Triunfo: Bonfim é maior responsável por dano a calçamento histórico
Afinal, como ele é o prefeito, deveria impedir a obra
A polêmica das obras da rodovia PE 365 que entraram em área urbana e estão destruindo parte do calçamento histórico da cidade, precisa também ser vista pelo ângulo da responsabilidade do gestor Luciano Bonfim.
Ao blog, Bonfim disse que a obra é do Estado, um fato. E admite: “eu poderia até parar, mas o Estado e a Fundarpe não entraram em contato comigo. Mandei várias mensagens para Fernandha Batista, ela não me respondeu. Quem tem que resolver é a Fundarpe e o Estado”, explicou.
Bonfim é prefeito da cidade e tinha legitimidade legal para que a obra fosse interrompida até que a Secretaria e responsáveis pela empresa executora fossem localizados. Ele não fez o que cabia a ele e transferiu total responsabilidade à Seinfra.
Se um empresário ou dono de um imóvel no casario histórico resolver demolir um imóvel tirando sua característica, a prefeitura age antes que seja registrado o dano ao patrimônio histórico.
No caso do asfalto, a máxima é a mesma. Bonfim falhou na atribuição delegada a ele pelo povo. Agora o dano ao patrimônio já foi registrado. Se ainda houver tempo, que se resolva o imbróglio. Triunfo é a última trincheira da preservação que mantém seu fluxo no turismo.




A advogada eleitoralista Herica Nunes ingressou, em setembro de 2020, com uma petição de desagravo contra Paulo de Tarso Jucá, secretário de Saúde de São José do Egito.
São José do Egito é um município que se destaca em vários setores. Dentre, o de serviços advocatícios e de contabilidade.














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