Vice-prefeita Lucia Moura confirma apoio de Edson Moura a Armando Monteiro
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Ontem circulou em alguns blogs a informação de que o médico e ex-prefeito de Tabira Edson Moura teria anunciado durante reunião na Casa de Saúde com presença do Prefeito Jose Patriota, seu apoio ao candidato Paulo Câmara.
A notícia repercutiu em seguida com nota assinada pelo radialista Anchieta Santos com o titulo “Ex-prefeitos de Tabira na onda das pesquisas”.
Após as duas notas, a vice-prefeita Lucia Moura pela rede social, negou a informação e assegurou que Edson Moura assim como o seu marido, Júnior (que não foi citado em nenhuma informação), permanecem apoiando a candidatura de Armando Monteiro ao Governo do Estado.
O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi multado em cerca de R$ 100 mil pela Receita Federal, por inconsistências em sua declaração de rendimentos do ano de 2010. No dia 6 de junho, o peemedebista já tinha sido multado em R$ 1 milhão pelo Banco Central por ter omitido a existência de contas […]
O presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi multado em cerca de R$ 100 mil pela Receita Federal, por inconsistências em sua declaração de rendimentos do ano de 2010.
No dia 6 de junho, o peemedebista já tinha sido multado em R$ 1 milhão pelo Banco Central por ter omitido a existência de contas secretas no exterior.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a multa aplicada pela Receita resultou de um auto de infração aberto em dezembro do ano passado: os auditores do órgão apontaram que houve gastos de Cunha que não estavam cobertos pelos seus rendimentos declarados em 2010. A defesa do peemedebista já entrou com recurso e o processo foi enviado ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais.
Essa foi a primeira derrota sofrida por Cunha na Receita Federal, que já havia quebrado seus sigilos por determinação do Supremo Tribunal Federal e enviado os dados à Operação Lava Jato.
Mas as multas aplicadas pela Receita e pelo Banco Central não foram os únicos revezes financeiros que Cunha sofreu neste mês. No dia 14, a Justiça Federal do Paraná decretou a indisponibilidade dos bens de Cunha e de sua mulher, a jornalista Cláudia Cordeiro Cruz. A decisão também quebrou o sigilo fiscal de Cunha desde o ano de 2007 e bloqueou os bens de empresas ligadas ao casal, como a C3 Produções Artísticas e Jornalística Ltda e C3 Atividades de Internet Ltda.
A ação que deu origem ao bloqueio dos bens de Cunha investiga a compra de direitos de exploração de poços de petróleo no Benin, em 2011, pela Petrobras. Segundo o Ministério Público Federal, o deputado recebeu US$ 1,5 milhão para que o negócio fosse concretizado.
Por meio de nota, o deputado Eduardo Cunha classificou a ação de “absurda”. A defesa do deputado já protocolou no Supremo Tribunal Federal um recurso pedindo que a decisão do juiz Augusto César Pansini, da 6ª Vara Federal em Curitiba, seja suspensa. O pedido está sob a relatoria do ministro Teori Zavaski.
O peemedebista já é réu em um processo da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, no qual é acusado de receber propina do esquema na Petrobras. Também já foi alvo de duas denúncias ao Supremo, também sobre o recebimento de propinas.
Nesta semana, Cunha teve a cassação do mandato aprovada no Conselho de Ética por 11 votos a 9. A decisão final caberá ao plenário da Casa.
Do Congresso em Foco Um verdadeiro desencontro de versões veio à tona no Congresso depois que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou a votação da reforma da Previdência para 2018, depois de acordo supostamente costurado com a cúpula governista em Brasília. A notícia levada a público por Jucá remete ao fato […]
Um verdadeiro desencontro de versões veio à tona no Congresso depois que o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), anunciou a votação da reforma da Previdência para 2018, depois de acordo supostamente costurado com a cúpula governista em Brasília. A notícia levada a público por Jucá remete ao fato de que, diante da falta de consenso na base e da quantidade de deputados contrários ao texto, Michel Temer (PMDB) e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), acharam por bem adiar a discussão e fechar acordo para votar o texto em fevereiro do próximo ano.
Os desmentidos a Jucá podem ser sintetizados com Rodrigo Maia, que disse não ter feito acordo nos termos do que foi anunciado pelo senador do PMDB. Questionado por jornalistas a caminho do plenário da Câmara, o deputado tentou desconversar. “Vamos conversar com o presidente Michel entre hoje [quarta, 13] e amanhã para a gente avaliar se tem condições de começar a votar amanhã ou não”, declarou, imediatamente interpelado por uma repórter que queria saber se, então, o colega mentiu quando anunciou o tal acordo.
“Não é que o senador Jucá mentiu. Ele pode estar falando pelo governo”, tergiversou.
Entre os principais líderes governistas na Câmara, onde a reforma começa a ser votada, a sensação era de incredulidade. Visivelmente pegos de surpresa com a postura de Jucá, alguns partiram para a desqualificação. “Tem muita gente querendo aparecer nesse processo. Quem tem que aparecer nesse processo é a reforma da Previdência, que é importante para o país”, bradou o vice-líder do governo na Câmara Beto Mansur (PRB-SP).
Líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE) também desautorizou Jucá e disse que, se o governo determinar a votação a partir da leitura do parecer já nesta quinta-feira (13), assim será feito. “Embora algumas pessoas tenham falado, no sentido de adiar para fevereiro… não vejo isso como a balbúrdia que estão fazendo, mas acho que isso está no nosso cronograma, porque dissemos que se não tivéssemos os votos para votar na segunda-feira [18], nós pautaremos quando esse votos estiverem consolidados”, arrematou o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), para quem houve “melhora clara do ambiente” na base aliada em relação à reforma.
Até quem não exerce mandato na Câmara se apressou em desdizer Jucá. Em evento com empresários em São Paulo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também tentou reverter a impressão de fragilidade do governo Temer diante da matéria. ”Se por ventura não for viável [votar na quinta, 14], ficará para o início do próximo ano. Mas isso não era novidade”, observou Meirelles, com a ressalva de que Jucá é “um líder importante, experiente”.
Desmobilização e irritação
Nos bastidores do Congresso corre a versão de que, ontem (terça, 12), em um jantar na residência oficial do presidente do Senado, a cúpula do governo decidiu manter as negociações em busca de votos para aprovar a reforma, mas como maneira de sinalizar para o mercado que a pauta está mantida e a base comprometida com sua aprovação. No entanto, segundo interlocutores do governo, o adiamento da votação para 2018 seria um caminho mais seguro, desde que anunciado de maneira adequada.
Presidente do Senado, Eunício Oliveira evitou falar com imprensa depois do anúncio de Jucá. Como este site mostrou na última sexta-feira (8), o senador cearense classificou como “ideal” que o Congresso vote o orçamento da União para 2018 e, na iminência do recesso parlamentar, encerre os trabalhos sem votar a reforma da Previdência. Depois da chuva de declarações, Jucá se manifestou e disse que a votação da matéria é uma pauta que cabe a Rodrigo Maia conduzir, e que o adiamento foi sinalizado nas reuniões de líderes nos últimos dias.
Pivô do impasse, a postura de Jucá, homem forte de Temer no Congresso, passou a ser considerada como fator de desmobilização da base em torno da reforma previdenciária – a notícia irritou a cúpula do Planalto, segundo a repórter Andréia Sadi (Globonews). A situação privilegia a votação, a partir desta quarta-feira (13), das diretrizes orçamentárias para o próximo ano, algo que não costuma provocar grandes disputas entre governo e oposição. Uma vez aprovada a peça orçamentária, nos termos da Constituição, parlamentares podem sair de recesso antes de 22 de dezembro, fim do ano legislativo, sem se preocupar com o compromisso com a reforma da Previdência.
“Foi consultado [em reunião de líderes] se a questão do orçamento poderia ser votada hoje ou não, e o governo sinalizou que não faria óbice à votação – até porque, se assim não fosse, não poderíamos fazer um esforço concentrado se decidíssemos fazer a votação na segunda-feira [18], porque teríamos ainda o orçamento para ser votado. Então, nesse sentido, o governo optou por votar o orçamento”, ponderou Aguinaldo Ribeiro, acrescentando que a votação em fevereiro não deveria ser motivo de surpresa.
Minutos depois do anúncio do senador, o Palácio do Planalto divulgou para a imprensa uma nota que, se não desautoriza Jucá de maneira enfática, diz que a data da votação ainda será discutida. “[…] o presidente discutirá com os presidentes do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a data de votação da proposta”, diz trecho do comunicado.
Leia a íntegra:
Após passar por procedimento cirúrgico em São Paulo na tarde de hoje, o presidente Michel Temer retornará a Brasília nesta quinta-feira (14), com liberação da equipe médica que o acompanha.
Ele espera ainda para amanhã a leitura da emenda aglutinativa do deputado Arthur Maia sobre a reforma da Previdência. Somente depois disso, o presidente discutirá com os presidentes do Senado Federal, Eunício Oliveira, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a data de votação da proposta.
Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República
G1 O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu em documento enviado nesta terça-feira (8) ao presidente do tribunal, Dias Toffoli, a legalidade da operação de busca e apreensão realizada no mês passado no gabinete do líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Segundo Barroso, a Polícia Federal encontrou “uma quantidade […]
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu em documento enviado nesta terça-feira (8) ao presidente do tribunal, Dias Toffoli, a legalidade da operação de busca e apreensão realizada no mês passado no gabinete do líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).
Segundo Barroso, a Polícia Federal encontrou “uma quantidade impressionante” de indícios contra Bezerra Coelho.
A manifestação faz parte de resposta de 16 páginas ao pedido de informações de Toffoli, motivado por ação da Mesa do Senado contra a decisão de Barroso de autorizar a operação.
“Sem antecipar qualquer juízo de valor sobre o mérito da investigação, é fato incontestável que a Polícia Federal reuniu uma impressionante quantidade de indícios de cometimento de crimes”, escreveu o ministro Barroso.
Segundo ele, “o exame criterioso e imparcial dos elementos produzidos não conferia a este magistrado outra opção que não a decretação de busca e apreensão. Não seria republicano nem ético desviar do reto caminho por se tratar de figura poderosa. O direito e a justiça valem para todos”.
Ao Supremo, o senador apontou “excesso” nas buscas e pediu que sejam consideradas ilegais. Em nota, a defesa de Bezerra disse que “a única justificativa” para a investigação de Bezerra seria “a atuação política e combativa do senador contra determinados interesses dos órgãos de persecução penal”.
No fim de setembro, Toffoli pediu informações ao ministro Barroso para analisar a ação apresentada pelo Senado.
O principal argumento da ação apresentada pelo Senado é o de que a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, foi contra a operação de busca e apreensão da Polícia Federal. Para o Senado, como a PGR é a titular da ação penal, caberia a Dodge autorizar as buscas.
Na resposta, Barroso disse que o pedido da Mesa do Senado, uma suspensão de liminar (decisão provisória), é incabível por não haver liminar que ainda esteja produzindo efeito e que o Senado já recorreu no âmbito do próprio inquérito.
“A medida de busca e apreensão não foi movida contra o senador em razão de sua atuação em nome do poder público, mas por ser investigado pela prática de crimes. Como intuitivo, a suspensão de liminar não tem por objetivo proteger investigados em processos criminais”, afirmou Barroso.
De acordo com o ministro, “não há liminar sendo executada que possa ser suspensa. O que a requerente pretende é rever decisão proferida, executada e exaurida. Para isso, o recurso é o agravo regimental, inclusive já interposto”.
Entre os indícios encontrados, Barroso citou uma planilha no gabinete da liderança do governo no Senado sobre supostas doações ocultas, além de dinheiro na casa do filho do senador, o deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE).
O Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antonio da Silva participou esta manhã da programação da Rádio Pajeú para sua reflexão de ano novo. Ele falou em entrevista ao jornalista Alyson Nascimento. Dom Limacêdo seguiu o alinhamento com o Papa Francisco e criticou as guerras e conflitos no mundo. Lembrou também das guerras no continente africano, que também […]
O Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antonio da Silva participou esta manhã da programação da Rádio Pajeú para sua reflexão de ano novo.
Ele falou em entrevista ao jornalista Alyson Nascimento.
Dom Limacêdo seguiu o alinhamento com o Papa Francisco e criticou as guerras e conflitos no mundo. Lembrou também das guerras no continente africano, que também causam dor e mortes e muitas vezes não são destacadas pela imprensa.
Falou do clima e da necessidade de que líderes mundiais e cada um de nós faça sua parte para tentar evitar mais danos à nossa casa comum. “O que já se fez de dano, de ruim, não se reverte mais”.
Ainda invocou a paz entre as famílias, a partir dos simples eventos, evitando crises nessa instituição tão importante. Lembrou a necessidade de reflexão para enfrentar os conflitos.
Também defendeu a maior geração de empregos, comemorando índices que indicam aumento nas modalidades formal e informal.
Fez referências a Dom Francisco Austregésilo, Dom Hélder Câmara e agradeceu ao empenho e bispado de Dom Egidio Bisol, nosso bispo emérito.
Reunião com prefeitos
Dom Limacêdo Antonio confirmou que se reunirá com prefeitos da região do Pajeú.
O encontro será dia 23 de janeiro às 09 horas, no Stella Maris, em Triunfo.
“Quero ouvi-los, conversar. O pastor precisa ouvir. Tenho ouvido muito. E quero ouvir os prefeitos também”.
Dentre os temas, lembrou da Campanha da Fraternidade e seu papel social. Com o tema “Fraternidade e Amizade Social”, tem o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”. (Mt 23,8)
“A Campanha da Fraternidade opera na questão social. Queremos propor. Esse ano ela nos fala que todos somos irmãos. Dom Helder dizia que a gente precisava sempre ouvir”, comentou.
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Dom Limacêdo anunciou que o padre Gutembergue Lacerda, atual vigário paroquial da Paróquia de São José, em São José do Belmonte, foi transferido para exercer a função de vigário paroquial na Paróquia de São Sebastião, em Iguaracy.
A missa com o rito acontecerá no dia 14 de fevereiro de 2024.
Natural de Sertânia, no Sertão do Pajeú, o médico Álvaro Perazzo construiu uma trajetória que liga a formação no interior de Pernambuco à atuação em alguns dos principais centros de cardiologia do Brasil e do exterior. Atualmente cirurgião cardiovascular e fellow em transplante cardíaco no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade […]
Natural de Sertânia, no Sertão do Pajeú, o médico Álvaro Perazzo construiu uma trajetória que liga a formação no interior de Pernambuco à atuação em alguns dos principais centros de cardiologia do Brasil e do exterior. Atualmente cirurgião cardiovascular e fellow em transplante cardíaco no Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, ele integra a equipe do Núcleo de Transplante Cardíaco e Assistência Circulatória Mecânica.
Criado entre Sertânia e Tuparetama, Álvaro teve contato desde cedo com a realidade do sertão e com um ambiente familiar voltado à educação. Filho de Argemiro Perazzo, engenheiro, advogado e teólogo, e de Rosalva Perazzo, farmacêutica com mestrado, recebeu incentivo à formação acadêmica e humanística. A convivência com tios e tias ligados à docência, à engenharia, ao direito e à literatura também marcou sua formação.
A decisão pela medicina surgiu ainda na infância. Um episódio durante uma seca severa, ao presenciar a mãe aplicar soro em um animal doente, e a morte do avô por problemas cardíacos reforçaram o interesse pela área da saúde, especialmente pela cardiologia.
Após concluir o ensino médio em Petrolina, Álvaro ingressou no curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), após aprovação em quatro instituições. Durante a graduação, realizou estudos na Accademia Italiana de Salerno e, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, cursou parte da formação na Università degli Studi di Padova, na Itália. É fluente em português, espanhol, italiano, inglês e alemão.
A residência em Cirurgia Cardiovascular foi realizada no Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (Procape), no Recife. Em 2019, participou de um clinical fellowship na Emory University, nos Estados Unidos. Com a pandemia de Covid-19, passou a atuar no InCor, em São Paulo, onde foi aprovado em primeiro lugar para a residência em transplante cardíaco.
Além da atuação assistencial, Álvaro mantém produção acadêmica. É doutorando em Cirurgia Cardíaca pela Maastricht University, na Holanda, e realizou fellowship na Universidade de Viena e, mais recentemente, no Deutsches Herzzentrum der Charité, em Berlim. Também possui MBA em Gestão em Saúde pela Fundação Getulio Vargas.
Na área científica, foi presidente da Associação Brasileira dos Residentes em Cirurgia Cardiovascular, atua como editor e revisor de periódicos internacionais e recebeu o Young Investigator Award em duas edições do EuroELSO. Em 2026, tem trabalhos apresentados em congressos em Toronto e Dublin.
Um dos episódios destacados em sua trajetória foi a participação em um transplante cardíaco realizado no InCor em uma paciente natural de Afogados da Ingazeira, também no Sertão do Pajeú. Segundo pessoas próximas, a coincidência da origem reforçou o vínculo entre médico e paciente.
Casado com a cardiologista Gabriela Montenegro, Álvaro é pai de dois filhos. Mesmo atuando em São Paulo e no exterior, mantém a intenção de aproximar a medicina de alta complexidade das regiões do interior pernambucano, especialmente do sertão, de onde partiu para a carreira médica.
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