Tuparetama realiza V Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa
Por André Luis
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres (PTB), e Roseane Gomes, secretária de Assistência Social do Município, participaram da V Conferência Municipal da Pessoa Idosa na manhã da terça-feira 30 de abril.
A conferência foi realizada pela Secretaria de Assistência Social de Tuparetama e pelo Conselho Municipal dos Direitos dos Idosos de Tuparetama (Comdit) tendo como tema: Os desafios de Envelhecer no Século XXI e o Papel das Políticas Públicas.
“Achei muito importante para definir e traçar planos para a Secretaria fazer em benefício dos idosos”, disse Sávio. A conferência teve um momento cultural, uma palestra com o mesmo tema da conferência ministrada por Joiz Pav, elegeu os delegados para a conferência estadual e formou 4 grupos de trabalhos com todos presentes. Estes elaboraram sugestões para aprimorar as políticas públicas. A conferência foi feita no Teatro Municipal Manoel Filó.
Segundo Roseane, os municípios têm a responsabilidade de realizarem a conferência da pessoa idosa para formular propostas de melhorias das políticas públicas que vão ser apresentadas na conferência estadual. “Depois levadas para a conferência nacional que também é obrigatória até serem consumadas”, disse Roseane.
Estavam integrando a mesa da conferência, o vereador por Tuparetama, Diógenes Patriota (Solidariedade), Aline de Souza, Vice-presidenta do Comdit e Fifita Luciano representando a Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama. A apresentação cultural foi realizada por um dos grupos de dança de crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Secretaria de Assistência Social de Tuparetama.
Os assuntos discutidos nos quatro grupos de trabalhos foram os Direitos Fundamentais na Construção/Efetivação das Políticas Públicas, a Educação: Assegurando Direitos e Emancipação Humana, Enfrentamento da Violação dos Direitos Humanos da Pessoa Idosa e Os Conselhos de Direitos: Seu Papel na Efetivação do Controle Social, na Geração e Implementação das Políticas Públicas.
Recém-nascido, já em óbito, foi levado posteriormente pela polícia Neste domingo (9), uma mulher de nome e idade não revelada, deu entrada ao Hospital Regional Emília Câmara (HREC), apresentando sangramento na região genital e após dar a luz a um bebê. O blog apurou detalhes do caso com exclusividade. Segundo informações confirmadas pelo blog, a […]
Recém-nascido, já em óbito, foi levado posteriormente pela polícia
Neste domingo (9), uma mulher de nome e idade não revelada, deu entrada ao Hospital Regional Emília Câmara (HREC), apresentando sangramento na região genital e após dar a luz a um bebê.
O blog apurou detalhes do caso com exclusividade.
Segundo informações confirmadas pelo blog, a mulher chegou ao HREC sem o recém-nascido, que foi levado posteriormente pela polícia.
O recém-nascido já chegou a unidade hospitalar com a pulseirinha para envio ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO). A mulher segue internada para tratamento hospitalar.
O SVO é um serviço público estratégico para determinar a causa de morte e que colabora para o diagnóstico da situação de saúde do país, auxiliando na promoção de ações para esclarecer as causas de óbitos, com ou sem assistência médica. Tem ainda como atribuição a emissão da Declaração de Óbito para os óbitos com ocorrência domiciliar quando não há cobertura do serviço de saúde.
Informações não oficiais que circulam em grupos de WhatsApp, dão conta de que o recém-nascido foi encontrado em uma sacola dentro de um balde e que a mãe apresentou versões diferentes, mas a polícia não dá detalhes sobre o caso e alerta para o risco de compartilhamento de versões não oficiais.
Ainda segundo informações o caso aconteceu no bairro Borges, mas a mulher seria moradora do Laura Ramos.
Amannda Oliveira, para o Blog Após quatro dias de intensa programação, com gincana cultural, cortejos, apresentações de teatro, samba de coco, poesia, concurso de quadrilha, e nomes da música como Targino Gondim, Quinteto Violado, Geraldinho Lins, Nádia Maia e André Rio, o 2.º Festival Cultural da Juventude da Pedra se consolidou no calendário dos eventos no agreste […]
Após quatro dias de intensa programação, com gincana cultural, cortejos, apresentações de teatro, samba de coco, poesia, concurso de quadrilha, e nomes da música como Targino Gondim, Quinteto Violado, Geraldinho Lins, Nádia Maia e André Rio, o 2.º Festival Cultural da Juventude da Pedra se consolidou no calendário dos eventos no agreste e sertão do estado.
O encerramento do II FEJUPE aconteceu neste domingo, 15 de julho, no Palco Multicultural que recebeu o projeto “Viva Pernambuco” comandado pelo cantor e compositor André Rio, que recebeu no palco nomes como Luciano Magno, Cezzinha, Carla Rio e Thiago Kherle.
O show faz um passeio pela pelo cancioneiro pernambucano, através clássicos de compositores que influenciaram a sua carreira como Capiba, Nelson Ferreira e Alceu Valença, além de composições próprias. O resultado não poderia ser diferente. A praça se transformou em um grande carnaval fora de época com famílias inteiras dançando na rua.
Luciano Magno trouxe a “A Máquina”, “ Festa do interior” e fez o público cair no maracatu com “ Recife Nagô”. Já Cezzinha do Acordeon, passeou pelo repertório do mestre Dominguinhos com as músicas “Eu só quero um xodó”, “Gostoso Demais”, “Pedras que Cantam” e pelo universo de Luiz Gonzaga. O cantor Thiago Kehrle vencedor do prêmio da Associação dos Cantores e Intérpretes de Pernambuco(Ancipe), na categoria CD MPB, pelo CD “Te Amar” cantou com Luciano Magno e André Rio.
A sambista Carla Rio mostrou que o DNA da música não brinca na família, e com um vozeirão, trouxe ao palco músicas do disco “De Olho no Samba”. O disco é uma seleção de composições presenteadas pelos irmãos Alírio Moraes Filho e André Rio, além de canções de Chrigor Lisboa, Cezzinha, Belo Xis e Hélio Machado. Entre as 12 faixas está a canção “Verso e Melodia”, do pai da sambista, Alírio Moraes, além da participação especial de Chrigor Lisboa com “Deixa Assim” e do sanfoneiro Cezzinha, em “Cem Anos de Solidão”.
Um dos monstros da música pernambucana /brasileira, André Rio encerrou as apresentações cantando músicas como “Caldeirão do Nordeste” (André Rio e Luciano Magno), “Memória Popular” André Rio) e “Ai que calor” André Rio). “A ema gemeu”(Alventino Cavalcante/João Do Vale), “Voltei Recife”(Luiz Bandeira), “Hino do Batutas de São José(João Santiago) e o “Hino do Galo da Madrugada”(Mário Chaves).
Parabéns ao Prefeito Osório Filho, ao Diretor de Cultura Valdinho Paes, a Flávio Eduardo pela produção desse evento lindo e tão importante para a nossa arte.
O Ministro das cidades Bruno Araújo, a convite do presidente da Amupe, José Patriota, passou toda manhã desta terça-feira(04/04), na Amupe, com sua equipe técnica para esclarecer aos prefeitos pernambucanos os programas gerados pelo Ministério das Cidades. Ele explicou em linhas gerais programas e recursos do Ministério como o Minha Casa Minha Vida e suas […]
O Ministro das cidades Bruno Araújo, a convite do presidente da Amupe, José Patriota, passou toda manhã desta terça-feira(04/04), na Amupe, com sua equipe técnica para esclarecer aos prefeitos pernambucanos os programas gerados pelo Ministério das Cidades.
Ele explicou em linhas gerais programas e recursos do Ministério como o Minha Casa Minha Vida e suas novas regras, o Cartão Reforma que de forma desburocratizada pode melhorar a vida da população de maneira simplificada, e ações nas áreas de saneamento,mobilidade e regularização fundiária.
Segundo o Ministro, o Minha Casa Minha Vida, agora atende municípios com menos de 50 mil habitantes pelo Fundo de Arrendamento Residencial(FAR), com R$ 5 bilhões depositados.
A Secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Henriqueta Arantes, apresentou as novas regras de contratação do Minha Casa, Minha Vida, modalidade Faixa 1, à Caixa Econômica Federal, em Brasília. Entre as principais mudanças operacionais está o envio simplificado das propostas aos agentes financeiros. “Os interessados deverão enviar uma documentação mínima, visando facilitar o processo de seleção”, esclareceu Henriqueta.
“A mudança na forma de contratação busca ampliar a transparência do Minha Casa, Minha Vida, além de promover a isonomia de tratamento, aumento de competitividade e qualidade dos produtos ofertados no programa”, afirmou a secretária.
Já o Cartão Reforma, para participar do programa, o beneficiário deverá ser proprietário do imóvel e morar no local onde será feita a reforma. Terão prioridade famílias cujo responsável seja uma mulher, que tenham idosos ou pessoas com deficiência como membro, além das famílias com renda baixa. O cartão tem validade de um ano e é necessário utilizar no período de vigência. A execução da obra é de responsabilidade da família beneficiada.
O programa Cartão Reforma é destinado a famílias que recebem até três salários mínimos. O objetivo é melhorar as condições das moradias de famílias de baixa renda, por intermédio da concessão de subsídio para compra de matérias de construção e acompanhamento técnico de profissionais da área de construção civil, possibilitar a reforma, ampliação ou conclusão de unidades habitacionais.
Serviços como construção de quarto, banheiro, reforma ou substituição total de um telhado, solução de esgotamento sanitário (fossa/sumidouro ou ligação à rede), instalações de esgoto, água e energia, finalização do reboco, pintura, forro e telhado, adaptação para acessibilidade estão previstos no programa.
Jornalista tem que sentir a dor do outro Nos meus quase trinta anos de jornalismo, aprendi que se você não serve à sociedade não tem sentido o exercício dessa profissão tão nobre e ao mesmo tempo tão perseguida. Por isso mesmo já disse inúmeras vezes que faço jornalismo para o ouvinte da Rádio e para […]
Nos meus quase trinta anos de jornalismo, aprendi que se você não serve à sociedade não tem sentido o exercício dessa profissão tão nobre e ao mesmo tempo tão perseguida. Por isso mesmo já disse inúmeras vezes que faço jornalismo para o ouvinte da Rádio e para os meus leitores do blog.
Quando uma autoridade ocupando função importante vem a espaços que conduzo, vejo isso como oportunidade de ter um canal que ajude a resolver as demandas da população, para dar um exemplo.
Essa opção por jornalismo independente me agregou alguma independência pessoal. Mas não saí do meu chão. Talvez por isso sinto tanto as dores dos outros, como senti a dor de Roseane Oliveira do Nascimento a partir do relato de sua sobrinha, Paula Daniela e seu marido, Cícero Aparecido de França.
Ela morreu na madrugada da última terça no Hospital Regional Emília Câmara depois de, por duas vezes ter atendimento negado em unidades com UTI do Estado.
Quando depois de pressão e articulação do MP e do blog, conseguiram atendimento para o Hospital Santo Amaro, em Recife, ela não aguentou esperar mais e morreu. Casada, tinha uma filhinha de três anos que pedia pra “mamãe acordar” no rápido velório.
Dentro de mim sobre esse caso nada mudou: continuo achando que o Estado de Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde, o Setor de Regulação, os hospitais que a recusaram depois de senhas geradas para atendimento em Jaboatão e São Vicente em Serra Talhada foram determinantes na sua morte. Ela não teve chance sequer de tentar sobreviver.
Continuo achando que a partir do relato da acompanhante e de inúmeros relatos que tive a seguir, muitos deles compartilhados com autoridades do município, falta a profissionais contratados direta e indiretamente pela prefeitura no TFD, ambulâncias, Vigilância Sanitária, regulação, dentre outros, mais humanização no olhar para outro, principalmente as tantas famílias que tem que recorrer a esse serviço fragilizadas na saúde, na dignidade e na alma.
Continuo dizendo que cobrar o que precisa melhorar no respeito à dignidade humana não é pôr abaixo do tapete o que anda bem. O que está certo, correto está. Nunca disse que é fácil lidar com pessoas no serviço público. É desafiador. Mas tratar bem cada ser humano é obrigação que devemos perseguir vorazmente, dia a dia, hora a hora, minuto a minuto. Reconheço que não há, ao contrário do que vemos em outras cidades, frieza, desrespeito e falta de busca desse valor humano na relação do município e Secretaria de Saúde de Afogados com a sociedade. Mas a cada caso isolado em que o serviço falha, falhou também quem está na linha de frente, mesmo que não tenha essa intenção.
O SUS é fantástico, mas como vimos no caso de Roseane, nem o melhor sistema de saúde resiste à falta de habilidade de uma peça fundamental, o ser humano.
Não saiu de minha boca nenhuma acusação de que a Secretaria Municipal de Saúde é responsável pelo óbito de Roseane. Pra mim há clareza em dois pontos: o Estado não deu a ela a chance de tentar e a reta final da vida dessa mãe teve episódios de preconceito.
O que queremos com esses episódios é, a partir das pessoas que lá estão, servidores públicos, cargos de confiança ou contratados, que eles melhorem a condução.
Humanamente eu, você, todos somos suscetíveis a falhas. Não reconhecer isso é não reconhecer a condição humana. Todos temos defeitos e valores. Todos os questionados do município e Estado são trabalhadores, muitos que são arrimos de família a partir desse trabalho. Devem ter a chance de melhorar, sem caça às bruxas. É impossível acreditar que depois disso, parte desses episódios se repitam.
Quem se dispõe a lidar com seres humanos em condição de dificuldade, tem que saber ouvir mais que falar, compreender mais que intolerar, sentir a dor do outro e esquecer muitas vezes as próprias dores.
Fui formado a me indignar com injustiças e nunca colocar freio nesse sentimento. Prefiro pecar por excesso que me acovardar na defesa de quem não tem quem o defenda. Nunca perdi com isso. Peço a Deus não ter que sentir o que senti ao saber da morte de Roseane. E olha que em nada do que eu senti se compara à dor da família.
Seria muito bom se de Roseane, germinasse o nascer de um novo tempo sem desigualdades, com um sistema de saúde operacionalizado no Estado com mais respeito e humanidade. Pena que não acredito nisso. Mas sorte que posso lutar para um dia acreditar. Que isso faça cada um seguir a vida olhando o outro como sugere o próprio Cristo: “ame o seu próximo como a si mesmo”.
Cível e criminal
Familiares de Roseane Oliveira já prestaram depoimento ao Delegado Ubiratan Rocha detalhando a série de negligência ao qual foram submetidos. Também ingressaram com uma ação na esfera cível contra o Estado com o apoio da Defensoria Pública. Não traz Roseane de volta, mas busca um atestado jurídico de que ela foi morta por omissão e lavar de mãos de muitos.
Noves fora, Victor
Pelo perfil, analistas dizem que Márcia Conrado (PT) pode se adaptar melhor ao novo normal das eleições. Aliás, já vem se antecipando e ocupando bem as redes sociais. Carlos Evandro é muito querido principalmente no público que deverá se abster mais de votar, um problema que terá que resolver. Aliás, por perfil, a análise é de que a melhor aposta seria Victor Oliveira: jovem, bem votado em 2016 e sem rejeição. Mas o grupo não quer…
Reparem só…
“Já viram isso? Tem aparecido cada coisa ultimamente: coronavírus, gafanhotos, vespas gigantes, tempestade de areia, amebas comedoras de cérebro, furacão bomba e, agora, meteoro no Pajeú….definitivamente o Planeta Terra está estranho…” A análise é do promotor do Pajeú, Lúcio Luiz de Almeida Neto, em um grupo de monitoramento da Covid.
Vidraças
Com os pré-candidatos fechados em Afogados, os desafios de cada um: Zé Negão tem que tentar descolar da imagem de vereador faltoso e servidor que não dá expediente; Sandrinho, da imagem de que será “governado” por José Patriota, e Capitão Sidney, da pecha de “candidato de Bolsonaro”, que rende alguns votos mas não decide eleição.
Belo gesto
Nem tudo está perdido. O pessoal das barreiras sanitárias em Afogados da Ingazeira, que fez um trabalho em sol e chuva, recebeu esse mimo de uma petiscaria, como forma de agradecimento. Por mais gestos como esse, parabéns.
Pai Zé
Em São José do Egito, surgiu o rumor de aproximação do Diretor da Faculdade Vale do Pajeú, Cleonildo Lopes, o Painha, com o prefeito e candidato a reeleição, Evandro Valadares. Painha negou, deixando claro ter sido uma reunião administrativa. O prefeito inclusive anunciou melhorias no acesso à instituição. Mas Painha é arreado por Zé Marcos.
Eita Deva
Tá difícil defender Deva Pessoa no debate com Sávio Torres. Se vangloriava que era ficha limpa e que o adversário “era mais sujo que pau de galinheiro”. Agora também faz sua coleção de contas rejeitadas. Essa semana foi a de 2016…
Frase da semana:
Ah, não tem comprovação científica que seja eficaz, mas também não tem comprovação científica que não tem comprovação eficaz, nem que não tem, nem que tem”.
Do presidente Jair Bolsonaro tentando explicar o uso da cloroquina. Você entendeu ?
Acontece na próxima sexta-feira (23), em Serra Talhada, o lançamento da “Segunda Campanha de Entrega Voluntária de Animais Silvestres do Município de Serra Talhada”. Promovido pela Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, o evento tem parceria da Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agência Municipal de Meio […]
Acontece na próxima sexta-feira (23), em Serra Talhada, o lançamento da “Segunda Campanha de Entrega Voluntária de Animais Silvestres do Município de Serra Talhada”.
Promovido pela Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, o evento tem parceria da Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agência Municipal de Meio Ambiente – AMMA. A atividade integra a programação da Semana da Fauna, promovida pela CPRH, tendo como objetivo combater, por meio de ações de educação ambiental, a posse ilegal de animais silvestres.
O lançamento da campanha ocorrerá às 08h30, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, localizada na Rua Tabelião Tiburtino Nogueira, 900, Centro, Serra Talhada – PE. Na ocasião, além de serem expostos os detalhes sobre a campanha, ocorrerá também uma capacitação sobre a “Defesa da Fauna Silvestre”, voltada para os mais diversos segmentos sociais do município.
A entrega voluntária de animais será no dia 24 de setembro, das 8h às 16h, na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Os animais silvestres entregues pela população serão encaminhados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres de Pernambuco, o CETAS Tangara, unidade da CPRH (Agência Estadual de Meio Ambiente), onde os mesmos passarão por reabilitação para que possam ser reintroduzidos na natureza.
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