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Triunfo: fala de prefeito sobre taxar comunidade de “miserável” repercute

Por Nill Júnior

Áudio chegou ao Sertão Notícias, da Cultura FM. Assessoria de comunicação foi cobrada sobre posicionamento em nota e adiantou que fala “foi tirada de contexto”

Um áudio que tem circulado do prefeito de Triunfo, Luciano Bonfim, do AVANTE, tem gerado repercussão e chegou à imprensa.

Segundo o radialista Tony Alencar, do Sertão Notícias, o áudio mostra o gestor criticando moradores da comunidade de Carro Quebrado. Nos áudios, o prefeito chama os moradores da comunidade de “miseráveis” e diz que é para priorizar ações em outras comunidades, indicando apenas uma ação para ser realizada no local. O blog teve acesso por outra fonte ao áudio.

“Aquele carro quebrado o povo é desse jeito, miseráveis. Só faz pedir. Joaquim, diga a Marquinhos e a Aroldo pra não fazer mais nada no Carro Quebrado, nem Mariri, nem Caitutu. Vamos dar a carga em Oiticioca, Melancia, Souto, Carnaubinha, Beira Rio. Essa máquina até o fim do meu mandato não sai dessa região. Carro quebrado a gente só ajeita estrada, não faz mais nada pra ninguém particular nunca mais”.

No programa, o radialista Tony Alencar informou que, segundo a Assessoria de Comunicação do município, a fala teria sido tirada de contexto. Mas ficou de mandar uma nota ao programa que até agora não chegou.

Outras Notícias

Arcoverde: jornalista aliado a Zeca Cavalcanti diz que Madalena persegue ligados a ex-prefeito. “Coronelismo de saias”

O jornalista Paulo Edson de Carvalho, ligado ao grupo do Deputado Federal eleito e ex-prefeito Zeca Cavalcanti emitiu nota ao blog afirmado que, após a eleição, a gestora Madalena Brito iniciou um processo de perseguição a nomes ligados ao ex-prefeito. Leia na íntegra: Depois de passar boa parte da pré-campanha e da campanha eleitoral dizendo […]

Racha consolidado: mais uma importante cidade sertaneja tem o desmembramento político entre ex-aliados. Eleição apartou Zeca e Madalena
Racha consolidado: mais uma importante cidade sertaneja tem o desmembramento político entre ex-aliados. Eleição apartou Zeca e Madalena

O jornalista Paulo Edson de Carvalho, ligado ao grupo do Deputado Federal eleito e ex-prefeito Zeca Cavalcanti emitiu nota ao blog afirmado que, após a eleição, a gestora Madalena Brito iniciou um processo de perseguição a nomes ligados ao ex-prefeito. Leia na íntegra:

Depois de passar boa parte da pré-campanha e da campanha eleitoral dizendo que “votava” no ex-prefeito Zeca Cavalcanti (eleito federal com mais de 97 mil votos) e em Júlio Cavalcanti (reeleito estadual com mais de 47 mil votos), a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PTB), eleita com o apoio do ex-prefeito trabalhista, colocou as garras pra fora e está promovendo uma ampla e irrestrita perseguição política contra os adeptos dos irmãos Cavalcanti.

Desde a segunda-feira (6), após as eleições, até hoje, a mandatária do executivo municipal já mandou demitir mais de 20 funcionários em função gratificada de várias pastas (saúde, serviços públicos, finanças, assistência social, obras, arcotrans, entre outras). Por coincidência, todas essas pessoas estavam participando das campanhas eleitorais de Zeca, Júlio e Armando Monteiro, sendo que algumas só estavam com os dois irmãos, mas pagaram o pato mesmo assim.

Alguns foram convidados a se demitirem, outros foram mandados pra rua mesmo sem apelação. Além disso, outras pessoas próximas aos deputados eleitos que possuíam veículos prestando serviços à prefeitura também foram “convidados” a saírem do circuito e tiveram seus carros devolvidos com o cancelamento dos contratos. Ainda antes da eleição, outros nomes já tinham sido vítimas da perseguição política da prefeita. A lista ainda deverá ser ampliada, já que a sede de revanchismo da prefeita parece estar em alto grau.

Apesar de promover uma perseguição política somente vista nos idos dos anos 80/90, quando o grupo Guerra comandava a prefeitura local, e mesmo assim não eram tão competentes neste quesito quanto ela, a prefeita colocou carro de som na rua dizendo que fez uma “campanha ética e de respeito as pessoas”. Imagine se não fosse.

Durante as eleições a ordem nas secretarias era uma só: ou fica com os candidatos da prefeita, com certeza Zeca e Júlio não eram pelo que vem acontecendo, ou a pena seria dura. Mostrando ser uma política diferente daquelas que prometem e não cumprem as promessas, ela cumpriu a palavra e inaugurou um velho modelo político de perseguição política no interior do estado de Pernambuco. Arcoverde voltou aos tempos do coronelismo, agora de saia.

Audiência pública sobre assistência farmacêutica é rejeitada pelo Plenário da Alepe

A solicitação de uma audiência pública sobre a situação da assistência farmacêutica em Pernambuco foi recusada pela maioria dos deputados da Alepe, na Reunião Plenária desta quarta (24). No Requerimento nº 142/2019, a deputada Priscila Krause (DEM) pedia que a reunião fosse realizada pela Comissão de Saúde, com a participação do Governo Federal e Estadual, […]

Foto: Roberto Soares/Alepe

A solicitação de uma audiência pública sobre a situação da assistência farmacêutica em Pernambuco foi recusada pela maioria dos deputados da Alepe, na Reunião Plenária desta quarta (24). No Requerimento nº 142/2019, a deputada Priscila Krause (DEM) pedia que a reunião fosse realizada pela Comissão de Saúde, com a participação do Governo Federal e Estadual, Ministério Público Estadual (MPPE), Defensoria Pública (estadual e federal) e Tribunal de Contas, além de entidades da sociedade civil.

A proposta da democrata teve 12 votos favoráveis e 24 votos contrários. O líder governista, deputada Isaltino Nascimento (PSB), observou que “a Comissão de Saúde já vem tratando sobre essa e outras temáticas, como o subfinanciamento e a judicialização da Saúde”. “Por isso, orientamos contra a aprovação da proposta”, disse.

Para a deputada Priscila Krause, a reprovação do requerimento foi “um constrangimento para a Casa”. “A Alepe decidiu não discutir o direito à saúde, à vida e à dignidade das pessoas. Não há sentido em não aprovar uma audiência pública que interessa a população pobre, que sofre as agruras da falta de remédios”, observou. “A média atual de desabastecimento nas farmácias públicas é de mais de 50%, e a gente queria esclarecer a responsabilidade sobre o financiamento desses medicamentos”, relatou.

“O constrangimento faz parte do processo democrático. O que não pode fazer parte desse processo é o silêncio. Se não vamos discutir essa questão aqui dentro, vamos discutir em praça pública, porque as pessoas estão morrendo por falta de remédios”, complementou. Priscila Krause ressaltou que o MPPE irá, de qualquer maneira, realizar uma discussão pública sobre o mesmo tema.

O líder da Oposição, deputado Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) classificou a votação como “um dia que a Alepe deveria esquecer em sua história”. “Não é possível que, com o caos que observamos na saúde pública, a Alepe se recuse a fazer uma audiência”, criticou. “Nos hospitais, vemos casos como o de uma mãe que viu um filho conseguir, com a maior dificuldade do mundo, um transplante de fígado, mas depois não consegue os remédios necessários para impedir a rejeição do órgão”, exemplificou.

Depois de um ano, acidente em que morreu Eduardo Campos não foi esclarecido

Agência Brasil – Há um ano, por volta das 10h, a aeronave Cessna 560 XL, prefixo PR-AFA, caía no meio de uma área residencial do bairro Boqueirão, em Santos, no litoral paulista. A bordo estavam o então candidato do PSB à Presidência da República nas eleições de outubro 2014, Eduardo Campos, de 49 anos, e […]

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Agência Brasil – Há um ano, por volta das 10h, a aeronave Cessna 560 XL, prefixo PR-AFA, caía no meio de uma área residencial do bairro Boqueirão, em Santos, no litoral paulista. A bordo estavam o então candidato do PSB à Presidência da República nas eleições de outubro 2014, Eduardo Campos, de 49 anos, e mais seis pessoas: o assessor Pedro Almeida Valadares Neto, o assessor de imprensa Carlos Augusto Ramos Leal Filho (Percol), Alexandre Severo Gomes e Silva (fotógrafo), Marcelo de Oliveira Lyra (assessor da campanha) e os pilotos Marcos Martins e Geraldo da Cunha. Todos morreram. O acidente, até hoje não esclarecido, mudou os rumos do pleito presidencial e os cenários políticos pernambucano e brasileiro.

“Foi um fato extremamente traumático que mudou inteiramente as condições da disputa eleitoral tanto interna, em Pernambuco, quanto em nível nacional”, analisa o cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Michel Zaidan Filho. Herdeiro político do avô, Miguel Arraes, Eduardo Campos, que era o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto à época, deixou a viúva, Renata Campos, e cinco filhos.

A morte abrupta do político provocou comoção em Pernambuco. Milhares de pessoas, de diversas regiões do estado, foram até Recife acompanhar as cerimônias fúnebres, que duraram quatro dias. Personalidades do mundo político, como a presidenta Dilma Rousseff, que concorria à reeleição, o candidato tucano Aécio Neves e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participaram do velório, no Palácio das Princesas, sede do governo pernambucano. No dia 17, o corpo de Eduardo Campos foi enterrado no Cemitério de Santo Amaro, no mesmo túmulo do avô, que morreu no dia 13 de agosto de 2005.

Com a morte de Campos, considerado um político habilidoso por aliados e adversários, o PSB, depois de dias de indefinição, decidiu que a então vice da chapa, a ex-ministra Marina Silva, seguiria na disputa ao Palácio do Planalto. Em meio à comoção pela morte do companheiro de coligação, Marina Silva chegou a ultrapassar o tucano Aécio Neves.

“Foi um fato político muito relevante para a política brasileira. Não acredito que a Marina e o PSB sonharam que poderiam alçar uma posição tão vantajosa como a que tiveram com a morte de Eduardo, parecendo que ultrapassariam mesmo Aécio Neves. Houve um momento em que o tucano chegou a atacar Marina, pensando que ela iria ultrapassá-lo efetivamente”, lembrou Michel Zaidan.

Na esfera estadual, o cientista político observa que a tragédia “reforçou a oligarquia familiar”. A viúva Renata Campos ganhou grande importância no PSB e chegou a ser cogitada como substituta do marido na corrida presidencial, o que acabou não se confirmando. Ele comparou o impacto da morte de Campos às consequências políticas do suicídio de Getúlio Vargas, em 1954.

“A morte de Eduardo foi explorada politicamente e reverteu inteiramente a situação. Como a morte de Getúlio [Vargas], mudou totalmente o encaminhamento da política brasileira até Jango, pelo menos”, comparou Michel Zaidan. O então candidato do PSB ao governo de Pernambuco Paulo Câmara, que tinha 3% das intenções de voto antes da morte de Campos, conseguiu virar a disputar e se elegeu no primeiro turno.

O doutor em ciência política pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e especialista em política, popularidade política e relações internacionais das Américas da Universidade de Brasília (UnB) Benício Viero Schmidt também disse que a morte inesperada de Eduardo Campos teve um impacto muito grande no cenário político do país.

“Vamos pensar no seguinte quadro: o Eduardo, fosse ou não presidente, seria um elemento importante porque ele tinha a confiança tanto do pessoal do PT quanto da oposição. Ele seria um ponto de referência inevitável nessa situação. Um cara que senta à mesa, conversa, busca soluções e conciliações”, acrescentou Schmidt.

Serra: Miguel Duque e Marcus Godoy realizam evento no Borborema

Acompanhados do deputado estadual Luciano Duque e do vereador Ronaldo de Dja, os candidatos Miguel Duque e Marcus Godoy foram recebidos na noite desta quinta-feira (22) no Bairro Borborema, em Serra Talhada.  “O bairro Borborema nos recebeu de braços abertos, assim como tem sido em todos os lugares por onde estamos passando. O que ouvimos […]

Acompanhados do deputado estadual Luciano Duque e do vereador Ronaldo de Dja, os candidatos Miguel Duque e Marcus Godoy foram recebidos na noite desta quinta-feira (22) no Bairro Borborema, em Serra Talhada. 

“O bairro Borborema nos recebeu de braços abertos, assim como tem sido em todos os lugares por onde estamos passando. O que ouvimos aos quatro cantos é que o povo quer mudança, quer retomar o crescimento da cidade que foi iniciado no governo do meu pai e deixado de lado nos últimos anos. E assim nós vamos seguir, com muita humildade, espalhando a mensagem de uma nova esperança e de dias melhores para os serra-talhadenses”, disse Miguel. 

Ronaldo de Dja reforçou a importância da aliança com Luciano, Miguel e Marcus para o bem de Serra Talhada. “Sigo conversando com o povo, animado e levando o nome de Miguel Duque e Marcus Godoy para toda Serra Talhada, porque tenho lado, lealdade e gratidão. Sou do grupo do deputado Luciano Duque, e quem pensa que vai causar desgaste entre nós, perde o seu tempo. Enquanto ficam inventando mentiras, a gente segue trabalhando e levando esperança para onde esse governo desastroso tem levado apenas sofrimento e descaso. Seguimos juntos, fortes e caminhando para uma grande vitória”, afirmou Ronaldo de Dja. 

Mais cedo, Miguel e Marcus estiveram na empresa Inove Gesso, onde conversaram com os colaboradores do estabelecimento e apresentaram as propostas de governo. 

AGENDA 

Sexta-feira 23/08

18h Porta a porta no Ipsep, com concentração no Comitê Espaço 20, em direção à Parque dos Ipês.

Sábado 24/08

Manhã – Visitas à zona rural

17h – Lançamento da candidatura a vereador de Zé Pereira, no Assentamento Poço do Serrote. 

Domingo 25/08

Manhã – Visitas à zona rural 

16h – Missa Festiva do 10° Aniversário do Corredor Ecológico Padre Afonso de Carvalho – Fazenda Cachoeira 2.

Morte de empresário comove egipcienses

Faleceu neste domingo no Hospital do Coração (Procap) em Recife o empresário egipciense Dioclécio Mandú de Oliveira, 52 anos. Dioclécio de Binhas, como era conhecido, era empresário do ramo do entretenimento, com promoção de festas principalmente com bandas de forró. Sua atuação se dava principalmente em Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Os prefeitos […]

Foto: reprodução Facebook

Faleceu neste domingo no Hospital do Coração (Procap) em Recife o empresário egipciense Dioclécio Mandú de Oliveira, 52 anos.

Dioclécio de Binhas, como era conhecido, era empresário do ramo do entretenimento, com promoção de festas principalmente com bandas de forró. Sua atuação se dava principalmente em Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Os prefeitos de Itapetim e Brejinho, Adelmo Moura e Tânia Maria, respectivamente, lamentaram a morte do empresário e decretaram luto oficial. Já os ex-prefeitos das duas cidades, Arquimedes Machado e José Wanderlei também ficaram comovidos com a perda.

O corpo de Dioclécio chegou na manhã desta segunda-feira (27) em São José do Egito  e o velório será no Clube do Binhas. Será sepultado esta tarde.