Vereadora de Salgueiro relata ameaças que vem recebendo “Você vai acabar como Marielle Franco”
Por André Luis
Na Sessão Ordinária realizada nesta quarta-feira (11), na Câmara de Vereadores de Salgueiro-PE, a vereadora Eliane Alves (PSB), relatou que nos últimos dias vem sofrendo ataques cibernéticos, com ameaças sobre a sua vida.
“Um perfil tem me atacado em relação a uma deficiência física, que tenho quanto mulher, convivo com essa deficiência desde a minha adolescência, sempre superei. Essas pessoas não tem coragem de mostrar a cara e vir para o debate cara a cara, se esconde atrás de perfil falso”, destacou que tem o registro do computador de onde parte as ameaças e irá à Policia Federal prestar uma queixa.
Entre as ameaças que a vereadora vem recebendo por telefone, recados e por redes sociais, estão: “Você vai levar um tiro na testa”, “Você vai acabar como Marielle Franco” (vereadora do Rio de Janeiro, assassinada em 2018 após receber ameaças), “Sei por onde você anda, tenha cuidado“, Você vai acabar sendo atropelada, você anda a pé“, “Diga a sua vereadora que tenha cuidado com quem está mexendo”.
Mesmo diante de tantas ameaças, Eliane não baixou a cabeça, disse não ter medo. A vereadora disse ter informações que podem levar a polícia encontrar os responsáveis pelas ameaças.
A vereadora Eliane Alves é a parlamentar mais procurada pela população salgueirense, para relatar o descaso da desastrosa administração do prefeito Clebel Cordeiro, seja pelas redes sociais, rádios, ou pela tribuna da Câmara; ela desafia, critica, mostra os caminhos, mas diante o dever de seu mandato, acontece o que relatamos (ameaças).
O Sebrae, em parceria com a Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (ADEPE), realizará em Afogados da Ingazeira a primeira palestra do Circuito Formativo do Projeto SerTão Mais Criativo. A atividade é voltada para artistas, produtores culturais e demais profissionais da Economia Criativa do município e região. Com o tema “Criar juntos para ir mais longe: […]
O Sebrae, em parceria com a Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (ADEPE), realizará em Afogados da Ingazeira a primeira palestra do Circuito Formativo do Projeto SerTão Mais Criativo. A atividade é voltada para artistas, produtores culturais e demais profissionais da Economia Criativa do município e região.
Com o tema “Criar juntos para ir mais longe: O Poder do Associativismo na Economia Criativa”, a palestra acontecerá no dia 29 de maio de 2025, das 14h às 16h, em local ainda a ser confirmado pela organização.
O objetivo do evento é promover o fortalecimento da Economia Criativa no Sertão, estimulando a articulação entre artistas e empreendedores culturais, bem como o desenvolvimento de estratégias coletivas para geração de negócios e valorização das expressões culturais locais.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link: formulário de inscrição.
A CDL Tabira informou o blog que mantém para esta quinta às 19h em sua sede encontro para avaliar os impactos negativos da venda da folha de pagamento para a Caixa Econômica pela gestão Nicinha Melo. A dúvida sobre a manutenção do encontro se deu pela declaração de Dinca Brandino que a esposa e prefeita […]
A CDL Tabira informou o blog que mantém para esta quinta às 19h em sua sede encontro para avaliar os impactos negativos da venda da folha de pagamento para a Caixa Econômica pela gestão Nicinha Melo.
A dúvida sobre a manutenção do encontro se deu pela declaração de Dinca Brandino que a esposa e prefeita Nicinha Melo já negociou a folha com a Caixa. “Quem manda é ela”, esbravejou.
A entidade é contrária à venda e sinaliza um movimento questionando a operação. O presidente, Jackson Amaral já disse que fica com muito temor pelas consequências desse ato.
Recentemente, citou como exemplo a cidade de São Roque por ser um município que já vinha definhando e com o fechamento da única agência bancária que tinha, encolheu ainda mais.
Para Jackson, que falou em nome da CDL que representa o comércio, o governo da prefeita Nicinha deveria olhar para a economia local e até aplicar nas cooperativas que, por sinal, já investiram no município e geram emprego e renda.
“Não vejo porque levar a folha de pagamento para outro município, não enxergo isso com bons olhos. Isso é inaceitável”, disse Jackson.
Do encontro, deve ser tirado o encaminhamento de uma manifestação promovida pelo comércio. Há possibilidade de um fechar de portas e manifestação na prefeitura. Isso ainda será discutido.
Após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições, a Caixa Econômica Federal mudou regras e cortou a liberação de crédito consignado do Auxílio Brasil. O banco também suspendeu outras modalidades de empréstimos que vinham sendo concedidas para clientes com alto risco de inadimplência. É o que mostram documentos internos acessados pelo UOL. Publicamente, a […]
Após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições, a Caixa Econômica Federal mudou regras e cortou a liberação de crédito consignado do Auxílio Brasil. O banco também suspendeu outras modalidades de empréstimos que vinham sendo concedidas para clientes com alto risco de inadimplência. É o que mostram documentos internos acessados pelo UOL.
Publicamente, a Caixa não anunciou nenhuma alteração no consignado do Auxílio — modalidade que foi iniciada após o primeiro turno e despejou bilhões antes da rodada final das eleições. Mas orientações internas do banco e mudanças nos sistemas indicam um corte maciço na liberação de dinheiro.
Em 14 de novembro, a instituição mandou um comunicado interno para agências e correspondentes bancários informando que atualizou a lista de pessoas impedidas de contratar o consignado do Auxílio — o documento foi confirmado pelo UOL com fontes de três estados. A nova lista restringiu drasticamente o fornecimento de novos créditos.
“Desde 14 de novembro, ninguém foi aprovado [na minha agência]. Mas o motivo não está claro. Só sabemos que os clientes não conseguem mais fazer o consignado”, conta funcionária da Caixa em Belo Horizonte (MG), também sob anonimato.
Além das mudanças no consignado do Auxílio, pelo menos três linhas de crédito para clientes com maior propensão à inadimplência (“rating C” na classificação da Caixa) foram interrompidas após a derrota de Bolsonaro, sem explicação. Em 9 de novembro, as agências receberam comunicados informando que a “modalidade [foi] suspensa por tempo indeterminado”.
A interrupção chamou a atenção porque as linhas de crédito eram antigas. Além disso, a medida foi anunciada no dia seguinte a uma queda geral do sistema do banco, que afetou agências e lotéricas de todo o país, algo atípico. A Caixa negou que os episódios tenham relação.
Sobre as mudanças nas regras dos empréstimos, a Caixa disse apenas que “a concessão de crédito obedece a critérios internos de governança, com base no contexto de mercado, no monitoramento de seus produtos e nas estratégias do banco”.
O consignado do Auxílio Brasil foi criado por medida provisória de Bolsonaro, aprovada no Congresso em julho. A liberação dos créditos, porém, só começou nove dias depois do primeiro turno, quando Bolsonaro teve seis milhões de votos a menos que Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A prefeitura de Tabira, através da secretaria municipal de Administração, está concluindo a sinalização vertical e horizontal das ruas, praças e avenidas da cidade. Esse trabalho faz parte de um Convênio celebrado entre o município e o Detran. O secretário municipal de Administração, Flávio Marques, informa à população em geral que o município estará até […]
A prefeitura de Tabira, através da secretaria municipal de Administração, está concluindo a sinalização vertical e horizontal das ruas, praças e avenidas da cidade. Esse trabalho faz parte de um Convênio celebrado entre o município e o Detran.
O secretário municipal de Administração, Flávio Marques, informa à população em geral que o município estará até o dia 28 de julho realizando campanha educativa e informativa. A partir do dia 29, Detran e a Polícia Militar estarão autuando os motoristas que não respeitarem a sinalização.
“A sinalização significa organização. Estamos organizando o nosso trânsito. O povo precisa conhecer as normas e leis do trânsito, bem como respeitar a sinalização, as pessoas e a vida.” Concluiu o secretário Flávio Marques.
Da Coluna do Domingão Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação, da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas. Dia 1 de setembro, a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade. A […]
Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação, da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas.
Dia 1 de setembro, a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade. A alegação, “para enfrentar a redução nas receitas municipais e assegurar a continuidade dos serviços públicos. O documento determina a suspensão e a redução temporária de despesas em diferentes setores da administração”.
Entre as determinações, proibição do uso de veículos oficiais em fins de semana e feriados, exceto em situações de urgência, restrições na concessão de licenças, horas extras, diárias e capacitações, além de cortes no consumo de energia elétrica, combustíveis e materiais de expediente. Também ficam suspensos serviços de horas-máquina e manutenções de poços, e haverá redução nos salários de cargos comissionados, contratados e prestadores de serviço.
No dia seguinte, o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou um corte linear de 20% nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários, cargos comissionados e contratados pelos próximos quatro meses. A medida, segundo o gestor, foi uma resposta à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS, além de dificuldades adicionais provocadas por decisões judiciais ligadas ao Fundo de Previdência Municipal (FUNPREJ).
A Justiça determinou que o município aumente em cerca de R$ 300 mil mensais os repasses ao FUNPREJ, após reconhecer que a gestão anterior havia reduzido salários de professores aposentados.
No dia 4, o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira, anunciou por meio do Decreto nº 027/2025, um conjunto de medidas administrativas para reduzir despesas e equilibrar as contas públicas. “A decisão foi motivada pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e pela necessidade de assegurar o pagamento em dia da folha de servidores e fornecedores”, disse a municipalidade.
Entre as ações previstas estão a restrição no uso da frota de veículos, a suspensão de novas gratificações, o corte de 10% nos salários de cargos comissionados e contratados temporários (exceto para serviços essenciais) e a redução de 50% nas gratificações já concedidas. Também diminuição de despesas com energia, água, diárias e assessorias contratadas.
E por fim, neste sábado, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, emitiu um decreto buscando conter despesas. Diz que a medida é tomada tendo em vista “a crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM”. O município também reclama quedas no ICMS estadual.
O decreto vale até 31 de dezembro e prevê suspensão da permissão de novos afastamentos de servidores, novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados, suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, expediente de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais, inaugurações sem pompa, redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota e suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos.
As medidas geram algumas perguntas: Pernambuco terá mais gestores adotando medidas similares? As decisões de aperto do cinto tem justificativa exclusiva na queda dos repasses? Há outros fatores ligados à gestão dos recursos? A AMUPE vai engrossar e apoiar a demanda dos prefeitos?
Uma curiosidade, dois dos gestores são aliados de Raquel Lyra, dois alinhados com João Campos. A questão quebra a possibilidade de alegar contaminação do ambiente pré-eleitoral.
Outra questão invocada será da legitimidade do movimento. Os prefeitos são eventualmente acusados de “perder a mão gerencialmente”. Faltaria mais controle fiscal dos gastos. Também há a possibilidade ventilada de uma saída para apertar os cintos que os atuais ou antecessores afrouxaram no ano eleitoral. Os decretos evitariam assim jogar ao ventilador o que fora feito de forma descontrolada no passado por antecessores ou pelo ano eleitoral, à exceção de quem quer expor o adversário, como em São José do Egito.
Os prefeitos envolvidos no “G4 da contenção” negam e dizem que de fato, “agosto foi o mês do desgosto” e que tem como provar. Apertem os cintos: o piloto não sumiu. Mas, decretou: apertem os cintos.
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