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Tavares: ex-líder da oposição se aliou a prefeito afastado de Tavares para ser candidato

Por Nill Júnior
Coco de Odálio: quando Airton não estava acusado de corrupção, já dizia que ele não prestava em palanque. Agora, com o gestor cassado, faz um acordão para ganhar o poder.

Já o Presidente da Câmara de Tavares vê cilada contra prefeito afastado

Não chamem os políticos de Tavares para falar da situação do município que está sendo governado pelo vice-prefeito Luiz Poeta depois do afastamento do Prefeito Aílton Suassuna (MDB), preso preventivamente em 30 de novembro 2018, liberado em seguida e até agora afastado do cargo.

Ele é acusado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) de ter cobrado propina como condição para o pagamento pela aquisição de dois veículos pela administração municipal. Eles podem até falar, mas a conversa é curta.

Ontem o radialista Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta da Cidade FM ouviu inicialmente José Edson Cordeiro Presidente eleito na 4ª feira (27) em 3ª votação para comandar a Câmara no biênio 2019/2020.

Depois de dizer que o prefeito foi vítima de “uma cilada”, que a Câmara não instalou nenhuma CPI para investigá-lo, e que ele fez em obras o que ninguém nunca fez em Tavares, o vereador recuou: “Ele vai ser julgado dia 09 de abril. Ele vai voltar. E vou encerrar o assunto, pois só aceitei a entrevista para falar sobre a eleição da Câmara”.

Edson Cordeiro disse não acreditar que a oposição na Câmara ainda recorra à justiça contra o último resultado.

O segundo entrevistado foi Coco de Odálio que na eleição municipal de 2016 obteve 48,06% dos votos na disputa contra o próprio Ailton Suassuna e que nos últimos dias trocou a oposição pelo palanque governista. “Aderi pelo bem do povo. Recebi o compromisso que serei o próximo candidato a prefeito do grupo”. Coco negou que tenha traído quem lhe confiou o voto na última eleição.

Perguntado se ele tinha mudado ou o Dr. Ailton, seu ex-adversário, Coco disse “não ter entendido”. Diante da insistência do entrevistador, que quis saber se ele tinha ficado ruim e o prefeito afastado tinha ficado bom, Coco riu e disse apenas que “não foi nada disso”.

Coco de Odálio foi candidato contra Airton Suassuna e disse no palanque que ele não servia para ser prefeito. Agora que o gestor foi afastado acusado de corrupção, quando teria faca e queijo para dizer que sua palavra estava correta, Coco de Odálio se aliou ao gestor. Como pano de fundo, um ajuntamento para ser ele o nome à prefeitura com apoio do prefeito afastado.

Provocado a falar sobre os motivos que levaram a justiça a afastar Dr. Ailton Suassuna do governo, o ex-lider da oposição foi vazio: “É com a justiça. Não posso falar”.

Outras Notícias

TRE-PE determina a perda do mandato de vereador de Jaboatão por infidelidade partidária

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por unanimidade, nesta terça-feira (22), pela perda do mandato do vereador de Jaboatão dos Guararapes, Henrique Gomes do Nascimento, mais conhecido como Henrique Metalúrgico. A decisão, fundamentada na infidelidade partidária, tem aplicação imediata, mas ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Henrique Metalúrgico foi eleito vereador […]

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por unanimidade, nesta terça-feira (22), pela perda do mandato do vereador de Jaboatão dos Guararapes, Henrique Gomes do Nascimento, mais conhecido como Henrique Metalúrgico. A decisão, fundamentada na infidelidade partidária, tem aplicação imediata, mas ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Henrique Metalúrgico foi eleito vereador suplente nas eleições de 2020 pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Em março de 2021, no entanto, ele deixou a sigla e migrou para o Partido dos Trabalhadores (PT). Em junho de 2024, após uma nova totalização de votos, o PCdoB conquistou uma vaga adicional na Câmara de Vereadores de Jaboatão, permitindo que Henrique assumisse o mandato, que passou a ser reivindicado pelo partido de origem, sob alegação de que sua desfiliação ocorreu sem justa causa.

O relator do caso, desembargador Rogério Fialho, destacou em seu voto que a troca de partido foi voluntária e sem justificativa legal. “A desfiliação foi voluntária, sem justa causa, e ocorreu antes de Henrique Gomes assumir o cargo de vereador em 03/06/2024, após o falecimento do primeiro suplente, Erival Pereira de Lima. Com a desfiliação, o vereador perdeu o direito de ocupar o cargo eletivo que pertence ao PCdoB, haja vista o mandato pertencer ao partido político e não ocorrer qualquer das hipóteses de justa causa autorizadas na legislação vigente”, afirmou o desembargador.

O argumento de que a troca de legenda não configuraria infidelidade partidária por conta da federação partidária Brasil da Esperança, que une PT, PCdoB e PV, também foi rejeitado. Segundo o relator, a federação só foi constituída após as eleições de 2020, garantindo a autonomia do PCdoB para reivindicar o mandato.

O processo foi julgado sob o número 0600336-35.2024.6.17.0000.

Sicoob é reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria […]

Empresa ocupa a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, promovido pelo InfoMoney

O Sicoob foi reconhecido como a marca cooperativa mais valiosa do Brasil, ocupando a 13ª posição entre as 50 empresas presentes no prêmio “As Marcas Mais Valiosas  do Brasil”, realizado pelo InfoMoney em parceria com a TM20 Branding, consultoria  especializada em avaliação e gestão de marcas. 

O estudo mede o valor de um dos principais ativos intangíveis das organizações, a  marca que se consolida como fator determinante para o sucesso institucional. No  caso do Sicoob, o resultado reflete a força coletiva de milhões de cooperados,  dirigentes e colaboradores comprometidos com a promoção da justiça financeira e do  desenvolvimento sustentável. 

“A conquista simboliza o amadurecimento de um modelo de negócio que cresceu sem  perder sua essência”, afirma Cláudio Halley, superintendente de Estratégia e Gestão  do Sicoob. 

A instituição se consolidou entre as principais do país, administrando mais de R$ 398  bilhões em ativos e mantendo um ritmo constante de expansão, mesmo em um  ambiente de alta competitividade no setor financeiro. 

Valor de marca 

O crescimento do valor de marca do Sicoob reflete o fortalecimento do seu brand  equity, sustentado por uma combinação equilibrada de desempenho financeiro  sólido, força institucional e propósito cooperativo. A valorização é resultado de uma  estratégia de longo prazo que une solidez, inovação e coerência na entrega de valor  aos cooperados e à sociedade. 

Esse avanço se traduz diretamente na valorização do ativo intangível da marca,  impulsionado não apenas por resultados econômicos, mas também por atributos  intangíveis, como confiança, reputação e reconhecimento do modelo cooperativo  como uma forma sustentável de fazer finanças. 

“Ser a marca cooperativa mais valiosa do Brasil é também um reconhecimento do  cooperativismo como força de transformação social e econômica”, afirma Halley.

O Sicoob ampliou e diversificou seu portfólio de produtos e serviços e fortaleceu sua  presença física e digital, com foco na experiência do cooperado como pilar central de  diferenciação. Essa estratégia, somada às ações de endosso e visibilidade  institucional, contribuiu para consolidar a percepção de uma marca sólida, moderna  e próxima das pessoas. 

Além da performance operacional, o fortalecimento do brand equity também é  resultado de uma comunicação integrada e consistente, que posiciona o Sicoob em  diferentes territórios culturais. 

Relevância cultural e presença 

A consolidação do valor de marca do Sicoob também está relacionada à sua presença  em territórios culturais que dialogam com diferentes públicos e reforçam a identidade  cooperativista. A instituição estruturou uma estratégia de comunicação 360º, com  atuação em música, esporte e dramaturgia, ampliando o alcance da marca e  fortalecendo o vínculo com a sociedade. 

Essa presença posiciona o Sicoob como uma marca que atua de forma ativa na cultura  brasileira, promovendo o cooperativismo financeiro em espaços de grande  visibilidade e engajamento. O posicionamento ganha expressão em diversas frentes:  do incentivo à música, que conecta comunidades, ao apoio ao esporte, que mobiliza  o país, e às narrativas que refletem o cotidiano das pessoas. 

O reconhecimento no ranking reforça o compromisso do Sicoob com um crescimento  sustentado por propósito e impacto coletivo. A combinação entre relevância cultural  e consistência institucional consolida a marca como uma referência de confiança e  credibilidade no sistema financeiro nacional. 

Força coletiva 

Como instituição financeira cooperativa, o Sicoob reúne mais de 9,3 milhões de  cooperados, presentes em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Entre os  serviços oferecidos, destacam-se conta corrente, crédito, investimentos, cartões,  previdência, consórcios, seguros e adquirência, entre outros. 

O sistema é formado por 323 cooperativas singulares, 14 cooperativas centrais e o  Centro Cooperativo Sicoob (CCS), que inclui uma confederação, um banco  cooperativo, uma processadora e bandeira de cartões, uma administradora de consórcios, uma entidade de previdência complementar, uma seguradora e um  instituto de investimento social. 

Com mais de 4,6 mil pontos de atendimento, o Sicoob ocupa a primeira colocação  entre as instituições financeiras com maior número de agências no país, sendo, em  mais de 415 municípios, a única instituição financeira presente. As informações são da InfoMoney.

Tebet diz que ‘tentaram puxar’ seu tapete no MDB

A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, disse nesta sexta-feira (26), em entrevista ao Jornal Nacional, que “tentaram puxar” seu tapete no MDB, em referência à oposição que ela teve dentro do partido para confirmar a candidatura. Ela também defendeu políticas para as mulheres e propôs acabar com o que chamou de […]

A candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, disse nesta sexta-feira (26), em entrevista ao Jornal Nacional, que “tentaram puxar” seu tapete no MDB, em referência à oposição que ela teve dentro do partido para confirmar a candidatura. Ela também defendeu políticas para as mulheres e propôs acabar com o que chamou de “presidencialismo de cooptação”.

Tebet ainda falou de: erradicar a miséria em quatro anos, caso seja eleita; dar transparência às emendas de relator, chamadas de orçamento secreto; aprovar uma reforma tributária que simplifique os impostos sobre o consumo.

Tebet é a quarta e última entrevistada da série do JN com os candidatos. Antes dela, o candidato à reeleição do PL, Jair Bolsonaro, foi entrevistado na segunda-feira (22); Ciro Gomes (PDT), na terça-feira (23); e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na quinta (25).

Logo no início da entrevista, a candidata foi questionada sobre casos de corrupção recentes no país que tiveram políticos do MDB envolvidos.

Ela respondeu que o MDB não é só “meia dúzia de seus políticos e caciques”. Disse ainda que “meia dúzia”, de fato, esteve envolvida em escândalos de corrupção em governos do PT. Nesse momento, a candidata começou a comentar sobre as resistência contra a candidatura dela em seu próprio partido.

“Aliás, se você me permitir, tentaram puxar meu tapete até pouco tempo atrás. Se tivesse um tapete aqui, eu acho que eu já tinha caído da cadeira também”, declarou Tebet.

Em seguida, ela lembrou que setores do MDB tentaram levar o partido a uma aliança com Lula.

“O que me trouxe até aqui? Tive que vencer uma maratona com muitos obstáculos. Nós tivemos oito candidatos, e eu permaneci. Passou o Natal, virou o Ano Novo, chegou o Carnaval, disseram que o partido seria cooptado. Depois, que iria para uma outra candidatura. Tentaram, numa fotografia recente, levar o partido para o ex-presidente Lula”, disse a candidata. As informações são do G1.

Vice José Amaral reafirma candidatura em Tabira ironizando prefeito e deputado

Existe um ditado popular que diz que “o bom filho a casa torna”. A máxima parece por enquanto não funcionar na política de Tabira. Os acenos do Prefeito Sebastião Dias parecem não ter surtido efeito para que o vice-prefeito José Amaral que anunciou rompimento e o desejo de ser candidato a prefeito em faixa própria, […]

Existe um ditado popular que diz que “o bom filho a casa torna”. A máxima parece por enquanto não funcionar na política de Tabira.

Os acenos do Prefeito Sebastião Dias parecem não ter surtido efeito para que o vice-prefeito José Amaral que anunciou rompimento e o desejo de ser candidato a prefeito em faixa própria, retorne ao palanque governista para a disputa da eleição municipal.

Em contato com o radialista Anchieta Santos, na produção dos Programa Rádio Vivo e Cidade Alerta, o vice-prefeito José Amaral reafirmou sua candidatura pela terceira via.

Ele também ironizou a notícia de que o PT fará uma pesquisa para escolher o candidato a prefeito entre os nomes de Djalma das Almofadas, Aristóteles Monteiro e Flávio Marques.

Flávio foi anunciado como o candidato do Prefeito Sebastião Dias, de alguns partidos e de importante grupo de empresários tabirenses. “Quem manda é Carlos Veras. Desmoralizou o prefeito e o candidato dele”, concluiu.

SINTEMA: Depois de eleição com chapa única, Sindicato estará sob nova direção a partir de janeiro de 2026

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde, SINTEMA, tem novo presidente: Daniel Calado, com Erison Morais na vice-presidência, depois da queda de braço com Caio Magalhães, que não conseguiu registrar chapa. Caio, combativo na gestão Wellington Maciel,  perdeu “legitimidade sindical” ao passar a integrar o governo Zeca Cavalcanti – […]

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde, SINTEMA, tem novo presidente: Daniel Calado, com Erison Morais na vice-presidência, depois da queda de braço com Caio Magalhães, que não conseguiu registrar chapa.

Caio, combativo na gestão Wellington Maciel,  perdeu “legitimidade sindical” ao passar a integrar o governo Zeca Cavalcanti – o que não é pecado – ele só deveria ter deixado a função sindical, por óbvio conflito de interesses.

A Chapa 1 obteve 173 votos da categoria de um total de 183 votantes (3 votos nulos e 7 em branco).

O resultado já foi homologado e a posse da nova diretoria será em janeiro do ano que vem.

Em publicação nas redes sociais, Erison Morais informou que essa foi a eleição com a maior participação eleitoral de toda a história do sindicato, “um feito construído pela força, pela união e pela consciência da categoria. O SINTEMA renasce mais forte porque renasce das mãos da categoria”, destaca a publicação.

Com colaboração da Itapuama FM.