Tragédia com serra-talhadenses é destaque na imprensa nacional
Caso teve grande repercussão na imprensa

Prefeito decretou luto oficial na cidade
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, lamentou em nota a morte de João Batista Magalhães e familiares, na ação criminosa que aconteceu em Milagres, no Ceará.
De acordo com familiares, João Batista tinha ido a Juazeiro do Norte, no Ceará, por volta 21h30, buscar três parentes que estavam vindo de São Paulo para passar os festejos de fim de ano em Pernambuco. A cunhada de João, Claudineide, acompanhada do marido, Cícero, e do filho, Gustavo, foram feitos reféns e mortos no tiroteio. O voo deles chegou na cidade às 23h.
Quando João, que também estava com o filho, Vinícius Magalhães, de 14 anos, voltava para Serra Talhada passou pelo local onde estava acontecendo a tentativa de assalto. Os criminosos tomaram o carro e fizeram o empresário, o adolescente e as três pessoas vindas de São Paulo de reféns, conforme informaram os familiares.
“É com forte sentimento de comoção e pesar, que me solidarizo com a família do nosso amigo João Batista Magalhães, empresário serra-talhadense, que foi vítima, junto de outros familiares, de uma tragédia quando retornava para a nossa cidade.
Desejo que Deus conforte toda a sua família e que dê forças para que a dor que sentem nesse momento seja amenizada. Serra Talhada está entristecida e enlutada. Diante deste lamentável episódio, decretei Luto Oficial no município”, disse o gestor.
A Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada (CMST) também lamentou o episódio. “Neste momento de luto e consternação que tomou conta de Serra Talhada, o presidente Nailson Gomes, juntamente com todos os vereadores e servidores da CMST, se solidariza e deseja forças à família enlutada e aos amigos de João Magalhães e de todas as demais vítimas. Que Deus possa confortar seus corações e lhes conceder forças para seguir adiante”, diz a nota.
O Governo de Pernambuco, por intermédio do secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, realizou contato com a secretária de Justiça e Cidadania do Ceará, Socorro França, para pactuar ações de apoio relacionadas ao fato.
O secretário solicitou uma maior agilidade na liberação das perícias tanatoscópicas das vítimas pernambucanas. Pelas informações obtidas até o momento, serão solicitados esclarecimentos do fato que deverá ficar sob responsabilidade da Corregedoria Geral de Segurança Pública e Defesa Social do Ceará. Para o secretário Pedro Eurico “São vítimas que foram chacinadas numa operação aparentemente infeliz”.
“No mesmo sentido, a equipe da SJDH atuará no apoio psicológico, assistencial e jurídico aos familiares das vítimas e, neste momento, a equipe do Centro Estadual de Apoio a Vítimas de Violência (Ceav) se desloca para o município”, diz a nota.
O caso repercute nos principais portais de imprensa do país. No G1, um dos destaques : “Empresário e filho morrem durante tentativa de assalto no CE. Outros 3 parentes entre as vítimas”. O UOL destaca a prisão de dois dos acusados após ação. O programa Cidade Alerta, com José Luiz Datena, deu grande parte do tempo ao episódio, explorando os últimos casos no país e lamentando as mortes da família.



Está em vigor a partir deste 1º de agosto de 2024 a Lei 14.942, que institui o programa Banco Vermelho, um marco na luta contra a violência doméstica e o feminicídio no Brasil. O projeto, de autoria da deputada federal Maria Arraes (SD-PE), prevê a instalação de bancos pintados de vermelho em locais públicos, acompanhados de mensagens de incentivo à reflexão e informações sobre canais de suporte e denúncia, como o Ligue 180.

O Prefeito Alessandro Palmeira inaugurou na última sexta (13) mais uma rua pavimentada em sua gestão, a terceira em menos de dez dias. Foi a Rua Antônio José de Souza, no bairro Sobreira, que recebeu 783 metros quadrados de pavimentação em paralelo, num investimento de R$ 90 mil.
A Polícia Federal já tem elementos suficientes para indiciar Michelle Bolsonaro no caso das joias. Segundo investigadores ouvidos pelo blog da Andréia Sadi, ela será ouvida, mas não há pressa para convocá-la para depor justamente por já ser possível dar andamento ao indiciamento com os elementos existentes.














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