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Veja para que cidades no Pajeú houve anúncio de ações do GovPE

Por Nill Júnior

O

Público lotou espaço Wilson Freire, da Pousada de Brotas. Foram três horas de seminário

governador Paulo Câmara abriu, nesta quinta-feira (23.03), a primeira rodada do Pernambuco em Ação.

Foi anunciada a liberação de R$ 1.156.152,00 pelo Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) para a execução de obras e ações em municípios da Região.

Ao todo, sete municípios do Pajeú serão beneficiados com os recursos. São eles Tabira, Santa Cruz da Baixa Verde, Flores, Carnaíba, Serra Talhada, Tuparetama e São José do Egito.

Terão os recursos do FEM: a reforma e ampliação da praça central do Distrito de Jatiúca (Santa Cruz da Baixa Verde); a construção de pátio de eventos (Flores); a pavimentação com paralelepípedos graníticos (Tabira); a perfuração de poços e construção de pavimentação em paralelepípedos (Carnaíba); a reforma das praças e canteiros (Serra Talhada); ampliação e reforma do hospital (Tuperatama); e a perfuração e instalação de poços tubulares em rochas cristalinas (São José do Egito).

Durante o evento, o secretário de Planejamento e Gestão (Seplag), Márcio Stefanni, apresentou um balanço dos dois anos da gestão de Paulo Câmara, sobre obras realizadas, em andamento e previstas na região do Pajeú.

Estiveram presentes secretários de Estado; os deputados estaduais Isaltino Nascimento (líder do Governo), Rogério Leão, Waldemar Borges, Laura Gomes, Lucas Ramos, Ricardo Costa, Diogo Moraes e Rodrigo Novaes; e os deputados federais Kaio Maniçoba, João Fernando Coutinho, Fernando Monteiro e Gonzaga Patriota.

Outras Notícias

Sonho de Edson Moura voltar a ser prefeito de Tabira não demorou nem 24h

Por Anchieta Santos Depois de se apresentar em sua página de Facebook como alguém que iria fazer uma revolução administrativa em Tabira, prometendo combater a velha política, o ex-deputado Edson Moura apagou as postagens onde se apresentava como o “salvador da Cidade das Tradições”. Na mesma página o médico agora escreveu: “Quando você tem um […]

Por Anchieta Santos

foto-26Depois de se apresentar em sua página de Facebook como alguém que iria fazer uma revolução administrativa em Tabira, prometendo combater a velha política, o ex-deputado Edson Moura apagou as postagens onde se apresentava como o “salvador da Cidade das Tradições”.

Na mesma página o médico agora escreveu: “Quando você tem um projeto que não conta com o apoio da família, desista”. E para dizer que o assunto está encerrado, Moura justificou que as notícias veiculadas na imprensa, foram apenas “especulações”.

Na verdade, o tô dentro tô fora do ex-prefeito tabirense Edson Moura foi apenas uma repetição do que ele fez em 2 de outubro de 2013, quando depois de convidado pelo senador Armando Monteiro, procurou o Presidente do PTB de Tabira Mário Amaral, pedindo para se filiar a sigla com objetivo de disputar o mandato de deputado estadual.

No início da manhã do dia 03, o Rádio Vivo da Pajeú deu a notícia em primeira mão. Às 8h do mesmo dia, a Diretora da Casa de Saúde, Márcia Moura, então esposa do Dr. Edson Moura, já negava a candidatura.

Nota da redação: Moura tentou falar ao programa Manhã Total desta quarta (28) para desmentir que seja candidato. Disse por telefone a este blogueiro que “nem vota em Tabira” e que é ligado a nomes da Frente Popular em Afogados da Ingazeira. Entraria no ar na abertura do programa, mas estava atendendo emergência no horário combinado, o que inviabilizou sua participação.

Em Pernambuco, 45 cursos superiores têm baixo desempenho no CPC

Por Margarida Azevedo – JC On Line Quarenta e cinco cursos considerados insatisfatórios pelos Ministério da Educação (MEC) porque tiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) 1 ou 2 em 2014 estão em Pernambuco, de um total de 756 nessa situação em todo o País. Pouco mais da metade – 51,1% (23 cursos) – é oferecido […]

Câmpus da UFPE, em Caruaru, no Agreste do Estado, teve três graduações com a nota 5, a mais alta do CPC. Foto: Passarinho / Ascom UFPE
Câmpus da UFPE, em Caruaru, no Agreste do Estado, teve três graduações com a nota 5, a mais alta do CPC. Foto: Passarinho / Ascom UFPE

Por Margarida Azevedo – JC On Line

Quarenta e cinco cursos considerados insatisfatórios pelos Ministério da Educação (MEC) porque tiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) 1 ou 2 em 2014 estão em Pernambuco, de um total de 756 nessa situação em todo o País. Pouco mais da metade – 51,1% (23 cursos) – é oferecido em autarquias municipais localizadas no interior do Estado. Outros 37,7% (17) são ligados a instituições particulares. Os demais 11% (5) estão em universidades públicas federais ou estadual.

Segundo o MEC, os 756 cursos não poderão aumentar vaga, realizar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) ou do Porgrama Universidade para Todos (Prouni). Desse universo, entretanto, 68 já haviam tido desempenho ruim na avaliação de 2011 e, por isso, ficam com o vestibular congelado, impedidos de receber novos alunos. A relação de cursos e instituições atingidas será publicada na próxima segunda-feira (21) no Diário Oficial da União.

No Estado, o CPC 5, a maior nota (de uma escala de um a cinco), foi observado em apenas quatro cursos, todos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Três são ofertados na unidade acadêmica de Caruaru, no Agreste (engenharia civil, licenciatura em química e licenciatura em física). No câmpus Recife o bacharelado em química teve a mesma nota. O conceito 4 foi dado a 40 cursos no Estado, em instituições públicas e privadas. Com CPC 3 houve a maior quantidade de cursos, 110.

“Considerando as 16 maiores instituições federais de ensino superior do Brasil, ficamos na posição seis. Ganhamos duas posições em relação ao ano anterior”, comemora o reitor da UFPE, Anísio Brasileiro. Ao todo, a universidade teve 42 cursos avaliados no Enade, dos quais 38 obtiveram conceito CPC, sendo quatro cursos com conceito 5, 17 com nota 4, 16 com conceito 3 e um curso com conceito 2 (licenciatura em história).

Na composição do CPC estão três indicadores: média geral dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); corpo docente, tendo como base as informações do Censo da Educação Superior sobre titulação e regime de trabalho dos professores vinculados aos cursos avaliados; e percepção discente sobre as condições do processo formativo. Nesse último item, o Ministério da Educação coleta os dados repassados no questionário do estudante do Enade.

“Não existe uma avaliação feita in loco pelo MEC. O ministério se baseia em informações que os estudantes colocam nos questionários do Enade e que são distorcidas. Para fazer uma avaliação completa de infraestrututra e projeto pedagógico os técnicos deveriam visitar as faculdades”, reclama o presidente da Associação das Instituições de Ensino Superior de Pernambuco (Assiespe), Licínio Lustosa.

“É muito fácil culpar as autarquias. Pelo menos 90% dos nossos alunos são egressos da escola pública. Já chegam com deficiência no aprendizado. A maioria das faculdades oferece licenciaturas, cursos procurados justamente pelos candidatos com desempenho mais baixo”, destaca Licínio.

No Índice Geral de Cursos (IGC), que mede a qualidade das instituições (e também vai de 1 a 5), as seis instituições públicas de Pernambuco avaliadas ficaram com notas 3 ou 4. As três universidades federais – UFPE, Rural (UFRPE) e do Vale do São Francisco (Univasf) – tiveram IGC 4. A Universidade de Pernambuco (UPE), única estadual, obteve nota 3. Mesmo desempenho dos dois institutos federais – de Pernambuco (IFPE) e do Sertão Pernambucano (IF Sertão).

“Aqui em Olinda, você não se cria, João Campos”, dispara Lupércio após vitória de Mirella

Na noite deste domingo (27), o prefeito de Olinda, Professor Lupércio (PSD), enviou um recado direto ao prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao comemorar a vitória de sua aliada política, Mirella Almeida (PSD), eleita prefeita de Olinda com 51,38% dos votos. O resultado, considerado uma conquista importante para o PSD, reforça o apoio à […]

Na noite deste domingo (27), o prefeito de Olinda, Professor Lupércio (PSD), enviou um recado direto ao prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao comemorar a vitória de sua aliada política, Mirella Almeida (PSD), eleita prefeita de Olinda com 51,38% dos votos. O resultado, considerado uma conquista importante para o PSD, reforça o apoio à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), que esteve ao lado de Lupércio durante a celebração.

Em seu discurso, Lupércio comentou as adversidades enfrentadas ao longo da campanha, mencionando ações dos partidos de oposição e reforçando o apoio que considera ter recebido em Olinda. “Agora eu vou encerrar aqui, a senhora [governadora Raquel Lyra] não sabe do que esse pessoal do PT e PCdoB é capaz. Tinham preparado um caixão para o professor. A senhora acredita nisso? Prepararam um caixão para mim. Mas deixa eu dizer para vocês: maior é quem está conosco. Deus é fiel.”

Lupércio aproveitou para enviar um recado ao prefeito do Recife, João Campos, que, segundo analistas, pode ser o principal adversário de Raquel Lyra na disputa pelo governo do estado em 2026. “Então já finalizo aqui e vou mandar um recado. Não sou de mandar recado, mas deixa eu dizer para você, João Campos: aqui em Olinda, você não se cria. Aqui não tem pra você não, João Campos.”

A vitória de Mirella em Olinda fortalece o palanque de Raquel Lyra, cujo partido, o PSDB, conquistou 32 prefeituras no estado, uma a mais que o PSB, de João Campos. A base aliada de Raquel, no entanto, amplia sua vantagem política para o cenário de 2026, segundo as projeções, consolidando o apoio da governadora entre prefeitos e lideranças locais.

Parlamento incoerente

*Sílvio Costa O Brasil precisa ter um Parlamento mais voltado para o país, sem demagogos e mais responsável. Estou na Câmara Federal há 10 anos e esse tempo de convívio me levou a uma conclusão lamentável. Uma conclusão infeliz para o Brasil e que me deixa preocupado como cidadão e como político: estou convicto de […]

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*Sílvio Costa

O Brasil precisa ter um Parlamento mais voltado para o país, sem demagogos e mais responsável. Estou na Câmara Federal há 10 anos e esse tempo de convívio me levou a uma conclusão lamentável. Uma conclusão infeliz para o Brasil e que me deixa preocupado como cidadão e como político: estou convicto de que falta seriedade à maioria dos parlamentares da oposição e aos da base do governo da Câmara Federal. A maioria é incapaz de defender hoje o que defendia ontem. Muda na medida em que muda o governo.

Faço, porém, um registro ao PSOL. Não concordo com muitas posições sectárias do PSOL, mas tenho respeito ao comportamento linear desse partido nas votações da Câmara Federal. O que o PSOL defendia no governo da presidente Dilma continua defendendo no governo golpista de Michel Temer. Naquilo em que o PSOL era contra, continua sendo contra. Modéstia à parte, neste ponto sou igual ao PSOL.

Eu tive o privilégio de ser vice-líder do governo da presidente Dilma e lembro que participei de várias reuniões no Palácio do Alvorada, juntamente com todos os líderes. E, naqueles encontros, o competente ex-ministro da Fazenda do nosso governo, Nelson Barbosa, já defendia o ajuste fiscal a longo prazo, exatamente o que propõe a PEC 241.

Lembro de uma reunião na qual o ministro dizia que aquele “pacote de bondades” do Congresso Nacional, refiro-me ao aumento para 14 categorias de servidores federais, não poderia ser aprovado por causa do impacto que geraria nas contas públicas . Algo em torno de R$ 100 bilhões. Pois bem, naquela ocasião a atual base do governo golpista votou a favor do “pacote de bondades” e a maioria da atual oposição votou contra.

Agora, na votação da PEC 241 – que proíbe o aumento real para o servidor público – deu-se o contrário. A atual base governista votou contra o servidor e a atual oposição votou a favor . O PSOL votou contra o ajuste fiscal nas duas vezes, e eu votei a favor. Isto significa coerência. Isto é importante em todas as decisões que tomamos na vida, sobretudo na política.

Portanto, mesmo não concordando com a maioria das posições do PSOL, em matéria de coerência nós somos iguais, não mudamos de posição para agradar plateia.

* Sílvio Costa é vice-líder da oposição na Câmara Federal.

Sem Paulinho da Força, Solidariedade tenta emplacar nome de Marília Arraes no governo Lula

CNN Brasil O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, ainda não se envolveu profundamente nas negociações junto ao governo eleito que irá assumir o Palácio do Planalto a partir de janeiro.  Um dos primeiros a declarar apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante as eleições presidenciais, Paulinho está fora do Brasil desde o […]

CNN Brasil

O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, ainda não se envolveu profundamente nas negociações junto ao governo eleito que irá assumir o Palácio do Planalto a partir de janeiro. 

Um dos primeiros a declarar apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante as eleições presidenciais, Paulinho está fora do Brasil desde o resultado das urnas.

A ausência do deputado tem sido sentida dentro do partido e das centrais sindicais. A intenção inicial é que o presidente do Solidariedade assumisse algum cargo no Ministério do Trabalho, mas até agora, ele vem fazendo mistério sobre isso.

Agora, a expectativa é que Paulinho retorne ao Brasil na semana que vem, mas não deve participar diretamente das reuniões do conselho político do gabinete de transição. 

Vice-presidente do Solidariedade, Jefferson Coriteac é quem tem representado a legenda nas reuniões com os demais partidos. Mas, segundo interlocutores, é um outro nome que tanto Paulinho da Força quanto Coriteac tentam emplacar não só durante a transição, como também, quando o governo do PT começar: Marília Arraes.

A deputada federal, que tentou ser eleita governadora de Pernambuco, mas acabou derrotada, ficará sem cargo político a partir de fevereiro de 2023. 

A ideia do Solidariedade é que a parlamentar participe durante a transição de um grupo que irá debater questões relacionadas ao desenvolvimento regional e que, depois, se mantenha em algum cargo nesse ministério ou assuma alguma secretaria da pasta.

As articulações do partido para manter Marília Arraes em cargo político se deve ao fato ainda que a deputada federal já sinalizou ter vontade de deixar o Solidariedade em um futuro próximo. 

A legenda perdeu espaço durante as eleições de 2022, elegendo apenas quatro deputados federais, e está em processo de junção com o Pros para poder superar a cláusula de barreira- que exige a eleição de um número mínimo de parlamentares ou de votos pelo Brasil para que partidos tenham acesso ao fundo partidário e tempo gratuito em rádio e televisão.

Por isso, fontes acreditam que manter Marília, neta de Miguel Arraes entre seus filiados é algo importante. Além de Marília Arraes, o partido pretende ainda indicar o deputado federal Lucas Vergílio (GO), que também não se reelegeu, para atuar, durante a transição, junto ao núcleo da equipe econômica que irá discutir o orçamento do país em 2023.