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Doria tenta encontro com Bolsonaro no Rio, mas presidenciável não aparece

Por Nill Júnior

Blog do Valdo Cruz

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, foi ao Rio nesta sexta-feira (12) em busca de um encontro com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). A intenção era gravar um vídeo com manifestações mútuas de apoio – Doria enfrentará Marcio França (PSB) no segundo turno e Bolsonaro, Fernando Haddad (PT).

A reunião aconteceria na casa do empresário Paulo Marinho, apoiador de Bolsonaro, mas o capitão reformado do Exército, segundo interlocutores, alegou mal estar para não estar presente.

A equipe de Bolsonaro informou que ele não quer entrar em disputas regionais nas quais seus aliados estão apoiando mais de um candidato e diz que ele agradece as manifestações de apoio de João Doria.

Em São Paulo, o senador eleito pelo PSL, Major Olimpio, apoia o candidato do PSB, Márcio França. Já a deputada federal eleita Joice Hasselman (PSL) defende a candidatura de Doria na disputa pelo governo paulista.

Bolsonaro já havia avisado seus aliados que não iria negociar apoio oficial de partidos à sua candidatura. Até agora, somente o PTB e o PSC, de forma unilateral, oficializaram apoio ao nome do capitão reformado do Exército na corrida presidencial.

O PSDB decidiu manter uma posição de neutralidade na eleição presidencial, sem apoiar nem Bolsonaro nem Fernando Haddad, do PT. Na reunião em que o partido optou por não apoiar ninguém no segundo turno, Doria voltou a manifestar sua decisão de defender a candidatura do deputado federal pelo PSL.

Situação semelhante aconteceu no partido Novo, que também decidiu pela neutralidade. Em Minas, porém, Romeu Zema, único nome do partido que disputa um governo estadual, também decidiu apoiar Bolsonaro na corrida presidencial.

Outras Notícias

“Representaram sonhos de uma comunidade”, diz Sidney Cruz com relação a sua votação

Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira. Por André Luis O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com […]

Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira.

Por André Luis

O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com 3,08% ou 588 votos, que segundo ele, representam sonhos de uma comunidade que visava a melhoria de todos. “Tudo foi pautado em cima de nossas propostas, que na minha visão transcorreu a nossa candidatura”, afirmou. 

O Capitão reformado do exército, agradeceu aos eleitores que confiaram nas suas propostas, ao seu grupo, que denominou como “guerreiros” e avaliou a candidatura como satisfatória diante do que se propuseram a fazer. Tivemos uma estratégia e sabíamos da questão do poder econômico de nossos adversários e isso foi retratado nas urnas, não cabe aqui a nós nesse momento, falarmos a respeito se é certo ou errado, quem deve julgar é a população, tanto que foi ela que votou e assim transcorreu e as autoridades estavam ali para realizar o seu trabalho”, disse.

“Se pegarmos a questão da Frente Popular, que já vem um bom tempo né? Diria que deu a lógica. A projeção eleitoral de Zé Negão, sinceramente eu gostei em termos de quantitativo, isso é a realidade e pra mim no final deu a lógica”, disse avaliando a eleição de Sandrinho Palmeira e a votação de Zé Negão.

Questionado sobre erros cometidos, ou falta de ações que pudessem contribuir para um número maior de votos, Sidney reconheceu a sua ideologia política pode ter sido um dificultador.

“Todos sabem que eu sou pró-Bolsonaro. Querendo ou não, ainda tem uma resistência. Isso pesou na questão, apesar de termos aqui um grupo considerado de direita, se formos levar em consideração a votação do atual presidente”, destacou.

O Sidney destacou que pela falta de poder econômico, a estratégia usada pelo grupo foi a de apresentá-lo como conhecedor da administração pública, “e assim, levar à população essa experiência, esse conhecimento. Foi assim que procuramos trabalhar”.

O Capitão creditou a sua votação, também ao fato de ser desconhecido pela população. “Se você pegar a questão de pesquisa, a maior rejeição é justamente por não conhecer o Capitão. Desconhecimento do seu trabalho que foi realizado, mas até aí tudo bem, sem problema nenhum, ruim seria se eu tivesse um mandato eletivo e essa rejeição fosse em cima do meu trabalho, coisa que não aconteceu”, destacou.

Questionado, Sidney Cruz respondeu uma de suas abordagens que mais intrigavam a população durante a campanha. O fato de dizer que não era político, mas estava disputando um mandato.

“Político, na questão de que eu sou presidente de um partido e para você se candidatar tem que ser filiado, então, obrigatoriamente, nessa situação. Na questão da identificação com o político, é naquilo que pesa sobre o que representa hoje. É um ser desacreditado. Eu não sou aquela pessoa que fala uma coisa e faz outra, comigo a falsidade não existe, ou é, ou não é, e é justamente nesse parâmetro. Eu sou administrador”, enfatizou.

Completou ele:  a política existe até dentro de casa, com seus filhos, com a sua esposa, com seus vizinhos. Então, tem coisas que lógico, como a questão da governabilidade… eu sou de conversa, eu não sou de tomar decisões sem antes consultar as pessoas, sou de Exército, sou de grupo e dentro desse aspecto, a política impera sim, mas uma política certa, correta, coisas que estando nesse meio, a gente não observa infelizmente”, destacou.

“Acho que ainda é muito cedo pra falar de futuro. Para quem partiu do zero, terminar com 588 votos, eu não sou vereador, não sou vice-prefeito, parti do zero literalmente, com todas as dificuldades, com um partido pequeno, sem recurso é bom que se diga, então nós fomos com a cara e a coragem e volto a dizer o primeiro que se mostrou ao público foi o capitão, de lá para cá muitos caíram pelo caminho e nós fomos até o final dentro de nossas ideias, mas falar sobre futuro nesse momento, eu prefiro pensar no presente, até porque o que vai determinar o futuro aqui do município, será as próximas eleições, tanto pra presidente, como para governador”, avaliou Sidney ao ser questionado sobre se daria continuidade ao projeto.

Capitão Sidney disse que as suas expectativas com relação ao governo de Sandrinho Palmeira, são as melhores possíveis. “Penso que discurso, tem que vir com a prática. Quando nós questionamos algumas situações, é porque na minha visão, poderiam ter sido realizadas de outra forma”, revelou, logo em seguida parabenizando o candidato eleito. “Que Deus o ilumine. Ele e a sua equipe, porque não vai governar sozinho. Que realmente tudo aquilo que está no seu plano de governo, nas suas ideias e nos seus pensamentos, ele consiga passar para a população. Afogados da Ingazeira, na minha visão é uma cidade que tem tudo para crescer aí precisa de gestão”.

“Existem as instituições e elas não seriam irresponsáveis ao ponto de trazer pra cá uma vacina que em nenhum momento tivesse um marco regulatório, passado por um Ministério da Saúde e pela Anvisa. Então, sendo disponibilizado à população… nós temos o velho lema né, “a palavra convence e o exemplo arrasta”, sem nenhuma demagogia, o primeiro braço a ser apresentado na frente da agulha dessa vacina seria o do capitão”, afirmou Sidney ao ser questionado se como gestor municipal tivesse que definir pela aquisição da Coronavac (A vacina chinesa), para a imunização da população.

NJTV: Posto de Atendimento da CEF é assaltado em Afogados

Um assalto foi registrado esta tarde ao posto de atendimento da Caixa Econômica Federal, na Rua Diomedes Gomes, Afogados da Ingazeira. Segundo testemunhas, um elemento de bicicleta entrou na agência simulou que estava armado. Ele anunciou o assalto e  levou a quantia de R$ 2.450,00, segundo a gerente. Policiais militares  estão realizando buscas. Câmeras do circuito […]

Um assalto foi registrado esta tarde ao posto de atendimento da Caixa Econômica Federal, na Rua Diomedes Gomes, Afogados da Ingazeira. Segundo testemunhas, um elemento de bicicleta entrou na agência simulou que estava armado.

Ele anunciou o assalto e  levou a quantia de R$ 2.450,00, segundo a gerente. Policiais militares  estão realizando buscas. Câmeras do circuito de segurança revelaram características do criminoso. Ele é moreno, magro e estava usando camisa amarela.

Ao final da ação ele ainda ameaça a gerente para que não dê detalhes de sua identidade. Quem tiver alguma informação que possa levar ao criminoso pode enviar uma mensagem de WhattsApp para a PM no (87) 9-8877-0740.

Dirigente de ONG diz que Bolsonaro abandonou um milhão sem programa social no Estado

https://twitter.com/alexandrehbp/status/1463549071386361861?t=kzWkT_KLaosZXC0cQa7QcQ&s=19 Em mensagem na sua rede social,  o Coordenador do Centro Sabiá,  Alexandre Pires, acusou o governo Bolsonaro de deixar mais de um milhão de pernambucanos sem amparo social. A crítica se dá pelo número sem acesso ao novo programa social, Auxílio Brasil. “No Nordeste, onde a fome e a extrema pobreza aumentam, quase 6 […]

https://twitter.com/alexandrehbp/status/1463549071386361861?t=kzWkT_KLaosZXC0cQa7QcQ&s=19

Em mensagem na sua rede social,  o Coordenador do Centro Sabiá,  Alexandre Pires, acusou o governo Bolsonaro de deixar mais de um milhão de pernambucanos sem amparo social.

A crítica se dá pelo número sem acesso ao novo programa social, Auxílio Brasil.

“No Nordeste, onde a fome e a extrema pobreza aumentam, quase 6 milhões de famílias ficarão de fora do Auxílio Brasil. Em Pernambuco, mais de um milhão ficarão entregues a sorte. Bolsonaro tem que ser julgado por genocídio”, criticou.

Ele usa por base levantamento da ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Ela gravou um vídeo no qual explica como o atual presidente teria abandonado à própria sorte mais de 29 milhões de famílias.

Bolsonaro e Haddad disputam o 2º turno para a presidência 

O candidato do PSL ficou muito perto de vencer a eleição já no 1º turno. Votos do Nordeste impediram.  Do Diário de Pernambuco  O crescimento da candidatura do deputado Jair Bolsonaro na última semana da campanha se refletiu nas urnas e o ex-capitão ficou muito próximo de ser eleito presidente da República neste domingo (7). Às 19h, quando […]

O candidato do PSL ficou muito perto de vencer a eleição já no 1º turno. Votos do Nordeste impediram. 

Do Diário de Pernambuco 

O crescimento da candidatura do deputado Jair Bolsonaro na última semana da campanha se refletiu nas urnas e o ex-capitão ficou muito próximo de ser eleito presidente da República neste domingo (7). Às 19h, quando foi aberta a apuração para o país – já com 50% das urnas somadas – o candidato do PSL tinha 49,02% dos votos. Precisava de apenas 0,8 ponto percentual para vencer no 1º turno. Porém a segunda metade da consolidação dos votos e os desempenhos de Haddad e Ciro no Nordeste acabaram reduzindo seu desempenho. Quando a apuração atingiu 88%, Bolsonaro tinha 47,35% e, matematicamente, acabou a possibilidade de vitória.

O deputado disputará o segundo turno com Fernando Haddad (PT), que tinha 27,55% no mesmo momento da apuração. O desempenho de Ciro Gomes (PDT) foi decisivo para a confirmação do 2º turno, já que foi o único candidato a resistir a tendência de polarização e transferência dos votos nos últimos dias. Ciro recebeu 12,46% dos votos.

Abaixo dele, candidaturas que desidrataram de vez nos últimos dias. Salta aos olhos o resultado de Marina Silva (Rede), que ficou com apenas 1% – atrás de Alckmin, João Amoêdo, Henrique Meirelles e do Cabo Daciolo.  

Governadores do Nordeste definem pauta para retomar crescimento

Os governadores do Nordeste fizeram nesta quarta (29) o primeiro encontro do ano para discutir temas de interesse da região. “Entendemos que todas essas medidas são fundamentais para que a gente possa retomar a criação de empregos e a redução das desigualdades históricas no Nordeste”, disse o governador Paulo Câmara sobre a pauta do encontro. A […]

Os governadores do Nordeste fizeram nesta quarta (29) o primeiro encontro do ano para discutir temas de interesse da região. “Entendemos que todas essas medidas são fundamentais para que a gente possa retomar a criação de empregos e a redução das desigualdades históricas no Nordeste”, disse o governador Paulo Câmara sobre a pauta do encontro.

A reunião contou com as presenças do anfitrião, Camilo Santana, e dos governadores Wellington Dias (Piauí), Robinson Faria (Rio Grande do Norte), Renan Filho (Alagoas) e Ricardo Coutinho (Paraíba) e do vice-governador de Sergipe, Belivaldo Chagas. Paulo participou com os secretários Márcio Stefanni (Planejamento e Gestão) e Marcelo Barros (Fazenda).

Na “Carta de Fortaleza”, os líderes dos Estados nordestinos relacionaram temas de interesse regional: a obtenção imediata do alongamento das dívidas do BNDES sem diferenciação de fontes, incorporando todas as linhas de financiamento; liberação dos empréstimos já autorizados em 2016; a convalidação dos incentivos fiscais, fazendo a transição para um sistema que acelere o crescimento econômico das regiões Norte-Nordeste; apoio à Emenda Constitucional que autoriza a securitização da Dívida Ativa do setor público brasileiro.

Ainda o não-contingenciamento das obras hídricas no orçamento do Governo Federal; ampliação das fontes de financiamento à saúde, assegurando aos menos favorecidos o direito garantido pela Constituição Federal; definição de uma estratégia nacional de enfrentamento da questão da segurança pública; liberação da bolsa estiagem e também a suspensão dos pagamentos das dívidas dos agricultores afetados pela seca; garanti a  imediata realização dos leilões de energia solar e eólica suspensos em dezembro de 2016.

“O Brasil é um país muito grande. Não dá para discutir um tema da seriedade, da importância da Reforma da Previdência sem ter um olhar para a peculiaridade regional. Precisamos separar a Previdência da Seguridade Social. Todos sabemos, por exemplo, que o maior contigente de trabalhadores rurais está na nossa região. São pessoas que precisam de um tratamento diferenciado”, avaliou Paulo, ao falar sobre a Reforma da Previdência.