Causou indignação a visita de Michel Temer (MDB) ao local do desabamento de um prédio por causa de um incêndio na manhã desta terça-feira, no centro de São Paulo. Recebido sob protestos e gritos de “golpista”, o presidente logo foi embora.
“Eu não poderia deixar de vir aqui, sem embargo dessas manifestações, porque afinal eu estava em São Paulo, e ficaria muito mal eu não comparecer aqui para dar exatamente apoio àqueles que perderam, enfim, suas casas”, disse aos jornalistas.
O prédio, que já abrigou a sede da Polícia Federal em SP, pertence à União. “Nós não pudemos pedir a reintegração, porque, afinal, gente muito pobre, naturalmente, uma situação um pouco difícil. Agora serão tomadas providências para dar assistência”, disse Temer.
Uma notícia muito boa para a cidade de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. As obras do Condomínio Industrial, localizado às margens da BR 232, estão bastantes avançadas. Na última sexta-feira (16), foi iniciada a instalação da infraestrutura elétrica do local, que deve ficar pronta dentro de 15 dias. A informação é do secretário de […]
Uma notícia muito boa para a cidade de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. As obras do Condomínio Industrial, localizado às margens da BR 232, estão bastantes avançadas. Na última sexta-feira (16), foi iniciada a instalação da infraestrutura elétrica do local, que deve ficar pronta dentro de 15 dias.
A informação é do secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Prefeitura Municipal, Marcos Oliveira. “A previsão é que dentro de 15 dias todo o sistema elétrico esteja pronto, o que agilizará muito a consolidação do condomínio, que já conta com cerca de 20 empresas sinalizando interesse em investir em nossa cidade”, afirmou.
Ainda segundo o secretário municipal, além do sistema elétrico está sendo encaminhado, a Compesa também já iniciou o serviço de ampliação da tubulação do Condomínio Industrial. “Estamos caminhando para consolidar Serra Talhada como um grande centro de produção e investimentos, o que vai gerar muitos empregos”, concluiu.
Motivação foi propaganda antecipada e aglomeração de pessoas. Por propaganda eleitoral antecipada, o Ministério Público Eleitoral, em atuação na 77ª Zona Eleitoral (Cabrobó e Orocó), entrou com pedido ação cautelar e pedido de tutela de urgência, em desfavor do pré-candidato Francisco Helder Saraiva, conhecido como Dim Saraiva, e do seu partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB). […]
Motivação foi propaganda antecipada e aglomeração de pessoas.
Por propaganda eleitoral antecipada, o Ministério Público Eleitoral, em atuação na 77ª Zona Eleitoral (Cabrobó e Orocó), entrou com pedido ação cautelar e pedido de tutela de urgência, em desfavor do pré-candidato Francisco Helder Saraiva, conhecido como Dim Saraiva, e do seu partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Segundo informação repassada à Promotoria de Justiça de Cabrobó, houve uma convenção partidária do MDB na quarta-feira, 16 de setembro, onde ocorreu concentração de pessoas na entrada da Ilha da Assunção, zona rural do município, para carreata em favor do pré-candidato Dim Saraiva, o qual disputará o cargo de prefeito de Cabrobó pelo partido. As comprovações estão em prints de internet e áudios também divulgados na rede mundial de computadores.
“Ocorre que a organização de carreata em período anterior ao dia 27 de setembro de 2020 importa em ato de propaganda eleitoral antecipada, sujeitando os responsáveis à multa prevista no artigo 36, §3º, da Lei n. 9.504/97. Decerto, tal proceder não encontra arrimo em quaisquer hipóteses previstas no artigo 36-A do referido diploma legal, sendo, portanto, vedado durante a pré-campanha eleitoral”, assegurou a promotora eleitoral Jamile Silveira Paes.
Também ficou explícito que a organização de carreata, além da exaltação pessoal do pré-candidato e divulgação de sua pretensa candidatura, por sua própria natureza, implica em conclamação dos eleitores em geral a apoiar o pré-candidato, a aderir a seus projetos e pretensões políticas.
“Em eventos desse cariz, a concentração de pessoas, normalmente paramentadas com bandeiras, adesivos ou signos da agremiação partidária ou do pré-candidato, o sentimento coletivo de adesão a um único objetivo, faz claro chamamento ao público em geral para encampar a mesma ideia política. Há claro desrespeito dos parâmetros material e formal ao norte referidos ao artigo 243, VIII, do Código Eleitoral”, alegou a promotora eleitoral.
Segundo ela, os prints de tela e o áudio não deixam margens a dúvidas: há risco de afetação da igualdade de candidatos e agremiações partidárias, justo quando se aproximam as eleições, e de desrespeito das normas sanitárias para enfrentamento da pandemia de Covid-19, as quais proíbem concentração de pessoas. “Por conseguinte, a demora na prestação jurisdicional causará danos irreparáveis ao equilíbrio do pleito e à saúde pública”, concluiu Jamile Silveira Paes.
A Promotoria de Justiça de Cabrobó também analisa atos de propaganda eleitoral antecipada praticados por outras agremiações partidárias.
O plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (22), em segundo turno, o texto-base da proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL). Foram 60 votos a favor e 19 contra. Houve uma ausência, do senador Rodrigo Pacheco (DEM – MG). Veja como votaram os senadores: Acir Gurgacz (PDT-RO) Não Alessandro Vieira (Cidadania-SE) Sim […]
O plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (22), em segundo turno, o texto-base da proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).
Foram 60 votos a favor e 19 contra. Houve uma ausência, do senador Rodrigo Pacheco (DEM – MG).
Veja como votaram os senadores:
Acir Gurgacz (PDT-RO) Não
Alessandro Vieira (Cidadania-SE) Sim
Alvaro Dias (Pode-PR) Sim
Angelo Coronel (PSD-BA) Sim
Antonio Anastasia (PSDB-MG) Sim
Arolde de Oliveira (PSD-RJ) Sim
Carlos Viana (PSD-MG) Sim
Chico Rodrigues (DEM-RR) Sim
Cid Gomes (PDT-CE) Não
Ciro Nogueira (PP-PI) Sim
Confúcio Moura (MDB-RO) Sim
Daniella Ribeiro (PP-PB) Sim
Dário Berger (MDB-SC) Sim
Davi Alcolumbre (DEM-AP) –
Eduardo Braga (MDB-AM) Sim
Eduardo Girão (PODE-CE) Sim
Eduardo Gomes (MDB-TO) Sim
Eliziane Gama (Cidadania-MA) Não
Elmano Férrer (PODE-PI) Sim
Esperidião Amin (PP-SC) Sim
Fabiano Contarato (REDE-ES) Não
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) Sim
Fernando Collor (PROS-AL) Não
Flávio Arns (REDE-PR) Sim
Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) Sim
Humberto (PT-PE) Não
Irajá (PSD-TO) Não
Izalci Lucas (PSDB-DF) Sim
Jader Barbalho (MDB-PA) Sim
Jaques Wagner (PT-BA) Não
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) Sim
Jayme Campos (DEM-MT) Sim
Jean Paul Prates (PT-RN) Não
Jorge Kajuru (Cidadania-GO) Sim
Jorginho Melo (PL-SC) Sim
José Maranhão (MDB-PB) Sim
José Serra (PSDB-SP) Sim
Juiza Selma (Pode-MT) Sim
Kátia Abreu (PDT-TO) Sim
Lasier Martins (PODE-RS) Sim
Leila Barros (PSB-DF) Não
Lucas Barreto (PSD-AP) Sim
Luis Carlos Heinze (PP-RS) Sim
Luiz do Carmo (MDB-GO) Sim
Mailza Gomes (PP-AC) Sim
Major Olimpio (PSL-SP) Sim
Mara Gabrilli (PSDB-SP) Sim
Marcelo Castro (MDB-PI) Sim
Marcio Bittar (MDB-AC) Sim
Marcos do Val (PODE-ES) Sim
Marcos Rogério (DEM-RO) Sim
Maria do Carmo Alves (DEM-SE) Sim
Mecias de Jesus (Republicanos-RR) Sim
Nelsinho Trad (PSD-MS) Sim
Omar Aziz (PSD-AM) Sim
Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) Sim
Otto Alencar (PSD-BA) Não
Paulo Paim (PT-RS) Não
Paulo Rocha (PT-PA) Não
Plínio Valério (PSDB-AM) Sim
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) Não
Reguffe (Podemos-DF) Sim
Renan Calheiros (MDB-AL) Não
Roberto Rocha (PSDB-MA) Sim
Rodrigo Cunha (PSDB-AL) Sim
Rodrigo Pacheco (DEM-MG) Ausente
Rogério Carvalho (PT-ES) Não
Romário (Podemos-RJ) Sim
Rose de Freitas (Podemos-ES) Sim
Sérgio Petecão (PSD-AC) Sim
Simone Tebet (MDB-MS) Sim
Soraya Thronicke (PSL-MS) Sim
Styvenson Valentim (Podemos-RN) Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE) Sim
Telmário Mota (PROS-RR) Sim
Vanderlan Cardoso (PP- GO) Sim
Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) Não
Wellington Fagundes (PL-MT) Sim
Weverton (PDT-MA) Não
Zenaide Maia (PROS-RN) Não
Zequinha Marinho (PSC-PA) Sim
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB), com importante base eleitoral na regi, disse que tomou posição por fidelidade partidária à PEC da Blindagem, que passou na Câmara e vai para o Senado. Também que tem trabalhado para mudar o entendimento da bancada e evitar que o PSB embarque nessa caso a PEC da Blindagem retorne […]
O deputado estadual Lucas Ramos (PSB), com importante base eleitoral na regi, disse que tomou posição por fidelidade partidária à PEC da Blindagem, que passou na Câmara e vai para o Senado.
Também que tem trabalhado para mudar o entendimento da bancada e evitar que o PSB embarque nessa caso a PEC da Blindagem retorne à Câmara.
“Se o Senado não rejeitar e enterrar a proposta, certamente vai promover alteração no texto, o que fará com que o projeto volte a ser apreciado na Câmara. E aí oportunidade de convencer o PSB a rever o posicionamento, e exercer com determinação meu voto contrário à matéria”, disse em suas redes sociais.
Lucas afirmou publicamente que é contrário à proposta. Ao blog, aliados do socialista defenderam que suas posições se impõem à essa votação específica.
Filho de um socialista histórico, Ranilson Ramos, hoje afastado da cena política pela função no TCE Lucas chegou a ter a ficha de filiação abonada por Miguel Arraes. Socialistas históricos e aliados defendem que ele pagou um preço pela fidelidade partidária, o que não mancha sua história.
“Lucas teve posição firme, inclusive contra o impeachment de Dilma Rousseff, onde muitos socialistas foram a favor, disse um socialista em reservas ao blog.
Na votação, Ramos seguiu a orientação da liderança do PSB, mesmo após afirmar em público que era contrário à proposta, mas admite que a decisão foi um erro.
Falta punir o genocídio Ciro Gomes, personagem rotulado de forma preconceituosa e intencional por setores da imprensa, tem toda razão. Para ele, os episódios recentes do desvio de quase R$ 7 milhões em joias e agora, o escândalo da ABIN Paralela, são muito graves, mas ainda pouco perto do maior crime cometido pelo ex-presidente Jair […]
Ciro Gomes, personagem rotulado de forma preconceituosa e intencional por setores da imprensa, tem toda razão.
Para ele, os episódios recentes do desvio de quase R$ 7 milhões em joias e agora, o escândalo da ABIN Paralela, são muito graves, mas ainda pouco perto do maior crime cometido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: o de extermínio de milhares de pessoas na pandemia.
Ciro Gomes defende que Bolsonaro pague caro pelos crimes continuados que cometeu na Presidência da República, sendo o pior, na opinião do ex-ministro, o de genocídio.
O mais grave que ele cometeu foi o crime de genocídio. Aquilo que ele fez na pandemia, e provocou a morte de centenas ou dezenas de milhares de pessoas, eu não sei se os inquéritos devidos estão andando.
“Este inquérito tem que ser muito bem conduzido. E acho que dos três problemas, além do roubo das joias, da falsificação do cartão de vacinação, o grande crime é o genocídio. Porque ali tem homicídio generalizado, no mínimo, e como se caracterizou por uma ação muito reiterada do Bolsonaro, você tem claramente uma indução à morte”.
O ex-presidenciável disse ainda que a tentativa de golpe de Bolsonaro e seus aliados ocorreu, na verdade, antes do 8 de janeiro.
“Aquilo ali foi um ato de vandalismo, que tem que ser punido severamente. Mas o golpe aconteceu antes, com Bolsonaro na constância da Presidência da República, portanto, sendo ele o responsável. E ele fez aquela minuta, e ele fez aquela consulta. Ali, ele consumou a sua atitude criminosa de golpe”.
De fato, dos crimes cometidos pelo ex-presidente, nenhum se compara à ação na pandemia. Dos 712 mil mortos no Brasil, 693 mil morreram em seu governo. Até o fim do governo Bolsonaro, o Brasil era o segundo país com mais mortes no mundo.
Bolsonaro não comprou vacinas a tempo, trocou ministros mais alinhados à ciência por negacionistas, propagou fake news sobre as vacinas, não acudiu estados sem oxigênio e ainda estimulou tratamentos ineficazes como na difusão da cloroquina e de ivermectina. Muitos acreditaram nele e abriram mão do isolamento à vacina. Do tratamento adequado às medidas de prevenção.
Em março, a OXFAM Brasil publicou um estudo sobre Mortes Evitáveis por Covid-19 no Brasil que mostra o tamanho da desgraça de ter um governo negacionista na administração de uma pandemia.
As conclusões do estudo são assustadoras e revelam o crime que foi cometido contra a população.
Cerca de pelo menos 120 mil vidas poderiam ter sido poupadas no primeiro ano de pandemia no Brasil se tivéssemos adotado medidas preventivas como distanciamento social, restrição a aglomerações e fechamento de estabelecimento comerciais e de ensino.
Ainda mais 305 mil mortes em relação ao normal no período, o que significa que muitos desses 305 mil podem ter morrido de Covid-19.
Ou seja, pela conta da proporcionalidade, do total de mortes, um planejamento eficaz, uníssono, coordenado e responsável, evitaria entre 30% e 40% das mortes.
Bolsonaro, gostem seus seguidores ou não, tem um preço muito maior a pagar com aquele Deus que ele diz, mas não segue. Antes disso, entre os nomes, precisa pagar pelos crimes de ladrão de galinha, como diz Ciro, das joias à minuta, do 8 de janeiro à ABIN Paralela. Mas não esqueçamos de algo muito maior: das mortes na pandemia.
As palavras de João
O prefeito Evandro Valadares questionou a fala de João de Maria, que disse, ao defender a adesão ao empresário Fredson Brito, que “não atua com interesses pessoais”. Evandro: “Quem sequestra vereadores em hotéis não pode usar essas palavras. Dizer que tem idoneidade fazendo reunião em beira de praia e fugindo para ganhar reeleição?” João de Maria não gostou e foi às redes sociais rebater.
Não faça o que eu faço…
O vereador Gin Oliveira, que repudiou as declarações sexistas de Aron Lourenço, presidente do PODEMOS, que comparou Marquinhos Godoy a “uma menina de 15 anos que todos querem dar selinho”, há menos de um mês, em 20 de junho, fez uma crítica extremamente grosseira e machista contra a comunicadora Juliana Lima no grupo de WhattsApp Serra FM. De tão repugnante, a frase sequer merecia ser replicada.
Sonífera Ilha
É deplorável a situação da PE 320 à altura do Sítio Santa Clara, município de Tabira. Se a prefeita Nicinha Melo não bater o pé junto à governadora Raquel Lyra por uma solução, a Cidade das Tradições vai ficar ilhada. Nicinha tem sido eventualmente cobrada sobre os benefícios do alinhamento com a governadora. Uma das ações positivas foi a de ampliar o curral do gado, que serve à feira do município.
Decidiu-se
O Tenente Gleydson Lima, que ainda não tinha definido bloco ou partido para as eleições desse ano em Afogados, finalmete se posicionou. Anunciou nas redes apoio à dupla Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. E será candidato a vereador pelo MDB. Na eleição anterior obteve 475 votos. “Mais uma vez irei lutar, para ampliar minha votação”, disse o pré-candidato.
Nova marca
Mesmo sem alguns nomes históricos do PT, a prefeita Márcia Conrado avaliou positivamente a plenária para a elaboração do Plano de Governo de Serra Talhada, promovida pelo partido. O encontro aconteceu ontem no auditório da UNIFIS e, segundo a legenda, envolveu a comunidade na elaboração do Plano de Governo Municipal. Nas peças de divulgação do resultado do encontro, a prefeita e pré-candidata adotou seu novo slogan de campanha, numa cutucadazinha a Luciano Duque: “Márcia, trabalho que resolve”.
Mais um
O ex-prefeito e pré-candidato Albérico Rocha adotou a mesma estratégia de Ilma Valério em Carnaíba: atacar o prefeito e não seu candidato. Albérico soltou uma nota acusando Zeinha de “traidor e oportunista”. Depois de justificar porque não ficou mais com João Fernando Coutinho, Waldemar Borges e o PSB, Zeinha retrucou: “o povo de Iguaracy sabe muito bem quem tem histórico de traição”.
Polêmica
A Deputada Estadual Rosa Amorim gerou polêmica ao chamar o episódio contra Trump de “encenação” e comparar com a facada de Adélio em Bolsonaro no ano de 2018. Rosa, que é de Caruaru e filha de Jair Amorim, líder estadual do MST, já teve forte embate com o Deputado bolsonararista Alberto Feitosa na ALEPE.
Para aliados de Zeca Cavalcanti, o direcionamento de Wellington Maciel, no que o blog antecipou como “apoio branco” pode dar ao ex-prefeito os votos que faltavam para consolidar sua volta ao poder. Já aliados de Madalena Britto tentam explorar os índices de rejeição de LW, buscando transferir essa situação para o adversário. As próximas pesquisas vão dizer quem está com a razão.
Frase da semana:
“Rachadinha, roubalheira, compra de imóveis em espécie, tudo isso está indicando o nível de ladrão de galinha que nós colocamos na Presidência da República brasileira”.
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