Tabirenses se uniram em defesa de estrada com Água Branca
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Reunindo políticos, empresários e gente do povo, Tabira protestou ontem contra o que chama de descaso contra a Rodovia Manoel Paulino de Melo que está tomada por buracos entre Tabira e Água Branca.
A mobilização foi iniciada ás 10h30 da manhã e depois das 11h a estrada chegou a ser interditada por alguns minutos. O sentimento é de que o Governo Paulo Câmara interfira imediatamente na recuperação da estrada.
Além do prefeito Sebastião Dias, estiveram presentes, o ex-vice-prefeito Joel Mariano, a Presidente da Câmara Nelly Sampaio, e os vereadores Cléber Paulino , Aristóteles Monteiro, Marcílio Pires, Didi de Heleno, Dicinha do Calçamento, Marcílio Pires e Claudiceia Rocha, além do empresário Paulo Manú.
Um documento será formulado para ser enviado ao governo de Pernambuco pedindo providências para a estrada. Idealizador do evento, o contador Zéu Freitas se mostrou feliz com o resultado da iniciativa.
Na avaliação do Plenário, as normas fragilizam os sistemas de controle e facilitam o comércio clandestino de armas. Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou vários dispositivos de decretos assinados pelo então presidente da República Jair Bolsonaro que flexibilizavam a aquisição, o cadastro, o registro, a posse, o porte e a comercialização […]
Na avaliação do Plenário, as normas fragilizam os sistemas de controle e facilitam o comércio clandestino de armas.
Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou vários dispositivos de decretos assinados pelo então presidente da República Jair Bolsonaro que flexibilizavam a aquisição, o cadastro, o registro, a posse, o porte e a comercialização de armas de fogo e de munição. A decisão se deu, na sessão virtual finalizada em 30/6, no julgamento conjunto de 11 ações sobre o tema.
Entre as alterações consideradas inconstitucionais estão o critério da necessidade presumida para aquisição, a ampliação do número de armas que podem ser adquiridas por caçadores, atiradores desportivos e colecionadores (CACs), o acesso geral a armas anteriormente de uso exclusivo das Forças Armadas e dos órgãos de segurança pública e o prazo de dez anos para a renovação do registro. Após a edição do decreto, os atiradores desportivos passaram a poder adquirir até 60 armas (30 de uso permitido e 30 de uso restrito).
Também foram derrubados a permissão para a importação de armas estrangeiras por comerciantes e pessoas particulares e o aumento da quantidade máxima de armas de uso permitido que poderiam ser adquiridas por qualquer pessoa e por militares, agentes de segurança e membros da magistratura e do Ministério Público, bastando, para isso, mera declaração de efetiva necessidade, com presunção de veracidade.
Arsenal
Para a presidente do STF, ministra Rosa Weber, relatora de oito das ações, as inovações fragilizam o sistema de controle de armas e permitem a formação de arsenal que se desvia da finalidade para a qual as armas podem ser adquiridas. A seu ver, os decretos excederam os limites constitucionais inerentes à atividade regulamentar do chefe do Poder Executivo.
Desvio para o crime
A ministra observou que as normas também introduzem uma política armamentista incompatível com o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), que concretiza os valores constitucionais da proteção da vida humana e da promoção da segurança pública contra o terror e a mortalidade provocados pelo uso indevido das armas de fogo. Facilitam, ainda, o comércio clandestino e o desvio de armas para o crime.
As ações relatadas pela ministra Rosa Weber foram as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 6134, 6675, 6676, 6677, 6680 e 6695 e as Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 581 e 586.
Outras ações
No julgamento de outras três ações, de relatoria do ministro Edson Fachin, o Plenário decidiu, por unanimidade, que a posse de armas de fogo só pode ser autorizada a pessoas que demonstrem concretamente a efetiva necessidade, por razões profissionais ou pessoais.
O STF definiu, também, que a compra de munições deve corresponder a apenas ao necessário à segurança dos cidadãos e que o Executivo não pode criar presunções de efetiva necessidade, além das já disciplinadas em lei. Por fim, fixou entendimento de que a aquisição de armas de uso restrito só pode ser autorizada no interesse da própria segurança pública ou da defesa nacional, e não em razão do interesse pessoal do requerente.
As ações relatadas pelo ministro Edson Fachin foram as ADIs 6119, 6139 e 6466.
Liminares
Apesar de os decretos terem sido revogados pelo Decreto 11.366/2023, Fachin ressalvou que as ações deveriam ser julgadas no mérito, pois ainda havia questões a serem definidas pelo Plenário. Já ministra Rosa Weber, nas ações de sua relatoria, considerou essa questão superada, porque os processos já estavam em condições de uma resolução definitiva do mérito, além de fornecer aos demais Poderes da República um direcionamento adequado sobre a competência presidencial de editar regulamentos.
Uma das professoras mortas no ataque era natural de Pernambuco. As vítimas do ataque a tiros que deixou quatro mortos e 12 feridos em duas escolas em Coqueiral de Aracruz, no litoral Norte do Espírito Santo começaram a ser identificadas. Os mortos identificados até o momento são três professoras da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Primo […]
Uma das professoras mortas no ataque era natural de Pernambuco.
As vítimas do ataque a tiros que deixou quatro mortos e 12 feridos em duas escolas em Coqueiral de Aracruz, no litoral Norte do Espírito Santo começaram a ser identificadas.
Os mortos identificados até o momento são três professoras da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Primo Bitti e uma aluna da escola particular Centro Educacional Praia de Coqueiral.
Maria Penha Pereira de Melo Banhos, 48 anos: era professora de alfabetização e morava no bairro São José, na região central do município de Aracruz. Ela seguia para o trabalho todos os dias de ônibus. A professora era casada há 18 anos e deixa três filhos menores de 16 anos. Formada em técnica de laboratório, Maria da Penha trabalhou durante muito tempo no hospital da cidade, mas segundo a irmã sempre sonhou em ser professora.
Selena Zagrillo, 12 anos: era estudante do 6º ano da escola particular atacada. Selena foi umas das três vítimas que morreram ainda no local do ataque. O pai de Selena chegou na escola momentos depois do ataque e tentou socorrer a menina e outros alunos, mas Selena não resistiu. Aos prantos, a mãe de disse que perdeu a filha para o ódio.
Cybelle Passos Bezerra, 45 anos: era professora e trabalhava na Escola Primo Bitti. Ela era natural de Pernambuco e havia se mudado para Aracruz poucos meses antes do ataque. Alunos e colegas de trabalho informaram que Cybelle era professora de matemática. A família decidiu não realizar o velório de Cybelle no Espírito Santo. O corpo dela foi cremado e as cinzas foram levadas para a terra natal da professora.
Flavia Amoss Merçon Leonardo – 38 anos: era professora e trabalhava na Escola Estadual Primo Bitti. Flávia deu entrada na sexta-feira (25) no Hospital Jayme dos Santos Neves, na Serra, em estado grave. Neste sábado, o estado de saúde dela evoluiu para gravíssimo. À tarde, a Secretaria de Saúde confirmou a morte da professora.
Thais Pessotti da Silva – 14 anos: a estudante foi baleada na cabeça e deu entrada em estado grave no Hospital Infantil de Vitória. Até a última atualização da Secretaria de Saúde, a adolescente havia sido operada e seguia intubada em estado grave na UTI. Foi a família de Thais que confirmou que a adolescente é uma das baleadas.
Por Anchieta Santos O ex-prefeito Romério Guimarães(PP) não perdeu tempo com a desistência do seu vice o vereador Rogaciano Jorge e de imediato anunciou o substituto em sua chapa, será o atual vereador Antônio Andrade, conhecido, como Antônio do Milhão. Polêmico, do Milhão já passeou por todos os palanques da política egipciense. Será a primeira […]
O ex-prefeito Romério Guimarães(PP) não perdeu tempo com a desistência do seu vice o vereador Rogaciano Jorge e de imediato anunciou o substituto em sua chapa, será o atual vereador Antônio Andrade, conhecido, como Antônio do Milhão.
Polêmico, do Milhão já passeou por todos os palanques da política egipciense.
Será a primeira vez na história política de São José do Egito que um candidato do distrito de Riacho do Meio fará parte uma chapa majoritária.
O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, Rogaciano Jorge (PP), havia confirmado ontem, sexta (11) que abriu mão de disputar o pleito de 2020 como vice na chapa do pré-candidato a prefeito Romério Guimarães.
O vereador até já havia declarado desistir de candidatar-se novamente a vaga no legislativo.
O presidente da Câmara disse que vai focar sua dedicação à família, principalmente por ter dois filhos em fase de conclusão de cursos superiores, aos seus negócios na área da avicultura, que continuará apoiando o Partido Progressista e não sairá da política.
Do Blog da Folha Em política, 48 horas se transformam em uma eternidade. E é nisso que o Palácio do Campo das Princesas e parte do PSB apostam para tentar chegar a um consenso em relação ao nome do partido que ocupará a 1ª Secretaria da Assembleia Legislativa. Disposto a bancar a candidatura de Lula […]
Em política, 48 horas se transformam em uma eternidade. E é nisso que o Palácio do Campo das Princesas e parte do PSB apostam para tentar chegar a um consenso em relação ao nome do partido que ocupará a 1ª Secretaria da Assembleia Legislativa.
Disposto a bancar a candidatura de Lula Cabral, o Governo, que passou semanas protelando ao máximo as negociações em torno da eleição da Mesa da Alepe, sendo obrigado a engolir goela abaixo a reeleição de Guilherme Uchoa (PDT) e todos os questionamentos, inclusive jurídicos, decorrentes dessa postulação, lutará até o domingo para demover o deputado Diogo Moraes da ideia de bater chapa pelo cargo.
A equação é até fácil de fechar, a não ser por um problema: um não desiste e o outro não abre mão da disputa. Pelo menos até agora.
Durante a inauguração do novo prédio anexo da Alepe, Diogo Moraes reafirmou a posição externada na noite da quinta-feira (29), de disputar de todo o jeito a 1ª Secretaria. Tem a simpatia de Uchoa e, segundo os corredores da Assembleia, mais de 32 dos 49 votos da Casa. Ele alega ter feito o caminho “que a boa política pede”.
“Conversei com os eleitores. Construí minha candidatura na Casa e acho legítimo disputar. Sou candidato do PSB apoiado pela base e não tenho constrangimento de disputar. Todos nós temos o direito de votar e ser votado”, argumentou o parlamentar.
Também presente à cerimônia, Lula Cabral foi lacônico. “Sou o candidato do Governo e do partido”. Repetiu por três vezes essa frase. Momentos depois, disse que vem conversando com os deputados, e que tem certeza de que poderá sair vencedor.
Essa mesma expectativa positiva pode ser notada no líder do PSB na Casa, deputado Ângelo Ferreira, e no secretário-executivo de Articulação Política, André Campos, o elo entre o Palácio e a Casa de Joaquim Nabuco. E só. Na verdade, muito poucos apostam na vitória de Cabral, até agora.
Uns dizem que ele é candidato do secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, do presidente do PSB, Sileno Guedes e do prefeito Geraldo Julio. Outros afirmam que os nove parlamentares do PSB que assinaram a postulação de Diogo Moraes não vão mudar de posição. “Fica feio. Pode ver que foram os novatos que assinaram. Os experientes não chancelaram. Mas mudar de posição fica ruim para eles”, argumenta ex-deputado, que tem excelente trânsito na casa.
E é nesse panorama desfavorável que o PSB tenta evitar o pior: depois de perder a presidência, apesar da gigantesca bancada de 15 dos 49 deputados, disputar no voto e ter o candidato palaciano (Lula Cabral) derrotado pelo preferido de Uchoa (Diogo Moraes). É lançar mão de todo o tipo de argumentação e de todos os artifícios possíveis para fazer valer a vontade do Governo.
Os lulistas apostam que o dueto articulação e traição, já que o voto é secreto, seja suficiente para virar o jogo. O problema é que, até agora, nenhuma articulação funcionou. A mira está descalibrada. A dúvida é se em 48 horas PSB e Governo encontrarão o caminho para evitar uma derrota que deixaria (á) o Palácio do Campo das Princesas em situação desconfortável, para não dizer vexatória. Até agora estão patinando.
Arcoverde sediou nesta semana uma reunião com representantes do Ministério da Saúde para discutir a ampliação da cobertura do SAMU 192 na III Macrorregião de Saúde de Pernambuco. O encontro foi realizado no campus da Universidade de Pernambuco (UPE) e reuniu gestores municipais, estaduais e federais. Participaram da agenda o vice-prefeito de Arcoverde, Siqueirinha, representando […]
Arcoverde sediou nesta semana uma reunião com representantes do Ministério da Saúde para discutir a ampliação da cobertura do SAMU 192 na III Macrorregião de Saúde de Pernambuco. O encontro foi realizado no campus da Universidade de Pernambuco (UPE) e reuniu gestores municipais, estaduais e federais.
Participaram da agenda o vice-prefeito de Arcoverde, Siqueirinha, representando o Poder Executivo local; o vereador Rodrigo Roa, pelo Legislativo; e a secretária municipal de Saúde, Dra. Maria Clara. Também estiveram presentes prefeitos e secretários de saúde de municípios vizinhos, além de representantes do Governo do Estado.
O principal objetivo do encontro foi estimular a adesão dos municípios ao Consórcio CIMPAJEÚ, responsável pela operação do serviço de urgência na região. O coordenador-geral de Urgência do Ministério da Saúde, Dr. Felipe Augusto Reque, destacou a importância da regionalização e da integração entre os entes federativos para garantir maior acesso ao atendimento de urgência no interior do estado.
A reunião reforça o papel de Arcoverde como ponto estratégico na articulação de políticas públicas voltadas à saúde no Sertão pernambucano. Segundo os participantes, a expansão da cobertura do SAMU por meio do consórcio deve contribuir para o fortalecimento da rede de urgência e emergência na região.
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