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Tudo pronto para encontro da ASSERPE em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A Associação das Empresas e Rádio e Televisão de Pernambuco, ASSERPE,  realiza a primeira reunião setorial de radiodifusores em 2022.

O evento está marcado para a próxima quinta-feira (17), a partir das 8h30, na Faculdade de Integração do Sertão (FIS), em Serra Talhada. Ao todo, esta será a 153ª Reunião Setorial da entidade, sendo o primeiro no formato presencial após o início da pandemia.

O evento vai reunir gestores, diretores e comunicadores do Sertão e Agreste pernambucano, além da Região Metropolitana do Recife.

Os participantes vão discutir durante o evento a força do veículo rádio. Na programação, atrações culturais e dois convidados. Um dos participantes presidiu a entidade e é um dos mais respeitados nomes da radiodifusão pernambucana.

Ivan Feitosa é diretor da Liberdade FM 94.7 de Caruaru e da FTPI Representação. Com larga experiência no mercado da radiodifusão vai falar sobre “O Preço do Rádio”.

Na pauta, os presentes terão dicas de como comercializar de forma mais eficiente com os padrões de mercado, como calcular o custo da sua emissora, o spot de 30 segundos, o testemunhal, as tendências como cross mídia, o rádio nas redes sociais e dúvidas dos radiodifusores.

A programação ainda vai contar com o palestrante motivacional Júlio Pascoal, treinador especializado em Comunicação Emocional com foco no comportamento (identificação de padrões e mudança).

Autor do E-book “Treze dicas de comunicação para atrair, vender e reter clientes”, Júlio promove várias palestras pelo país e sempre com a motivação como pano de fundo.

Outras Notícias

O blog e a história: o extermínio de indígenas era um projeto do governo Bolsonaro

Em 5 de fevereiro 2020 O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, anunciou que enviará nesta quinta-feira (6) ao Congresso Nacional um projeto de lei que permite a exploração de mineral, a instalação de lavras de petróleo e gás, além da geração de energia elétrica em terras indígenas.  Atualmente, não há regulamentação sobre o tema, apesar de […]

Em 5 de fevereiro 2020

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, anunciou que enviará nesta quinta-feira (6) ao Congresso Nacional um projeto de lei que permite a exploração de mineral, a instalação de lavras de petróleo e gás, além da geração de energia elétrica em terras indígenas. 

Atualmente, não há regulamentação sobre o tema, apesar de estar prevista na Constituição Federal. Por essa razão, não há nenhum garimpo oficial nas 619 áreas indígenas localizadas no país, embora haja relatos sobre dezenas de garimpos ilegais, principalmente na região amazônica.

O projeto prevê também que sejam autorizadas a exploração de territórios indígenas para turismo, agricultura, pecuária ou extrativismo florestal. A autorização do uso da terra será dada pelo Legislativo e os indígenas que moram nessas comunidades serão ouvidos, mas não terão direito a veto. 

Ao longo do ano, a Câmara e o Senado Federal deverão analisar o tema, que provoca críticas de comunidades indígenas, de indigenistas e de ambientalistas. 

O principal argumento contrário à exploração econômica das áreas é o de que as atividades vão desequilibrar as comunidades, acelerar a devastação florestal e o desaparecimento de espécies nativas —o mais recente relatório da ONU, de 2019, que alerta sobre a velocidade com que as espécies estão se extinguindo (uma de cada oito está ameaçada) assinala que essa destruição da natureza é mais lenta nas terras onde vivem os povos indígenas do que no resto do planeta.

Durante o anúncio, em uma cerimônia no Palácio do Planalto em que a gestão comemorou seus 400 dias, o presidente pressionou o Legislativo pela aprovação de sua proposta e disse que, se pudesse, confinaria os ambientalistas na Amazônia. 

“O grande passo depende do Parlamento, vão sofrer pressão dos ambientalistas. Esse pessoal do meio ambiente. Se um dia eu puder, eu confino-os na Amazônia, já que eles gostam tanto do meio ambiente, e deixem de atrapalhar os amazônidas aqui de dentro das áreas urbanas”, afirmou Bolsonaro. 

Desde o início de sua gestão, Bolsonaro é alvo de protestos de ambientalistas. As críticas ficaram mais intensas após a série de incêndios florestais na Amazônia, que em 2019 sofreu um aumento de 30% na área queimada em comparação com o ano anterior. As informações são do El Pais.

Escola Fé e Política Dom Francisco diploma segunda turma

A Escola Fé e Política Dom Francisco, diplomou a sua segunda turma, neste final de semana, no Centro Diocesano Stella Maris, em Triunfo. Composta por cinco módulos, com temas variados, como: Conceito Fé e Política, O antigo Testamento e o Sonho de Deus, História dos Movimentos Sociais, Direitos Humanos  e Conselhos Municipais e 84 horas […]

cursoA Escola Fé e Política Dom Francisco, diplomou a sua segunda turma, neste final de semana, no Centro Diocesano Stella Maris, em Triunfo.

Composta por cinco módulos, com temas variados, como: Conceito Fé e Política, O antigo Testamento e o Sonho de Deus, História dos Movimentos Sociais, Direitos Humanos  e Conselhos Municipais e 84 horas de aulas expositivas e atividades presenciais, além de tarefas para casa e com duração de um ano.

Houve apoio de vários facilitadores diocesanos como o professor Márcio André, o Teólogo, professor e poeta Genildo Santana, o professor e advogado Toinho da FETAPE, o professor de História e vereador Augusto Martins, o bispo Dom Egídio Bisol e a professora e mestrada Viviane Fonseca, entre outros.

O curso, oferecido pela Diocese de Afogados da Ingazeira, através de seu bispo Dom Egídio Bisol e do Padre Luis Marques, que é responsável pelo Setor de Pastoral Social, teve como equipe de coordenação, Socorro Martins e o casal Jair e Fátima Almeida.

No encerramento o bispo Dom Egídio elogiou a persistência dos alunos e anunciou que a partir de 2017 a Escola será partilhada com as diocese de Afogados da Ingazeira, Floresta e Salgueiro. Os 16 alunos que concluíram a etapa diocesana, agora estão aptos a cursar a Escola  Fé e Política a nível de Regional Nordeste II.

José Patriota celebra escolha de Coco de Roda do Leitão da Carapuça e de Assisão como Patrimônios Vivos de Pernambuco

Com a divulgação de novos Patrimônios Vivos de Pernambuco pelo Governo do Estado na quinta-feira (10), o deputado estadual José Patriota (PSB) utilizou suas redes sociais para parabenizar os grupos e artistas da região do Pajeú premiados.  O Grupo Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça, da zona rural de Afogados da […]

Com a divulgação de novos Patrimônios Vivos de Pernambuco pelo Governo do Estado na quinta-feira (10), o deputado estadual José Patriota (PSB) utilizou suas redes sociais para parabenizar os grupos e artistas da região do Pajeú premiados. 

O Grupo Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça, da zona rural de Afogados da Ingazeira; e o mestre sanfoneiro de Serra Talhada, Assisão foram celebrados pelo político.

“Que alegria ver a arte de nossa região reconhecida e valorizada por todo o estado. O Pajeú é um celeiro cultural. Tanto Assisão como o meu querido Coco de Roda do Leitão, que acompanhamos há tanto tempo, merecem esse reconhecimento pelos serviços prestados para o patrimônio cultural de Pernambuco”, exclamou Patriota, que por duas vezes foi prefeito do município de Afogados da Ingazeira.

Leitão da Carapuça – A escolha do grupo Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça como Patrimônio Vivo de Pernambuco foi fruto de um trabalho da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, que elencou os elementos que faziam da representação artística merecedora dessa honra.

“O grupo é formado por mulheres e homens quilombolas que passam sua tradição por gerações. A comunidade já foi palco de grandes momentos da cultura da região. Como afogadense de coração, sinto muito orgulho do reconhecimento em vida que o grupo recebe”, afirma o deputado.

Há 20 anos, em 2003, a comunidade quilombola Leitão da Carapuça de Afogados da Ingazeira foi palco do lançamento do Programa Arca das Letras, do Governo Federal, no então primeiro mandato do presidente Lula. Na ocasião, o na época ministro da cultura Gilberto Gil fez uma apresentação ao lado do Coco de Roda do Leitão.

José Patriota tem tumor em estágio inicial no fígado

Quadro é tratável e prefeito não precisará se afastar, disse em entrevista e nota O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou nesta segunda ao Debate das Dez do programa Manhã Total sobre seu estado de saúde e que passos irá dar daqui pra frente na sua agenda. Patriota disse que a tendência […]

Gestor fazendo anúncio, na Rádio Pajeú

Quadro é tratável e prefeito não precisará se afastar, disse em entrevista e nota

O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), falou nesta segunda ao Debate das Dez do programa Manhã Total sobre seu estado de saúde e que passos irá dar daqui pra frente na sua agenda.

Patriota disse que a tendência das pessoas era esconder os problemas, mas diz trabalhar com outro conceito, de informar à população pelo que estava passando. O gestor informou que, realizando exames através de um check up, identificou um tumor no fígado, em estágio inicial.

Para o seu tratamento não serão necessárias sessões de quimioterapia ou radioterapia. Serão administradas, nos próximos 90 dias, medicação injetável, sendo uma injeção por mês. É um tumor raro, classificado como tumor neuroendrócrino, bem diferenciado, segundo parecer. “Os médicos me tranquilizaram afirmando ser um tumor mediano”, afirmou.

Não será necessário o afastamento do Prefeito José Patriota do cargo de chefe do executivo municipal, que conciliará suas obrigações politico-administrativas com o respectivo tratamento a que terá que se submeter, pelo que deixou claro. Também disse que manterá atividades na AMUPE, mesmo que distribuindo algumas tarefas.

Patriota admitiu ser negligente com a própria saúde em virtude das atividades que desempenha. “Não sei o que é tirar férias. Em 40 anos, não tive quinze dias de férias”, admitiu, acrescentando que não fazia exames de rotina. O quadro hipertensivo, afirmou, foi adquirido quando integrou a gestão Eduardo. “Na campanha de 2012, já estava hipertenso”, revelou. Exames que identificaram o tipo de tumor vieram a partir da checagem do quadro hipertensivo.

Afogados: mais um caso de cárcere privado e ameaça registrado

Nesta quinta-feira (7), policiais da 13ª Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (13ª DEAM), de Afogados da Ingazeira, realizaram a prisão em flagrante delito de um homem, de 32 anos, pela prática dos crimes de cárcere privado, ameaça e dano cometidos contra a companheira, de 44 anos. A vítima procurou a delegacia informando que há […]

Nesta quinta-feira (7), policiais da 13ª Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (13ª DEAM), de Afogados da Ingazeira, realizaram a prisão em flagrante delito de um homem, de 32 anos, pela prática dos crimes de cárcere privado, ameaça e dano cometidos contra a companheira, de 44 anos.

A vítima procurou a delegacia informando que há onze anos está em união estável, sofrendo ao longo do relacionamento muitas agressões físicas, morais e psicológicas.

Afirmou que ele é desocupado e alcoólatra, sendo ela a única provedora do lar. Por algumas vezes já tentou separar-se dele, porém ele sempre costuma ameaçá-la dizendo que “ninguém vai querer ficar com ela…se ela arranjar outro, mata ela e o homem com quem estiver”.

Na noite da quarta-feira (6), seu companheiro chegou embriagado e passou a ofendê-la moralmente e ameaçá-la de morte, deixando-a trancada dentro de casa.

Ao amanhecer, ele saiu e a vítima conseguiu trancar as portas. Pouco depois, ele retornou embriagado, agressivo e forçando a entrada da residência, quando ele novamente passou a ameaçá-la, prometendo que iria matá-la, utilizando de uma foice, com a qual também passou a danificar a porta da casa.

A delegada Andreza Gregório Lima esclarece ainda que, à medida que os ciclos de violência se repetem, o nível de tolerância das mulheres às agressões aumenta, as quais muitas vezes acabam considerando normal ou até mesmo justificável as violências sofridas. “É necessário interromper esse ciclo tão perverso através da denúncia”, afirma.

A delegada ainda enaltece o comprometimento dos policiais da 13ª DEAM, os quais estão empenhados e prontos para garantir proteção às vítimas por meio das prisões e todas as medidas necessárias para efetivar seus direitos.