gente que trabalha muito. São poucos os que acompanham seu ritmo…
Amo a minha vocação, que é escrever. Jornalismo é uma vocação bela. O jornalista, no entanto, tem amor, mas não tem poder. A gente tem que aprender a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que nos cercam. Em pouco tempo descobriremos que a vida é muito boa e que somos queridos por todos. Eu me acostumei a um ritmo que me dá prazer e as vezes até relaxa. Tenho, porém, minhas horas longe do celular, do computador e da internet. É quando saio para passear com meus dois filhos menores – Magno Martins Filho, de 11 anos, e João Pedro, de cinco. Quando o tempo permite e as condições financeiras também vou para os Estados Unidos matar a saudade dos meus filhos do segundo casamento – Felipe e André Gustavo.
O Senador Fernando Bezerra Coelho deu uma entrevista a Tony Alencar e Karen Diniz na Cultura FM. Ao Sertão Notícias, comentou o mal estar ao ser rifado pelos próprios governistas como líder do governo Bolsonaro à indicação do TCU. O governo se empenhou pela indicação de Antonio Anastasia, impondo uma derrota histórica ao líder sertanejo. […]
O Senador Fernando Bezerra Coelho deu uma entrevista a Tony Alencar e Karen Diniz na Cultura FM.
Ao Sertão Notícias, comentou o mal estar ao ser rifado pelos próprios governistas como líder do governo Bolsonaro à indicação do TCU.
O governo se empenhou pela indicação de Antonio Anastasia, impondo uma derrota histórica ao líder sertanejo.
“Fui surpreendido. Se comunicado fosse faria uma reavaliação sobre a postulação. Houve uma indelicadeza. O governo fez um acordo com o presidente do Senado (Rodrigo Pacheco), para emprestar o apoio da base governista ao seu candidato e não teve a elegância para me comunicar e a gente fazer uma avaliação mais correta”. E tratou o episódio como página virada.
O Senador confirmou que não disputa cargo eletivo este ano e que sua missão é ajudar no projeto de fazer o filho Miguel Coelho governador do estado. Ele defendeu a gestão Miguel em Petrolina e sua aprovação pelo Instituto Ipespe.
Fernando garantiu que o emedebista é candidatíssimo, mas não criticou os projetos de Raquel Lyra e Anderson Ferreira. Ao contrário, criticou Paulo Câmara. “Há um sentimento de frustração e decepção. Paulo Câmara foi nosso governador por dois mandatos, mas a população sente que as entregas foram poucas”.
Sobre estratégia, disse que a oposição só ganhou quando se dividiu, citando a vitória de Eduardo Campos – então oposição em 2006 – quando ele e Humberto enfrentaram o grupo de Jarbas. No segundo turno Campos bateu Mendonça Filho. Fernando defende mais de uma candidata da oposição e todos unidos com quem estiver no segundo turno.
Sobre disputa presidencial, disse que as pesquisas sugerem uma polarização entre Lula e Bolsonaro, mas disse que não está descartado o crescimento de uma terceira via, citando nomes como Simone Tebet e Rodrigo Pacheco.
Bezerra esteve nos estúdios com o médico Waldir Tenório, o vereador Zé Raimundo e o ex-candidato a prefeito Marquinhos Dantas. Marquinhos já confirmou apoio a Antonio Coelho. Eles podem seguir o rumo da oposição na disputa estadual.
Você precisa fazer login para comentar.