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Governo de Pernambuco investe mais de R$ 110 milhões nos hospitais Otávio de Freitas e Barão de Lucena

Por Nill Júnior

Intervenções nas duas unidades incluem 183 novos leitos no Otávio de Freitas e expansão de UTIs, da Quimioterapia e atendimento infantil no Barão de Lucena

O Governo de Pernambuco está realizando reforma de ampliação e modernização dos hospitais Otávio de Freitas (HOF) e Barão de Lucena (HBL), no Recife. Juntas, as intervenções somam R$ 110,4 milhões em investimentos e ampliam a capacidade de atendimento das duas unidades, com a criação de novos leitos, expansão de serviços especializados e modernização das estruturas. A governadora Raquel Lyra vistoriou os espaços nesta sexta-feira (14).

No Hospital Otávio de Freitas, no bairro de Tejipió, estão sendo investidos R$ 58,9 milhões e as obras incluem a ampliação da emergência geral, a expansão da central de gases medicinais, implantação de estações elevatórias de esgoto e a criação de rotas acessíveis, com passarelas, rampas e piso tátil. Ao final das intervenções, o hospital terá 183 novos leitos na emergência geral. A unidade também contará com novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica, leitos para diálise, ampliação da farmácia e novos consultórios ambulatoriais. A reestruturação foi planejada em duas etapas para evitar a interrupção do atendimento ao público.

“O Governo de Pernambuco tem realizado diversas entregas em todos os hospitais do estado. O HOF é um hospital de referência no trauma, na pediatria, cirurgia geral e na urologia. Já reformamos a UTI de adultos, endoscopia e centro de imagem, além de enfermaria. Várias áreas da unidade estão sendo cuidadas para que cuidemos melhor do nosso povo.”, disse a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.

Já no Hospital Barão de Lucena, também no Recife, o investimento é de R$ 51,5 milhões. As intervenções abrangem a reforma e ampliação de setores estratégicos, além da recuperação estrutural e modernização da fachada. Entre as principais entregas previstas está a ampliação da capacidade das UTIs Pediátrica, que passará de 18 para 30 leitos, enquanto a UTI Neonatal terá aumento de 20 para 30 leitos. A Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Neonatal Canguru também será expandida, passando de 10 para 20 leitos. A fachada também passa por recuperação estrutural e substituição de esquadrias, com tecnologia semelhante à utilizada recentemente no Hospital da Restauração.

Segundo o diretor-presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Paulo Lira, as intervenções fazem parte do esforço de modernização da rede estadual de saúde. “O Hospital Barão de Lucena é uma referência fundamental para a saúde pública de Pernambuco. Estamos modernizando desde a fachada, com tecnologia de ponta similar à que usamos no Hospital da Restauração, até setores vitais como a UTI Pediátrica, a Quimioterapia e a Diálise. O compromisso da Cehab, sob a orientação da Seduh, é entregar obras com padrão de excelência, garantindo um ambiente mais humanizado, seguro e digno tanto para os pacientes quanto para as equipes de saúde”, afirmou.

O HBL terá ainda um novo Ambulatório Infantil, com aumento de 11 para 28 consultórios, e a expansão da Quimioterapia, que passará de 10 para 30 leitos de assistência oncológica. A unidade também receberá um novo Centro de Parto Normal, com três quartos destinados ao parto humanizado, integrado à requalificação do Centro Cirúrgico Obstétrico. Já na infraestrutura, a reforma da Diálise permitirá a reorganização dos espaços do hospital. O setor será transferido para o térreo, onde estão sendo instalados sistemas de climatização, exaustão, combate a incêndio e redes elétricas e hidrossanitárias.

As novas estruturas expandem a capacidade de atendimento da rede estadual e modernizam os ambientes utilizados diariamente pela população do Recife e de outros municípios de Pernambuco.

Outras Notícias

Quase 50%: Eduíno Brito apresenta dados de inadimplência no IPVA entre donos de motos

Quase metade dos pernambucanos donos de motos 125 cilindradas deixou de pagar o IPVA em 2014. É o que demonstra um estudo inédito do Comitê Estadual de Prevenção aos Acidentes com Motos (Cepam), abordado pelo deputado Eduíno Brito (PHS) nesta terça-feira (4), no Plenário. Os números indicam um prejuízo da ordem de R$ 59,5 milhões para […]

CINQUENTINHAS – Deputado também registrou sanção de lei que amplia controle sobre motos 50cc. Foto: João Bita
CINQUENTINHAS – Deputado também registrou sanção de lei que amplia controle sobre motos 50cc. Foto: João Bita

Quase metade dos pernambucanos donos de motos 125 cilindradas deixou de pagar o IPVA em 2014. É o que demonstra um estudo inédito do Comitê Estadual de Prevenção aos Acidentes com Motos (Cepam), abordado pelo deputado Eduíno Brito (PHS) nesta terça-feira (4), no Plenário. Os números indicam um prejuízo da ordem de R$ 59,5 milhões para os cofres públicos, com 48,5% desses veículos inadimplentes em Pernambuco.

“São cerca de 500 mil motos 125cc que deixaram de contribuir no ano passado. Se levarmos também em conta a inadimplência do seguro DPVAT, o valor chega a R$ 154 milhões”, disse o parlamentar. Ele lembrou que 50% do valor do IPVA arrecadado vão para os municípios, que utilizam o recurso para executar políticas públicas visando reduzir o número de acidentes de trânsito, e que metade do DPVAT segue para investimentos do Ministério da Saúde.

Também nesta tarde, Brito registrou a sanção, pela presidente Dilma Rousseff, de uma lei que modifica o Código de Trânsito Brasileiro, retirando dos municípios a competência por licenciar os ciclomotores. Com a alteração, as chamadas motos “cinquentinhas” (50cc) já deverão sair das lojas emplacadas. Além disso, os condutores deverão possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria A e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) emitido pelo Detran. Apenas a fiscalização continuará sendo feita pelos municípios.

“Essa lei representa um marco na luta para diminuir a quantidade de acidentes com motos no País”, comentou o deputado. “Os prefeitos estavam encontrando dificuldades em fazer a regulamentação, então foi melhor transferir a responsabilidade para os estados. Assim podemos uniformizar a ação, para que possamos ter uma regulamentação que surta efeito na fiscalização, contribuindo para um trânsito mais seguro dentro das cidades e nas rodovias”, concluiu.

Policia Civil aceita e Faculdade do Vale do Pajeú construirá prédio para a delegacia de São Jose do Egito

Oficialmente, a Polícia Civil já se manifestou favoravelmente sobre a proposta do Diretor Geral da Faculdade Vale do Pajeú, Cleonildo Lopes da Silva. Ele apresentou o projeto da construção de uma sede para a Delegacia de São José do Egito em terreno ao lado da faculdade. A boa noticia foi dada pelo próprio advogado conhecido […]

Oficialmente, a Polícia Civil já se manifestou favoravelmente sobre a proposta do Diretor Geral da Faculdade Vale do Pajeú, Cleonildo Lopes da Silva.

Ele apresentou o projeto da construção de uma sede para a Delegacia de São José do Egito em terreno ao lado da faculdade.

A boa noticia foi dada pelo próprio advogado conhecido como Painha, falando ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

“A obra será construída pela Faculdade que fará uma doação de todo terreno e o prédio para que São José do Egito tenha uma Delegacia integrada com o Núcleo de Práticas Jurídicas em um projeto inovador, sem contar com a segurança que ofereceria a própria faculdade”.

Painha disse que o acordo se deu em reunião com o Chefe de Polícia Civil, Joselito Kherle.

Foram fechados 6.339 postos de trabalho em Pernambuco em junho

Do JC Foram cortadas 6.339 vagas de trabalho em Pernambuco em junho último, o que provocou uma retração de 0,48% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada em maio, segundo as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No Estado, foi o menor […]

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Do JC

Foram cortadas 6.339 vagas de trabalho em Pernambuco em junho último, o que provocou uma retração de 0,48% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada em maio, segundo as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No Estado, foi o menor saldo de empregos para um mês de junho desde 2003.

Ainda em junho, as empresas brasileiras fecharam 111.199 empregos formais em junho último, a pior performance para o mês desde 1992. No Brasil, os setores que mais fecharam postos de trabalho foram a indústria de transformação com um saldo de -64.228 postos de trabalho e os serviços com um estoque negativo de 39.130 vagas.

Os serviços provocaram o maior impacto no fechamento de postos de trabalho formais em Pernambuco que se concentrou nas cidades maiores, como mostra o ranking feito pelo MTE com o comportamento do emprego nas 64 maiores cidades do Estado com mais de 30 mil habitantes . A campeã foi a cidade do Recife, com um saldo negativo de 4.405 postos de trabalho e um decréscimo de 7.693 empregos formais, o que representou -0,85% do total de empregados com carteira assinada na cidade. Além da capital, as cidades que tiveram pior performance no emprego com carteira assinada foram: Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho e Olinda.

Os setores que mais fecharam postos de trabalho em Pernambuco no mês passado foram: serviços (-4.468) e a construção civil, com 1.766 vagas a menos. “Os serviços representaram 71% dos postos de trabalho fechados e a construção civil ficou com 28%. O fechamento desses postos está ligado à desmobilização das grandes obras. A fábrica da Jeep, destaque em contratação, só entrou em operação em abril último. Em contrapartida, a Refinaria Abreu e Lima vem diminuindo a quantidade de trabalhadores desde o ano passado”, explica o economista da Ceplan Consultoria Ademilson Saraiva.

Ele argumenta que o maior número de postos foram fechados no Recife porque a capital concentra as empresas que prestam serviços à construção civil e à indústria. “A construção civil teve uma queda de 14% nos postos de trabalho formais de janeiro a junho, quando se compara com o saldo de empregos de dezembro de 2014”, diz Ademilson, acrescentando que o setor possui um peso importante no emprego do Estado.

Os outros setores que fecharam postos de trabalho foram a indústria de transformação (-485) e o comércio (-962). No Estado, o maior saldo de emprego ficou com a agropecuária, que conseguiu apresentar uma performance positiva, com um saldo de 1.320 vagas a mais do que maio último.

Ainda no ranking do Caged, as cidades campeãs do emprego no Estado em junho foram: Petrolina, Goiana, Araripina, Arcoverde e Sirinhaém. A última apresentou um crescimento de 10% no emprego formal, com um saldo de 429 vagas de trabalho em junho último.

Haja pesquisa: Instituto Naipes diz que Nicinha está a frente em Tabira

Pesquisa eleitoral divulgada com exclusividade pelo portal Radar Metropolitano de notícia revelou um significativo distanciamento entre os principais candidatos à Prefeitura de Tabira–PE. O levantamento, realizado pelo Instituto Naipes Marketing, Inteligência e Tecnologia. Mostra que Nicinha Melo, lidera com 46.25% das intenções de voto, enquanto Flávio Marques aparece em segundo lugar com 33.00% das preferências […]

Pesquisa eleitoral divulgada com exclusividade pelo portal Radar Metropolitano de notícia revelou um significativo distanciamento entre os principais candidatos à Prefeitura de Tabira–PE.

O levantamento, realizado pelo Instituto Naipes Marketing, Inteligência e Tecnologia. Mostra que Nicinha Melo, lidera com 46.25% das intenções de voto, enquanto Flávio Marques aparece em segundo lugar com 33.00% das preferências na pergunta espontânea. Em seguida votos em Branco com 0.25% e nulo com 1.50%. Neste cenário, 19.00% dos eleitores não souberam ou não responderam.

O distanciamento entre os dois candidatos tem se mantido consistente ao longo das últimas semanas, indicando uma possível consolidação das preferências do eleitorado. Nicinha Melo tem se destacado principalmente entre eleitores mais carente e regiões, mas distante da cidade, enquanto Flávio Marques tem maior aceitação entre eleitores do partido do trabalhador e sindicatos.

O Instituto Naipes Marketing, Inteligência e Tecnologia, que fica sediado no Recife-PE, entrevistou 400 eleitores entre os dias 01 e 04 de agosto 2024. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de 4,86%, estando registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-05976/2024.

‘Eu era o otário do governo; eu era o bobo da corte’, diz Odebrecht

Uol No depoimento que prestou nesta quarta-feira, dia 1º, à Justiça Eleitoral, o empresário Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal. Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos e empreendimentos que […]

Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira

Uol

No depoimento que prestou nesta quarta-feira, dia 1º, à Justiça Eleitoral, o empresário Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal.

Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos e empreendimentos que não desejava e bancar repasses às campanhas eleitorais, sem receber as contrapartidas que julgava necessárias.

Marcelo Odebrecht declarou que mantinha contato frequente com o alto escalão do governo – como Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff, com quem disse negociar repasses a campanhas eleitorais.

“Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo”, afirmou Marcelo Odebrecht, segundo relatos colhidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. O empresário também se mostrou incomodado por divergências com seu pai, patriarca e presidente do Conselho de Administração do Grupo Odebrecht, Emílio Odebrecht, na forma de apoio ao governo.

No depoimento, Marcelo Odebrecht falou com “naturalidade” do caixa 2 nas campanhas eleitorais, defendeu a legalização do lobby e disse que a Odebrecht não era a única empresa a usar doações para conquistar apoios políticos. Segundo ele, o uso de dinheiro de caixa 2 em campanhas eleitorais é algo “natural”, mas que, de alguma forma, envolve também o pagamento de propinas.

Em março do ano passado, Marcelo Odebrecht foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro – que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça – a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa no esquema de desvios na Petrobras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.