Trecho do Alto Pajeú da requalificação da PE 275 chega a 70%
Por Nill Júnior
O Governo de Pernambuco está reconstruindo a PE-275, um dos maiores alvos de questionamentos na região.
A requalificação se inicia em Sertânia, sendo o grande eixo rodoviário do Alto Pajeú, cortando 18 localidades. As intervenções na rodovia estão sendo realizadas em três etapas, contemplando, ao todo, 71 quilômetros.
A primeira fase das obras foi concluída em maio deste ano e beneficia a extensão de 11 quilômetros, que vai do entroncamento com a PE-280 até o distrito de Albuquerque Né, em Sertânia.
Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, no momento, os serviços estão em andamento no segundo e no terceiro subtrecho da via.
O segmento entre Albuquerque Né e Tuparetama, com 45 quilômetros de extensão, está recebendo as ações de drenagem e sinalização da pista. Já no trecho entre Ambó e a divisa com a Paraíba, com 15 quilômetros de extensão, está sendo executado o serviço de pavimentação.
Com investimento total de R$ 56 milhões, a requalificação da PE-275 beneficiará mais de 560 mil sertanejos no Sertão do Pajeú. As obras devem ser concluídas até o final deste ano.
Por Anchieta Santos Na condição de principal cabo eleitoral do vice-prefeito José Amaral, pré-candidato à sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB), o médico e ex-prefeito de Tabira por dois mandatos Josete Amaral, falou nesta terça-feira (14.01), ao comunicador na Rádio Cidade FM. Josete enfrentou questionamentos diversos como: o apoio a chapa Zé de Bira/Edgley Freitas […]
Na condição de principal cabo eleitoral do vice-prefeito José Amaral, pré-candidato à sucessão do Prefeito Sebastião Dias (PTB), o médico e ex-prefeito de Tabira por dois mandatos Josete Amaral, falou nesta terça-feira (14.01), ao comunicador na Rádio Cidade FM.
Josete enfrentou questionamentos diversos como: o apoio a chapa Zé de Bira/Edgley Freitas mesmo com o irmão José Amaral sendo candidato a vice na chapa do Prefeito Sebastião Dias em 2016.
Se a atuação como vice ou o fato de ser irmão do ex-prefeito Josete é que credencia José a ser prefeito. Sobre a crítica de que José Amaral como Secretário do governo Josete teria desgastado a gestão.
Também falou sobre a possibilidade de voltar a morar em Tabira e dirigir o hospital municipal. Ainda sobre o discurso de José que se coloca como candidato natural do bloco governista e a ameaça de que sendo vetado pelo bloco governista poderia se aliar ao desafeto Dinca Brandino.
Inicialmente Josete Amaral afirmou que cada eleição tem sua história e desta vez defende a candidatura do irmão. Sem citar a atuação como vice, Josete disse que José é atencioso e fez bom trabalho como secretário.
Para responder sobre a forte influência do irmão em seu governo, o ex-prefeito subiu o tom parecendo não ter gostado da citação e garantiu que em sua administração foi ele quem esteve à frente das decisões.
Não entende que o Prefeito Sebastião tenha candidato natural e que o grupo é que deve escolher o nome. Prometeu ir à luta no porta-porta da campanha se o irmão for candidato, fazendo diferente até mesmo do processo onde disputou a reeleição.
Amaral admitiu colaborar com o hospital, mas não confirmou a possibilidade de voltar a morar em Tabira e rechaçou qualquer possibilidade de apoiar José Amaral em eventual aliança com Dinca. “Jamais teria o meu apoio. Ele seria deserdado”.
Parecendo incomodado pelas perguntas, o médico encerrou a entrevista feita por telefone justificando que precisava atender um paciente que acabava de chegar em estado gravíssimo ao Hospital onde ele estava.
A prefeitura de Tabira, por meio da secretaria municipal da Fazenda vem por meio dessa nota comunicar à população tabirense e ao povo em geral que não houve nenhum vazamento da folha de pagamento da prefeitura como está a notícia veiculada em redes sociais e divulgada em blogs. O secretário da fazenda, Afonso Amaral, informa […]
A prefeitura de Tabira, por meio da secretaria municipal da Fazenda vem por meio dessa nota comunicar à população tabirense e ao povo em geral que não houve nenhum vazamento da folha de pagamento da prefeitura como está a notícia veiculada em redes sociais e divulgada em blogs.
O secretário da fazenda, Afonso Amaral, informa que o trabalho é transparente, não existe ocultação de informação, muito menos a respeito do salário dos funcionários, uma vez que a Lei 12.527/2011 garante a todos o acesso à informação através de vários mecanismos, entre eles, o portal da transparência. A lei disciplina o que já está previsto nos artigos 5º, 37 e 216 da Constituição Federal.
“Não estamos fazendo nada às escuras nem muito menos negando informações. Tudo que o cidadão ou a cidadã quiser saber sobre a gestão pode acessar o portal da transparência do Governo federal, estadual ou municipal. Nosso intuito é fazer cumprir a lei 12.527/2011, fazendo assim valer o princípio da legalidade”. Informou Afonso Amaral.
Em sua fala o secretário da Fazenda chamou à atenção de pessoas que vivem na busca da negatividade e disse que muitos dos que fazem a mídia precisam saber o que é ética jornalística, imparcialidade na divulgação ou informação de notícias. “É lamentável saber que algumas pessoas desinformadas ou por maldade mesmo tentam ludibriar a população praticando jornalismo com cunho sensacionalista”, desabafou o secretário Afonso Amaral.
do JC Online O candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) rechaçou nesta segunda-feira (7) a tese de divisão no partido por causa da formação dos palanques nos Estados. Após reunião com os presidentes de diretórios regionais em Brasília, Eduardo negou a existência de dissidentes e disse que o partido está unido em torno da campanha […]
O candidato a presidente Eduardo Campos (PSB) rechaçou nesta segunda-feira (7) a tese de divisão no partido por causa da formação dos palanques nos Estados. Após reunião com os presidentes de diretórios regionais em Brasília, Eduardo negou a existência de dissidentes e disse que o partido está unido em torno da campanha presidencial. “O partido está unido e coeso em relação ao projeto nacional”, respondeu.
Na última semana, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), rejeitou a candidatura própria da legenda ao governo de Minas Gerais, que será encabeçada pelo candidato Tarcísio Delgado. Na ocasião, Lacerda reafirmou o apoio ao candidato a governador Pimenta da Veiga (PSDB). “Não há dissidência no partido em relação ao projeto nacional”, declarou o prefeito de Belo Horizonte. Para Eduardo, a formação de palanques estaduais é uma discussão que já passou.
Casas de Eduardo
Na tarde desta segunda-feira, Eduardo pediu para que os dirigentes estaduais sigam a estratégia de discussão nacional, reúnam as coligações locais pró-Eduardo e Marina Silva (PSB) e façam sugestões de agenda para as próximas semanas. “Nossa tarefa é multiplicar a campanha”, afirmou o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS).
Nesta estratégia de multiplicação, Eduardo anunciou que serão criadas as “Casas de Eduardo e Marina”, um modelo de comitê domiciliar criado em 2010 pela campanha presidencial de Marina Silva. Ao deixar a sede nacional do PSB em direção ao Recife, Eduardo fez um palpite para o jogo Brasil e Alemanha pelas semifinais da Copa do Mundo. “Eu vou de 2 a 1 (para o Brasil).”
A edição especial do Jornal Nacional da noite da última sexta-feira (24) mexeu com os ânimos da Internet. Ao longo de toda a semana, o telejornal apresentou uma série com as reportagens mais impactantes que marcaram os 50 anos da Rede Globo. Para fechar o especial, Cid Moreira e Sérgio Chapelin foram homenegeados e convidados […]
A edição especial do Jornal Nacional da noite da última sexta-feira (24) mexeu com os ânimos da Internet. Ao longo de toda a semana, o telejornal apresentou uma série com as reportagens mais impactantes que marcaram os 50 anos da Rede Globo.
Para fechar o especial, Cid Moreira e Sérgio Chapelin foram homenegeados e convidados a voltar à bancada, ao lado de William Bonner e Renata Vasconcellos.
Os lendários âncoras do telejornal causaram repercussão e muitos telespectadores usaram o Twitter para comentar o assunto com um toque de nostalgia.
Famosos como Tiago Leifert, Otaviano Costa, e o próprio Bonner twittaram sobre o tema. “Bora rever a última década do jornalismo da Globo. E curtir a homenagem ao Cid Moreira e ao Sérgio Chapelin”, escreveu.
Algumas celebridades usaram do bom humor para opinar sobre o programa. “Emocionante a emoção de Cid e Chapelin. Aliás Chapelin ainda está um gato. (Essa segunda parte foi dispensável)”, brincou o humorista Marcelo Adnet.”O Cid vai dar boa noite. Me sinto com 15 anos de novo!”, comentou a atriz Leandra Leal.
Em depoimento sigiloso à Justiça Eleitoral, a empresária Mônica Moura definiu a Odebrecht como um “quarto poder” que expandiu sua atuação para todas as áreas no Brasil e pagou “todo mundo”. Segundo a delatora, a empreiteira assumiu totalmente o caixa 2 do marketing político da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República em […]
Em depoimento sigiloso à Justiça Eleitoral, a empresária Mônica Moura definiu a Odebrecht como um “quarto poder” que expandiu sua atuação para todas as áreas no Brasil e pagou “todo mundo”. Segundo a delatora, a empreiteira assumiu totalmente o caixa 2 do marketing político da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República em 2014.
Mônica tratava de questões financeiras e operacionais da campanha, enquanto o marqueteiro João Santana, seu marido, cuidava da parte criativa. Os dois prestaram depoimento na segunda-feira passada no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no âmbito da ação que apura se a chapa de Dilma e Michel Temer (PMDB) cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014.
Relator da ação, o ministro Herman Benjamin viajou a Salvador para acompanhar o depoimento e questionou Mônica se a Odebrecht era uma espécie de “banco informal”.
“Quarto poder”, respondeu Mônica a Herman. “Vendo hoje o que eu vejo, meio assustada pela amplitude e com a dimensão da coisa que a gente vê aqui, eles pagaram todo mundo. Vejo a Odebrecht como um quarto poder da República, porque eles praticamente estavam em todas as áreas”, completou.
Mônica afirmou que chegou a pensar que ela e o marido eram os únicos que recebiam recursos não contabilizados da empreiteira. “Eu não imaginava que eles pagavam deputado, que eles pagavam campanha de todo mundo. Não sabia. Não tinha nem a mais pífia ideia”, disse.
Procurada, a Odebrecht informou que “já reconheceu os seus erros pediu desculpas públicas, assinou um acordo de leniência com as autoridades brasileira, suíças, americanas e da República Dominicana, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”.
Caixa 2 – Para Mônica Moura, houve uso de caixa 2 em campanhas eleitorais do ano passado, mesmo com o avanço da Lava Jato e a proibição de doações de empresas. “O senhor imagina que agora, em 2016, não teve caixa 2?”, disse a Herman. “É obvio que teve. Mesmo com as medidas tomadas, com um monte de gente presa, houve sim caixa 2, porque não tem como fazer, não existe a possibilidade”, declarou.
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