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Tadeu Alencar defende Figueira e passagem na Casa Civil. “Ali é deposito de insatisfação”

Por Nill Júnior

O Deputado Federal Tadeu Alencar (PSB) desviou o foco de quem avalia o aspecto político das mudanças no primeiro escalão de Paulo Câmara ontem. Foi falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

“Temos que evidenciar a vinda do PDT para ocupar o primeiro escalão. Um partido que desde Brizola tem ligações com nossa luta, que vem participar de um governo que tem essa cara. É um gesto de confiança do PDT e nosso governo”.

Alencar minimizou críticas a Antonio Figueira pela condução na Casa Civil. “Fui Secretário da Casa Civil. Ali é um depósito de insatisfações. Quem vai à Casa Civil vai para tratar de problemas. Um ambiente onde a capacidade de atendimento é  infinitamente menor que o que é demandado. São naturais as insatisfações. Figueira é um quadro respeitável e não sai do governo,vai para uma assessoria especial”, afirmou.

Ao final, disse que ao final de contas a mudança parte da prerrogativa do governador. “É como mudar os móveis de lugar na mesma sala. E no final, quem dá o tom do governo é Paulo Câmara, que já sinalizou que não quer ver o governo envolvido em futricas”.

Ao final, disse acreditar na recuperação da gestão a partir da redução da criminalidade. “Sabemos que o governo não está num mar de rosas, mas mesmo diante das dificuldades responde à sociedade. E vai apresentar bons resultados na segurança”, afirmou.

Outras Notícias

Ingazeira promove ações de saúde e bem-estar com mutirão de pré-natal, evento para idosos e aulão de carnaval

A Prefeitura de Ingazeira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma série de ações voltadas para a promoção da saúde e bem-estar da população. Entre as iniciativas, destacaram-se um mutirão de pré-natal, um evento carnavalesco para idosos e um aulão de carnaval com atividades físicas. Mutirão de Pré-Natal e combate às arboviroses A […]

A Prefeitura de Ingazeira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou uma série de ações voltadas para a promoção da saúde e bem-estar da população. Entre as iniciativas, destacaram-se um mutirão de pré-natal, um evento carnavalesco para idosos e um aulão de carnaval com atividades físicas.

Mutirão de Pré-Natal e combate às arboviroses

A equipe da UBS II Santa Rosa promoveu um mutirão de pré-natal para reforçar o acompanhamento das gestantes do município. Durante a ação, foram realizados exames, testes rápidos para sífilis, HIV, hepatites B e C, além de atendimentos de enfermagem e agendamento de retornos para acompanhamento contínuo.

Além dos cuidados maternos, os participantes receberam orientações sobre prevenção às arboviroses, como dengue e chikungunya. O uso frequente de repelente foi enfatizado, e o produto foi distribuído para gestantes e seus parceiros.

O prefeito Luciano Torres (PSB-PE) destacou a importância da iniciativa. “Estamos comprometidos em garantir a saúde das nossas gestantes e suas famílias. Ações como essa são essenciais para promover uma gravidez saudável e prevenir doenças”, afirmou.

Carnaval da Melhor Idade – O grupo de idosos do município participou do evento “Grupo de Idosos Comemorando o Carnaval em Grande Estilo”, realizado pela equipe E-Multi e UBS II Santa Rosa. A festa contou com a participação do bloco “A Melhor Idade”, que reuniu os participantes para um momento de lazer e interação.

Durante o encontro, foram apresentadas mudanças na equipe responsável pelo grupo e ajustes no cronograma das próximas atividades. Os idosos participaram de danças, receberam brindes e compartilharam um lanche.

Aulão de Carnaval – Para estimular a prática de exercícios, a Prefeitura e a Secretaria de Saúde promoveram um aulão de carnaval com atividades físicas. Sob a coordenação da secretária Fabiana Torres, o evento incluiu alongamentos, dança e sorteio de brindes.

O prefeito Luciano Torres ressaltou a importância da iniciativa. “A participação da população foi essencial para o sucesso do evento. Incentivar hábitos saudáveis fortalece não apenas a saúde física, mas também o convívio social”, afirmou.

Família paraibana sofre acidente na PE 320

Na manhã desta terça-feira (15), uma família da cidade de Tavares, na Paraíba, se envolveu em um acidente de trânsito na PE 320, nas proximidades do Sítio Riacho do Peixe, em Carnaíba. Segundo informações, a família seguia no sentido Afogados-Carnaíba em uma caminhonete D-20, de cor preta, cabine simples, placa CWJ 3968-Juru- PB. No trecho […]

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Foto: Cauê Rodrigues

Na manhã desta terça-feira (15), uma família da cidade de Tavares, na Paraíba, se envolveu em um acidente de trânsito na PE 320, nas proximidades do Sítio Riacho do Peixe, em Carnaíba.

Segundo informações, a família seguia no sentido Afogados-Carnaíba em uma caminhonete D-20, de cor preta, cabine simples, placa CWJ 3968-Juru- PB.

acidente de juruense em carnaiba (1)

No trecho conhecido como “ladeira do padre” tentou ultrapassar uma Sprinter, se deparando com um caminhão. Para não bater de frente, o motorista jogou o veículo para fora da rodovia. A área é conhecida assim porque foi onde faleceu em um acidente há anos atrás o Padre Adelmo, que atuava na Diocese de Afogados.

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Foto: Cauê Rodrigues

Além do motorista, único natural de Jurú, estavam na caminhonete uma mulher e um garoto de aproximadamente 13 anos da cidade de Tavares. Todos tiveram graves ferimentos. A GT da Polícia Militar juntamente com uma ambulância de Carnaíba e o Corpo de Bombeiros fizeram o resgate das vítimas para o Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira. As informações são do Blog Cauê Rodrigues.

O desempenho de Marcílio na pesquisa Múltipla

Como o Republicanos em Custódia,  partido do pré-candidato Marcílio Ferraz tem demandado as informações acerca de seu desempenho na última pesquisa Múltipla, mesmo após a decisão de apoiar o governista Messias do Dnocs, o blog decidiu informar seu percentual. Os dados não tem relevância alguma, já que Marcílio virou e trocou a cor da camisa […]

Como o Republicanos em Custódia,  partido do pré-candidato Marcílio Ferraz tem demandado as informações acerca de seu desempenho na última pesquisa Múltipla, mesmo após a decisão de apoiar o governista Messias do Dnocs, o blog decidiu informar seu percentual.

Os dados não tem relevância alguma, já que Marcílio virou e trocou a cor da camisa política, aderindo ao grupo amarelo do prefeito Manuca.

Na pergunta espontânea para prefeito, Marcílio obteve 8% dos votos, sendo o terceiro mais citado, atrás de Messias do Dnoc, com 30%, e Luciara de Nemias, com 18%.

Na pesquisa estimulada com os três nomes, também foi o último com 11%, contra 41% de Messias do Dnocs e 30% de Luciara de Nemias. Disseram votar branco ou nulo 4% e 14% foram indecisos ou não opinaram.

Sua rejeição foi a maior entre os então pré-candidatos, com  35% que disseram não votar nele de jeito nenhum. E caso fosse o nome da oposição, perderia para Messias do Dnocs por 54% a 24%. Nesse cenário, Disseram votar branco ou nulo 12% e 10% se disseram indecisos ou não opinaram.

A pesquisa, contratada pelo blog, foi identificada sob o número 05773/2024. O levantamento foi feito dia 10 de julho, com 300 entrevistas, intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 5,7% para mais ou para menos.

Datafolha: brasileiros consideram saúde o principal problema do país

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda […]

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica

Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda maiores. A matéria é de Thaiza Pauluze da Folha de S. Paulo.

A área foi citada por 27% dos entrevistados pelo Datafolha, quando consideradas as de responsabilidade do governo federal.

Em junho, esse índice era de 19%. Mais recentemente, no entanto, ganhou força a chamada “guerra da vacina”, a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em torno dos imunizantes contra o novo coronavírus.

Por enquanto, o Brasil está atrasado na corrida mundial por vacinação e assiste a outros países aplicarem as primeiras doses, inclusive vizinhos sul-americanos e centro-americanos.

Os dados também mostram que o casos e mortes vêm aumentando em todas as regiões brasileiras e devem explodir após as festas de fim de ano.

Durante o pico da pandemia, não havia quantidade suficiente de respiradores, leitos de terapia intensiva, pessoal qualificado e testes diagnósticos para fazer frente ao vírus em várias capitais. Pacientes morreram à espera de UTIs, enquanto o presidente chamava a doença de “gripezinha”, se recusava a usar máscara e exaltava remédios comprovadamente sem eficácia.

O Datafolha ouviu 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todos os estados entre 8 e 10 de dezembro (desde 7 de dezembro, mais de 13 mil pessoas morreram de Covid no país).

A margem de erro é de dois pontos percentuais e a amostra é considerada representativa da população.

Os entrevistados consideraram como segundo principal problema o desemprego (13%) e o terceiro, a crise econômica (8%).

Em novembro, o desemprego bateu novo recorde, atingindo 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Desde maio, no início da pandemia e do isolamento social, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros sem emprego, uma alta de aproximadamente 40%.

O auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso e pago pelo governo federal, virou a única renda de 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do benefício este ano.

Mas o valor deve ser cortado em janeiro, o que deve deixar milhões de brasileiros sem nenhuma fonte renda, embora a quarentena esteja sendo reforçada.

Também foram citados como principal problema brasileiro a corrupção (7%), a educação (6%), a política (5%), a violência (4%), a inflação (2%) e a fome (2%). Curiosamente, a pandemia do coronavírus, especificamente, foi citada por apenas 3%.

A saúde foi mais lembrada pelas mulheres (34%) do que pelos homens (20%), por quem tem entre 45 e 59 anos, e por aqueles com renda de até dois salários mínimos.

As porcentagens foram praticamente iguais em todas as regiões do país, assim como entre quem vive na região metropolitana e no interior e entre brasileiros brancos, pardos e pretos.

Mas foi maior entre aqueles que estão saindo de casa apenas quando inevitável (31%) e uma preocupação bem menor entre os brasileiros que estão vivendo normalmente em meio à pandemia (13%) —esses últimos criticaram mais a corrupção e o desemprego.

Entre os que consideram a gestão de Jair Bolsonaro ótima ou boa, 23% apontaram a saúde como principal problema. O índice cresce entre quem considera o governo federal regular (30%) e quem classifica como ruim ou péssimo (29%).

Quando separados os que já se infectaram com o coronavírus, 25% mencionam a saúde como maior problemática. O índice aumenta entre quem diz estar com muito medo de contrair a Covid-19 (32%) e diminui para os que afirmam não ter medo (22%).

Há uma diferença grande entre quem diz acreditar que a pandemia esteja acabando (20% consideram a saúde o principal problema) e entre quem acha que está piorando (30%) ou nem melhorando nem piorando (28%).

A saúde continua sendo o principal problema inclusive para quem pediu auxílio emergencial (30%) e para quem o benefício foi a única fonte de renda durante o isolamento (27%).

Mesmo em meio à pandemia, o percentual geral dos brasileiros que citam a saúde como o principal problema neste ano (27%) é menor do que no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Em março de 2011, 31% dos brasileiros colocavam a saúde no topo deste ranking em pesquisa do Datafolha. O índice chegou a 48% em junho de 2013 e, no fim do mandato, em dezembro de 2014, estava em 43%. Em seguida, era citada a violência e, em terceiro, a corrupção.

No segundo mandato de Dilma, a corrupção foi alçada a líder dos problemas, seguida pela saúde e o desemprego.

Já no governo de Michel Temer (MDB), a saúde voltou ao primeiro lugar, com o maior percentual (33%) em dezembro de 2016. A vice-liderança era da educação, seguida pelo desemprego.

A área prosseguiu sendo a mais criticada durante todo o governo de Jair Bolsonaro.

STF mantém proibição de que ex-presidente Jair Bolsonaro saia do país

Decisões da 1ª Turma foram tomadas nos processos sobre tentativa de golpe de Estado e sobre o caso das jóias. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou decisões do ministro Alexandre de Moraes que proíbem o ex-presidente da República Jair Bolsonaro de viajar para o exterior e de ter contato com outras pessoas […]

Decisões da 1ª Turma foram tomadas nos processos sobre tentativa de golpe de Estado e sobre o caso das jóias.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou decisões do ministro Alexandre de Moraes que proíbem o ex-presidente da República Jair Bolsonaro de viajar para o exterior e de ter contato com outras pessoas investigadas pelos mesmos fatos que ele. A decisão, unânime, foi tomada em recursos apresentados na Petição (Pet) 12100, que investiga a tentativa de golpe de Estado, e na Pet 11645, relacionada ao suposto desvio de joias de alto valor recebidas de autoridades estrangeiras.

PF aprofunda diligências

Em seu voto, o relator afirmou que há diligências em curso e que não houve nenhuma alteração no quadro que justifique a revogação das medidas cautelares. Na sua avaliação, a retenção de passaportes (nacional e estrangeiros) continua necessária porque o desenrolar dos fatos já demonstrou a possibilidade de tentativa de evasão de investigados.

Segundo ele, pode haver nova tentativa a partir da ciência do aprofundamento das investigações pela Polícia Federal, que apontam “provas robustas de que os investigados concorreram para o processo de planejamento e execução de um golpe de Estado, que não se consumou por circunstâncias alheias às suas vontades”.

Delação de Mauro Cid continua em sigilo

O colegiado também manteve a decisão em que o ministro rejeitou o acesso integral da defesa de Bolsonaro à delação do tenente-coronel Mauro Cid. A medida segue o entendimento consolidado do STF de que o investigado não tem o direito de acessar informações associadas a diligências em curso ou em fase de deliberação. 

Segundo o ministro, o acusado terá acesso à delação na ação penal, caso seja aceita a denúncia, momento em que terá amplas possibilidades de demonstrar eventual falsidade, erros ou exageros das declarações prestadas pelo colaborador.

O ministro observou ainda que o depoimento de Cid abrange outros temas, como ataques virtuais a opositores (INQ 4781), às instituições (STF, TSE), ao sistema eletrônico de votação e à lisura do processo eleitoral (INQ 4878), inclusão de dados falsos de vacina contra covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Todos estão com diversas diligências em andamento, o que impede o acesso integral aos depoimentos.

Os julgamentos foram realizados na sessão virtual encerrada em 18/10.