Visita de Luciano e Miguel Duque a feira livre em Afogados consolida apoio de Mário Viana
Por Nill Júnior
O Deputado Estadual Luciano Duque e o filho, Presidente do IPA e pré-candidato a Deputado Federal, Miguel Duque, do Podemos, fizeram uma clássica visita à Feira Livre de Afogados da Ingazeira ao lado do Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho.
Mário esteve acompanhado da esposa, Evaneide Veras, e do irmão e diretor da CDL Afogados, Márcio Victor Araújo.
Miguel e o pai tem buscado a ampliação das bases no Pajeú. Luciano quer manter o mandato estadual e Miguel disputará para cumprir uma missão partidária, além de buscar manter o recall em Serra Talhada, onde devw ser o nome da oposição em 2028.
A visita consolida o apoio de Mário Viana à dupla, com o projeto de fortalecer nomes ligados ao palanque de Raquel Lyra na região.
Por João Batista Rodrigues* Embora alguns atribuam a atual crise financeira vivenciada pelos Municípios à ausência de boa gestão, as dificuldades existem! E mesmo quando a compensação das perdas do FPM adentrar aos cofres municipais, irão subsistir. Ocorre que a crise é estrutural, alguns municípios são inviabilizados pelo déficit previdenciário de seus fundos próprios de […]
Embora alguns atribuam a atual crise financeira vivenciada pelos Municípios à ausência de boa gestão, as dificuldades existem! E mesmo quando a compensação das perdas do FPM adentrar aos cofres municipais, irão subsistir. Ocorre que a crise é estrutural, alguns municípios são inviabilizados pelo déficit previdenciário de seus fundos próprios de previdência, planos de cargos e carreiras insustentáveis, fixação de pisos salariais sem recursos suficientes para cobrir a despesas e o subfinanciamento de programas federais tocados pelos entes locais.
Evidentemente alguns poucos municípios não se enquadram neste contexto, porém a grande maioria já se encontrava à beira do abismo, e o empurrão se deu com acentuadas perdas no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB), ocorridas principalmente no segundo semestre deste exercício de 2023.
Neste cenário, Pernambuco poderá ser o estado pioneiro na declaração do estado de calamidade pública, com o reconhecimento legal realizado pela Assembleia Legislativa a partir de Decretos emitidos pelos prefeitos municipais.
O Ministro Luiz Fux destacou a “necessidade de fixação exata da interpretação das regras da Lei de Responsabilidade Fiscal quanto ao estado de calamidade fiscal” (ACO 2.981 TA/DF, 2017, p. 5 e 6), todavia, é certo que os precedentes de declaração de calamidade pública em decorrência de crise financeira esposados na Lei nº 7483/2016 do Estado do Rio de Janeiro e em declarações similares dos Estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais produziram seus efeitos e encontram-se validos até os dias atuais.
É fato incontestável que a baixa arrecadação pode influenciar no descumprimento do limite de gastos com pessoal da LRF, ocasião em que as despesas com pessoal inativo e pensionista ultrapassam os limites definidos na lei (LRF artigos 18 a 20; art. 24, §2º; art. 59, §1º, IV).
Coaduno a esse entendimento, o artigo 65 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC n° 101/2000), Veja:
Art. 65. Na ocorrência de calamidade pública reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da União, ou pelas Assembleias Legislativas, na hipótese dos Estados e Municípios, enquanto perdurar a situação:
I – Serão suspensas a contagem dos prazos e as disposições estabelecidas nos arts. 23, 31 e 70;
II – serão dispensados o atingimento dos resultados fiscais e a limitação de empenho prevista no art. 9°.
A crise financeira, que se agravou no segundo semestre de 2023, tem levado vários municípios a descumprirem suas obrigações previdenciárias e, neste sentido, o reconhecimento legal da grave crise financeira nos entes municipais pela Assembleia Estadual também pode ajudar, uma vez que o próprio Tribunal de Contas do Estado já tem entendimento sumulado sobre a matéria e pontua a grave queda na arrecadação como excludente de ilicitude, vejamos:
Súmula nº 08. Os parcelamentos de débitos previdenciários não isentam de responsabilidade o gestor que tenha dado causa ao débito, salvo se demonstrar força maior ou grave queda na arrecadação. (Publicada no DOE em 03.04.2012)
Sobre esse aspecto, uma tese sedimentada no processo TCE/PE nº 17100153-9 prevê a consideração da queda real de arrecadação, descontando o percentual de inflação do exercício anterior em casos de baixo crescimento da receita municipal.
No entanto é de bom alvitre lembrar aos gestores mais incautos que a decretação do Estado de Calamidade pública visa primordialmente a adoção de medidas dispostas a minimizar os efeitos da calamidade, condicionando assim a sua validade. Portanto, não produz efeitos quando, durante sua vigência, não forem reduzidos os gastos com eventos festivos ou forem incrementados gastos com cargos comissionados, a título de exemplo.
Em resumo, a situação de calamidade enfrentada pelos municípios pernambucanos evidencia a necessidade de uma abordagem estratégica e responsável.
Afinal, a decretação do estado de calamidade financeira, por si só, não isenta o ente público de suas obrigações, tampouco de ser penalizado. No entanto, quando o município a decreta e obtém o reconhecimento da Assembleia Estadual, isso pode efetivamente reduzir os impactos da Lei de Responsabilidade Fiscal. Tal reconhecimento pode até contribuir para uma flexibilização por parte dos órgãos de controle em casos de inadimplência previdenciária. Entretanto, todo esse processo deve ser acompanhado por medidas para minimizar os efeitos da crise financeira na gestão.
*Advogado, Ex-Prefeito de Triunfo, Ex-Presidente da União dos Vereadores de Pernambuco – UVP, Secretário da Comissão de Direito Municipal da OAB/PE.
do G1 Pernambuco O percentual de candidatos com ensino superior completo é menor entre aqueles que concorrem a deputado estadual, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pouco mais de 40% dos candidatos são diplomados. Mais de 16 mil pessoas concorrem a vagas de deputado estadual, o que corresponde a 65% de todos os candidatos. […]
O percentual de candidatos com ensino superior completo é menor entre aqueles que concorrem a deputado estadual, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pouco mais de 40% dos candidatos são diplomados.
Mais de 16 mil pessoas concorrem a vagas de deputado estadual, o que corresponde a 65% de todos os candidatos. O segundo pleito com mais concorrentes é o de deputado federal, com 6,9 mil candidatos. Destes, 3,4 mil são formados – ou 49,1%.
O cargo com o índice mais alto é o de vice-presidente, em que todos os candidatos são formados. Para presidente, o percentual é de 81,8% – 9 de 11 candidatos. Os únicos concorrentes que não são diplomados são Levy Fidelix (ensino superior incompleto) e Zé Maria (ensino médio completo). Entre os que tentam ser governadores, o número cai para 79,5%.
Em debate, gestor disse ter executado 85% de seu plano de governo O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, sobre a pauta administrativa e política. Chamado a avaliar a sua gestão, próxima do último semestre, ele alegou inicialmente que o período econômico e político […]
Em debate, gestor disse ter executado 85% de seu plano de governo
O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou hoje ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, sobre a pauta administrativa e política. Chamado a avaliar a sua gestão, próxima do último semestre, ele alegou inicialmente que o período econômico e político gerou dificultadores.
“Pegamos uma quadra que o Brasil está passando de agora, de dificuldade de financiamento. Mas avançamos em algumas áreas mais do que projetamos. Os municípios são muito dependentes de recursos, estão penalizados”. Ainda assim, garante, executou 85% do que foi divulgado na campanha, quando candidato.
O gestor destacou como principais as ações hídricas, de calçamento e na saúde. Na primeira, disse ter instalado 257 poços tubulares, 26 sistemas de abastecimento e recuperado poços.
No item pavimentação e asfalto, destacou que das 245 ruas sem pavimentação, asfaltou 31 com 78 calçadas, com a meta de fechar em 100 até dezembro. Segundo seu levantamento, diz já ter calçado 10 mil metros a mais que os mandatos de Giza e Totonho nos últimos 16 anos.
Na saúde, destacou o aumento de 20 mil para 42 mil consultas por ano e redução de 66% da mortalidade infantil.
Justificou a falta de recursos para ainda não ter andado com projetos de mobilidade urbana e disciplinamento do trânsito da cidade. A estrutura da municipalização não é pequena. Há uma minuta de todo um projeto, mas não é auto-sustentável”.
Sucessão: o prefeito que reunirá antes os partidos que indicaram nomes para a vice em sua chapa, mas acrescentou não há critérios definidos. “Vamos traçar um perfil mínimo”. Ele elogiou nominalmente os sete nomes. “Lúcia Moura, Igor Mariano, Totonho Valadares, Eraldo Feijó, Edmilson Policarpo, Augusto Martins e Alessandro Palmeira são nomes qualificados até para prefeito”, disse.
Respondendo pergunta de Júnior finfa, disse não acreditar em problemas na hora da escolha. “Não chegou o primeiro exigindo nada, até porque eu não aceitaria exigência. Só cabe um, vou buscar o consenso. Não pode ser no ou dá ou desce”. Quanto a Totonho, disse não acreditar em candidatura própria. “Se não for Totonho, não acho que saia sozinho. Ele já me disse claramente que me apoia e o que quer é participar da discussão”.
Araripina e Goiana também tiveram cursos autorizados O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) confirmou neste final e semana que o Ministério da Educação, através da Portaria nº 924, de 27 de dezembro de 2018, divulgação a decisão final sobre a entidade mantenedora do Curso de Medicina em Arcoverde. Na portaria, assinada pelo Secretário de Regulação […]
Araripina e Goiana também tiveram cursos autorizados
O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) confirmou neste final e semana que o Ministério da Educação, através da Portaria nº 924, de 27 de dezembro de 2018, divulgação a decisão final sobre a entidade mantenedora do Curso de Medicina em Arcoverde.
Na portaria, assinada pelo Secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior, José Cecchi, o MEC classificou em 1º lugar a Faculdade São Leopoldo Mandic, com sede em Campinas, São Paulo.
Pertencente a Sociedade Regional de Ensino e Saúde S/S LTDA, a faculdade deverá comparecer ao Ministério da Educação, na Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior – SERES, no período de 21 de janeiro a 08 de fevereiro, para entrega da Garantia de Execução nos termos do item 15.1 do Edital e assinatura do Termo de Compromisso previsto no item 14.1, que prevê, a partir deste ano, o início da oferta do curso.
“Estamos terminando nosso mandato com a concretização desse grande projeto que trará para Arcoverde e região a primeira Faculdade de Medicina do Sertão do Moxotó e Pajeú, beneficiando jovens e dezenas de municípios, abrindo um novo ciclo de desenvolvimento econômico e educacional em toda a nossa região. Isso nos dá grande alegria e o sentimento de dever cumprido”, afirmou o deputado.
Em dezembro de 2017, Zeca anunciou ao lado do então Ministro da Educação, Mendonça Filho, a conquista do Curso de Medicina para Arcoverde e região.
Segundo o parlamentar trabalhista, a portaria define que a entrega da Garantia de Execução é condicionante para a confirmação da proposta vencedora e a assinatura do Termo de Compromisso, dando, assim, início ao processo de instalação do curso de Medicina em Arcoverde.
“Cabe agora à prefeita (Madalena Britto) fazer a sua parte, entrar em contato com a direção da Faculdade São Leopoldo e dar todo o suporte necessário para que tenhamos o mais breve possível o curso de Medicina funcionando em Arcoverde, atraindo estudantes de toda a região, fixando nossos jovens na cidade e no futuro, melhorando a qualidade do atendimento da saúde em nosso município e toda a região”, finalizou Zeca Cavalcanti.
Além de Arcoverde outras duas cidades pernambucanas tiveram autorização para a instalação do curso de Medicina. Em Araripina, a Faculdade Paraíso, da cidade de Juazeiro do Norte (CE) – Fiusa Educacional S/ Simples Ltda (EPP) ficou com o primeiro lugar.
Já em Goiana, a escolhida foi a Sociedade de Educação Tiradentes S/S LTDA, que tem sua proposta admitida por força de decisão judicial.
Acontece hoje, às 11h, a audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco para discutir a PEC 171/93, que propõe a redução da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos. O debate foi proposto pelo deputado federal Tadeu Alencar (PSB) – integrante da Comissão Especial da Câmara que analisa a PEC – e aprovado […]
Acontece hoje, às 11h, a audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco para discutir a PEC 171/93, que propõe a redução da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos.
O debate foi proposto pelo deputado federal Tadeu Alencar (PSB) – integrante da Comissão Especial da Câmara que analisa a PEC – e aprovado na Alepe pelos deputados Raquel Lyra e Waldemar Borges (ambos PSB). A audiência – que será aberta ao público –visa a obter um posicionamento de autoridades e da sociedade civil do Estado diante da proposta, que será votada nesta terça-feira (30) no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília.
Tanto Tadeu quanto Raquel e Borges são contrários à redução. Eles avaliam que não contribuirá para diminuir o envolvimento de jovens no crime, e defendem o combate à impunidade e aprimoramentos no Estatuto da Criança e do Adolescente como formas de amenizar o problema.
Para a audiência de hoje foram convidados representantes de entidades da sociedade civil em diversas áreas, como segurança, educação, saúde, lazer, cultura e direitos humanos. Também estarão presentes estudiosos e autoridades em diversos campos.
Entre eles, representantes de entidades como a OAB, CNBB, Conselho Estadual da Criança e do Adolescente, Tribunal de Justiça de Pernambuco, Gajop, Funase, Ministério Público, secretários estaduais e municipais ligados à Justiça, Direitos Humanos, Juventude e Segurança, parlamentares, prefeitos e demais gestores.
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