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Uchoa presta contas de suas ações no combate à Covid-19

Por Nill Júnior

Em suas contas nas redes sociais, o deputado Guilherme Uchoa Júnior fez um balanço das contribuições do seu mandato no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus até o momento.

O conjunto das iniciativas envolve projetos de lei, indicações e votos de aplauso a diversos segmentos da sociedade na missão de salvar vidas; campanhas educativas e ações de solidariedade à pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Dentre as proposições apresentadas no âmbito da Assembleia Legislativa, destacam-se a liberação de emendas parlamentares para os municípios, o acesso gratuito do sinal de internet aos alunos da rede estadual de ensino e o atendimento de pacientes com planos de saúde, sem a exigência da carência.

Desde o início da epidemia, estão sendo realizadas campanhas nas mídias sociais alertando sobre os cuidados de prevenção à doença, em consonância com as orientações da Organização Mundial da Saúde(OMS).

Além disso, o parlamentar vem apoiando campanhas humanitárias de distribuição de máscaras e alimentos em diversos municípios do estado.

Como as atividades na Alepe estão acontecendo remotamente, Uchoa vem atendendo demandas e pleitos do público através do Whatsapp. “Vivemos momentos difíceis, mas uma coisa é certa: vamos sair dessa crise sanitária, social e econômica dando mais valor à vida, à solidariedade e à filantropia”, opinou ele.

Outras Notícias

Câmara hipoteca “respeito e solidariedade” a Lula

“Hoje é um dia triste para o Brasil ver um líder popular da importância de Lula enfrentar este momento. A sua história de vida mostra que Lula é um sobrevivente, um lutador. O ex-presidente da República continua com o nosso respeito e a nossa solidariedade. Não se pode pensar que a manutenção da liberdade de […]

“Hoje é um dia triste para o Brasil ver um líder popular da importância de Lula enfrentar este momento. A sua história de vida mostra que Lula é um sobrevivente, um lutador. O ex-presidente da República continua com o nosso respeito e a nossa solidariedade. Não se pode pensar que a manutenção da liberdade de Lula, neste momento, seja uma ameaça à sociedade que justifique a prisão.”

Paulo Câmara 

Governador de Pernambuco

Pernambuco libera música ao vivo em bares, restaurantes e eventos

Avanço no Plano de Convivência com a Covid-19 começa a valer a partir da próxima segunda-feira (19) O Governo de Pernambuco anunciou ainda, nesta quarta-feira, a autorização de apresentações de música ao vivo em bares, restaurantes e eventos em todo o Estado, a partir da próxima segunda-feira (19). O anúncio foi feito durante coletiva de […]

Avanço no Plano de Convivência com a Covid-19 começa a valer a partir da próxima segunda-feira (19)

O Governo de Pernambuco anunciou ainda, nesta quarta-feira, a autorização de apresentações de música ao vivo em bares, restaurantes e eventos em todo o Estado, a partir da próxima segunda-feira (19). O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (14). 

Esses serviços de alimentação também poderão funcionar por uma hora a mais aos sábados e domingos. No entanto, seguem proibidos os espaços destinados para dança, evitando aglomeração.

Segundo a secretária executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, no caso específico dos eventos sociais e buffets, que englobam aniversários, batizados, casamentos e formaturas, por exemplo, o número de pessoas permitido vai aumentar de 50 para 100, ou 30% da capacidade do local, o que for menor. 

“Apesar dessas medidas de flexibilização, precisamos manter os cuidados e a atenção máxima no cumprimento dos protocolos. Essa é uma fase essencial para que a economia não precise sofrer novas restrições. Além disso, vai ser muito importante a observação nesses próximos dias para que possamos avançar ainda mais nas flexibilizações”, apontou Ana Paula.

Datafolha: brasileiros confiam muito mais em Mandetta do que em Bolsonaro

A aprovação ao Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus disparou e já é duas vezes maior que a de Jair Bolsonaro, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (03.04). No levantamento anterior, de 18 a 20 de março, a pasta comandada por Luiz Henrique Mandetta tinha aprovação de 55%. Agora, o número […]

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A aprovação ao Ministério da Saúde em meio à pandemia do novo coronavírus disparou e já é duas vezes maior que a de Jair Bolsonaro, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (03.04).

No levantamento anterior, de 18 a 20 de março, a pasta comandada por Luiz Henrique Mandetta tinha aprovação de 55%. Agora, o número saltou para 76%, enquanto a reprovação caiu de 12% para 5%.

Bolsonaro, por sua vez, viu sua reprovação em meio à crise subir de 33% para 39%. A aprovação segue estável (33% contra 35%), assim como a avaliação regular (26% para 25%).

Aprovam a gestão de seus governadores 58% dos brasileiros, cotra 55% da pesquisa anterior. A reprovação continuou em 16% e a avaliação regular caiu de 28% para 23%. Já os prefeitos são avaliados com ótimo e bom por 50%, regular por 25% e ruim ou péssimo por 22%.

O Nordeste aparece como um centro de rejeição a Bolsonaro na pandemia, com a maior taxa de ruim e péssimo (42%). Também por lá, 57% acham que Bolsonaro mais atrapalha a gestão.

O Datafolha ainda avaliou a resposta popular à recomendação feita pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de que os brasileiros deveriam ignorar as orientações de Bolsonaro sobre o isolamento social: 57% dos entrevistados concordam com Doria, 32% discordam e 11% não sabem. A maior aprovação à frase do governador vem do Nordeste (65%), dos jovens de 16 a 24 anos (66%) e dos mais ricos e instruídos (64%).

O levantamento ouviu 1.511 pessoas por telefone, para evitar contato pessoal, e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Brumadinho: após quatro meses, investigados estão soltos, multa do Ibama não foi paga e apurações ainda continuam

No dia 25 de janeiro, a Barragem do Córrego do Feijão, da Vale, se rompeu, matando centenas de pessoas e poluindo o Rio Paraopeba. Por Thais Pimentel, G1 Minas — Belo Horizonte Após quatro meses do rompimento da Barragem de Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os investigados […]

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

No dia 25 de janeiro, a Barragem do Córrego do Feijão, da Vale, se rompeu, matando centenas de pessoas e poluindo o Rio Paraopeba.

Por Thais Pimentel, G1 Minas — Belo Horizonte

Após quatro meses do rompimento da Barragem de Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os investigados estão soltos, a multa aplicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não foi paga e as apurações continuam. Além disso, os inquéritos criminais ainda não foram concluídos e ainda não há réus nessas investigações.

O desastre aconteceu no dia 25 de janeiro. De acordo com último balanço da Defesa Civil, 242 mortes foram confirmadas. Outras 28 pessoas continuam desaparecidas.

Treze funcionários da mineradora e da empresa TÜV SÜD, que atestou a segurança da estrutura, estão sob investigação. Eles já estiveram presos duas vezes. Da última vez, foram liberados entre a noite do dia 15 de março e a madrugada do dia 16, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder favoravelmente um habeas corpus que considerou as prisões desnecessárias.

Segundo a Polícia Civil, o inquérito criminal já permite apontar a hipótese de homicídio com dolo eventual – quando se assume o risco de cometer o crime. Agora, resta apurar a participação de cada um dos considerados envolvidos na tragédia.

O G1 pediu posicionamento à Vale sobre investigações, ações na Justiça, prisões, multas e acordos, mas a empresa disse que não iria comentar.

Se não resolver a briga, o MDB vai perder quadros

Inaldo Sampaio O presidente Michel Temer voltou a sinalizar ontem, durante entrevista à Rádio Jornal, que não pretende se intrometer na briga do senador Fernando Bezerra Coelho com o deputado Jarbas Vasconcelos pelo controle do MDB pernambucano. Temer declarou ao radialista Geraldo Freire que foi presidente nacional do partido durante muitos anos e que encara […]

Inaldo Sampaio

O presidente Michel Temer voltou a sinalizar ontem, durante entrevista à Rádio Jornal, que não pretende se intrometer na briga do senador Fernando Bezerra Coelho com o deputado Jarbas Vasconcelos pelo controle do MDB pernambucano. Temer declarou ao radialista Geraldo Freire que foi presidente nacional do partido durante muitos anos e que encara com naturalidade esse tipo de divergência.

Torce, no entanto, que ambos cheguem a um entendimento, o que é difícil de ocorrer porque ambos os lados estão irredutíveis. Jarbas quer continuar com o controle do partido para mantê-lo na Frente Popular e viabilizar sua candidatura ao Senado na chapa encabeçada por Paulo Câmara.

E o senador deseja assumir-lhe as rédeas para poder colocar-se no conjunto das oposições como candidato do partido ao Palácio do Campo das Princesas. Enquanto essa disputa não for resolvida, o partido tende a perder quadros nos próximos dois meses.

É o caso, por exemplo, da vereadora Aline Mariano, líder do prefeito Geraldo Júlio na Câmara Municipal do Recife. Ela está de malas prontas para deixar o partido porque não pode esperar, indefinidamente, pelo desfecho da briga entre os dois caciques.