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Tuparetama reúne poetas e repentistas para homenagear Valdir Teles

Por André Luis

 Patrono do Repente e da Cantoria em Pernambuco ganhará uma estátua na cidade

A poesia, o repente e o improviso vão se unir para homenagear uma das maiores veias poéticas da cantoria de viola, o saudoso e inesquecível Valdir Teles. O Festival de Poesia Valdir Vive acontecerá no dia 22 de julho, na cidade de Tuparetama, Sertão do Pajeú pernambucano, reunindo os maiores mestres do repente nordestino.

O evento faz parte de uma programação especial promovida pelo Governo Municipal, em memória do poeta radicado em Tuparetama, falecido em março de 2020. A memória do filho ilustre vai figurar entre os imortais do “Pajeú das Flores”, com homenagens durante todo o dia. Uma estátua do poeta e uma praça com o seu nome serão inauguradas às 18 horas do dia 22 de julho, ao lado da rodoviária.

Às 19 horas, o Espaço Cultural da Academia das Cidades, lugar onde Valdir promoveu memoráveis cantorias de viola, desta vez, será palco de um grande encontro com as maiores duplas do repente, alguns deles, companheiros de pelejas, de vida e de baiões de viola pelo Brasil a fora.

A noite que também celebra o nascimento de Valdir, que se estivesse vivo completaria 67 anos no dia 18 de julho, terá a participação de Nonato Neto e Sebastião Dias, Edmilson Ferreira e Antônio Lisboa, Zé Cardoso e Biu Dionísio, Jairo Silva e Jeferson Silva, Afonso Pequeno e Diomedes Mariano, Adelmo Aguiar e Denilson Nunes.

No comando da noite de homenagens, o poeta Felisardo Moura conduzirá a apresentação do festival que contará ainda, com a participação especial dos declamadores Antônio Marinho, Lima Júnior, Túlio Fontinele e Ariel Freire. Já o poeta Nonato Neto é quem vai encerrar o festival com participação de convidados ao som de canções e composições.

Durante o festival, acontecerá a entrega do Troféu Poeta Valdir Teles, um gesto de gratidão aos amigos e personagens da cultura que influenciaram a obra do poeta e dividiram as mesmas trincheiras de luta pela cultura popular, em especial a cantoria de repente e a poesia popular nordestina.

Patrono do Repente e da Cantoria de Viola em Pernambuco

Natural de Livramento, no Cariri da Paraíba, Valdir chegou ao Pajeú de Pernambuco ainda criança, com seus pais e mais 4 irmãos. Primogênito da família, ao ficar órfão de pai aos 11 anos de idade, tornou-se o provedor do lar, passando a empunhar a enxada em meio as lavouras para sustentar a família. 

Aos 19 anos de idade, optou por sair do Sertão e com destino a Bahia, tornou-se operário em regiões de usinas como Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso. Nas horas vagas, como forma de complementar a renda, também exerceu a função de fotografo, a época chamado de retratista.

No fim dos anos 70, de volta ao Sertão pernambucano, foi apresentado aos poetas Sebastião da Silva e Moacir Laurentino pelas mãos de outro mestre e gênio dos versos, o poeta Zé de Cazuza. Valdir logo expos seu talento nato e não demorou muito para deslanchar, revelando-se como um dos maiores representantes do seu gênero no Nordeste.

No ano de 1993, Valdir escolheu Tuparetama para residir. No microfone e na viola, fosse no palco ou no alpendre, a cantoria com grandes nomes do universo da poesia popular, a exemplo de Louro do Pajeú, Ivanildo Vila Nova, Sebastião Dias, Sebastião da Silva, Zé Viola, Geraldo Amâncio e Zé Cardoso.

Detentor de mais de 500 troféus e tantas outras centenas de justas honrarias, o poeta levou a sua arte, carregada de sotaque e sentimento, para inúmeros países da Europa, da América Latina e as mais diversas regiões do Brasil. 

No fim do entardecer do dia 22 de março de 2020, aos 64 anos, Valdir Teles foi golpeado pelo destino. Enquanto se resguardava na Serrinha para prevenir o contágio da Covid-19, o poeta sofreu um infarto fulminante. Mas antes de desaparecer precocemente, fez seu derradeiro verso sobre o “vírus da morte”, como o mesmo denominou o coronavírus, emprestando seu talento e dando rimas bastante regionais as formas de prevenção desta pandemia.

Seu maior legado vivo e pulsante fica em forma de gente, com nome e sobrenome: Mariana Teles. A jovem advogada, além de militar no campo das leis, é militante da poesia popular e herdou brilhantemente do seu pai toda a arte e a sensibilidade que se traduz em rimas bem metrificadas.

Além de Mariana, deixa também Edilsa, Glaubênio e Galderise, além de netos e a viúva, dona Elza. Os órfãos não se resumem apenas nestes citados, Valdir deixa uma legião incontável de amigos, seguidores e admiradores.

Ainda em 2020, pouco tempo após a sua partida, Valdir Teles, foi reconhecido pela Lei nº 1282/2020, como o Patrono do Repente e da Cantoria de Viola em Pernambuco. 

A Lei aprovada por unanimidade na Assembleia Legislativa de Pernambuco é um gesto de reconhecimento por parte dos deputados estaduais, Waldemar Borges e Antônio Moraes, ao poeta Valdir Teles, que também foi um grande incentivador da arte do repente e promovedor de grandes festivais, congressos e cantorias.

Outras Notícias

Ministro visitou Ingazeira

No último sábado (18) o prefeito da Ingazeira, Lino Morais (PSB), recebeu o Ministro de Minas e Energia e Deputado Federal licenciado, Fernando Bezerra Filho. Ele visitou as ruas do município e participou da inauguração de uma quadra coberta, junto com o ex-prefeito Luciano Torres. “É com grande satisfação que recebemos o nosso ministro Fernando […]

No último sábado (18) o prefeito da Ingazeira, Lino Morais (PSB), recebeu o Ministro de Minas e Energia e Deputado Federal licenciado, Fernando Bezerra Filho.

Ele visitou as ruas do município e participou da inauguração de uma quadra coberta, junto com o ex-prefeito Luciano Torres.

“É com grande satisfação que recebemos o nosso ministro Fernando Filho. Isso mostra o trabalho que estamos realizando em Ingazeira, buscando lá em Brasília e em Recife recursos para continuar trazendo obras como essa que inauguramos, que começou na gestão do nosso parceiro e ex-prefeito, Luciano Torres. Obras que tragam qualidade de vida para a nossa população”, destacou o prefeito, Lino Morais.

O ministro também conheceu a instalações da rádio Ingazeira FM, onde cedeu entrevista. Logo após seguiu para uma conversa com os prefeitos Zeinha Torres, Iguaracy, e José Patriota, Afogados da Ingazeira.Também participaram da visita o diretor do Ciretran de Afogados da Ingazeira, Heleno Mariano, o vice-prefeito de Ingazeira, Juarez Ferreira.

Iguaracy: Festa de Março de Irajaí tem continuidade neste domingo

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), e o vice-prefeito Marquinhos Melo (PSDB), que também responde pela Secretaria de Administração e Desenvolvimento Econômico, acompanharam a programação da Festa de Março em Irajaí neste sábado (15). A primeira-dama Dra. Graça Valadares e membros da equipe de governo também estiveram presentes. O evento contou com apresentações […]

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves (PSDB), e o vice-prefeito Marquinhos Melo (PSDB), que também responde pela Secretaria de Administração e Desenvolvimento Econômico, acompanharam a programação da Festa de Março em Irajaí neste sábado (15).

A primeira-dama Dra. Graça Valadares e membros da equipe de governo também estiveram presentes.

O evento contou com apresentações de Walison Vaqueiro, Zílio dos Teclados e a banda Quentura do Forró, que se apresentaram ao longo da tarde e da noite. A programação segue neste domingo (16) e continuará ao longo da próxima semana.

Confira as próximas atrações:

Domingo, 16 de março: Kaynan e Kawe

Terça, 18 de março: Teto Fonseca (atração religiosa)

Sábado, 22 de março: Baú das Meninas e Juarez

A festa é promovida pela Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, com os shows programados para iniciar às 22h.

Familiares, amigos e políticos se despendem de Marco Maciel

O corpo do ex-senador e ex-vice-presidente da República Marco Maciel foi enterrado no fim da tarde deste sábado (12) na Ala dos Pioneiros do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Antes disso, parentes e amigos mais próximos participaram de uma cerimônia de despedida no Salão Negro do Congresso Nacional. O senador Rogério Carvalho (PT-SE), terceiro-secretário […]

O corpo do ex-senador e ex-vice-presidente da República Marco Maciel foi enterrado no fim da tarde deste sábado (12) na Ala dos Pioneiros do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília.

Antes disso, parentes e amigos mais próximos participaram de uma cerimônia de despedida no Salão Negro do Congresso Nacional.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), terceiro-secretário do Senado, representou a Mesa Diretora do Senado no velório. A Câmara dos Deputados foi representada pelo deputado Hiran Gonçalves (PP-RR). Pela manhã, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), já havia divulgado uma nota de pesar em que manifestou tristeza e seus sentimentos aos familiares do político pernambucano.

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) também compareceu ao Salão Negro, lamentou a perda e disse que Marco Maciel foi um exemplo de homem público.

— Ele está fazendo falta neste momento de radicalismo de direita e de esquerda. A gente precisa realmente ter uma compreensão melhor do que ele fez. Foi um vice-presidente que colaborou muito com o país e que prestou muitos serviços. É uma perda muito grande, mas temos agora seu legado de uma pessoa conciliadora, correta, que sempre pensou no Brasil. Vai ficar para nós como exemplo de homem público — disse Izalci Lucas.

Espírito conciliador 

A urna com o corpo chegou à sede do Parlamento brasileiro pouco depois das 14 horas e foi carregada por soldados dos Dragões da Independência, unidade militar que cumpre o papel simbólico de guarda do presidente da República. O arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa, comandou a cerimônia do velório ao lado do Frei Donald, da Paróquia Santo Antônio, e de outros padres.

O arcebispo destacou que uma das heranças do ex-senador será a valorização do diálogo, que se torna ainda mais importante numa época em que a sociedade brasileira nunca esteve tão polarizada.

— Marco Maciel deixou um legado de diálogo. Era um homem que tinha seu partido, mas era capaz de conversar, com uma visão maior na busca do bem comum. Eu diria que ele deixou o legado de um autêntico político — disse Dom Paulo.

Ao falar sobre a vida pessoal do ex-senador, o arcebispo lembrou que Marco Maciel teve formação jesuíta e que sempre teve a fé como centro de sua vida.

— Ele nunca negou a sua crença, sempre foi um católico praticante e que pautava sua vida pública no alicerce da fé. Os grandes prédios precisam ter um alicerce consistente, e ali estava uma cultura de valores e comprometimento com o bem — concluiu.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o país deve homenagear Maciel neste momento em que há tanta discussão sobre o fortalecimento da democracia.

— Sem dúvida, foi um construtor da transição e nos permitiu chegar a um porto seguro. Teve também trabalho importante na Constituinte de 1988 e foi um vice-presidente muito equilibrado. A democracia brasileira deve muito a ele, pois construiu a aliança democrática e foi um homem construtor de pontes e de consensos e por isso deixou sua marca — afirmou o magistrado do STF.

Instituições

Marco Maciel deixou três filhos e a esposa, Ana Maria Maciel, que falou rapidamente com a imprensa e fez questão de lembrar que o marido sempre se preocupou muito com as instituições republicanas brasileiras.

— Ele sempre falava que as pessoas passam, mas as instituições, não. Um dos últimos projetos apresentados por ele no Senado, em 2007, já tratava exatamente dos preparativos dos 200 anos da Independência do Brasil, que vai ser em 2022. Naquela ocasião, algumas pessoas já perguntaram o porquê de tanta pressa e ele dizia: “Se deixarmos para ultima hora ficará mal feito. Temos que pensar o quanto antes os destinos do nosso país” – recordou.

Também estiveram presentes no velório os senadores Chico Rodrigues (DEM-RR), Marcos Rogério (DEM-RO) e o ex-senador Edison Lobão.

Fonte: Agência Senado

Memórias de um rei, façanhas de uma lenda

Por Adelmo Santos* Futebol, o esporte mais popular do mundo perde seu maior astro de todos os tempos. Morre Edson Arantes do Nascimento, no plano material, o rei Pelé se eterniza por sua arte e genialidade com a bola. Quando ainda era um menino de 10 anos consolou seu pai pela derrota do Brasil, contra […]

Por Adelmo Santos*

Futebol, o esporte mais popular do mundo perde seu maior astro de todos os tempos. Morre Edson Arantes do Nascimento, no plano material, o rei Pelé se eterniza por sua arte e genialidade com a bola.

Quando ainda era um menino de 10 anos consolou seu pai pela derrota do Brasil, contra o Uruguai no Maracanã, na decisão da Copa do Mundo de 1950, e naquela ocasião pede para ele não ficar triste: “pai não fique triste que vou ganhar uma copa pra você”. Ganhou três.

Pelé recebe o título de rei pela primeira vez do cronista e maior dramaturgo do Brasil Nelson Rodrigues: “O que nós chamamos de realeza é, acima de tudo, um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: — a de se sentir rei, da cabeça aos pés”. Isso acontece depois da vitória do Santos por 5 a 3 contra o América carioca pelo Torneio Rio-São Paulo, em fevereiro de 1958.

Na copa da Suécia, naquele mesmo ano, aos 17 anos, o menino da vila  depois de encantar o mundo com seis gols, alguns de placa e jogadas geniais é coroado pela revista Paris Match como o rei do futebol.

Para o ex-craque campeão do mundo em 1970, Roberto Rivelino, “Deus foi muito generoso com o Pelé”; na opinião do ex-jogador e comentarista Casa Grande “Pelé inventou o futebol”, seria exagero, com certeza não, pois toda jogada genial que algum craque fez nos últimos 50 anos, Pelé fez primeiro. Para Tostão, campeão em 1970 no México “antes da bola chegar, pelo olhar, Pelé já me dizia o que pretendia fazer”.

O rei do futebol é lembrado não só por ex-jogadores, como também por todos aqueles que vivem o mundo do futebol, inclusive os rivais daqueles que Pelé defendeu a camisa, honram e veneram a majestade do futebol.

O Santos acolheu o menino Edson Arantes nos anos 50, e foi na Vila Belmiro que começou a ser escrita a trajetória e a história mais encantadora do futebol.

O Santos Futebol Clube é grande, porque teve a sorte de ter o Rei do futebol por mais de duas décadas, ganhando títulos e levando o time peixeiro a ser o melhor do mundo por duas vezes.

O que não falta nos dias atuais são comparações, com Maradona, Messi, Garrincha, Cruyff e tantos outros gênios da bola. Pelé é sem comparação, pois 1.283 gols marcados em 1.372 jogos na sua carreira de atleta, tricampeão do mundo pela seleção brasileira, bicampeão mundial pelo Santos, com dezenas de outros títulos internacionais, nacionais e estaduais pelo seu clube de coração, e sua genialidade lhe fez diferenciado de outros tantos gênios, que os devem reverência ao rei do futebol.

Aquele drible da “vaca” no goleiro do Uruguai na copa do mundo de 70, que a bola não entrou, foi um lance que entrou para a história como um dos mais geniais que vimos até hoje.

O Rei do futebol se tornara o maior embaixador da história do Brasil, para ele o maior título conquistado foi fora das quatro linhas o de “cidadão do mundo” concedido pela Organização das Nações Unidas, na cidade de Nova York, em 1977″, sobrou emoção naquele momento.

Para o jornalista brasileiro Jamil Chad que atua internacionalmente fazendo coberturas jornalísticas, sua entrada no Sudão para cobrir uma guerra e entrevistar o presidente só foi possível, porque a “marca” Pelé “me permitiu entrar em um dos locais mais perigosos do mundo, me abriu portas. Inclusive com um genocida”.

Outra façanha de Pelé, foi a origem do termo “gol de placa”. Em março de 1961, em uma partida Santos e Fluminense, Pelé driblou seis adversários e finalizou na saída do goleiro Castilho, o Santos venceu por 3 a 1, e o Maracanã lotado aplaudiu de pé o rei do futebol.

A maior de todas as lendas, vai ficar para as gerações futuras, enquanto o mundo durar, o eterno rei do futebol. Simplesmente insuperável e incomparável, pois dentro das quatro linhas, sempre esteve à frente do seu tempo.

*Adelmo Santos é professor e historiador

Augusto sobre críticas: “sempre trabalhei e nunca mudei de lado”

Caro Nill Júnior, Fiquei surpreso não com as críticas, mas com o nível usado pelo ex-vereador Vicentinho em uma rede social, já que ainda diz ter aspirações futuras e não é assim que deve se portar um homem público. Quanto a me criticar, vindo de quem nunca aceitou perder pra mim a eleição da presidência […]

Caro Nill Júnior,

Fiquei surpreso não com as críticas, mas com o nível usado pelo ex-vereador Vicentinho em uma rede social, já que ainda diz ter aspirações futuras e não é assim que deve se portar um homem público.

Quanto a me criticar, vindo de quem nunca aceitou perder pra mim a eleição da presidência da Câmara, algo absolutamente normal. Além disso, nunca tive conversas com ele, nada que motivasse esse rancor. Quando eu estava como vice aliás ele era um dos que mais mim elogiava. Estranho agora essa reação dele.

Sempre pautei minha vida pública com ética e responsabilidade. Ao contrário dele, nunca mudei de lado. Mas sei que a repercussão de quem tem a carga histórica de serviços prestados que tenho gera esse tipo de reação.

A população afogadense sabe que desde os 10 anos de idade que trabalho. Além do que já fiz com funções remuneradas sempre respeitando o dinheiro público, tenho vários serviços como voluntário e uma folha de serviços prestados ao município que não preciso enumerar. A própria sociedade saberá prestar contas do meu trabalho. Exemplo é o do Denílson Inácio, que espontaneamente soube fazer essa reflexão.

Com relação à avaliação da atual gestão eu disse que às pesquisas sempre avaliam bem o governo e que o prefeito José Patriota quando dá entrevista sempre é bem avaliado. Bom não distorcer os fatos.

Augusto Martins – Vereador