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Teresa Leitão felicita Ângelo e comemora novo campus da UFPE em Sertânia

Por Nill Júnior

Além de Ângelo, anúncio do governo Lula teve articulação e apoio do reitor Alfredo Gomes e também do senador Humberto Costa

Pernambuco terá mais um campus da UFPE. O presidente Lula anunciou, na manhã desta segunda (10), que o município de Sertânia vai abrigar o novo campus. A iniciativa contou com a articulação da senadora Teresa Leitão junto ao governo federal.

“É uma grande conquista! Tive o prazer de entregar ao ministro Camilo Santana, da Educação, o ofício requerendo a instalação desse campus da UFPE em Sertânia”, lembrou Teresa Leitão, em entrevista à Rádio Sertânia. “É uma política de interiorização do ensino superior firmada desde o primeiro governo do presidente Lula, e que agora volta com força total!”.

A parlamentar explicou que o pleito partiu de um coletivo de professores: Edvânia Torres, Álvaro Góes, Janilton Ferreira, Maria do Carmo Martins Sobral, Antônio Siqueira, João Henrique Lúcio, Valter Fabiano dos Santos Feitosa e Mariana Albuquerque. Em agosto passado, o grupo pediu a interlocução da senadora junto ao governo federal para conseguir o campus. A articulação teve apoio fundamental do reitor Alfredo Gomes, do prefeito Ângelo Ferreira, e também do senador Humberto Costa.

O prefeito ofereceu um terreno para o campus, e se comprometeu a enviar para a Câmara Municipal, com urgência, um projeto de lei para formalizar a doação do imóvel.

Além da disponibilidade de cursos de ensino superior para a população da região, a iniciativa gera empregos. Haverá vagas na construção civil, mas também se cria uma estrutura de empreendedorismo para atender à nova demanda. E ainda, cada unidade nova vai necessitar de 388 servidores, o que implica na realização de novos concursos públicos.

“Tanto no aspecto desenvolvimento social, do desenvolvimento educacional, um centro acadêmico de uma universidade federal numa cidade como Sertânia… vai ser plantar uma semente num terreno fértil. Sertânia vai crescer, abrangendo inclusive outras cidades da região, e vai também favorecer a geração de empregos ”, resumiu a senadora.

Outras Notícias

Condutor do SAMU em Afogados denuncia falta de contrato, redução salarial e problemas estruturais

O condutor socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Afogados da Ingazeira, Alberto Almeida, anunciou nesta terça-feira (23), durante entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que está deixando a função após relatar uma série de insatisfações relacionadas às condições de trabalho, vínculo empregatício e remuneração na base do município. Segundo […]

O condutor socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Afogados da Ingazeira, Alberto Almeida, anunciou nesta terça-feira (23), durante entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que está deixando a função após relatar uma série de insatisfações relacionadas às condições de trabalho, vínculo empregatício e remuneração na base do município.

Segundo Alberto, que atuou desde o início do funcionamento do SAMU em Afogados, há cerca de quatro anos, os profissionais enfrentam irregularidades desde a implantação do serviço. Entre os principais pontos citados estão a ausência de contrato formal, falta de carteira assinada, inexistência de pagamento de 13º salário e adicional de férias, além de redução salarial registrada no início de 2025.

De acordo com o condutor, em 2024 a remuneração mensal era em torno de R$ 1.924. Já em janeiro de 2025, o valor caiu para aproximadamente R$ 1.650, uma diferença de cerca de R$ 300. “Em vez de reajuste, houve um retrocesso”, afirmou. Ele estima que deixou de receber cerca de R$ 12 mil na comparação entre os dois anos.

Alberto relatou ainda que sofreu um acidente em junho, quando quebrou a patela do joelho ao sair de um plantão. Sem contrato formal, afirmou que ficou dependente da decisão da gestão para receber durante o período de afastamento. Segundo ele, houve pagamento por cerca de um mês e meio. Atualmente, diz não ter condições físicas de retornar à função devido às sequelas.

Na entrevista, o condutor afirmou que a responsabilidade pela gestão e pagamento da equipe do SAMU em Afogados é da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Fundo Municipal de Saúde. Ele explicou que a empresa terceirizada que inicialmente fazia a gestão administrativa atuou por cerca de um ano e meio e que há pendências judiciais relacionadas a esse período.

Ainda segundo Alberto, quatro condutores estariam na mesma situação. Os técnicos de enfermagem, conforme explicou, possuem piso salarial definido por lei, o que gera uma realidade distinta. Ele também relatou atrasos no pagamento em alguns meses e dificuldades financeiras pessoais decorrentes disso.

Durante a entrevista, Alberto disse que se reuniu recentemente com o prefeito Sandrinho Palmeira, quando apresentou as reivindicações e tentou um acordo. Segundo ele, não houve entendimento, e a orientação recebida foi buscar a Justiça. O caso, conforme afirmou, já foi encaminhado a uma advogada.

Além das questões contratuais e salariais, o ex-condutor também criticou a estrutura física da base do SAMU em Afogados. Ele classificou o espaço como inadequado para plantões de 24 horas, citando a inexistência de áreas separadas de repouso, falta de privacidade e condições que, segundo ele, geram constrangimentos aos profissionais. Alberto defendeu a construção de uma base adequada e a ampliação da frota, com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado (USA) e motolância no município.

A apresentadora Juliana Santos informou que o espaço da Rádio Pajeú permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, da coordenação do SAMU e do CIMPAPAJEÚ, consórcio responsável pelo serviço em nível regional.

Afogados: prefeitura entrega 23º ponto de apoio na zona rural

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira conseguiu, nesses cinco anos de gestão, universalizar o acesso à atenção básica, resultando em uma cobertura que atinge 100% do seu território. Para se ter ideia da importância disso, em São Paulo, município mais rico e populoso do país, a atenção básica atende 61,3% da população. Em Afogados, todo […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira conseguiu, nesses cinco anos de gestão, universalizar o acesso à atenção básica, resultando em uma cobertura que atinge 100% do seu território.

Para se ter ideia da importância disso, em São Paulo, município mais rico e populoso do país, a atenção básica atende 61,3% da população.

Em Afogados, todo cidadão tem uma unidade básica de referência. Atingir os 100% de cobertura no território também foi possível, além da ampliação da rede e dos profissionais de saúde, através da política de atendimento na zona rural.

Desde 2013, a Prefeitura já inaugurou 22 pontos de apoio, atendendo moradores de 120 comunidades e povoados rurais. Todos esses pontos de apoio contam com uma unidade básica de saúde de referência e são atendidos por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, odontólogos e auxiliares de saúde bucal.

Neste sábado (03), será a vez de a Prefeitura inaugurar o ponto de apoio na comunidade do São João Velho, o 23º inaugurado pela gestão municipal, e irá atender cinco comunidades. A inauguração será às 16h, próximo à capela, no prédio da antiga escola.

Paulo Câmara defende um planeta mais humano na Semana do Clima de Nova Iorque

O governador Paulo Câmara participou, nesta terça-feira (24), de uma série de eventos da Semana do Clima de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Como representante do Consórcio Nordeste – que reúne os nove Estados da região – ele assinou a Carta de Santa Fé, reforçando o compromisso de Pernambuco e do Nordeste com o desenvolvimento […]

Foto: Divulgação

O governador Paulo Câmara participou, nesta terça-feira (24), de uma série de eventos da Semana do Clima de Nova Iorque, nos Estados Unidos. Como representante do Consórcio Nordeste – que reúne os nove Estados da região – ele assinou a Carta de Santa Fé, reforçando o compromisso de Pernambuco e do Nordeste com o desenvolvimento sustentável e a construção de uma agenda ambiental avançada.

Ao discursar no encontro com líderes do Under 2 Coalition, o governador afirmou representar os 56 milhões de nordestinos e os outros milhares de brasileiros que não desejam a destruição das florestas, as agressões à natureza e à vida no planeta, e sim a busca de novos rumos para o futuro.

“Vamos, juntos, fazer com que esse nosso compromisso saia do papel e ganhe o mundo, e vamos trabalhar para formar e consolidar a coalizão dos Estados, a exemplo do que acontece nos Estados Unidos”, afirmou Paulo Câmara, advertindo que o Nordeste não aceitará, passivamente, a adoção de medidas ultrapassadas, criminosas e ambientalmente irresponsáveis.

O governador reafirmou sua disposição de dedicar esforços, estudos e experiências no combate aos processos destrutivos e na construção de alternativas renováveis para proteger e conviver de forma saudável com os recursos naturais. “Isso não se efetiva sem uma política clara, com ações contundentes a favor de um meio ambiente protegido, com trocas positivas, e jamais na agressão, exploração e destruição. Uma ideia não pode abrir mão de gestos, de atitude e de coragem para enfrentar interesses mesquinhos, imediatistas e materialistas”, disse.

Paulo Câmara destacou ainda que Pernambuco tem fortalecido as estruturas públicas na área ambiental, e criticou as lideranças brasileiras que vêm seguindo uma contracorrente, caminhando no sentido inverso ao que a história ensina, contrário ao futuro. E fez um alerta: “Não há espaço para arrependimentos. O mal que se faz ao ambiente é um dano cada vez mais irreversível. É uma autodestruição”.

Ressaltando que a ONU tem uma agenda positiva dedicada aos movimentos sustentáveis, apontando o ano de 2030 como um marco, o governador assegurou que esse referencial está presente em Pernambuco e no Nordeste, que seguem os caminhos universalmente pactuados. “Buscamos um futuro em que crianças não precisem faltar às aulas para fazer greve, tentando alertar os adultos de que eles estão promovendo uma ameaça em escala global”, afirmou.

Por último, Paulo Câmara informou que o Fórum Pernambuco de Mudanças Climáticas está ativo e que foi implantado o Plano Estadual Ambiental, dentro dos preparativos do Estado para sediar, em novembro próximo, a Conferência Nacional de Mudanças Climáticas, prévia da COP 25.

Gestão Raquel terá R$ 1,7 bi para infraestrutura

Os recursos permitirão investimentos públicos nas áreas de saúde, segurança infraestrutura e habitação. A governadora Raquel Lyra anunciou a contratação de R$ 1,7 bilhão através do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) da Caixa Econômica Federal. A assinatura do contrato ocorreu na tarde desta quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, em Brasília. O contrato […]

Os recursos permitirão investimentos públicos nas áreas de saúde, segurança infraestrutura e habitação.

A governadora Raquel Lyra anunciou a contratação de R$ 1,7 bilhão através do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa) da Caixa Econômica Federal. A assinatura do contrato ocorreu na tarde desta quarta-feira (12), no Palácio do Planalto, em Brasília. O contrato foi assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pela governadora do Estado em reunião com a presença da bancada federal de Pernambuco no Congresso.

Em pouco mais de seis meses, as operações de crédito já contratadas com Banco do Brasil (R$ 900 milhões) e Caixa Econômica Federal (R$ 1,7 bilhão) garantem o recorde de R$ 2,6 bilhões em captação de recursos para investimentos no Estado desde 2013. O montante será destinado para garantir a execução de programas estruturantes nas áreas da saúde, segurança pública, habitação, saneamento, infraestrutura hídrica e estradas. O valor é superior à soma de todas as contratações de operações de crédito do Governo do Estado somadas de 2014 a 2022.

“Assinamos hoje o contrato de financiamento com a Caixa para garantir o investimento em obras de infraestrutura e saneamento em Pernambuco. Esse empréstimo, da ordem de R$ 1,7 bilhão, mais os R$ 900 milhões que já assinamos com o Banco do Brasil, representam mais de R$ 2 bilhões garantidos. Agradeço ao presidente Lula o apoio no trabalho para alavancar novos investimentos que permitam a Pernambuco se reposicionar no cenário do Nordeste e de todo o Brasil. Por muito tempo nosso Estado investiu pouco, e para enfrentar as desigualdades, seu principal problema, precisamos gerar oportunidades e garantir novos investimentos a partir de obras que estão sendo colocadas de pé”, assegurou a governadora.

Para o presidente Lula, o ato demonstra a disposição de diálogo e cooperação com os governos locais. “Qualquer coisa que as cidades e os estados precisarem, nós estamos a postos, porque nosso papel é esse. Ainda esse mês nós vamos fazer um grande lançamento, que os governadores do Nordeste devem estar presentes, que é um ato do Crediamigo, na cidade de Fortaleza, para que a gente mostre para a sociedade brasileira que vai ter crédito, sim”, afirmou o presidente Lula.

Através da contratação com o Finisa, serão priorizadas intervenções como a reforma das grandes emergências hospitalares do Estado e a expansão da rede materno-infantil, com a construção de maternidades no interior, no âmbito da Saúde. Já na segurança pública, serão garantidos investimentos na infraestrutura, equipamentos e serviços para a prevenção à violência e repressão qualificada ao crime.

O Programa Morar Bem, lançado pelo Governo do Estado em março, com o objetivo de reduzir o déficit habitacional, também receberá parte dos recursos. O aporte financeiro ainda será destinado à infraestrutura rodoviária, segurança hídrica, ampliação do acesso à água e esgotamento sanitário nas cidades e áreas rurais dos municípios. Também estão incluídos o investimento em programas de prevenção de desastres e adaptações às mudanças climáticas, como reconstrução de encostas e outros investimentos que garantam resiliência urbana, em especial para as comunidades vulneráveis.

Audiência pública aborda segurança nos estádios de futebol

A Comissão de Esporte e Lazer da Alepe realizou, na sexta-feira (3), uma audiência pública sobre o retorno, com mais segurança, das torcidas organizadas aos estádios pernambucanos.  Como resultado do debate, um Grupo de Trabalho reunindo representantes de instituições públicas e da sociedade civil será formado para avaliar a questão e possíveis melhorias na aplicação […]

A Comissão de Esporte e Lazer da Alepe realizou, na sexta-feira (3), uma audiência pública sobre o retorno, com mais segurança, das torcidas organizadas aos estádios pernambucanos. 

Como resultado do debate, um Grupo de Trabalho reunindo representantes de instituições públicas e da sociedade civil será formado para avaliar a questão e possíveis melhorias na aplicação do Estatuto do Torcedor.

Após episódios de violência há cerca de dez anos, as principais torcidas organizadas de Pernambuco – Jovem (Sport), Inferno Coral (Santa Cruz) e Fanáutico (Náutico) – foram proibidas pela Justiça de entrar nos estádios. No ano passado, o juiz Augusto Sampaio Angelim, da 5ª Vara da Fazenda Pública, decretou a extinção compulsória dessas três agremiações.

O secretário de Defesa Social, Humberto Freire de Barros, abordou a atuação do grupo de trabalho da SDS que, desde 2019, discute ações de segurança cidadã nos jogos de futebol. 

Segundo ele, a cada partida, considerando os riscos envolvidos, os clubes são chamados para desenvolver um plano de segurança que garanta a realização adequada do evento.

Entretanto, embora a lei estabeleça que a proteção do torcedor cabe à entidade detentora do mando de jogo e a seus dirigentes, os clubes não vêm disponibilizando a segurança privada recomendada, fragilizando o planejamento. 

“A segurança dos eventos esportivos e o direito de torcer vão ser garantidos quando todos cumprirem devidamente o seu papel nessa missão”, afirmou Barros.

“Quando algo sai errado, respinga em todos os participantes dessa máquina”, reforçou o diretor-adjunto da Diretoria de Planejamento Operacional da Polícia Militar de Pernambuco, coronel Alexandre Tavares. Ele lembrou que, nos dias de jogos, além dos estádios, a PMPE cuida da segurança da área externa, das estações de metrô, dos terminais de ônibus e corredores viários.

Os torcedores organizados que participaram do debate, por sua vez, pediram a abertura de canais para que possam contribuir com a segurança nos estádios e mudar a cultura de violência associada a esses grupos. 

“Violência se combate trazendo festa às arquibancadas, liberando os instrumentos para as torcidas organizadas, identificando e punindo as pessoas físicas envolvidas em arbitrariedades, e não as pessoas jurídicas”, defendeu Alex Minduín, presidente da Associação Nacional das Torcidas Organizadas do Brasil (Anatorg).

Para o juiz Flávio Fontes, titular do Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo e Criminal do Torcedor da Capital, o problema são as pessoas infiltradas que podem cometer crimes nessas agremiações. Ele recordou que o Estatuto as obriga a manter um cadastro de membros e sugeriu a implantação, nos estádios pernambucanos, de sistema de reconhecimento facial, como ocorre em outros Estados. Titular da Promotoria do Torcedor, José Bispo de Melo também argumentou que as organizadas nunca apresentaram o cadastro quando solicitado pelo Ministério Público Estadual.

O presidente da Torcida Organizada do Sport, Márcio Soares, reagiu à extinção compulsória da Jovem. Segundo ele, esse tipo de grupo gera sentimento de identidade e pertencimento para “jovens abandonados pelo Estado”. “Não será uma decisão administrativa que vai fazer com que essas pessoas sumam. Elas vão continuar aí, com suas contradições. O que a gente precisa fazer é um trabalho forte de educação, para salvar as próximas gerações”, assinalou.

Adriano Costa, do Coletivo Democracia  Santacruzense, ressaltou a função social das torcidas e disse que, após dez anos de proibição, os casos de violência não diminuíram. Na visão dele, o comportamento reflete a vivência diária dos jovens e da repressão policial. “A festa na arquibancada é um movimento cultural: traz maracatu, frevo, brega. Além disso, movimenta a economia, o turismo e o futebol”, explicou.

Representante das Torcidas Organizadas do Santa  Cruz, Jonathas Soares alegou que o GT Futebol da SDS precisa ouvir o torcedor, que “conhece o dia a dia da arquibancada”. Álvaro Fernandes, do Movimento Frente Popular Rubro-Negra, reclamou de censura ao direito de torcer: “Não vejo o Galo da Madrugada ser punido por brigas dentro do bloco”, comparou.

Presidente da Comissão de Esporte da Alepe, o deputado João Paulo Costa (Avante) assinalou que a discussão atual coincide com o momento de reabertura das arenas esportivas ao público, graças ao avanço da vacinação contra a Covid-19. “Queremos a retomada das torcidas nos estádios com a maior segurança possível, para que os pais possam levar seus filhos, e as mulheres os frequentem sem medo”, argumentou. 

A audiência pública foi realizada a pedido da deputada Teresa Leitão (PT), que recebeu o apelo de uma representação de torcedores dos três maiores times do Estado. “O primeiro passo é oficializar esse Grupo de Trabalho para fazer uma leitura mais profunda do que foi colocado e analisar a efetivação do Estatuto do Torcedor”, pontuou. 

O evento teve a participação, ainda, da Federação Pernambucana de  Futebol (FPF) e da Comissão de Direito Desportivo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Pernambuco.