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Talento cearense na Sexta Musical

Por Nill Júnior

Num tempo de tantas dores, a música é bálsamo. Nesta Sexta Musical, no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, além do parceiro Gustavo Pinheiro, teremos a participação da cearense Lídia Maria, da nova safra de cantores da terra que já nos deu Fagner, Belchior, Ednardo e tantos outros. Acima ela interpreta Bloco da Solidão.

Recentemente, para comemorar o aniversário de um ano do lançamento do álbum VIVA, a cantora fez sua primeira live show no Youtube.

O álbum lançado no ano passado traz temática de músicas poéticas que mesclam o sofrimento com o recomeço. Dentre as faixas, “Me Deixe Ficar Só”, “Segura aí que eu quero ver”, “Saiam das suas casas”, “Ouve essa canção”, “No Balanço”, “Pela última vez” e “Quem disse que eu preciso de alguém”. A artista também oferece reflexões sobre o feminino, política, internet e feminismo, com misturas de ritmos como samba rock e bossa nova.

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Outras Notícias

FIEPE discute inovações tecnológicas e meio ambiente em Petrolina

Inovações tecnológicas, meio ambiente, energia elétrica e uma plataforma de empregabilidade do SENAI que vem revolucionando o processo de integração de estudantes e profissionais qualificados à indústria pernambucana. Múltiplos e diversificados assuntos movimentaram a reunião online do Conselho Empresarial da Unidade Regional do Sertão do São Francisco da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco […]

Inovações tecnológicas, meio ambiente, energia elétrica e uma plataforma de empregabilidade do SENAI que vem revolucionando o processo de integração de estudantes e profissionais qualificados à indústria pernambucana. Múltiplos e diversificados assuntos movimentaram a reunião online do Conselho Empresarial da Unidade Regional do Sertão do São Francisco da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (URSF/FIEPE), na última quinta-feira (14), em Petrolina.

Durante o encontro, a bióloga e supervisora do núcleo local de Inovação Tecnológica da Embrapa Semiárido, Daniela Campeche, abriu os trabalhos falando do equilíbrio entre alguns entes, a exemplo dos governos, entidades de classes e empresas, para o ecossistema de inovação tendo em vista principalmente as tecnologias habilitadoras 4.0.

Daniela Campeche, que também é coordenadora técnica de Plataformas Colaborativas e Inovação Tecnológica da Ad Líder Sertão do São Francisco, citou projetos de longa duração na área da Caatinga, o impacto que as startups estão imprimindo na economia e destacou tendências mundiais nos segmentos de economia circular, bioeconomia e ESG, sigla em inglês para environmental, social and governance (ambiental, social e governança), usada para mensurar as práticas de gestão em uma empresa com relação a esses temas.

Na sequência, a coordenadora do Núcleo de Avaliação do SENAI-PE, Ana Paula Vasconcelos, apresentou uma ferramenta que já cadastrou cinco mil alunos, encaminhou mais de oito mil currículos e efetivou 459 contratações. É o Via SENAI que, por meio de um cadastro gratuito (viasenai.sistemafiepe.org.br), realiza o encontro entre as indústrias ofertantes e os profissionais e estudantes da instituição interessados em conquistar uma oportunidade no mercado de trabalho.

Na última palestra da reunião, o consultor de Eficiência Energética do Instituto SENAI de Tecnologia em Materiais e Processos Produtivos, Ricardo Chalegre, chamou a atenção ao mostrar dados atualizados dos custos da energia elétrica na indústria, que perceberam um aumento médio de 22,3%. Explicando o programa Mais Energia, Menos Custos, uma iniciativa conjunta, da FIEPE, do SENAI-PE, da Neoenergia Pernambuco e do SEBRAE-PE, Chalegre mostrou que o programa pode propiciar até 30% na redução dos custos com esse insumo.

“A partir das informações de consumo da indústria, elaboramos um pré-diagnóstico gratuito no qual constará o perfil de consumo e possíveis soluções para a redução de desperdícios e a otimização do uso da energia elétrica no processo produtivo da empresa. Nossa meta é atender cinco mil indústrias em todas as partes do Estado”, explicou.

No encerramento, o 1º vice-presidente, Rafael Coelho, e o diretor regional da FIEPE, Albânio Venâncio, agradeceram às participações especiais e aos conselheiros, evidenciando que a indústria vive hoje um novo momento de mudança com a presença forte dos sindicatos, da Federação e da união com os demais setores produtivos e entidades de representação.

Prefeitura de Afogados anuncia liberação da rua Manoel Mariano para o trânsito

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu ontem (22) uma reunião com os feirantes da Rua Manoel Mariano e ambulantes da área comercial de Afogados. A reunião foi coordenada pelos secretários Valberto Amaral (agricultura) e Flaviana Rosa (transportes e trânsito). Buscando sempre o diálogo, a reunião definiu pela liberação da Rua Manoel Mariano para o […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu ontem (22) uma reunião com os feirantes da Rua Manoel Mariano e ambulantes da área comercial de Afogados. A reunião foi coordenada pelos secretários Valberto Amaral (agricultura) e Flaviana Rosa (transportes e trânsito).

Buscando sempre o diálogo, a reunião definiu pela liberação da Rua Manoel Mariano para o trânsito, com a transferência da feira para a esquina do sacolão de Josa. A liberação da Rua Manoel Mariano vai ajudar na fluidez do trânsito entre as avenidas Manoel Borba e Antônio Rafael de Freitas.

A liberação da via não será de imediato. A Prefeitura vai confeccionar e entregar, gratuitamente, barrracas padronizadas aos feirantes e ambulantes que comercializarão no novo local. O cadastramento dos ambulantes está sendo feito na secretaria municipal de agricultura. Os ambulantes também serão contemplados nesse espaço, desobstruindo as calçadas.

Luto no rádio e TV nordestinos: morreu apresentador Ênio Carlos

A TV Diário confirmou o falecimento, na tarde desta quinta-feira (20), em decorrência de complicações de um tumor no cérebro, do apresentador e radialista Ênio Carlos. No ar desde a fundação da TV Diário, há 18 anos, Ênio estava afastado dos estúdios da TV e da Rádio verdes Mares por recomendação médica desde fevereiro, quando foi […]

enio-carlos-1-300x280A TV Diário confirmou o falecimento, na tarde desta quinta-feira (20), em decorrência de complicações de um tumor no cérebro, do apresentador e radialista Ênio Carlos. No ar desde a fundação da TV Diário, há 18 anos, Ênio estava afastado dos estúdios da TV e da Rádio verdes Mares por recomendação médica desde fevereiro, quando foi diagnosticado com um tumor cerebral, caracterizando um tipo de câncer.

A equipe de médicos que o acompanhava recomendou o afastamento dos estúdios para que o tratamento tivesse a eficácia necessária e, desde então, ele vinha se tratando com a esperança de que em breve retornaria aos programas de rádio e TV. Ênio já trabalhou na Rádio Assunção, Cidade AM, na extinta TV Manchete.

Natural de Aracati e casado há 27 anos com Juracéia Soares Viana Pinto, o apresentador, nascido Ergaêmio Viana Pinto, deixa 3 filhas: Nicole, de 21 anos; Thamile, de 14 anos, e Emilly, de 3 anos.

Em seu programa, Ênio revelou talentos como Jack Lima e Natália Queiroz, atuais apresentadoras dos programas Forrobodó e o Tudo Por Elas, respectivamente.

Emanuel Sales e Mari Sousa estavam no comando do Programa Ênio Carlos desde que o apresentador se afastou de suas funções para receber tratamento médico, mantendo a identidade e o estilo do apresentador na atração

Vazão menor e desvio de água da transposição mantêm 700 mil em racionamento

Do UOL Cinco meses após a inauguração do eixo leste da transposição do rio São Francisco, as águas não chegaram na quantidade esperada ao principal ponto de recebimento na Paraíba: o açude Epitácio Pessoa, no município de Boqueirão, no Cariri do Estado. Ajustes em equipamentos, desvios e barramentos no rio são apontados como problemas para […]

Açude Epitácio Pessoa, localizado na cidade de Boqueirão (PB). Foto: Gerald Souza da Silva/Aesa

Do UOL

Cinco meses após a inauguração do eixo leste da transposição do rio São Francisco, as águas não chegaram na quantidade esperada ao principal ponto de recebimento na Paraíba: o açude Epitácio Pessoa, no município de Boqueirão, no Cariri do Estado. Ajustes em equipamentos, desvios e barramentos no rio são apontados como problemas para justificar o atraso.

A previsão inicial era que o mais importante reservatório do interior do Estado tivesse água para encerrar o racionamento que atinge cerca de 700 mil paraibanos em 18 municípios no dia 1º. Mas a quantidade de água que chegou ao açude não permitiu retomar o abastecimento integral, e o racionamento deve ser mantido, segundo Estado, até o fim de agosto (26).

Vivendo uma severa seca que já dura sete anos, a população da região enfrenta racionamento de água desde dezembro de 2014.

Para a pasta, o atraso foi causado por desvios de água no curso do rio Paraíba, que passou a receber água do São Francisco por meio do canal inaugurado em Monteiro. De lá, a água percorre cerca de 100 km até chegar ao açude.

Em visita ao rio, equipes do ministério encontraram agricultores usando a água para plantações. O uso prioritário da água, segundo determinação da ANA (Agência Nacional das Águas), é para abastecimento humano e animal.

Já o governo estadual rejeita essa explicação e afirma que o problema se dá pela vazão reduzida causada, por exemplo, por problemas em bombas de estações elevatórias.

A região enfrenta forte seca há sete anos. Foto: Secom-PB

O açude está com 32,5 milhões de m³, usando 7,9% da sua capacidade. Segundo o Ministério da Integração Nacional, a expectativa inicial era de que Epitácio Pessoa já tivesse superado os 38 milhões de m³. Antes da inauguração do canal leste, o açude estava no chamado volume morto, com apenas 2,9% da sua capacidade.

Nos cálculos do ministério, as ligações não autorizadas já desviaram cerca de 20 milhões de m³ nos últimos dois meses e meio –volume equivalente a quatro vezes a lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. O ministério pediu ajuda, no início de agosto, ao Ministério Público do Estado para investigar os desvios.

A pasta culpa ainda aterramentos, como pontes, que teriam sido feitos ao longo dos rios por prefeituras, e que atrapalhariam o curso da água.

O eixo leste da transposição do rio São Francisco foi inaugurado no início do ano. Foto: Divulgação/Ministério da Integração Nacional – 22.fev.2017

Problema seria outro

O presidente da Aesa (Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba), João Fernandes da Silva, diz que o problema da água não chegar na quantidade esperada é outro. “O governo pretendia entregar [vazão de] 9 m³, que era a potência total, mas o máximo que chegou até hoje é 7,8 m³ por segundo”, diz.

Ele afirma ainda que nesse período, pelo menos duas bombas de estações de elevação deram problemas. “Primeiro deu problema em uma bomba da estação 6, que ficou quase 20 dias só com uma bomba uma operando. Recentemente deu problema na bomba da estação 5, e ainda não está consertado. Então, quem recebia 7,8 m³, nos últimos 60 dias não passou de 3,57m³.”

Sobre possíveis barramentos, ele nega a existência de barramentos. Ele explica que o que existem são passagens molhadas (que são pontes que ficam cobertas pela água), feitas por gestores locais para atender a população que teve a locomoção prejudicada pela chegada da água.

“A única coisa feita de diferente no rio foram essas passagens molhadas, que continuam permitindo a passagem água. Elas estão sendo inspecionadas pela Aesa. Se houver obstáculos, determinaremos alguma medida, mas não é o caso”, explica.

Fernandes também questiona os supostos desvios citados pelo ministério. “Existem retiradas de pouca expressão, insignificantes, que não podemos sequer proibir”, diz, citando que não é necessária outorga para que pequenos trabalhadores usem água do rio para plantações de até meio hectare de terra. “Se passar disso, não vamos tolerar. Mas não encontramos em fiscalizações [pós-inauguração do canal] nenhum caso assim”, revela.

Apesar da situação, Fernandes diz que a transposição é fundamental para garantia da segurança hídrica numa região castigada pela seca e que os problemas são normais nessa fase de implantação.

Polícia investiga desvios

A suspeita de furto de água passou a ser investigada nessa terça-feira (8) pela Polícia Civil paraibana. “A gente soube dessa informação pela imprensa, já que não houve formalização conosco. Mas a equipe está fazendo uma vistoria para verificar esses supostos  desvios”, diz o delegado seccional de Monteiro, João Joaldo Ferreira.

Segundo ele, o ministério prestou um boletim de ocorrência no dia 20 de julho, mas reclamando apenas de pontes que teriam sido feitas ao longo do rio por prefeituras e que estariam atrapalhando o curso da água. “Sobre essas pontes, entendemos que cabe a órgãos do setor fiscalizar, não cabe a nós. Em tese não há indicativo de crime”, diz.

Já sobre supostos desvios, o delegado afirma que é uma fiscalização difícil para a polícia, pois se trata de uma área superior a 100 km de extensão.

Momento de ajustes

Procurado pelo UOL, o Ministério da Integração Nacional explicou que o eixo leste da transposição ainda está em fase de pré-operação desde março, o que explicaria os ajustes em equipamentos.

“A fase de pré-operação é o momento adequado para verificar a eficiência dos equipamentos eletromecânicos, conforme determinam as cláusulas contratuais de garantia de fábrica e, também, das estruturas de engenharia responsáveis pela condução de água. Deste modo, é habitual que haja necessidade de ajustes, procedimento comum e previsto para atual etapa. Portanto, é equivocado afirmar que há defeitos ou problemas nas bombas das estações do projeto”, diz a nota, explicando que, nesse período, o Governo Federal “tem arcado com os custos de todo o sistema”.

Também por conta dos testes, a pasta diz que “é previsível a variação da vazão entregue pelo sistema em Monteiro.” Contudo, a pasta afirma que “o volume de água fornecido no leito do rio Paraíba, na cidade de Monteiro, é considerado suficiente para atender uma população de aproximadamente 2 milhões de habitantes”.

Marcones Sá rebate Fabinho e diz que prefeito “não desceu do palanque”

O ex-prefeito de Salgueiro,  Marcones Sá, usou suas redes sociais para rebater o prefeito Fabinho Lisandro,  que o acusou de deixar um rombo de R$ 23 milhões para a atual gestão. “Em 40 dias, a única coisa que o novo governo fez foi perseguir o servidor público de forma cruel, implacável,  com a reforma previdenciária […]

O ex-prefeito de Salgueiro,  Marcones Sá, usou suas redes sociais para rebater o prefeito Fabinho Lisandro,  que o acusou de deixar um rombo de R$ 23 milhões para a atual gestão.

“Em 40 dias, a única coisa que o novo governo fez foi perseguir o servidor público de forma cruel, implacável,  com a reforma previdenciária típica do governo Bolsonaro”. Disse ainda que dará mais tempo ao governo.

Marcones disse que o orçamento aprovado pelo legislativo para esse ano é da ordem de R$ 300 milhões. “Numa linha reta de quatro anos o atual governo vai ter R$ 1,2 bilhão para tratar e trabalhar”.

“Nos deixamos garantidos por emendas parlamentares,  pelo PAC, pelo próprio convênio com o governo estadual quase R$ 30 milhões em recursos para obras. E aí,  o governo,  depois de 40 dias e uma reforma previdenciária que vai lhe dar quase R$ 100 milhões às custas do servidor, vem dizer que está em calamidade financeira e que foi deixado um rombo de R$ 23 milhões”, disse.

Marcones disse que daria um conselho ao novo gestor: “muito foi feito, mas ainda há uma dívida social com Salgueiro.  Que ele ponha em prática tantas promessas que ele fez ao invés de querer se vitimizar e criar fatos”.

Disse ainda que Fabinho foi Secretário de Finanças e conhece as dificuldades de receita e gestão. Mas que ainda assim, ela saltou de R$ 148 milhões no último ano da gestão Clebel para mais de R$ 240 milhões em seu último ano de gestão. Mas que as demandas do serviço público representam uma dívida muito maior.

“O que eu desejo pro próximo governo é sair do palanque. Desça do palanque e bom trabalho. E não vamos polemizar porque Salgueiro é o mais importante”, concluiu.