Ex-prefeito também elogiou prefeito Patriota pela atuação contra o coronavírus.
Com o nome constando na lista de contas rejeitadas do TCU – Tribunal de Contas da União, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, falou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM de Tabira.
Basicamente Totonho reafirmou o que já havia informado o advogado Walber Agra ao Blog do Nil: “Primeiro que as contas ainda estão em fase recursal. Segundo o fato de constar na lista não significa inelegibilidade. Estou bastante tranquilo quanto a isso”, disse.
Provocado a falar sobre o entendimento com o Prefeito José Patriota para a sucessão municipal, Totonho declarou que são 32 anos de convivência com Patriota na Frente Popular: “Ao longo desses anos já discordamos sobre alguns temas, mas quando o assunto é Afogados da Ingazeira, sempre nos entendemos. A história está aí para comprovar”.
Valadares ressaltou ter sido procurado pelo gestor para uma reunião que durou 4h com presenças do vereador Daniel Valadares e do Procurador do Município Carlos Marques.
Durante o encontro tudo foi levado em consideração, inclusive o momento enfrentado pelo país com crise na saúde, na econômica e na política. “Concordei com Patriota e o nosso compromisso é pela unidade em favor do nosso município”.
Totonho assegurou que o seu nome segue como pré-candidato e que passada a pandemia do Coronavírus ele voltará a sentar com o Prefeito José Patriota para definir como será a formação da chapa que através de consenso na Frente Popular será defendida para governar Afogados.
Sem contar que existe a dúvida sobre a realização ou não das eleições municipais ainda este ano.
Totonho encerrou sua participação elogiando o Prefeito José Patriota no enfrentamento a Covid-19 que segundo ele merece destaque especial por Afogados seguir sem nenhum caso confirmado até o momento.
Por Magno Martins, em seu blog Berço da poesia, do repente e do improviso, de monstros sagrados da viola, como Lourival Pinto e Rogaciano Leite, o Sertão do Pajeú, afamado também pelas suas vaquejadas, usou o poder do voto nas eleições municipais deste ano na pequena Calumbi, a 360 km do Recife, para mandar ao […]
Berço da poesia, do repente e do improviso, de monstros sagrados da viola, como Lourival Pinto e Rogaciano Leite, o Sertão do Pajeú, afamado também pelas suas vaquejadas, usou o poder do voto nas eleições municipais deste ano na pequena Calumbi, a 360 km do Recife, para mandar ao parlamento municipal um autêntico vaqueiro, provavelmente um dos únicos eleitos no Nordeste. Aos 33 anos de idade e 20 derrubando boi na caatinga, Robério de Lima e Silva, ou simplesmente Robério Vaqueiro, nome usado na urna eletrônica, troca, a partir de janeiro, o gibão pelo paletó e a gravata.
A troca ainda é teórica, porque, na prática, pelo menos na posse em 1 de janeiro, ele pensa em adentrar na Câmara de Vereadores, pela primeira vez, trajando a mesma roupa das pegadas de boi, onde já quebrou o nariz, ganhou fortes ferimentos nos braços e nas pernas e, recentemente, quase perde um dos olhos. O vaqueiro trabalha com o boi, vive em função do boi, veste roupa feita com couro de boi.
A véstia do vaqueiro, de couro, resiste aos espinhos da caatinga, é a sua couraça, a sua armadura. O couro, em geral, é curtido por processos primitivos, ficando, com uma cor de ferrugem, flexível, macio, sem pelos. O gibão é o paletó de couro de vaqueta. Enfeitado com pespontos, fechado com cordões de couro.
O parapeito, como o nome indica, protege o peito. Uma alça que passa pelo pescoço o segura. A perneira é uma perna de calça que cobre do pé até a virilha. As perneiras ficam presas na cintura. São duas pernas de calça soltas, deixando o corpo livre para cavalgar. As luvas cobrem as costas das mãos e deixam os dedos livres.
Nos pés, as alpercatas simples ou complicadas como as dos cangaceiros. Às vezes usam botinas, um sapatão fechado. E na cabeça o chapéu, que protege o vaqueiro do sol e dos golpes traiçoeiros da caatinga. Na sua copa, às vezes bebem água ou comem. O jaleco parece um bolero, feito de couro de carneiro. É usado geralmente em festas. O jaleco tem duas frentes. Uma para o frio da noite, onde conservam a lá, outra liso para o calor do dia.
“Ainda estou consultando a vaqueirama que me elegeu, mas se o regimento permitir vou tomar posse com minha roupa de trabalho”, diz Robério. Filiado ao PSB, Robério foi o terceiro vereador mais votado de Calumbi, com 512 votos, correspondente a 10,61% dos votos válidos. Conseguiu a façanha de ser a única renovação na Câmara, que reelegeu oito dos seus novos integrantes, fenômeno que contrariou o altíssimo percentual de mudança nas câmaras da região e do País.
Na política, a única referência dele é o tio Chico dos Correios, do PT, atual vice-prefeito do vizinho município de Flores. Derrotado na chapa que tentou a reeleição, Chico passará a assessorar o sobrinho na Câmara de Calumbi. “Robério é um dos melhores vaqueiros do Pajeú, um agricultor pobre e sofrido de nossa região, mas com vocação também para a política”, diz o tio. Segundo ele, um dos motes iniciais do trabalho do sobrinho será a defesa da vaquejada, esporte e atividade econômica no Nordeste.
“O Supremo tem, no meu entender, coisas mais importantes para cuidar do que está se preocupando com vaquejada”, desabafa o vereador-vaqueiro, que também vai defender a preservação do esporte como componente cultural em seu município. No sítio Carnaúba, a 2 km do centro da cidade, aonde mora com a esposa Aline e dois filhos, o mais velho de 15 anos já chegado a uma pega de boi, Robério arrastou 150 votos, boa parte dos vaqueiros ou apreciadores da arte. O restante foi pulverizado nos demais redutos eleitorais no campo e no perímetro urbano também.
Robério já ganhou vários prémios em pega de boi pelo Nordeste. Arriscando a vida na caatinga fechada, recentemente quebrou o nariz numa queda. “O prêmio valia R$ 150 e acabei no prejuízo, gastando mais de R$ 5 mil na cirurgia para deixar o danado do nariz no lugar”, conta ele. Apesar das recomendações médicas, com 15 dias Robério estava de volta ao mato e, brincando, revela que o curativo foi tirado na caatinga, arrastado por um garrancho.
Agricultor, vaqueiro e também bacamarteiro, Robério não é, entretanto, daqueles com dotes também para o tradicional aboio, um canto sem palavras, entoado na condução do gado para os currais ou no trabalho de guiar a boiada para a pastagem. É um canto ou toada um tanto dolente, uma melodia lenta, bem adaptada ao andar vagaroso dos animais, finalizado sempre por uma frase de incitamento à boiada: ei boi! Boi surubim! Ei, lá, bonzinho!
Saindo da caatinga braba para a seara da política na Câmara, Robério fará oposição à prefeita Sandra da Farmácia, uma das raras espécies do petismo eleita, derrubando uma velha oligarquia. “Não farei oposição ao que for de interesse do município”, avisa, adiantando que sua pauta será a defesa do agricultor, da sua região e dos vaqueiros. “Estarei na Câmara lutando por minha gente, pelos pobres e sacrificados de Calumbi”, acrescenta.
Por Thyago André – Triunfo FM Após uma semana de especulações e tensões políticas em Triunfo, o pré-candidato Eduardo Melo trouxe um desfecho surpreendente ao anunciar a adesão do vereador Zé Carlos de Solon ao seu grupo político. A decisão veio após uma entrevista exclusiva do prefeito Luciano Bonfim no programa Rádio Notícias da Triunfo […]
Após uma semana de especulações e tensões políticas em Triunfo, o pré-candidato Eduardo Melo trouxe um desfecho surpreendente ao anunciar a adesão do vereador Zé Carlos de Solon ao seu grupo político.
A decisão veio após uma entrevista exclusiva do prefeito Luciano Bonfim no programa Rádio Notícias da Triunfo FM, na qual o gestor municipal questionou publicamente a posição do vereador em relação aos rumos políticos da cidade.
Na entrevista, Bonfim expressou sua desconfiança em relação a supostas jogadas políticas duplas por parte do vereador Zé Carlos, deixando claro que esperava uma posição definida por parte do parlamentar. A repercussão foi imediata, gerando uma onda de especulações sobre qual seria o próximo passo do vereador.
Entretanto, neste sábado pela manhã, Eduardo Melo pôs fim às especulações ao anunciar a integração de Zé Carlos ao seu grupo político em uma postagem nas redes sociais. Com isso, o vereador deixa de ser uma incógnita e passa a integrar oficialmente a oposição em Triunfo.
O anúncio de Melo não apenas consolidou uma nova aliança política na cidade, mas também redefiniu o tabuleiro político local, preparando o terreno para as próximas movimentações rumo às eleições municipais.
Agora, resta acompanhar de perto os desdobramentos dessa nova configuração política e seu impacto nas estratégias dos demais atores políticos da cidade.
Prefeito José Patriota decretou luto oficial de três dias Silvério Queiroz, na foto ao lado na inauguração da barragem de Brotas em 1976, que faleceu hoje em Afogados, é um dos poucos casos na história em que parentes de primeiro grau geriram Afogados. Ele era um dos filhos do ex-prefeito e líder político Zezé Rodrigues. […]
Prefeito José Patriota decretou luto oficial de três dias
Silvério Queiroz, na foto ao lado na inauguração da barragem de Brotas em 1976, que faleceu hoje em Afogados, é um dos poucos casos na história em que parentes de primeiro grau geriram Afogados.
Ele era um dos filhos do ex-prefeito e líder político Zezé Rodrigues. Também era irmão do atual Secretário de Infraestrutura, Silvano Brito e da professora Suzana Brito.
Silvério Queiroz tinha 74 anos e já vinha com a saúde debilitada. Ele foi prefeito na gestão de 1973 a 1977. Seu ciclo foi marcado pela construção da Barragem de Brotas, quando ele era prefeito e o governador era Eraldo Gueiros. Sempre que falava da entrega do reservatório, costumava se emocionar destacando a importância da obra.
O historiador Fernando Pires destacou nowww.afogadosdaingazeira.com alguns episódios da vida política de Silvério: em 8 de junho de 1972, foi lançado oficialmente seu nome, então universitário, com 26 anos, para a sucessão de João Alves Filho. Silvério era quartanista de Direito da Universidade Federal de Pernambuco.
A escolha, para a sucessão municipal, foi feita pelo Diretório da Arena, que tem 21 componentes. Dezenove deles, entre os quais o prefeito João Alves, lançaram o nome de Silvério para candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira.
Administrou a cidade entre 1 de janeiro de 1973 e 31 de dezembro de 1976. Em 2 de agosto de 1974 participou de inspeção técnica na Barragem de Brotas. O prefeito e técnicos percorreram toda a extensão da barragem, de 569 metros, onde identificaram os marcos do projeto e estabeleceram a melhor área para o canteiro de obras.
Em 13 de agosto de 1976, Silvério Queiroz de Brito confirmou seu apoio à candidatura de José Geraldo de Moura, nome homologado na convenção da Arena, realizada no último domingo. A convenção apontou ainda os candidatos João Alves Filho (Arena 2) e Antônio Mariano de Brito (Arena 3).
Em sua gestão ainda foi construída a principal praça de esportes da cidade, o Estádio Valdemar Viana de Araújo. Ex-marido da comerciante Iara Nascimento, com quem teve dois filhos: o empresário Wagner Nascimento, da WN Empreendimentos, ex-secretário de Cultura do município, e a psicóloga Manoella Nascimento. O sepultamento ocorreu esta tarde no jazigo da família no Cemitério São Judas Tadeu.
Luto oficial: o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, “considerando o legado deixado pelo Dr. José Silvério Queiroz de Brito, servidor público estadual, Advogado Militante formado na Universidade Federal de Pernambuco e Prefeito deste Município na gestão de 1973 a 1976, decretou luto oficial de três dias.
O gestor também considerou “seus serviços prestados ao Município de Afogados da Ingazeira e Região do Pajeú, tendo a honra de ser o Gestor Municipal durante o período de construção de um dos símbolos do nosso Município e principal manancial de água deste e da Região, a Barragem de Brotas”.
Ainda os laços afetivos e sociais que sempre manteve com o município de Afogados da Ingazeira – PE, a quem permanentemente buscou servir da melhor maneira possível e a dor sofrida pelos seus familiares e inúmeros amigos, causada pelo seu repentino falecimento.
O Governo Municipal de Itapetim está trocando a iluminação tradicional da cidade por lâmpadas de LED. A ação chegou à Avenida Paulino Soares, do Hospital até a Igreja Matriz. O trecho agora está bem iluminado, levando beleza e proporcionando mais qualidade de vida e segurança à população. A troca da iluminação já foi realizada nas […]
O Governo Municipal de Itapetim está trocando a iluminação tradicional da cidade por lâmpadas de LED.
A ação chegou à Avenida Paulino Soares, do Hospital até a Igreja Matriz. O trecho agora está bem iluminado, levando beleza e proporcionando mais qualidade de vida e segurança à população.
A troca da iluminação já foi realizada nas praças centrais e também será estendida para outras ruas da sede, além dos distritos de Piedade e São Vicente, .
A média de gastos da Presidência da República com cartão corporativo segue alta no governo de Jair Bolsonaro (sem partido) mesmo diante da atual pandemia do coronavírus, que afetou a atividade econômica e estabeleceu o isolamento social. Até novembro deste ano, fatura mais recente divulgada pelo Portal da Transparência, o atual governo teve uma média […]
A média de gastos da Presidência da República com cartão corporativo segue alta no governo de Jair Bolsonaro (sem partido) mesmo diante da atual pandemia do coronavírus, que afetou a atividade econômica e estabeleceu o isolamento social.
Até novembro deste ano, fatura mais recente divulgada pelo Portal da Transparência, o atual governo teve uma média mensal de desembolso superior à de Michel Temer (MDB) e próxima à de Dilma Rousseff (PT).
Na gestão atual, foi gasto em média até agora R$ 672,1 mil por mês, o que representa uma alta de 51,7% em relação ao governo do emedebista. A despesa em relação à administração da petista foi 2,6% menor.
Por mês, Dilma teve uma média de gastos de R$ 690,2 mil, enquanto Temer despendeu R$ 442,9 mil. Os dados são do Portal da Transparência do governo federal, que reúne informações de 2013 a 2020. Os valores foram corrigidos pela inflação do período.
Dilma, Temer e Bolsonaro tiveram as mesmas regras para uso dos cartões. Não houve mudança nos critérios desde 2008, segundo o Palácio do Planalto.
Naquele ano, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) adotou restrições, como limitação de saques, diante de compras abusivas realizadas com esse recurso. Leia a íntegra da matéria de Thiago Resende e Gustavo Uribe para a Folha de S. Paulo.
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