Vacinação infantil: Pernambuco recebe mais de 195 mil doses de vacinas contra a Covid-19
Por André Luis
Nesta quarta-feira (26), Pernambuco recebeu a primeira remessa com 108.240 doses de vacinas Coronavac/Butantan destinadas à aplicação em crianças de 6 a 11 anos – tanto as primeiras doses como as segundas doses.
Além da remessa de Coronavac, também chegou no Estado uma nova remessa de vacinas pediátricas da Pfizer, com 87 mil doses do imunizante. Com essas novas 195.240 doses, Pernambuco contemplará 15,4% do público infantil entre 5 e 11 anos.
Desde o primeiro envio de vacinas para as crianças em Pernambuco, em 14 de janeiro deste ano, já foram entregues 315.240 doses de imunizantes para o público infantil, sendo 207.000 doses da vacina pediátrica da Pfizer e 108.240 doses da Coronavac/Butantan.
Ao todo, desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Estado, em 18 de janeiro de 2021, Pernambuco já recebeu 17.576.143 doses de vacinas contra a Covid-19. Além do montante destinado às crianças, foram 5.044.420 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz; 4.287.253 da Coronavac/Butantan; 7.623.720 da Pfizer/BioNTech; e 305.510 da Janssen.
Só depois de mais de 60 dias de autorizada pelo governador Paulo Câmara, começaram as obras de restauração da PE-292, ligando o distrito de Albuquerque-né ao município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. A obra tem por si só uma simbologia: foi o primeiro ato assinado pelo governador no dia 4 de janeiro […]
Só depois de mais de 60 dias de autorizada pelo governador Paulo Câmara, começaram as obras de restauração da PE-292, ligando o distrito de Albuquerque-né ao município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú.
A obra tem por si só uma simbologia: foi o primeiro ato assinado pelo governador no dia 4 de janeiro passado, quando esteve no local com praticamente todo o secretariado.
A demora, segundo o secretário de Transportes, Sebastião Oliveira ao Blog do Magno, se deu por causa de questões burocráticas e técnicas. “A empresa teve que reabrir a usina de asfalto e isso não se faz do dia para a noite”, disse.
Na semana que vem, o governador estará em Afogados para o fórum Todos por Pernambuco e se chegasse à região sem sinal da obra iria ser bastante cobrado.
Do Congresso em Foco Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou há pouco o pedido de habeas corpus feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, já condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em decorrência da Operação Lava Jato. A sentença foi formalizada em junho do ano passado […]
Por sete votos a quatro, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou há pouco o pedido de habeas corpus feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, já condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em decorrência da Operação Lava Jato. A sentença foi formalizada em junho do ano passado pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba (PR). Ex-ministro dos governos Lula e Dilma Rousseff, Palocci foi preso durante a 35ª fase da operação deflagrada em 26 de setembro de 2016.
A decisão havia sido suspensa ontem (quarta, 11), quando a maioria do plenário resolveu não acatar, por provocação da defesa, o habeas corpus protocolado pela defesa de Palocci. Ato contínuo, o ministro Edson Fachin, relator do caso, pôs em pauta uma questão preliminar sobre a pertinência do pedido de liberdade por meio de decisão de ofício (de iniciativa própria da Corte). Retomado o julgamento, que levou pouco menos de três horas, o ex-ministro teve derrotada sua demanda e continuará preso.
Fachin votou ontem (quarta, 12) e rebateu o argumento da defesa sobre a legalidade da prisão, que é preventiva e já dura mais de um ano. O ministro não concedeu a ordem e afirmou que o trâmite processual é compatível com a duração do processo, das características do caso e das nuances probatórias. A defesa alega que o tempo em que Palocci está preso, em prisão preventiva, é ilegal.
Ainda na sessão de ontem (quarta-feira, 11), além de Fachin, Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Luiz Fux votaram com o relator. No mesmo sentido votou Rosa Weber, na retomada da sessão plenária. Na análise, uma questão central se impôs, e os ministros se debruçaram sobre eventual excesso de prazo para o transcurso das investigações, com alongada fase de instrução processual, enquanto o “paciente” (investigado) é mantido na cadeia.
Nesta quinta-feira, votaram a favor da soltura de Palocci os ministros Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Eles acompanharam a divergência aberta nesta quarta-feira por Dias Toffoli, para quem “por mais graves e reprováveis que sejam as condutas perpetradas, não justificam a decretação da prisão cautelar”.
Para Lewandowski, não há indícios de reiteração criminosa a justificar a manutenção da prisão. “A preventiva já exauriu todos os seus efeitos [na fase de instrução processual]. Assim, não se justifica a prisão preventiva com base na possibilidade de prática de novos delitos”, pontuou o magistrado, para quem a morosidade do procedimento investigatório é evidente. “Isso [acusação] foi há mais de 6 anos! Não há risco de reiteração criminosa.”
Gilmar x Lava Jato
Em explanação com novas críticas à Operação Lava Jato, Gilmar Mendes reforçou o coro de Lewandowski e reclamou dos atuais procedimentos de investigação das forças-tarefas. “O abuso da prisão preventiva é enorme, é notório e isso precisa ser olhado”, reclamou o ministro, que levantou a voz no final de sua fala. “Não se pode fazer prisão provisória para obter delação premiada! Isso é tortura em qualquer país do mundo!”
“De bem intencionados o Brasil está cheio”, ironizou Marco Aurélio Mello, no início de seu voto, sinalizando que votaria pela concessão do habeas corpus. Para o magistrado, o longo transcurso da instrução penal no caso de Palocci configura um excesso que coloca o Judiciário sob ameaça de um “tempo de treva”, com “retrocesso” a ameaçar as garantias individuais e a ordem jurídica.
“[O excesso no instrumento da prisão preventiva] fragiliza até não mais poder a pessoa até que ela entregue cidadãos outros. Para mim isso tem uma nomenclatura, é inquisição em pleno século 21″, reclamou Marco Aurélio, segundo mais antigo ministro do STF.
Decano da corte, onde dá expediente desde agosto de 1989, o ministro Celso de Mello votou logo em seguida a Marco Aurélio. Para o magistrado, a prisão preventiva não pode ser usada para efeitos de punição, mas como recurso para impedir conduta delituosa continuada e ameaça de fuga, por exemplo.
Dizendo não ver ilegalidade na decretação de prisão de Palocci pelo juiz Sérgio Moro, o decano fez uma ressalva às garantias do réu inscritas no Pacto de San José da Costa Rica, no que concerne ao direito a julgamento em prazo “razoável”. Mas, por fim, Celso de Mello alegou que não há ilegalidade na prisão preventiva prolongada quando há fundamentação jurídica para justificar a providência.
Presidente do STF, Cármen Lúcia também votou contra a concessão de habeas corpus e deu números finais ao placar da sessão.
Preso preventivamente
Home forte da equipe econômica de Lula, Palocci está preso preventivamente (sem prazo de soltura) desde setembro de 2016, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi condenado em primeira instância na Lava Jato a 12 anos e dois meses, por corrupção e lavagem de dinheiro.
Como a lei só prevê a prisão após condenação em segunda instância, a defesa do ex-ministro tentou recorrer ao STF. Em maio do ano passado, o ministro Edson Fachin rejeitou o pedido de habeas corpus em decisão monocrática e enviou o processo ao plenário da Corte.
Palocci foi acusado de ter movimentado e ocultado US$ 10,2 milhões, por meio de off-shores no exterior, de uma conta corrente que chegou a movimentar R$ 100 milhões em propinas para cobrir custos de campanhas eleitorais do PT. O dinheiro se refere à propinas por contratos firmados pelo Estaleiro Enseada do Paraguaçu – de propriedade da Odebrecht — com a Petrobras. O dinheiro, segundo a Justiça, foi pago ao marqueteiro de campanhas do PT João Santana.
De acordo com a denúncia, a empreiteira Odebrecht tinha uma “verdadeira conta-corrente de propina” com o PT, partido do ex-ministro. Para os investigadores, a conta era gerida por Palocci, e os pagamentos a ele eram feitos por meio do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – responsável pelo pagamento de propina a políticos – em troca de benefícios indevidos no governo federal. Os acertos das propinas teria se dado com Palocci, inclusive no período em que ele detinha o mandato de parlamentar federal e depois como Ministro Chefe da Casa Civil no governo Dilma.
Muita dor e emoção marcaram o sepultamento da Cabo PM Renata Marques, que morreu num acidente automobilístico em Petrolina, no Sertão do São Francisco, nesse domingo (2). Segundo o Farol de Notícias, seu corpo foi velado na Casa de Homenagens Póstumas Bezerra de Melo e o sepultamento ocorreu às 9h, desta segunda-feira (2), no cemitério […]
Muita dor e emoção marcaram o sepultamento da Cabo PM Renata Marques, que morreu num acidente automobilístico em Petrolina, no Sertão do São Francisco, nesse domingo (2).
Segundo o Farol de Notícias, seu corpo foi velado na Casa de Homenagens Póstumas Bezerra de Melo e o sepultamento ocorreu às 9h, desta segunda-feira (2), no cemitério local.
Durante o velório, as PMs prestaram uma homenagem especial a colega, portando laços rosas nos braços e buquês de rosas amarelas. Entre as autoridades, esteve presente o deputado estadual Joel da Harpa.
Renata Marques, era natural do município de Calumbi, deixa três filhos menores e trabalhou no 14º BPM, em Serra Talhada, no serviço reservado.
Atualmente estava servindo no 2º BIESP na cidade de Petrolina e no dia 7 de julho, completaria 10 anos de serviços prestados à PM.
Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM desta segunda-feira (4), a mediadora do CEJUSC de Afogados da Ingazeira, o advogado Romildo Mendes e a instrutora de Medicação Judicial e Conciliação, Ruth Nunes, falaram sobre a XIV Semana Nacional de Conciliação que se realizará de 4 a 8 de novembro de 2019 […]
No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM desta segunda-feira (4), a mediadora do CEJUSC de Afogados da Ingazeira, o advogado Romildo Mendes e a instrutora de Medicação Judicial e Conciliação, Ruth Nunes, falaram sobre a XIV Semana Nacional de Conciliação que se realizará de 4 a 8 de novembro de 2019 em todo o País.
Em Afogados da Ingazeira o ponto culminante da campanha acontece na próxima quarta-feira (6), das 08h às 14h na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. Ouça a íntegra do debate de hoje clicando aqui.
A campanha em prol da conciliação, realizada anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça desde 2006, envolve os Tribunais de Justiça, Tribunais do Trabalho e Tribunais Federais.
Em Afogados a campanha conta ainda com uma diversidade de serviços oferecidos por parceiros.
As conciliações pretendidas durante a Semana são chamadas de processuais, ou seja, quando o caso já está na Justiça. No entanto, há outra forma de conciliação: a pré-processual ou informal, que ocorre antes de o processo ser instaurado e o próprio interessado busca a solução do conflito com o auxílio de conciliadores.
Sob o comando de Divonaldo Barbosa, com as presenças dos advogados Miguel Duque e Renato Godoy, a assessoria do Deputado Estadual Luciano Duque apresentou sua versão para rebater os questionamentos do vereador Gin Oliveira. A coletiva de imprensa foi acompanhada pelos vereadores aliados Saúde. No último dia 26, Gin disse ao blog que teria como […]
Sob o comando de Divonaldo Barbosa, com as presenças dos advogados Miguel Duque e Renato Godoy, a assessoria do Deputado Estadual Luciano Duque apresentou sua versão para rebater os questionamentos do vereador Gin Oliveira.
A coletiva de imprensa foi acompanhada pelos vereadores aliados Saúde.
No último dia 26, Gin disse ao blog que teria como comprovar um passivo de quase R$ 25 milhões de herança da gestão Luciano para o governo Márcia.
O maior passivo apresentado seria de débitos na Educação (R$ 18,4 milhões), Fundo de Saúde (R$ 3 milhões), prefeitura (R$ 2 milhões).
Os aliados de Luciano acusaram o vereador de ter agido com ignorância, dizendo não acreditar em má fé.
Segundo eles, apresentando documentos e também uma planilha, a gestão Luciano deixou mais de R% 14 milhões de saldo para o governo da ex-aliada.
Divonaldo explicou que os dados apresentados por Gin eram de restos a pagar. Mas que Duque entregou a gestão com saldo de mais de R$ 21 milhões em conta. Após quitação de débitos, o saldo teria sido de quase R$ 14,5 milhões.
Também que se usassem da mesma régua para mediar a gestão Márcia, os débitos seriam de mais de R$ 45 milhões. Mas que não acham correto avaliar com a mesma metodologia. Ainda que prova do equilíbrio são as copntas aprovadas nos órgãos de controle.
Como o Blog noticiou na Coluna do Domingão, Um aliado de Luciano Duque rebateu os questionamentos do vereador Gin Oliveira, que acusou em matéria do blog a gestão Luciano Duque de um rombo de R$ 25 milhões deixado como herança para Márcia Conrado. Comparou a planilha de Gin ao Power Point de Deltan Dalagnol contra Lula. “A verdade vai aparecer e vai expor muita gente”, disse, em tom profético. Veja uma das telas apresentadas na coletiva:
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