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Marília lidera corrida para o Senado em PE, seguida de Humberto e Miguel

Por Nill Júnior

O nome do Solidariedade, Marília Arraes, lidera a disputa ao Senado segundo levantamento do Instituto Múltipla realizado entre os dias 3 e 7 de fevereiro com 1.200 entrevistas.

No cenário estimulado, ela tem 30% das intenções de voto. Em seguida estão Humberto Costa, com 19%, e Miguel Coelho, com 11%. Gilson Machado registra 9%, Anderson Ferreira 7%, Dudu da Fonte e Silvio Costa Filho somam 6% e 5%, respectivamente. Jô Cavalcanti e Fernando Dueire aparecem com 5% e 4%.

Apesar da definição de posições na dianteira, os números revelam que o eleitorado ainda apresenta elevado índice de indefinição. Para a segunda vaga, 18% declaram voto branco ou nulo e 26% dizem estar indecisos ou preferem não opinar. Há ainda 9% que indicam branco ou nulo para as duas vagas.

Na comparação com o levantamento anterior, os percentuais indicam oscilações dentro da margem de erro, mantendo o quadro de liderança de Marília Arraes e a disputa concentrada entre nomes já conhecidos do eleitorado pernambucano.

O levantamento do Instituto Múltipla foi realizado entre os dias 3 e 7 de fevereiro, com 1.200 entrevistas em todas as mesorregiões de Pernambuco. Tem margem de erro de 2,8 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada sob os números PE–01312/2026 e BR–03057/2026.

#multipla

Outras Notícias

Custódia tem aglomeração e desrespeito nas ruas

Imagens que chegam ao blog mostram o desrespeito de militantes no município de Custódia, no Moxotó. Muitos desrespeitam todas as normas de prevenção à Covid-19 e a determinação do TRE. Há uma espécie de disputa e provocação entre as militâncias. É preciso a ação de MP, Judiciário e PM imediatamente ou ao final com o […]

Imagens que chegam ao blog mostram o desrespeito de militantes no município de Custódia, no Moxotó.

Muitos desrespeitam todas as normas de prevenção à Covid-19 e a determinação do TRE. Há uma espécie de disputa e provocação entre as militâncias.

É preciso a ação de MP, Judiciário e PM imediatamente ou ao final com o resultado divulgado haverá explosão de desrespeito nas ruas.

Na cidade, disputam o voto Manuca de Zé do Povo, do PSD e Marcílio Ferraz, do Avante. O município registra flagrantes de desrespeito e aglomeração desde o lançamento das candidaturas. 

Golpistas usam nome e foto de Edson Henrique para aplicar golpes pelo WhatsApp

O vereador e candidato a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira pela Coligação União Pelo Povo, Edson Henrique (PP), alertou a população sobre um golpe que está sendo aplicado em seu nome via WhatsApp. Criminosos estão utilizando sua foto e se passando por ele para tentar enganar pessoas e solicitar transferências financeiras. “Um amigo me enviou […]

O vereador e candidato a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira pela Coligação União Pelo Povo, Edson Henrique (PP), alertou a população sobre um golpe que está sendo aplicado em seu nome via WhatsApp. Criminosos estão utilizando sua foto e se passando por ele para tentar enganar pessoas e solicitar transferências financeiras.

“Um amigo me enviou um print de uma conversa na qual alguém, se passando por mim, pedia para a pessoa realizar uma operação financeira, alegando problemas no aplicativo do banco. Quero deixar bem claro que não sou eu. Se alguém receber mensagem em meu nome pedindo valores em dinheiro ou para fazer qualquer operação financeira, não faça. Denuncie à polícia”, declarou Edson Henrique.

O número utilizado pelos golpistas para cometer as fraudes é (87) 98832-4138. O candidato reforçou a importância de não realizar nenhum tipo de transação ou fornecimento de informações pessoais e pediu que qualquer tentativa de golpe seja reportada às autoridades competentes.

Golpes desse tipo, que envolvem o uso de perfis falsos em aplicativos de mensagens, têm se tornado frequentes em todo o país. A prática tem como objetivo enganar as vítimas, explorando a confiança gerada pela identificação visual e o nome de figuras públicas.

As autoridades locais já foram informadas sobre o golpe, e medidas estão sendo tomadas para investigar o caso.

Em artigo, Armando Monteiro fala em falência do Pacto Pela Vida

Por Armando Monteiro Neto* Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no ano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada […]

Por Armando Monteiro Neto*

Em 2015, a cada duas horas um pernambucano foi assassinado: foram quase 3.900 mortes violentas no ano, o que representou um crescimento de 12% em relação ao ano anterior. Aumentaram também, de forma significativa, os assaltos a ônibus, roubos de carro e explosões de caixas eletrônicos. E este ano a escalada de violência continua.

Se é verdade que a segurança pública é um problema em todo o país, também é fato há diferenças importantes entre regiões e mesmo entre Estados. No Nordeste, por exemplo, Alagoas reduziu em 21% a taxa de homicídios, e o Ceará registrou queda de 9% – ao contrário do que aconteceu em Pernambuco.

O que acontece em nosso Estado? Por que o Pacto pela Vida, que foi referência nacional ao reduzir o número de assassinatos em 30% entre 2007 e 2013, agora sofre tal retrocesso?

Na raiz dos problemas de hoje estão ausência de gestão e de comprometimento do governo estadual com as metas do programa e com o acompanhamento dos indicadores de criminalidade. Faltou investimento em áreas essenciais de tecnologia, inteligência e infraestrutura. Não foi institucionalizado um fórum de segurança pública, com participação das organizações da sociedade civil para acompanhar e monitorar o programa.

Este diagnóstico não é meu, é do idealizador do Pacto Pela Vida, o sociólogo José Luiz Ratton, que foi incisivo em sua entrevista recente neste mesmo JC: para ele, o programa morreu.

Em gestões passadas, o governador participava diretamente das reuniões e impunha um sentido de urgência. Hoje, existe afastamento proposital do tema, talvez pelos índices desastrosos e pela sensação de insegurança que inquieta o povo pernambucano. Enquanto isso, o Pacto pela Vida sobrevive apenas na propaganda do governo.

O Brasil precisa de uma política nacional de segurança pública, em que possamos valorizar a cooperação federativa no combate à criminalidade, melhorar e ampliar o nosso sistema penitenciário e proteger nossas fronteiras do tráfico de drogas e armas.

Mas Pernambuco não pode assistir passivamente ao aumento da criminalidade. Nossa população reclama por medidas urgentes, que coloquem um freio à escalada de violência e tragam paz e segurança para as ruas e os lares das nossas cidades.

*Armando Monteiro Neto é senador pelo PTB e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

Lançamento do documentário “O Bem Virá” acontece neste sábado

Será lançado, neste sábado (12), no IX CachoeiraDoc, o documentário “O Bem Virá”, que conta, a partir de uma fotografia, a história de treze mulheres grávidas, trabalhadoras rurais, numa frente de emergência, durante duro de seca no Sertão do Pajeú. O documentário é dirigido pela professora sertaneja, Uilma Queiroz, que desenvolveu a ideia, a partir […]

Será lançado, neste sábado (12), no IX CachoeiraDoc, o documentário “O Bem Virá”, que conta, a partir de uma fotografia, a história de treze mulheres grávidas, trabalhadoras rurais, numa frente de emergência, durante duro de seca no Sertão do Pajeú.

O documentário é dirigido pela professora sertaneja, Uilma Queiroz, que desenvolveu a ideia, a partir de uma fotografia datada de 1983, onde aparecem essas treze mulheres.

O filme estará disponível entre 12 e 20 de dezembro de 2020. E pode ser visto no site do CahoeiraDoc no link: https://www.cachoeiradoc.com.br/festival/mostra-de-documentarios-brasileiros/programa3/

No dia 14 de dezembro, às 19h acontece um debate sobre o documentário no YouTube do IX CachoeiraDoc: https://www.youtube.com/watch?v=a5F6C20MMzk

Sinopse: Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a miséria.

Veja números da apuração no Pajeú

Haddad ganhou em todas as cidades. maior percentual foi alcançado em Quixaba e Calumbi. Nas três maiores cidades da região, índice oscilou entre 77,25% e 78,39%. Em Serra Talhada, maior colégio eleitoral do Pajeú, Haddad teve 77,27% dos votos ou 33.354. Bolsonaro obteve 22,73%, 0u 9.809 votos. Em Tabira, Haddad obteve 13.138 votos contra 2.083 votos […]

Haddad ganhou em todas as cidades. maior percentual foi alcançado em Quixaba e Calumbi. Nas três maiores cidades da região, índice oscilou entre 77,25% e 78,39%.

Em Serra Talhada, maior colégio eleitoral do Pajeú, Haddad teve 77,27% dos votos ou 33.354. Bolsonaro obteve 22,73%, 0u 9.809 votos. Em Tabira, Haddad obteve 13.138 votos contra 2.083 votos de Bolsonaro.

Apuração em Afogados da Ingazeira. Segundo a apuração paralela da Rádio Pajeú, que cravou os o candidato Fernando Haddad obteve 14.965 votos contra 4.729 de Bolsonaro. No primeiro turno, Haddad obteve 11.674 votos e Bolsonaro, 3.979. O candidato petista cresceu 3.291 votos e o candidato do PSL,  750 votos.

Em Iguaracy, Haddad tem 5.217 votos contra 866 de Bolsonaro. Em Flores, Haddad 10.591 (84,37%), Bolsonaro, 1.266 (10,09%). Em Carnaíba, o candidato Haddad  obteve 9.624 votos, contra 1.163 de Bolsonaro.

Haddad venceu ainda em Quixaba (4.169 x 329), Ingazeira (2.637 x 377), Solidão (3.588 x 400), Calumbi (4.270 x 424) e Triunfo (7.109 x 1.286). Em Santa Cruz da Baixa Verde, Fernando Haddad teve 6.019 contra 917 de Bolsonaro.

No Alto Pajeú, o candidato petista também foi mais votado. Em São José do Egito, 12.970 votos contra 3.576 votos de Bolsonaro. Em Tuparetama, 5.203 votos contra 637 de Bolsonaro. Itapetim deu 7.053 votos ao petista contra  1.485 do nome do PSL. Em Santa Terezinha, 4.733 votos contra 808 de Jair. Brejinho, 4.174 contra 732.

Percentuais: as cidades por ordem onde o percentual de Haddad foi maior foram Quixaba (92,69%), Calumbi (90,97%), Solidão (89,97%), Flores (89,32%), Carnaíba (89,22%) e Tuparetama (89,09%). Na sequência, Ingazeira (87,49%), Santa Cruz da Baixa Verde (86,78%), Tabira (86,31%),   Iguaracy (85,97%), Santa Terezinha (85,42%), Brejinho (85,08%) e Itapetim (82,61%).

Chama atenção que proporcionalmente, os três maiores municípios do Pajeú foram os em que Haddad teve menor votação e Jair Bolsonaro a menos baixa, fruto de maior mobilização de grupos em prol do candidato nessas cidades. Foram os casos de São José do Egito (78,39% x 21,61%), Serra Talhada (77,27% x 22,73%) e Afogados da Ingazeira (77,25% x 22,75%).