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UFRPE abre concurso com vagas para o campus Serra Talhada

Por Nill Júnior

São 28 vagas no estado e salários de até R$ 9,6 mil. 

Estão abertas até o dia 20 de outubro as inscrições para um concurso público com 28 vagas na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Todas as vagas são para professores de diversos campos de conhecimento.

Os salários são de R$ 4.472,64, para quem tem graduação, mas podem chegar a R$ 9.616,18, para os profissionais que têm doutorado. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e as inscrições podem ser feitas no site da universidade. No mesmo portal, estão disponíveis o edital e anexos.

A maioria das vagas é para o campus sede da UFRPE, no bairro de Dois Irmãos, na Zona Norte do Recife. Há, também, oportunidades para a Unidade Acadêmica de Serra Talhada, no Sertão; Unidade Acadêmica de Belo Jardim, no Agreste; e para a Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.

Para a Unidade Acadêmica de Serra Talhada as vagas são para as áreas de Teoria Econômica/Métodos Quantitativos e Economia Matemática/Economia Aplicada/ Economia Política e História Econômica; Língua Portuguesa; Ciência de Dados/ Programação/ Sistemas de Informação/ Informática/ Engenharia de Software; Fundamentos das Atividades Físicas e Esportivas na Educação Física; e Morfologia Animal.

Do total de vagas, 5% são destinados a pessoas com deficiência. Também há reserva de 20% das vagas para pessoas pretas ou pardas. É cobrada uma taxa de inscrição de R$ 160, ou de R$ 220, para candidatos com título de doutor. Pessoas em situação de vulnerabilidade social podem pedir isenção até o dia 2 de outubro.

As inscrições serão validadas no dia 8 de novembro e, depois disso, os candidatos devem entregar os documentos solicitados no edital, específicos para a vaga escolhida, presencialmente ou via Sedex. As seleção será feita por meio de “avaliação de compatibilidade de perfil”, prova escrita, prova didática, elaboração de plano de atividades e, por fim, prova de títulos. O resultado final deve ser publicado até 15 de março de 2023.

Outras Notícias

Dilma defende a reforma da Previdência

Da Folhapress Em sua primeira entrevista em 2016, a presidente Dilma Rousseff defendeu a reforma da Previdência, justificando a sua necessidade ao dizer que “não é possível que a idade média de aposentadoria no país seja de 55 anos”. A presidente defendeu a adoção de mecanismos para elevar a idade de aposentadoria, medida criticada por […]

Rousseff fez questão de insistir que ajuste fiscal é sua prioridade na economia
Rousseff fez questão de insistir que ajuste fiscal é sua prioridade na economia

Da Folhapress

Em sua primeira entrevista em 2016, a presidente Dilma Rousseff defendeu a reforma da Previdência, justificando a sua necessidade ao dizer que “não é possível que a idade média de aposentadoria no país seja de 55 anos”.

A presidente defendeu a adoção de mecanismos para elevar a idade de aposentadoria, medida criticada por PT movimentos sociais.

Segundo a presidente, a alteração pode ser feita pela fixação de uma idade mínima ou de um instrumento que misture idade com tempo de contribuição, como ocorreu com a fórmula 85/95 móvel.

Rousseff também fez questão de insistir que o ajuste fiscal é sua prioridade na economia, que irá buscar cumprir o superavit de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) e que isso vai contribuir para que a inflação fique na “banda de cima” da meta, de 6,5%, neste ano.

Sobre o cenário econômico do país para este ano, depois da forte recessão no ano passado, que pode bater em uma retração de quase 4%, Dilma Rousseff falou que “vamos lutar com unhas e dentes” para que 2016 seja melhor do que 2015. A presidente traçou três ações para atingir este objetivo.

O primeiro é o reequilíbrio fiscal. O segundo, aprovar as medidas tributárias no Congresso, entre elas a recriação da CPMF. O terceiro, estimular investimentos em infraestrutura, citando leilões de aeroportos, portos, ferrovias e hidrelétricas.

Questionada sobre as medidas que o governo está elaborando para tentar reverter a desaceleração da economia, Dilma disse que qualquer ação que for tomada não poderá implicar em gasto fiscal.

“Temos como questão principal o ajuste fiscal. Vamos garantir o superavit de 0,5% do PIB. Com isto, vamos criar as condições para que a inflação se equilibre”, afirmou a presidente durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

Triunfo: ao blog, vereador diz que segunda gestão Luciano Bonfim é desastrosa

O vereador , do PSD de Triunfo Djaci Marques esteve esta manhã visitando o blog e também a Rádio Pajeú. Um dos principais nomes da oposição de triunfo, Djaci  diz que a segunda gestão Luciano Bonfim é péssima, principalmente na saúde. “As crianças não nascem mais em Triunfo. Os filhos da cidade estão nascendo em […]

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Djaci nos estúdios da Rádio Pajeú: críticas à gestão Bonfim em Triunfo

O vereador , do PSD de Triunfo Djaci Marques esteve esta manhã visitando o blog e também a Rádio Pajeú. Um dos principais nomes da oposição de triunfo, Djaci  diz que a segunda gestão Luciano Bonfim é péssima, principalmente na saúde.

“As crianças não nascem mais em Triunfo. Os filhos da cidade estão nascendo em Serra Talhada, Afogados da Ingazeira ou até Salgueiro. Isso porque o bloco cirúrgico da maternidade da cidade não funciona”, reclama.

Ele denuncia ainda que pacientes do Hospital da cidade são obrigados a comprar remédios como próprio dinheiro, porque a unidade não dispõe. “As ambulâncias estão sucateadas, cirurgias tem que ser feitas em outras cidades, um abandono”, reclama.

O legislador diz também que a principal vocação da cidade, o turismo, não recebe investimento. “O Bico do Papagaio”, ponto mais alto de Pernambuco e local de grande visitação está abandonado. Além disso as estradas de acesso na zona rural do município não tem manutenção”, denuncia.

Sucessão: enquanto Luciano Bonfim ensaia lançar o nome de João Batista para disputar a prefeitura, Djaci Marques diz que a oposição tem algumas opções em análise. Pessoalmente, declinou que o nome mais forte é o do ex-vereador e empresário Lula Baião, mas há outras opções como o do empresário Gilson do Pará e do ex-prefeito Maninho.

Fim de doação de empresas: para Humberto, decisão do STF foi “histórica”‏

Foi como uma “decisão histórica” que o líder do PT no Senado, Humberto Costa, recebeu o posicionamento final do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a doação de empresas para campanhas eleitorais. O resultado final foi proclamado pelo pleno da Corte, nessa quinta-feira (17), quando 8 ministros contra 3 resolveram acolher a uma Ação Direta […]

HUmberto Costa

Foi como uma “decisão histórica” que o líder do PT no Senado, Humberto Costa, recebeu o posicionamento final do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir a doação de empresas para campanhas eleitorais. O resultado final foi proclamado pelo pleno da Corte, nessa quinta-feira (17), quando 8 ministros contra 3 resolveram acolher a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) impetrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A Adin sustentava que o fato de empresas doarem dinheiro a candidatos e partidos políticos para financiar campanhas eleitorais não encontrava amparo na Constituição Federal. O placar esmagador na Suprema Corte em concordância com a tese confirmou o entendimento da OAB, que também era uma bandeira antiga de luta do PT, de Humberto e de uma série de entidades da sociedade civil, como a CNBB e a UNE.

“No Senado, numa sessão memorável, nós pusemos fim a esse tipo de imoralidade na vida pública. Mas a Câmara dos Deputados derrubou nossa decisão e devolveu essa possibilidade à lei”, comentou o líder do PT. “Felizmente, o Supremo solucionou a questão pondo um ponto final nessa distorção do sistema.”

Atualmente, 40 países proíbem a doação de empresas em campanhas eleitorais, como Canadá, França e Portugal. A decisão do STF já alcança as eleições municipais de 2016. Amparada por grandes movimentos sociais, a proibição de participação de empresas no processo eleitoral deve estimular a entrada de mais cidadãos na disputa por cargos eletivos. Além do mais, a expectativa é de que o dinheiro investido em campanhas eleitorais por empresas – somente no ano passado, foram mais de R$ 5 bilhões – possam ser injetados na economia.

Vereador cobra prefeito de Solidão

No final de dezembro de 2019 a Câmara de vereadores de Solidão devolveu a Gestão do Prefeito Djalma Alves, R$ 68 mil reais. A devolução foi feita com o compromisso de ser utilizado para reforçar a verba a ser investida na recuperação da murada da quadra esportiva da cidade. Os vereadores também solicitaram do prefeito […]

No final de dezembro de 2019 a Câmara de vereadores de Solidão devolveu a Gestão do Prefeito Djalma Alves, R$ 68 mil reais.

A devolução foi feita com o compromisso de ser utilizado para reforçar a verba a ser investida na recuperação da murada da quadra esportiva da cidade.

Os vereadores também solicitaram do prefeito a destinação de uma ambulância mesmo usada para atender a comunidade de Pelo Sinal.

Nesta terça-feira (03), o presidente da Câmara, vereador Antônio Marinheiro (Bujão) falou ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM dizendo que passados 60 dias, nem a murada foi levantada e muito menos a ambulância foi liberada para Pelo Sinal. Com a palavra o Prefeito Djalma Alves.

Temer recebeu vantagem indevida da Odebrecht, diz PF

A Polícia Federal (PF) enviou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual afirma ter encontrado indícios de que o presidente Michel Temerrecebeu vantagem indevida da construtora Odebrecht. No documento, o delegado Thiago Delabary aponta, ainda, suspeitas de que Temer cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Procurada, a assessoria de Temer […]

Foto: Alan Santos/Presidência da República

A Polícia Federal (PF) enviou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual afirma ter encontrado indícios de que o presidente Michel Temerrecebeu vantagem indevida da construtora Odebrecht.

No documento, o delegado Thiago Delabary aponta, ainda, suspeitas de que Temer cometeu os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Procurada, a assessoria de Temer enviou a seguinte resposta à TV Globo:

“A conclusão do inquérito pela Polícia Federal é um atentado à lógica e à cronologia dos fatos. Jantar ocorrido no final de maio, segundo os próprios delatores, tratou de pedido de apoio formal para campanhas eleitorais, o que ocorreu realmente dentro de todos ditames legais. Todos os registros foram feitos em contas do PMDB e declarados ao TSE. Agora, sem conseguir comprovar irregularidades nas doações, o delegado aponta supostos pagamentos ocorridos em março como prova dos crimes, ou seja, dois meses antes do jantar. A investigação se mostra a mais absoluta perseguição ao presidente, ofendendo aos princípios mais elementares da conexão entre causa e efeito.”

O inquérito no qual o relatório foi enviado se refere a um jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014, em que se teria acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões ao MDB.

De acordo os delatores da Odebrecht, teriam participado da reunião Eliseu Padilha (atual ministro da Casa Civil), o então presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, o ex-executivo Cláudio Melo Filho e o então vice-presidente Michel Temer

Procurado, o advogado de Padilha, Daniel Gerber, informou que o ministro não comentará o assunto. “Se for o caso, se manifestará apenas nos autos”, acrescentou.